Opinião Tricolor: Homero Bellintani Filho e Felipe Morais

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Salve nação tricolor!

Noite de elegância em nosso programa.

Com muita honra, recebemos um personagem que podemos chamar de história viva do São Paulo, retratada na devoção do conselheiro Homero Bellintani Filho, com seus sensacionais relatos e arquivos, daqueles que construíram os primeiros alicerces do Mais Querido.

Enobrecendo também os entrevistados, Felipe Morais, autor do livro “Ao Mestre, com carinho”, emocionante narrativa dos caminhos de Telê Santana, eterno em nossos corações tricolores.

Confira!

Saudações Tricolores!

No Twitter: @carlosport @paulinhoheavy @usamaquinas @plannerfelipe

Opinião Tricolor: especial César Filho

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Olá nação tricolor!

Recebemos um dos maiores comunicadores do nosso país, César Filho, são-paulino de coração, alma e devoção.

Uma entrevista que muito honrou o nosso programa, por tamanha história de dedicação de sentimentos reais, ao Mais Querido.

Confira!

Saudações Tricolores!

No Twitter:

@carlosport

@paulinhoheavy

@cesarfilho

Editoral Opinião Tricolor: Leco eleito. Boa sorte, mas já dizia Magno Malta…

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Salve nação tricolor.

Em noite de pleito apertado (considerando votos válidos, 123 a 102 (54% a 46%), a situação se manteve no poder no São Paulo.

Leco está eleito e desejamos toda boa sorte em seu novo mandato. É dever de todo são-paulino que só pensa no bem do clube e do time.

O voto dos conselheiros (daqueles que pensaram somente no SPFC e não em suas benesses pessoais) é democrático no regimento tricolor e deve ser respeitado.

Quanto a Pimenta, saiu ovacionado da votação, aplausos maiores a ele do que ao próprio vencedor. Algo muito indicativo se viu ali. A oposição do SPFC, enfim, renasceu.

Mais do que isso, terá mais força com os Conselhos de Administração e Fiscal, órgãos internos que terão muito mais poder que antes. Com o Novo Estatuto, devidamente aplicado (é o que todo são-paulino deve cobrar). Auditoriais anuais independentes estão previstas, contratos passarão pelo crivo desses conselhos. O regime segue presidencialista, mas o paternalismo tem tudo pra diminuir.

No mais, o São Paulo reelegeu não só Leco, mas a perpetuação do poder que ele representa. São os mesmos que comandam o SPFC desde os mandatos de Juvenal Juvêncio (e até antes, com Marcelo Portugal Gouvêa). Estes dois últimos, tiveram ascensão, glórias e declínio. Saudosos, não estão mais entre nós. Mas deixaram seus discípulos, que comandam o Tricolor.

O aparelhamento e a máquina que possuem na mão foram determinantes. Não existe outra explicação. Afinal, é incoerente dar vitória àqueles que estiveram sempre presentes nas administrações a partir de 2009 (salvo raras caras novas), fase que começou o ocaso da era JJ. Já são 34 campeonatos desde então, com 33 eliminações antes da final e apenas 1 decisão. Foram perdidos 8 Brasileiros, 9 Paulistas, 5 Libertadores, 1 Recopa, 6 Copas do Brasil e 4 Sulamericanas. Um time do tamanho do São Paulo jamais poderia passar por isso. São marcas vexatórias demais. Sem contar o histórico de polêmicas do eleito, desde 2002…

Mas, são águas passadas e pro bem do São Paulo, deve-se virar a página.

Porém…

Quando Dilma venceu as últimas eleições, em parecidos 54 milhões de votos a 51, Aécio Neves foi recebido de volta ao Senado (não se trata de defender o tucano, muito menos a petista).

Na oportunidade, Magno Malta, senador brasileiro de discursos brilhantes, fez menção ao retorno do tucano derrotado, com uma oratória digna de aplaudir de pé.

Dizia Magno que a melhor coisa que poderia ter acontecido para ele, Aécio, seria não vencer. Que a derrota com grande votação (que demonstrara que o povo estava cansado e esgotado do PT) foi um “livramento”. Pois o PT destruíra o país e seria injusto Aécio pagar a conta (assim como Temer paga agora).

Fato dos fatos: o São Paulo, do ex-petista JJ que, assim como Lula no país, foi o pai deste governismo tricolor, é o microcosmos do Brasil.

Leco merece ter o seu mandato completo, portanto. Para não dizerem que foi apenas, presidente tampão, apesar de estar a quase 20 meses no poder.

