Grandes ídolos do SPFC, por Carlos Port: Pita

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Olá nação tricolor!

O Opinião Tricolor segue retratando os craques históricos do SPFC. Nos últimos dias, relembramos muitos daqueles que foram os protagonistas do time fantástico dos Menudos do Morumbi, de 1985, que seguiu conquistando títulos até 1989, com algumas alterações.

Já passaram no blog, Gilmar, Oscar e Dario e Pereyra, Silas e Muller. Chegou a vez de Pita.

Edivaldo Oliveiras Chaves, o Pita, é carioca de Nilópolis, nasceu em 04/08/1958.

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Se o são-paulino vibra no século XXI com Ganso, Pita foi uma inspiração. Seguiu o mesmo caminho do Santos ao São Paulo em 1984, pela maestria, futebol refinado e clássico.

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O Tricolor reformulava seus quadros e o rival da baixada santista também saiu ganhando. Recebeu o craque Zé Sérgio e foi campeão paulista daquele ano. Bom pra todos.

Na armação ao lado de Silas, servindo Muller e Careca, Pita deu espetáculo. Mas não só isso. Fazia gols. Um deles, inesquecível, quando partiu do meio-campo e driblou meio time do Palmeiras, em clássico no Pacaembu terminado em 4 a 4.

Mesmo meia, fez 46 gols pelo Tricolor, em 249 jogos, até ser vendido ao futebol francês, em 1988.

Os títulos de Pita foram os Paulistões de 1985 e 1987, além do Brasileirão 1986.

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Um autêntico regente nos lançamentos, cobranças de falta, triangulações, tabelas, passes precisos e chutes matadores.

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Pita foi protagonista de uma posição em extinção no futebol brasileiro, o que o torna ainda mais importante.

De tanto conhecimento, foi também técnico no SPFC em breve passagem, conquistando a taça São Paulo de Juniores.

Saudações Tricolores!

Crédito-Imagens: Revista Placar, UOL, Blog Terceiro Tempo, Blog Tempo de Bola, Blog Tardes de Pacaembu.

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