Camisa: estrelas, faixas, patrocínios. Branding!

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Olá nação tricolor!

O blog abre espaço para uma propositura que poderia e deveria ser objeto de debate no Conselho do São Paulo FC, em cada ano, quando da renovação de modelos do uniforme.

A preservação de um dos maiores símbolos oficiais do clube.

A camisa do São Paulo, o manto sagrado.

Nos quesitos patrocínio, numeração e estrelas vermelhas e amarelas.

Patrocínios:

Vamos analisar primeiro os patrocínios, tão fundamentais ao futebol moderno, mas que descaracterizam a camisa 1, na sua concepção original, ou seja, faixas um pouco mais altas, próximas ao peito.

Nos anos 80 (entre 1982 a 1987), anunciantes ainda estavam abaixo das faixas da camisa do São Paulo. A partir da década de 90, a posição das marcas subiu, alterando a formatação do manto tricolor. Jamais voltaram para debaixo das faixas.

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*Alguns argumentarão que é pela visibilidade da TV, mas o Coritiba está aí para provar o contrário. Vide uniforme 1 do clube paranaense, que manteve o respeito à posição das suas faixas.

Recomendo a visita do blog do Thiago Pulzatto, que fez um belo trabalho de pesquisa das fases da camisa tricolor: https://omantotricolor.wordpress.com/camisa-um/

Recuperar as faixas mais perto do coração deveria ser condição mister para cada possibilidade de novo patrocínio.

Uma prova de respeito incondicional, um manual de marca.

Estrelas:

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Nos anos de 1952 (como atleta do São Paulo) e 1956 (representando o Vasco da Gama), o lendário Adhemar Ferreira da Silva, conquistou recordes olímpicos e mundiais, ao ser medalhista olímpico, na modalidade salto triplo, consecutivamente em duas Olimpíadas, Helsinque e Melbourne.

Tais façanhas eternas renderam estrelas amarelas na bandeira oficial do São Paulo FC, a partir de 1956 (não na camisa, que permaneceu intacta, com suas faixas, listras e escudo, por mais 40 anos).

saojose89  Final de 1989, bandeira oficial com estrelas amarelas

Décadas se passaram com a camisa sempre imaculada, até o ano de 1996, quando, na gestão de Fernando Casal De Rey, o São Paulo decidiu inserir as estrelas das glórias do atletismo, em sua camisa de futebol.

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Quatro anos mais tarde, em 2000, na presidência de Paulo Amaral, as estrelas vermelhas passaram a integrar a camisa do Tricolor, pelo bi-mundial 1992-1993.

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Enfim, após o Mundial 2005, no início da temporada 2006, a terceira estrela vermelha.

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Pois bem, as estrelas representam glórias tricolores, fato inconteste. Mas seriam mesmo necessárias? Ou seriam uma ostentação que restringe novas conquistas?

Já imaginaram no futuro? O São Paulo tetra, penta mundial? A estética, o design da camisa, estariam seriamente comprometidos, poluídos visualmente.

Conceitos mercadológicos, da força de uma marca, devem independer de uma “chancela” auto-intitulada.

Outro problema conceitual: o próprio Tricolor estipulou as estrelas vermelhas às conquistas mundiais. Não há uma formatação reconhecida pela Fifa ou qualquer outra entidade, que recomende estrelas vermelhas como sinônimos de conquista.

E quanto ao atletismo? Nobre modalidade, mas somos um clube que possui quase 20 milhões de torcedores movidos por futebol e por este esporte, é que a camisa deveria conter qualquer homenagem.

Devemos gratidão e reverência a todo aquele que representou o manto tricolor, em qualquer outro esporte, com maestria. Porém, se um outro atleta olímpico no futuro, patrocinado pelo São Paulo, for medalhista de ouro e recordista mundial novamente, teríamos também outra estrela amarela na camisa?

Somente nas Olimpíadas de 1952, Adhemar representou o São Paulo. Em 1956, já era atleta do Vasco da Gama, quando foi bicampeão. As estrelas são pelos recordes mundiais (e olímpicos) batidos em 1952 e 1955. Marcas belíssimas, mas seriam para justificar eternidade?

