Grandes ídolos do São Paulo, por Carlos Port: Canhoteiro

imagem345

Olá nação tricolor!

José Ribamar de Oliveira, o Canhoteiro, nasceu em 24 de setembro de 1932. Faleceu jovem, na meia idade, aos 42 anos, vítima de derrame cerebral, no ano de 1974.

imagem432Canhoteiro 4

Canhoteiro era a arte da finta, o drible perfeito, a velocidade implacável, a marcação impossível. Atacante que representa a mais perfeita nostalgia do futebol-espetáculo.

Scan10952_crop_galeria

Muitos dizem que era o Garrincha da ponta esquerda. Porque não dizer que Garrinha foi o Canhoteiro da direita? Uma pena que a trajetória de ambos não coincidiu nas seleções das Copas de 1958 e 1962. Seria o maior tormento já visto na história do planeta bola.

canhoteiro02canhoteiro1imagem1230

Jogou 10 anos no São Paulo, desde o quarto centenário paulistano até o ano de 1963. Neste período, o título lendário de 1957, no jogo em que o inconformismo tomou conta dos torcedores corintianos, ao serem humilhados, na bola, no Pacaembu. Partida vencida pelo Tricolor por 3 a 1, com direito a gol do mágico driblador.

A vida boêmia foi, talvez, o maior adversário do craque, mais uma coincidência com Garrincha. Tanto no Mais Querido, quanto na seleção brasileira, onde atuou bem menos do que poderia.

canhoteiro58-vi

As marcas deixadas no São Paulo foram grandiosas:

413 jogos, o 16º jogador que mais atuou pelo Clube da Fé.

105 gols, o 17º que mais marcou.

Porém, certamente, o que mais entortou adversários na história.

14419-MLB2753419465_052012-F

Virou até livro, na obra “Canhoteiro, o homem que driblou a glória”, de Renato Pompeu.

Saudações Tricolores!

Crédito-imagens: Blog Tardes de Pacaembu, Revista Manchete Esportiva, site Literatura na Arquibancada, SPFCpedia, site Mundo Bola, arquivo histórico do São Paulo FC, arquivo público do Estado de SP.

Siga-me no Twitter: @carlosport