Grandes ídolos do SPFC, por Carlos Port: Careca

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Olá nação tricolor!

Antonio de Oliveira, o Careca, nasceu em 05 de outubro de 1960.

A história de Careca no São Paulo foi sinônimo de glória, construída com talento ímpar, talvez do centroavante mais técnico de toda era Morumbi. Muitos gols decisivos, antológicos, heróicos e inesquecíveis.

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O começo não foi fácil. A missão era inglória, substituir o maior artilheiro de todos os tempos no Tricolor, Serginho Chulapa. Careca, no início, teve problemas de lesão e participou de um processo de reformulação no São Paulo que durou praticamente 2 anos, entre 1983 e 1985.

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Chegou a fazer dupla com Casagrande, no início desse processo. Mas o goleador alvi-negro teria curto período de tempo no Morumbi. O SPFC caminhava mesmo era para uma grande mudança de filosofia com a chegada de Cilinho e o seu projeto de lançar jovens talentos, onde Careca seria o contra-ponto fundamental.

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Os Menudos do Morumbi marcaram época e Careca foi o protagonista para a garotada que buscava o artilheiro como referência.

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Campeão paulista em 1985, contra a Portuguesa, em um estadual longo que durou de maio a dezembro e que levou quase 200 mil são-paulinos nos jogos finais, 87 e 99 mil, respectivamente, para as vitórias de 3 a 1 e 2 a 1, levando o São Paulo ao título. Careca foi personagem das duas finais, marcando dois gols no primeiro jogo e sendo expulso no segundo, após confusão entre os atletas que gerou 5 expulsões, 3 tricolores e 2 lusas. Mas os Menudos garantiram a vitória e o título.

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Campeão brasileiro em 1986, simbólico, histórico, emblemático e matador. Careca conduziu o São Paulo na conquista do terceiro Brasileirão de forma arrasadora. Marcando muito gols e chamando a responsabilidade em todos os momentos, marcou gols em toda fase mata-mata, até a decisão. Assim, fez cair Inter de Limeira nas oitavas, Fluminense nas quartas, com um gol magnífico no Morumbi, América/RJ na semi e na final, encontrou a rede nos dois jogos.

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Na primeira partida decisiva, no Morumbi, empate em 1 a 1, sendo de Careca o gol são-paulino.

No Brinco de Ouro, a apoteose do último gol, foi estupenda. 14 minutos e meio da prorrogação, o SPFC perderia o título em 30 segundos. Mas Careca encontrou um petardo decisivo e levou a final para os pênaltis. Um gol eterno na história do Tricolor Paulista.

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O futebol internacional cobiçava demais o genial centroavante. Careca foi então fazer uma dupla lendária no planeta bola com Maradona, no Napoli, antes disso, participou do grupo que seria campeão paulista em 1987.

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Tamanho sucesso rendeu duas participações em Copas do Mundo na trajetória do craque, em 1986 e 1990.

Careca, craque matador!

Saudações Tricolores!

Crédito-Imagens: Imortais do Futebol, Soberano Arruda, Estadão, Uol, revista Placar.

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