Temos um campeão mundial de boxe, Eder Jofre, no ano de 1960. Se as estrelas valem pra Adhemar, deveriam valer pro boxeador tricolor também. Fato que já lutava profissionalmente, mas até hoje o São Paulo ostenta sua façanha.http://www.saopaulofc.net/noticias/noticias/historia/2015/11/18/ha-55-anos,-eder-jofre-conquistou-o-mundo-pela-primeira-vez/

Maurren Maggi, campeã olímpica, quando passou a ser atleta do SPFC em 2010, sonhou em colocar a terceira estrela amarela, em caso de uma nova conquista. A pergunta é: onde seria? http://www.saopaulofc.net/noticias/noticias/futebol/2010/2/23/maurren-quero-colocar-uma-estrela-no-simbolo/

Se o clube, com suas marcas vencedoras em outras modalidades, quiser homenagear ídolos do passado ou outros que possam vir a representar o São Paulo no presente e futuro, existem diversas formas, objetos de autorizações estatutárias.

A camisa do São Paulo é do Futebol Clube, acima de tudo! Reconhecida como tricampeã do mundo em qualquer parte do planeta, sem que estrelas precisem contar isso.

Portanto, recuperar a tradição do escudo, sem a necessidade de auto-ostentar estrelas, seria um grande ato do São Paulo.

Além do mais, é um ato de justiça com o passado, pelos 66 anos que a camisa do São Paulo foi muito vencedora, sem estrelas, com ídolos para sempre.

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A primeira camisa, a partir de 1930, de Friedenreich e cia, não é “menor” que aquela com estrelas. Muito menos, a da era do Rolo Compressor de King, Leônidas da Silva, Sastre, Teixeirinha, a linha média de Bauer Ruy e Noronha e inesquecíveis craques do Tricolor na década de 40. O período de De Sordi e Zizinho, Gino, Maurinho, Canhoteiro, os títulos dos anos 50. Roberto Dias e os guerreiros que defenderam o São Paulo na construção do Morumbi, nos 60. O estádio pronto, a explosão de títulos a partir de Sérgio Valentim, Gerson, Fórlan Pedro Rocha, Toninho Guerreiro, Mirandinha, Chulapa, Chicão, Zé Sérgio, nos 70. A Máquina Tricolor e os Menudos do Morumbi nos 80, com Gilmar, Oscar e Dario Pereyra, Renato Pé Murcho, Silas e Muller, Careca, Pita e o Rei de Roma. Os mágicos anos 90 de Telê, Rei Raí, Cafu, Zetti. Muitos outros heróis completam a lista desses lendários tricolores.

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Seriam menos campeões por não terem estrelas amarelas ou vermelhas em suas épocas? Claro que não!

Números:

Ainda existe a abordagem dos números e suas tipografias, que fazem com que o São Paulo, em diversas temporadas, corte suas faixas e listras para inserí-los.

Novamente, volta à tona o argumento da visibilidade das transmissões de televisão. Ocorre que, durante décadas, inesgotáveis jogos foram transmitidos sem a necessidade de se “mutilar” a camisa tricolor. Basta uma fonte forte e grande, para o problema estar resolvido, ano a ano. Dois exemplos a seguir, dos anos 80 e da década passada, já no novo século (alguma dificuldade de leitura?):

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Em cada tempo, a relevância das conquistas foi se transformando. Vencer um campeonato estadual já foi tão valioso quanto a mais alta performance internacional, nos dias atuais.

O escudo tricolor, o coração de cinco pontas, o diamante belo do Tricolor Paulista, é magnífico, imponente e poderoso por si só!

Bem como sua camisa, preservada na altura e extensão de suas faixas e listras.

Pense nisso, São Paulo FC!

Saudações Tricolores!

Crédito-imagens: Site oficial do SPFC, Revista Placar, UOL Esporte, blog O Manto Tricolor, de Thiago Pulzatto.

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Port: a vida de um são-paulino, igual a você

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Salve nação tricolor.

Vivemos a era digital, compartilhada com nossos sentimentos, emoções e lembranças, da vida real na arquibancada.

A diferença é que no Morumbi ou em qualquer outro estádio, somos um entre milhares. Nas redes sociais, somos conhecidos entre milhões. Com um detalhe, a internet é fria e nunca mostra, quem realmente somos.

Segue aqui, o meu relato de quem ama o São Paulo, desde o escudo na porta da maternidade, junto de uma luvinha de boxe. Nascia um neto e filho de são-paulinos.

