Grandes ídolos do SPFC, por Carlos Port: Zé Sérgio

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Olá nação tricolor!

José Sérgio Presti, o Zé Sérgio, nasceu em 8 de março de 1957.

Depois de Canhoteiro, certamente, foi o ponta-esquerda de maior habilidade e destaque do São Paulo. Mas com uma diferença fundamental, sua perna de talento era a direita, Zé era destro!

Primo do também super craque Rivellino, Zé Sérgio foi levado primeiro nas peneiras do Corinthians, onde não deu certo. Azar alvinegro, sorte tricolor. Novamente conduzido pelo primo, foi apresentado nas categorias de base do SPFC em 1973, para não mais sair do Morumbi, até 1984.

Estreiou como profissional em 1976 e disparou como um foguete, para a titularidade.

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Talvez o jogador mais talentoso do Tricolor no Campeonato Brasileiro de 1977, foi valioso para o primeiro título nacional do São Paulo. Embalado, surgiram as convocações para a seleção brasileira, onde defendeu a canarinho no Mundialito de 1980.

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Seus dribles faziam a torcida delirar aos gritos de “Vai, Zé” quando recebia a bola na ponta-esquerda. Mas alguns tristes episódios conturbaram sua trajetória no São Paulo. Em 1981, fraturou o braço duas vezes, primeiro em um jogo contra a seleção do México, em Los Angeles e na segunda vez, na primeira partida após seu retorno, contra o Noroeste, no Pacaembu. Azar terrível. Em 1982, nova lesão, agora na perna, o tiraram da Copa do Mundo. Muitos afirmam que tais episódios foram decorrentes da carga emocional que Zé Sérgio sofreu após ser flagrado injustamente, em exame anti-doping, pela ingestão do descongestionante nasal Naldecon.

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O craque sempre foi limpo e correto profissionalmente.

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Mesmo com todos esses problemas, Zé Sérgio foi absoluto e inquestionável no Tricolor. Campeão brasileiro em 1977 e bi-paulista, em 1980 e 1981.

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Na reformulação tricolor do ano de 1984, quando a Máquina Tricolor começava a dar lugar aos Menudos do Morumbi, deixou o São Paulo para ser campeão no Santos, ao lado de outro ídolo são-paulino, Serginho Chulapa.

Zé Sérgio ainda foi treinador da base tricolor, conquistando títulos expressivos internacionais na categoria sub-17, entre os anos de 2007 a 2011.

Vai Zé!

Saudações Tricolores!

Crédito-Imagens: Revista Placar, blog KiGol, blog Tardes de Pacaembu, Gazeta Press.

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