Grandes ídolos do SPFC, por Carlos Port: Ricardo Rocha

Ricardo Rocha

Olá nação tricolor!

Ricardo Roberto Barreto da Rocha, o Ricardo Rocha, nasceu em 11 de setembro de 1962.

Zagueiro da mais alta qualidade técnica, bola de ouro nos tempos da Copa do Mundo 1990, foi jogador do São Paulo desde 1989, vindo do Sporting de Portugal.

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Chegou a tempo de conquistar o Paulistão daquele ano, que consagraria o Tricolor como o time da década.

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Ainda em 1989, a derrota sofrida em pleno Morumbi, para o Vasco da Gama.

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Outro vice em 1990, diante do Corinthians, onde a falta de Ricardo Rocha no time foi muito sentida pela torcida do São Paulo. A abnegação continuava para conquistar o Campeonato Brasileiro.

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1991, a sofrida espera após um bi-vice nacional levaria o Tricolor para a terceira decisão consecutiva. Naquela época, a vitória ainda valia 2 pontos e o SPFC terminou líder da primeira fase do campeonato, ao lado do Bragantino de Parreira. Os 4 melhores se classificariam para as semifinais e assim, Fluminense e Atlético Mineiro completaram os times candidatos ao título.

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Depois de 2 empates com os mineiros, o passaporte para a final garantido pela melhor campanha. Então, a dramaticidade. O grito de gol são-paulino estava entalado na garganta por 89/90, mas viria em 91 dos pés de Mário Tilico. Na defesa, Ricardo Rocha era um dos alicerces são-paulinos, que continham ainda em sua formação Antonio Carlos como zagueiro, Zé Teodoro e Leonardo nas alas, Bernardo e Ronaldão na contenção. Uma muralha em 3 cores! Depois da vitória por placar mínimo no Morumbi, o título dramático assegurado em Bragança Paulista, com direito a caravana na estrada até a chegada em São Paulo.

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A técnica de Ricardo Rocha o levou para as Copas de 90 (pelo São Paulo) e 94. Nesta última, se lesionou em pleno Mundial, mas permaneceu com o grupo da seleção brasileira, dado o seu carisma agregador. O zagueiro, além da técnica, também era reconhecido pelo temperamento forte e de grupo, fundamental em liderança.

O título brasileiro e a titularidade da seleção brasileira conduziram Ricardo Rocha ao portentoso Real Madrid, depois do São Paulo. Foram 70 jogos ao todo, sem marcar gols, mas garantindo outros tantos não tomados.

Saudações Tricolores!

Crédito-Imagem: Placar, Terra, IG, UOL Esporte, Band, Gazeta Press

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