Aproveito até pra comentar que a narrativa é cópia de uma resenha que tive com um desses torcedores, que gostam de me atacar na redes sociais. O conheço? Não. Fiz algo pra ele? Não. Mas o mundo virtual é assim, aí o real pode transformar isso em algo melhor. Ou não.
Comecei no estádio em 1979, levado pelo meu pai, que era viciado em Morumbi. 80 vi meu primeiro título da cativa, mas éramos aquela família que ia em todo jogo, fosse clássico ou São Paulo x Francana, sempre com os mesmos 2000 no estádio. Era o tempo da torcida de final, que a do São Paulo representava.
No Morumbi com meu velho, vibramos com a Máquina Tricolor do bi 80/81 e sofremos com Baltazar e com as sofridas perdas do tri em 1982, além de 1983. Veio a transição no time. Nasciam os Menudos do Morumbi, que assombrariam o futebol paulista e brasileiro. O orgulho da glória voltaria.
86 entrei na Dragões ainda adolescente, 89 fui pra Independente onde fiquei até aquele fatídico 95. O futebol ganhava contornos de violência lastimáveis. Não eram só as glórias de Telê e os jogos de mais de 100 mil no Morumba, que me acompanhavam. Estava no campinho do Nacional, em 1992, quando morreu o garoto da Gaviões, naquele incidente deplorável de surrealismo. Nas caravanas que fazia com a torcida, a vibe era misto de emoção e tensão. Com a proibição das torcidas, saí das TOs.
Depois comecei a assistir jogo na minha, perto do refletor, período que conheci um pessoal show de bola, no fim dos anos 90. Me chamavam de Carlos Miguel na época. Fui nessa pegada até 2011, qdo fiz parte da criação da rádio SPFC Digital e assisti 3 anos seguidos na inferior, nos estúdios em parcerias com o Santo Paulo, Nobel e Stadium. 2013 sai da rádio e meu pai tricolor contraiu câncer, tempo onde fiquei 1 ano com ele internado, na fé, interrompendo jogos no Morumbi mas sempre com o jornal do lado, acompanhando tudo. Ah sim, sendo massacrado pelo meu apoio ao Aidar, um puta presidente do passado que acabou traindo a confiança de todos nós.
Ali haters começaram a querer destruir minha imagem no Twitter, sem jamais conseguir. Deus é sempre mais. A Cruz Sagrada Seja Minha Luz. Meu velho teve alta, hoje quando colo no estádio, levo um senhor apaixonado pelo SPFC de 79 anos, ostomizado, de bengala, mas louco pelo Tricolor feito o filho.
Foi promessa que fiz pela alta dele, ele estar, sempre que possível, comigo nos jogos, quando pudermos ir. Quando não estava comigo nesses últimos anos, é porque eu estava cobrindo tudo do Tricolor, CT 2015 (apoio antes do Santos), CT 2016 (o protesto da dita invasão), CT 2017 (a bela escolta). Ou quando saio das gravações do Opinião Tricolor e vou direto pro Morumbi, que é ao lado da nossa produtora.
Hoje não quero saber de situação ou oposição, apesar do meu apoio ao multi-campeão Pimenta, derrotado pelo sempre perdedor Leco. O sofrimento como nunca antes sentido pela nação tricolor, tem nome e sobrenome: conselho do clube.
Os dois lados da política são-paulina tem podridão (sendo justo, há também as exceções dos brilhantes), seja como for, hoje só quero a profissionalização do clube, senão estamos fodidos. Somado a era de desmandos, um aparelhamento surreal de blindagem de fracassos. Os “super são-paulinos” que, sinceramente, não sei como dormem com a consciência em paz, diante de suas benesses.
Sim, esta coluna tem palavrão que é como se fosse o nosso papo reto de arquibancada. Não é linguagem rebuscada que posso fazer, como formado em Direito que sou.
SPFC, que perdeu 34 dos 35 últimos campeonatos, com os mesmos no poder. Meu bom combate é esse, somado aos cerca de 600 a 700 jogos que fui no Morumbi/Pacaembu na vida e outros cerca de 200 a 300 fora de SP, em 37 anos com o Tricolor. Alguns destes, sem perder um jogo sequer, época que o SPFC fazia mais de 80, 90 partidas, por ano, como em 1992 e 1993.
Hoje em dia, jogador reclama de cansaço, com 65 jogos na temporada. Saudades eternas do passado… viva Telê.
Acima de tudo, esta coluna é um MUITO OBRIGADO por você que acredita na minha luta, de um simples torcedor, apresentador e blogueiro, que conheceu o SPFC imbatível, temido e vencedor e o quer de volta, para as gerações de crianças e jovens, que só ouviram falar de quão grandes éramos…claro, para nós mesmos também, que hoje somos inconformados com a destruição que a perpetuação do poder fez ao Tricolor.
A você, meu inimigo ou hater, apenas a mensagem, busque valores elevados e saiba que o seu problema comigo é só seu, não meu.
No mais, saudações tricolores.
Salve o Tricolor Paulista!
Carlos Port
Opinião Tricolor

Opinião Tricolor: A pior crise de identidade da história do São Paulo FC

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Salve nação tricolor.

