Os novos caminhos para o SPFC, em 10 pontos

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Salve nação tricolor!

Terminada a pífia participação do nosso São Paulo no Paulistão e também na Copa do Brasil, os olhos se voltam para um clube que não convive mais com cenário eleitoral e possui nova (velha) diretoria eleita.

Toda sorte no mandato novo de Leco e seus mesmos aliados. Mas será necessário mais do que sorte, para que uma carreira de dirigente cercada de polêmicas e fracassos em cargos no futebol, se transforme em sucesso.

Ocorreu uma inter-temporada não programada e as competições estão aí.

Sucintamente, 10 pontos que poderão ajudar o SPFC no Brasileiro, Sulamericana e restante de 2017.

1) Implantação do novo estatuto com força total. Menos paternalismo e dança de cadeiras, mais profissionalismo.

2) Departamento de futebol sendo carro-chefe, com Vinícius Pinotti, o jovem dirigente que trilhou uma escalada no clube. Ajudou o SPFC financeiramente, transitou pelo marketing do clube e agora, tem a missão de planejar o time. Que áreas administrativas cresçam em capacidade de gestão e receita, deixando amadorismo para trás, para o sucesso de contratações.

3) Rogério Ceni: ídolos de milhões de são-paulinos, segue sua jornada de adquirir experiência e conhecimento na função de técnico. Sua comissão estrangeira agrega valores e certificações, o departamento de desempenho precisa melhorar e ter ferramentas e profissionais que tragam melhores resultados. Últimos 2 anos de péssimas contratações, comparadas aos acertos.

4) Goleiros: Renan Ribeiro segue liderando a preferência, mesmo Ceni tendo pedido Sidão. Dênis é caso pra novos ares. Perri ainda cedo.

5) Zaga: Rodrigo Caio em linha de dois, presa fácil de anos. Que seja líbero, na formação de 3-5-2, ou até volante, brigando com Thiago Mendes. Posição inflada com zagueiros que não apresentam o alto nível exigido em um clube feito o SPFC. Lugano deveria ser líder em comissão técnica. Douglas poderia ser dispensado. Lucão, talvez ainda mereça derradeiras chances. Maicon, supervalorizado, mas importante diante do plantel.

6) Volantes: Jucilei é absoluto e o maior acerto da diretoria, até aqui. A vaga ao seu lado segue em aberto. Schmidt não teve comprometimento com o manto que o projetou e já está de saída, Thiago Mendes oscilante demais. Cícero, o coringa pedido por Ceni, já irrita o torcedor. Araruna, que pode ser lateral também, segue promissor. Militão, tanto zagueiro quanto volante, é nome da base a se pensar.

7) Laterais: Junior Tavares foi boa surpresa e tem a titularidade. O contratado para a reserva, Edimar, já veterano, é incógnita. Do outro lado, Buffarini, Bruno, até o “versátil” Wesley e novamente, Araruna, disputam a posição.

8) Meias: Cueva tem Thomaz para ajudá-lo. Meia que começou jogando futebol no SPFC, rodou a carreira em times medíocres e retornou ao Morumbi. Mas não é bobo, sabe jogar. Porém, dupla que é pouco, para o tamanho do Brasileirão.

9) Atacantes: Realidade apenas em Pratto e Gilberto (que calou muitos). Nem, histórico grave de lesões, foi equívoco forte da diretoria, no quesito valores de salário. Morato lesionou feio. Luiz Araújo trocou empolgação por incerteza dos altos e baixos da base (Neres é melhor do que ele). Neilton, nem vale a pena comentar, outro erro diretivo. Chavez deve voltar pra Argentina. Departamento de desempenho deveria ter apresentado algo muito melhor no setor, como evidenciar qualidades, deficiências e contusões, antes de contratações. Vide 2016, com Kieza, Getterson, Robson, Jean Carlos…

10) Pacificação. Campanha de eleição foi guerra. É necessário agora, que oposição mantenha-se forte, fiscalizadora e participativa nos novos conselhos de administração e fiscal, mas pro-ativa pelo clube. O mesmo vale pra situação. Menos incapacidade, mais resultados. Para tanto, esforços unidos por um novo modelo de gestão.

Boa sorte, Tricolor!

 

Saudações Tricolores!

No Twitter: @carlosport