Grandes ídolos do São Paulo, por Carlos Port: Pintado

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Olá nação tricolor!

Luis Carlos de Oliveira Preto, o Pintado, nasceu em 17 de setembro de 1965.

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Pintado cresceu desde garoto, no futebol do São Paulo. Volante de fibra, compensava a pouca técnica com uma entrega emocionante e guerreira, nos jogos do Tricolor.

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Abnegação, persistência, espírito de luta, toda garra de Pintado se transformou em glórias e conquistas, com lendários craques na era mágica do Mestre Telê Santana.

Ainda juvenil saiu do São Paulo rumo ao Bragantino, para ganhar experiência. Voltou ao Morumbi em 1984, ainda com 18 anos, ficou por mais 2 anos, com o time do Interior pleiteando seu passe. Retornou ao futebol “caipira” até o ano de 1991, quando o Tricolor o quis definitivamente. Foi difícil, o Braga foi até a justiça pelo atleta, mas seu destino já estava traçado no Mais Querido.

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Com Telê Santana, Pintado foi mais um dos atletas que aprimorou fundamentos, para aliar à conhecida fibra. Jogador da linha de frente do São Paulo bicampeão da América, um são-paulino nato.

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Depois da Libertadores, o São Paulo viajou para a Espanha para alguns torneios importantes da época. Ciutat de Barcelona, Tereza Herrera e Ramon de Carranza. O Tricolor se impôs diante de Español (1×2), Barcelona(1×4) e Real Madrid(0×4), com vitórias acachapantes. Um visitante que preocuparia um certo poderoso catalão.

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Entre os títulos da Libertadores, a maior façanha, o mundial interclubes diante do poderoso Barcelona de Cruyff, Stoichkov e companhia. Mas os favoritos espanhóis não esperavam encontrar um leão na linha de volantes. Após Ronaldo Luis salvar o São Paulo de tomar o segundo gol, Pintado reuniu o grupo no intervalo e disse que aquele título não escaparia do Tricolor de jeito nenhum. Estava mais do que certo. Raí fechou o caixão do Barça.

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A comemoração veio com outro título, em cima do Palmeiras no Morumbi, com são-paulinos em 90% do Morumbi lotado. No primeiro jogo, vitória são-paulina por 4 a 2. Viagem ao Japão, campeão do mundo e na volta, mais uma conquista, na finalíssima vencida por 2 a 1. Muita chuva no fim, pra lavar a alma. Pintado merecia!

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Permaneceu no São Paulo para conquistar mais uma Libertadores, a de 1993, sendo a raça tricolor no bicampeonato. Depois, seguiu ao futebol mexicano.

Saudações Tricolores!

Crédito-Imagens: Site oficial do São Paulo, Terra, Gazeta Press

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