O São Paulo está salvo do rebaixamento, no Campeonato Brasileiro 2017.

Repetiu o “sucesso” da missão de salvamento, tal qual em 2013 e 2016.

Muitos batem no peito e dizem, com orgulho, “time grande não cai”.

Sim, é um orgulho.

Mas não pode ser mais, uma razão.

O Tricolor paulista vive a sua pior crise de identidade, em seus 87 anos de existência e glórias.

“As tuas glórias, vem do passado”.

Porém, o presente, principalmente, o futuro, são chagas no São Paulo.

A perpetuação do poder, com o mesmo grupo político comandando o clube, já supera 1 década e meia. 15 anos dos mesmos, ditando os caminhos são-paulinos. Sim, é necessário o reconhecimento da ascensão e ápice, que alguns desses personagens tiveram, ao longo de todo esse tempo. O retorno à Libertadores após 10 anos, a conquista do Tri da América e do Mundo, o Tri-Hexa nacional, fantásticos.

Porém, é fundamental ter a consciência do declínio e da tragédia que se tornou, a manutenção do “establishment”  tricolor. Desde 2009, 35 campeonatos disputados, 34 perdidos, sem sequer, disputar uma final. Apenas a Sulamericana 2012, intermediária taça do continente, quebrou esse círculo vicioso de fracassos, como nunca outrora vistos, no Morumbi.

Ao mesmo tempo, a pior sequência de resultados em clássicos, nos retrospectos. Jamais o aproveitamento diante dos 3 grandes do estado, foi tão ruim, como a partir do último Brasileirão, conquistado em 2008.

Mata-matas, então, trágicos. 7 eliminações em Libertadores, para rivais nacionais, na era do juvenalismo e dos seus herdeiros do trono, atuais. Desclassificações para times de séries B, C, até D, do país, em certames estaduais, Copas do Brasil e disputas sudacas. Até vergonha de perda de vaga, para time “obrero” (de bairro) argentino, ocorreu.

O ocaso de Juvenal Juvêncio, os últimos anos de poder, foram lastimáveis, péssimos; o retorno de Carlos Miguel Aidar foi traumático e escandaloso; até o sonho de Leco, ser presidente do São Paulo, ocorrer. O ponto “máximo” do fundo do poço.

Ou será que é possível afundar ainda mais?

Não se pode afastar essa possibilidade, visto que o São Paulo tem errado em tudo.

Parou no tempo, na questão vanguarda administrativa. Reformulou estatuto, mas segue com as mesmas práticas paternalistas e eleitoreiras. O cargo pelo voto. A notoriedade de conhecimento, exigida no papel, não existe em áreas vitais de receita para o clube, que é uma nação. Se fosse um país europeu, o São Paulo teria a décima primeira população. Gigante. Mas tratado feito clube social de bairro.

Um descalabro. Pequeno poder, benesses, favores, aparelhados de mídia, alinhamentos por blindagem. Um microcosmos do Brasil dos conchavos.

Como se Lula fosse JJ (aliás, era petista fervoroso), Aidar a Dilma que foi deposto(a) e Leco, seria o Temer que todos odeiam, a não ser os que dele tem algum acolhimento vantajoso politicamente. Já o Conselho do SPFC, deplorável, tal e qual o Congresso Nacional. Salvo brilhantes exceções.

A bancarrota de conquistas não foi por acaso. O São Paulo se permitiu diminuir.

O mais entristecedor, é que já existe uma geração inteira, de jovens, que dominam os estádios e as redes sociais, que não conheceram o São Paulo vencedor e pensam que o Tricolor é isso.

Não é, juventude! Não permita que o “sistema” te faça acreditar que só sobreviver em competições, que só chegar em semifinais, é o São Paulo. Nunca fomos só isso! Os incompetentes perpetuados que mandam no Tricolor, é que tornaram nosso time do coração, nisso. O time que não vence clássicos em arenas novas rivais, que se contenta em não cair, com o discurso eterno de “caminho certo” e “reconstrução”.

Ciranda sem fim de treinadores, elencos montados e desfeitos, a cada temporada.