Neste período, muita bravata e pouco resultado. Disseram que a dívida do São Paulo diminuiu quando, comprovadamente, aumentou (leitura obrigatória de blogs como do PVC, Olhar Crônico Esportivo e Época Esporte Clube). Os patrocínios, que forraram a camisa, minguaram em valores. O master saiu e deu lugar, de forma surreal, a marca que paga valor menor na manga. Outra marca que anunciava no calção, sequer pagou. Com isso, a camisa só perdeu valor no mercado. Fora que ficou horrível, esteticamente. O manto tricolor não pode ser vilipendiado.

Os resultados com Leco, pavorosos: assim que assumiu, ainda em 2015, levou 6 a 1 em Itaquera e foi eliminado (mais uma vez) pelo Santos, na Copa do Brasil, seguindo a triste trajetória deste grupo político dominante no SPFC. A situação ainda caiu com o time praiano no Brasileiro 2002 (quando Leco era o diretor de futebol), nos Paulistas de 2010 e 2011 (quando Leco foi o VP de futebol). Jogos terríveis na nova casa palmeirense, durante todo período de Aidar e Leco, na presidência. O pior: eliminações para times de divisões nacionais série D (Paulista 2016) e série C (Copa do Brasil 2016). Por fim, a campanha que assustou a nação tricolor, no Brasileirão passado, com muitas rodadas à beira do rebaixamento. Único período positivo: a Libertadores 2016, onde o SPFC chegou as semifinais (mesmo com 5 derrotas ao todo). Mas foi a fase que o time andou após Leco afastar Ataíde e Gustavo do futebol e trazer Luis Cunha. Este, não suportou o poder paralelo que se mantinha ao seu planejamento e não resistiu, de forma justa, pela quebra de hierarquia. O time voltou ao comando anterior, não se reforçou como deveria na parada da competição e a desclassificação ocorreu, diante do Atlético Nacional.

Em 2017, Ceni, Pratto e Jucilei, foram acertos diretivos, sem dúvida alguma. Mas falta muito para o São Paulo ser visto como time respeitado, novamente. Contratações ruins novamente superaram as boas, em quantidade. Na semana da eleição, o time sofre para reverter dois resultados deploráveis no Morumbi, diante de uma média de 45 mil são-paulinos, por partida, nos mata-matas de Copa do Brasil e Paulista.

Com tudo isso e mais um pouco, é Leco e seus felizes diretores e conselheiros, que precisam ter essa “reconstrução” que tanto dizem. Nenhum outro deveria ter essa responsabilidade.

Não existem mais as desculpas do passado, ao melhor estilo petista de dizer que a culpa era de FHC. Agora são anos de sua governança e a responsabilidade é integral desta diretoria.

A grande ironia: Leco só se tornou presidente interino, provisoriamente eleito e finalmente eleito para um mandato completo, porque a situação de JJ e Carlos Miguel Aidar, o indicaram no pleito 2014, para a presidência do Conselho Deliberativo. Com isso, adquiriu estatutariamente o direito de presidir o clube e convocar eleições, quando da renúncia do período trágico de Aidar.

Hora então, presidente Leco, de provar que era merecedor de tudo isso que está acontecendo em sua vida.

Com o apoio incondicional ao time nos 90 minutos de cada jogo e cobrança sobre tudo aquilo que o São Paulo FC precisa evoluir, sobretudo, com o novo estatuto.

O futuro breve dirá.

Saudações Tricolores!

 

Carlos Port

Opinião Tricolor

No Twitter: @carlosport

Editorial Opinião Tricolor: somos todos Pimenta

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Salve nação tricolor!

18/04/2017, o dia mais importante na história do São Paulo FC, para os próximos 3 anos e, talvez, para muito mais do que isso.

Vença quem vencer, o Opinião Tricolor seguirá com sua linha editorial independente: aplaudir e enaltecer o acerto, fiscalizar e cobrar o erro.

Mas definimos um candidato.

A instituição que tanto amamos tem a chance, a primeira oportunidade real e verdadeira, de quebrar a dinastia JJ da perpetuação do poder, que teve o seu início, meio e fim.

Vivemos este fim em cada dia no presente, com 33 campeonatos disputados desde o Tri-Hexa em 2008, para apenas, uma final, da Sulamericana 2012.

São-paulino, reflita: 33 competições para apenas 1 decisão. Isso não é reconstrução de nada, nunca foi e nunca será caminho certo. Em 2017, o encaminhamento de duas desclassificações em 4 dias, diante de 90 mil são-paulinos.

Nunca, em 87 anos de história, nem na construção do Morumbi, ocorreu uma escassez de decisões como essa.

Toda perpetuação é ruim, nociva. Em qualquer segmento da sociedade. Governos se tornam ditaduras, clubes de futebol também. O aparelhamento da opinião, o sufocamento dos contrários, independentemente, do sofrimento popular.

Não que foram apenas deméritos, destes que comandam o nosso amado Tricolor Paulista, os mesmos desde os últimos 15 anos.

