Grandes ídolos do SPFC, por Carlos Port: Lucas

Lucas

Olá nação tricolor!

Falar de Lucas (Lucas Rodrigues Moura da Silva, 13/08/1992) significa contemplar o menino bom caráter do Morumbi, que partiu cedo, para conquistar o mundo.

O primeiro grande ídolo da segunda década do século XXI, na era do futebol digital.

Criado sim no SPFC, fez questão o quanto antes, de se livrar da alcunha Marcelinho, referente a um curto espaço de tempo de criança, no terrão rival.

Afinal, no Tricolor encontrou seu lar, sua guarida, no extraordinário Centro de Formação de Atletas de Cotia.

Como uma flecha, surgiu na base erguendo taça de campeão da Copa São Paulo, desmentindo o discurso diretivo tricolor de que o importante é revelar. Claro que trazer ao profissional é o objetivo principal, mas almejar vencer desde garoto separa homens de meninos.

Lucas sempre foi assim. Destemido, entregue ao manto, somando alegria e humildade, ao seu belo futebol aguerrido e insinuante. Não se deixou contagiar pela marra do sucesso, apesar do imenso assédio que a modernidade de redes sociais traz ao planeta bola. Continuou simples, igual aos seus fãs.

No São Paulo, rompeu a barreira de uma era sem conquistas, levantando mais uma taça internacional, a Sulamericana 2012.

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Fundamental nos arranques, dribles, tabelas, fintas de corpo, 33 gols marcados pelo Mais Querido, em 128 jogos.

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Na Seleção, emocionou ao fazer o brasileiro se recordar do que é a amarelinha com sentimento, quando chorou pelo país.

Menino de ouro, reluzindo em Paris, no PSG da tradição tricolor de Raí e Leonardo. O mundo é o limite, outras fronteiras virão. Quem sabe até, o retorno algum dia, ao vermelho, branco e preto que o consagrou.

Allez Lucas!

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Saudações Tricolores!

Crédito Imagem: Globoesporte.com, Lancenet

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