Ídolos pisoteados por quem jamais teria esse direito.

Muricy e Rogério Ceni, exemplos de um deprimente tratamento, daquele que é o atual mandatário tricolor.

Mentem para você, iludem, transferem responsabilidades, desconstroem imagens de todos aqueles que enfrentam o status quo. O tempo todo, vendem um mundo de fantasia e enganação, nas redações, blogs, sites e populares de internet, absorvidos pela máquina.

O SPFC é o clube mais vencedor do Brasil! O que tem mais pontos na era dos pontos corridos do Brasileiro, o que venceu mais vezes sem asteriscos, o título de campeão nacional. O maior campeão do mundo, o mais vencedor da Libertadores, em terras brasileiras.

Mas está perdido, sem rumo, entregue, nos últimos anos. Uma deriva oceânica.

O mais doído, alguns compactuam com todo demérito, em troca de benefícios pessoais.

Salvo os resistentes, que permanecem no bom combate. Milhares/milhões, que bradam pela renúncia desse estado pútrido de coisas.

Ações propositivas, como o voto do Sócio Torcedor, a profissionalização, o fim do coronelismo, o choque de gestão, tudo por um São Paulo que recupere a própria estima e personalidade.

Um salve, para aqueles que sabem o tamanho da grandeza tricolor e não desistirão de lutar, contra o mal que fazem ao time que já foi o símbolo, do destemor paulista.

A Resistência Tricolor seguirá.

Venha conosco.

Saudações Tricolores!

 

Carlos Port

Opinião Tricolor

Opinião Tricolor: #EuNoOpiniaoTricolor I

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Salve nação tricolor!

O nosso programa abre as portas para os torcedores que nos acompanham nas redes sociais, para que sejam os protagonistas entrevistados nas edições #EuNoOpiniaoTricolor.

Use a hashtag no Twitter, Instagram e Facebook, para concorrer a ser selecionado e participar conosco, ao vivo.

Lembrando, o Opinião Tricolor vai ao ar toda quinta-feira, 20h, ao vivo, em http://www.facebook.com/allTVBrasil.

Confira!

Saudações Tricolores!

No Twitter:

Carlos Port https://twitter.com/CarlosPort

Paulinho Heavy  https://twitter.com/PaulinhoHeavy

Torcedor convidado: Rodrigo Livorsi @rodrigo_livorsi

 

Opinião Tricolor: Grégori Claro – Instagram São Paulo News

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Salve nação tricolor!

O Opinião Tricolor fez um breve pré-jogo, antes de mais uma rodada do Brasileirão, para depois entrevistar Gregori Claro, responsável pelo maior perfil são-paulino de comunicação do Instagram, o @spfc.

Análises, bastidores, debate com independência. No programa também a Isa, nossa musa eleita em 2017 e os contemplados do Twitter, na Arquibancada do Opinião.

Confira!

Saudações Tricolores!

No Twitter: @carlosport @paulinhoheavy

SPFC, o novo Independiente?

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O Independiente, de Avellaneda, é o grande campeão da Libertadores da América. 7 títulos e predomínio em décadas passadas, em nosso continente sul-americano.

Assim como Peñarol e Nacional assombraram gramados sudacas, pela fibra e raça de outrora.

Olimpia do Paraguai também é um bom exemplo, tri da América.

Qual a relevância no cenário sul-americano desses times, nos dias atuais? Quase nula. Possuem torcidas grandes, jogam por tradição, mas sem a imposição e o temor rival.

O São Paulo, há 9 anos, atravessa o mesmo processo. É o maior campeão das Américas no país, somando todos títulos da Conmebol e o único trimundial do Brasil.

Porém, sufoca, naufraga em sua própria perpetuação do poder, que arrasa o clube, ano a ano.

Eliminações, humilhações, freguesia em clássicos, temor perdido. Nenhum time tem medo do São Paulo mais. Ninguém mais admira e aplaude a diretoria do clube, como sempre ocorria, desde 1930, a partir do juvenalismo.

A explosão em tamanho da torcida, se consolidando como terceira maior do país, não conseguiu reverter a lástima administrativa e nos gramados.

O SPFC, de “dentre os grandes, és o primeiro”, está em um processo de degradação e diminuição de tamanho, causada por fogo amigo. O pior, sem poder de reação em suas células vitais.

Nada na sociedade deu certo com poder perpetuado. Governos, clubes, instituições. Desde 2002, o mesmo grupo político domina o Tricolor. Viveram ascensão, ápice, declínio e, nos últimos 3 anos, terra arrasada.

