Grandes ídolos do SPFC, por Carlos Port: Cafu

Cafu

Olá nação tricolor!

Marcos Evangelista de Morais, o Cafu do Jardim Irene, nasceu em 7 de junho de 1970, coincidentemente, durante a Copa do Mundo do inesquecível Tri campeonato do Brasil. Ou não seria coincidência? Pois anos mais tarde, se tornaria recordista com a camisa amarelinha, em número de jogos e finais de Copa do Mundo.

Mas aqui, o assunto é o Mais Querido e no São Paulo, Cafu abriu o caminho para a sua vitoriosa carreira. O Tricolor revelou um atleta nato, mas que foi lapidado ao longo dos anos de Tricolor, nas mãos do Mestre Telê Santana.

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Sua estreia, ainda jovem promovido da base, foi no segundo semestre de 1989. Período de amadurecimento para, a partir de 1991, marcar sua passagem na era mais vencedora da história do São Paulo FC.

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O ala direito já foi atacante, já vestiu até a camisa 11. Fôlego interminável, biotipo e dinamismo exemplares do futebol moderno, jogador fundamental da era Telê com seus craques.

Os títulos falam por si só: Campeão Mundial de 1992 e 1993; Campeão da Taça Libertadores da América de 1992 e 1993; Campeão da Supercopa da Taça Libertadores de 1993; Campeão da Recopa Sulamericana de 1993 e 1994; Campeão Brasileiro de 1991 e Campeão Paulista de 1991 e 1992.

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Uma sequência incrível, que terminou com o fim de dois vice-campeonatos brasileiros do São Paulo, no título brasileiro diante do Bragantino. Naquele ano de 1991, vários jogadores formados no São Paulo estavam no plantel campeão. Entre eles, um de vitalidade incansável, Cafu.

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10 taças, vencendo na sequência os rivais estaduais Corinthians e Palmeiras, em finais de campeonatos paulistas.

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Cafu conquistou o topo da América, vencendo a Libertadores, contra os argentinos do Newells Old Boys e depois Universidad Catolica do Chile. As competições sulamericanas eram acumuladas pelo São Paulo de Cafu e cia.

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O mundo era o limite. O São Paulo já havia dado mostras de sua força, ao vencer Barcelona e Real Madrid, goleando em campos espanhóis, nos Torneios Tereza Herrera e Ramon de Carranza, tradicionais do passado.

Era o ensaio do ápice. Cafu, então, subiu ao lugar mais alto do planeta bola, também por duas vezes, superando Barcelona e Milan (onde escreveria seu nome, anos mais tarde).

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Ao todo, uma história de 6 anos no São Paulo, profissionalmente, com 273 jogos e 38 gols.

Um super atleta, nascido no Tricolor do Morumbi!

Saudações Tricolores!

Créditos-imagens: Site oficial do SPFC, SPFCpedia, Terra, Placar, Uol, Globo Esporte, Ig, Lancenet.

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