Liberdade é festa, violência é proibir! #AgainstModernFootball

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Olá nação tricolor!

Esta coluna é extensiva para as torcidas organizadas Independente e Dragões da Real.

Porque somente a união de forças, em esforços mútuos de conscientização, poderão beneficiar a todos os torcedores dos times paulistas, na questão tão sentida por nós que vivemos arquibancadas: as bandeiras de mastros, proibidas nos estádios!

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O futebol brasileiro se transformou ao longo das últimas décadas, perdeu identidade, “europeurizou”, criando um termo. Dentro do campo, com mais tática defensiva do que técnica pura. E fora também, com os novos modelos de arenas.

Nada contra a modernização do conceito dos estádios, mas tudo contra sufocar a tradição das torcidas paulistas, a forceps!

Torcedor brasileiro é singular, único. Não torce como europeu, ou sul-americano. Tem a ligação ímpar do samba da bateria e bandeiras na arquibancada. Prefere o cimentão (que hoje está com cadeiras) do que a numerada confortável. Não importa a classe social.

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No estado de São Paulo, existe a proibição legal das bandeiras com mastros nos estádios paulistas, desde os anos 90.

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Nos últimos anos, os belos sinalizadores (os inofensivos, não os navais que causaram tragédia na Bolívia) também foram proibidos.

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Episódios de violência cessaram pela proibição da festa das torcidas?! Todos são sabedores que não!!

É uma medida descabida, que mais visa punir o conceito de torcida organizada, do que coibir o torcedor violento.

Alguns afirmam que bandeiras se transformam em armas. Isso não existe no modelo atual dos estádios, com divisão de torcidas em 10 ou 5%, devidamente separados, itinerários com escolta e aguardo para dispersão.

A proibição está errada, premiando a incapacidade de punir o mau torcedor, sobrando para o espetáculo da arquibancada.

Os bons (maioria) não podem pagar pelos maus (minoria). Para os delinquentes infiltrados no futebol, sejam em organizadas ou em qualquer lugar do estádio, tem que existir a lei severa, aliás, deveria ser assim em todas as áreas da sociedade brasileira. A impunidade impera e somente medidas paliativas são tomadas.

Bandeiras nas arquibancadas, autoridades paulistas, fascinam crianças, mulheres, famílias. Encantam do pequeno ao idoso. E não representam perigo real. O Maracanã, maior estádio do Brasil, é a prova maior. Bandeiras dos times cariocas completam o espetáculo do futebol. Aqui, em São Paulo, só viajando ao RJ ou outros destinos estaduais, que contemplamos a festa que o futebol é capaz de proporcionar.

Portanto, se a reparação de justiça nesse caso envolve deputados, Ministério Público, Polícia Militar e o governador, que sejam acionados e acolhedores deste apelo popular, que somente será benéfico para todos.

Afinal, a festa no futebol preenche corações e mentes de torcedores. A proibição dela, ao contrário, abre espaço pra violência, pela cabeça vazia. Quanto mais o torcedor estiver ocupado em promover a festa mais bonita que a do time rival, maior a conscientização dos mesmos, em reprimir atos marginais, que tirariam novamente as bandeiras das arquibancadas.

Violência precisa ser punida sempre! Mas com medidas eficazes e certeiras, não com injustiça e autoritarismo.

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#AgainstModernFootball

Saudações Tricolores!

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