Tento lutar contra tudo isso, até o limite das minhas forças. Diariamente, amando, apoiando, torcendo.

Mas também cobrando, questionando, exigindo, criticando. Quem ama, cuida.

Enfrentando a tática nazista de Goebbels, a propaganda de dizer 1000 vezes 1 mentira, pra que se torne verdade. A moda da vez do aparelhamento é: “quem cobra, torce contra”.

Prática torpe, vil, deplorável, canalha.

Porém, podem falar, a nação tricolor sabe quem é quem. Seguirei exigindo aprimoramento de gestão no SPFC, modernização, choque de governança ou mudança diretiva. É uma luta inglória pois, pelo visto, os conselheiros de situação que poderiam bradar, estão satisfeitos com o drama desesperador tricolor. Já os oposicionistas, sempre em minoria, minguam no que podem fazer.

Sites, blogs, influenciadores de toda uma geração que não conheceu a grandeza do SPFC, fazem com que seja disseminada essa mentira e blindam o poder, com “maestria”.

As organizadas decidiram só cobrar após o SPFC escapar da segunda divisão. Cogita-se até não cobrarem nada dos que estão no poder.

Difícil…

Ocorre que cada família tricolor vale a batalha, os amigos, a honra.

O projeto de espanholização segue firme no Brasil e as dezenas (até centenas) de milhões de reais que o SPFC ganha a menos por ano, em relação aos seus maiores rivais, por absoluto amadorismo e incapacidade, está empurrando o Tricolor da condição de protagonista, para coadjuvante, cada vez mais.

Não somos mais o Real ou Barça, o Bayern, a Juventus, os 5 grandes ingleses. Somos aquele time intermediário (ainda um clube gigante) que um dia foi um grande campeão…

Assim como o Independiente, maior da Libertadores na Argentina.

Seguirei, como simples torcedor, amando o São Paulo e o defendendo.

Até onde mais consigam destroçá-lo, a resistência sempre existirá.

Saudações Tricolores.

 

Carlos Port

Opinião Tricolor

Opinião Tricolor: #saopaulinasuniformizadas

Salve nação tricolor!

O excelente blog Olhar Crônico Esportivo, do Emerson Gonçalves, divulgou nesta década (há alguns anos), uma tabela sobre o percentual de mulheres que torciam para os grandes clubes brasileiros. Eis:

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Os números mostram uma realidade evidente: a torcida do São Paulo está sacramentada em terceiro lugar no Brasil, tanto em homens, quanto em mulheres.

Porém, o que deveria ser excelente em termos de popularidade, no tocante à fonte de receita, marketing, exploração e propagação de potencial consumidor, aumento de torcida, segue tratado de forma amadora e lamentável, pelo São Paulo FC e seus parceiros, fornecedores de materiais esportivos.

O culpado maior é o clube, depois, a marca que estampa a camisa. Afinal, ao tratar de brand, um time trimundial precisa exigir que o fornecedor atenda todos os seus públicos, notadamente, quando envolve milhões de torcedores.

Leia-se milhões de homens, que preenchem uma oferta e demanda da linha de produtos oferecidos, muito superior aquela desenvolvida para o público feminino. Um disparate este descaso!

Estamos falando de 7 milhões de torcedoras, aproximadamente, reféns do amadorismo diretivo que persegue o São Paulo, nos últimos anos. Como desprezar um contingente tão expressivo, de um público tão importante?

As mulheres se estabeleceram, definitivamente, no futebol. Milhões praticam pelo planeta, torcem, vibram, formam opinião, sofrem, vivem e respiram futebol, tanto quanto os homens. Mas são desamparadas no momento de vestirem as cores do time de coração, no Tricolor do Morumbi. Triste a visão limitada de nossos dirigentes.

Dizem que a atual fornecedora pode sair do clube, em 2018. Outros bastidores afirmam que permanecerá.

O fato é: seja Under Armour, ou quem vier, passem a tratar as são-paulinas com altivez, respeito e relevância.

Mulheres não são crianças de 12 anos, não são obrigadas a aceitar roupas em tamanho masculino ou infantil, devido à carência de produtos femininos.

Um destrato injustificável, mais um tiro no pé, da perpetuação do poder.

Afinal, são-paulinas comandam!

Use nas redes sociais #saopaulinasuniformizadas

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Saudações Tricolores!

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Carlos Port – Opinião Tricolor

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