São Paulo FC: 90 anos

 

escudo25 de janeiro de 1930.

25 de janeiro de 2020.

90 anos passados, de uma história presente. De um futuro eterno.

São Paulo Futebol Clube.

De raízes genuinamente paulistanas e paulistas, para um time de futebol, sem fronteiras.

Da modesta Chácara da Floresta, com passagem pelo Canindé, ao “se for pra sonhar que seja grande”, o Estádio do Morumbi,

Da agremiação do clube caçula da Capital, que foi desdenhado, até que a moeda caiu em pé.

E não parou mais.

Formações de esquadrões lendários de vencedores, é injusto citar ídolos, faltariam muitos, entre os mais de 100 craques, que ostentaram o manto sagrado tricolor.

Mas podemos falar em eras.

Anos 30 e 40, do século XX. A afirmação, impondo títulos, como o Mais Querido da cidade. O time que representou SP e o orgulho constitucionalista, na inauguração do Pacaembu, frente à Getúlio Vargas.

Anos 50 a 60. Mais conquistas e a pedra fundamental, do então maior estádio particular do mundo. O Cícero Pompeu de Toledo, batismo dado pelo ex-presidente abnegado sonhador, que não viu a obra pronta. São Paulo de Adhemar Ferreira da Silva e Éder Jofre.

Anos 70. A era Morumbi. O primeiro título brasileiro. Muita raça e técnica.

Anos 80. O time da década. Base de Copa do Mundo. Menudos do Morumbi ao lado de consagrados, encanto e fascínio nos gramados. O segundo título brasileiro.

Anos 90. O terceiro título brasileiro. Para atravessar o mundo, é preciso conquistá-lo. Duas vezes. A catarse da invasão 1992, com a primeira Libertadores, O imparável São Paulo, que recolheu energias para reformar o seu enorme estádio, na segunda metade da década.

Muitos estaduais conquistados, em todas essas décadas.

Até o novo século.

Anos 2000. O terceiro campeonato mundial, depois do topo do tri da Libertadores da América. O tricampeonato consecutivo nacional, marca única e imbatível, elevando o clube ao Hexa. O goleiro mito recordista.

São Paulo de mais de uma dezena de milhões de torcedores. Pais, mães, filhos, netos e avós.

São Paulo, o Clube da Fé.

São Paulo, o nosso amor.

 

Carlos Port

Opinião Tricolor