Sim, porque salvo raras caras novas, desde o saudoso dr. Marcelo Portugal Gouvêa, é a mesma cúpula de poder. Personagens que tiveram a sua ascensão, ápice (Libertadores e Mundial 2005, Brasileiros 2006 a 2008) e declínio catastrófico.

Ocorre que Leco, o candidato do modelo vigente, sempre foi um perdedor, neste cenário. Não viveu o ápice no futebol, pelo contrário, precisou sair da diretoria de futebol, onde foi diretor nos dois primeiros anos de MPG, para o SPFC engrenar com Juvenal em seu lugar. No período que esteve à frente do futebol, já começou com polêmica. Nelsinho Baptista era o técnico que estava à frente da equipe, disputando mata-matas contra rival. Eis que o diretor disse que preferia outro, causando turbulência nas decisões. Foram tempos de humilhações em 2002 e 2003, com personagens perdedores como Oswaldinho de Oliveira no comando técnico, zagas medíocres, times desequilibrados que queimaram o nosso maior atleta formado no Tricolor, Kaka. Perdas do Rio-SP e Copa do Brasil 2002 e Paulista 2003, para o Corinthians. Chacota.

Demitido então por MPG, mas deixando o ônus do clube ter carregado a história da contratação de Jorginho Paulista, que rendeu prejuízo milionário que precisou ser pago só em 2015, após todas instâncias darem ganho de causa contra o SPFC, Leco retornaria ao cargo de Vice Presidente de Futebol, conduzido por JJ, em 2008. A partir de então, novos percalços no futebol tricolor. O tabu construído contra o rival SCCP (maior da história, 14 jogos) foi perdido e invertido, 11 jogos sem vencer. Entre 2009 até 2011 (quando da destituição do cargo), nenhuma decisão, a provocação sem sentido diante de Ronaldo Fenômeno em 2009, vexames e desclassificações.

No pleito 2014, Juvenal Juvêncio havia escolhido Carlos Miguel Aidar para candidato à presidência e a situação, então, indicou Leco para concorrer à presidência do Conselho Deliberativo. Ou seja, se Leco é presidente do São Paulo atualmente, foi devido à indicação de JJ/CMA. Após escândalo que culminou na renúncia de Aidar em 2015, Leco estatutariamente assumiu a presidência de forma provisória e depois eleito para um complemento de mandato, com oposição apenas simbólica.

Em 2016, os resultados de Leco: Uma semi de Libertadores como sua melhor marca, mas com a perda de Luiz Cunha antes do confrontos, o diretor que arrumara o vestiário. Eliminação no Campeonato Paulista para time da Série D nacional, desclassificação da Copa do Brasil diante de time da Série C do país e campanha do Brasileirão com rodadas e rodadas, beirando o rebaixamento. Bancou Ricardo Gomes, que não tinha condições de treinar o SPFC, dizendo “não sou de fazer o fácil”, com o time caindo pela tabela. Só após as demissões de dirigentes que a torcida não queria mais no comando, o time conseguiu alguma reação, com a força da torcida nas arquibancadas, repetindo 2013, para não cair. Terminou em um melancólico décimo lugar.

2017. Na semana da eleição, encaminhou o SPFC para duas desclassificações. Ainda podem ser revertidas pois é a camisa do Tricolor, mas o são-paulino sabe o quanto será missão quase impossível.

Do outro lado, está Pimenta.

Adversário histórico do grupo de Leco, desde 1988, quando foi da oposição contra Juvenal Juvêncio e perdeu. Em 1990, venceu eleição e o São Paulo passou a conviver com o período mais vencedor de sua história.

Pimenta herdou de JJ, o time em condições precárias. Na oportunidade, assumiu na 19ª rodada de 23, não havia mais o que poderia ser feito. O SPFC terminou em 15º lugar, em 24 clubes, aquele campeonato.

O primeiro ato de Pimenta. Contratar Telê Santana. Uma relação de confiança, sucesso e gratidão, de lado a lado. Mestre Telê, eterno nos corações tricolores, vinha da fama de pé-frio, pelas Copas de 1982 e 1986. A aposta foi no talento, na genialidade. Telê, no São Paulo, encontrou o caminho do topo do mundo, que não conseguira na Seleção Brasileira. Não foi fácil, ocorreram momentos de crise mas, nunca, Pimenta cogitou perdê-lo.

Após dois anos de vice-campeonatos brasileiros, enfim, o título brasileiro de 1991. Emblemático porque representou o reerguimento. Que não parou mais.

Títulos paulistas de 1991 e 1992, Libertadores 1992 e 1993, Mundiais 1992 e 1993, Recopas 1993 e 1994, Supercopa 1993. Grande torneios conquistados na Espanha, Tereza Herrera e Ramon de Carranza, goleando Barcelona e Real Madrid.

Um tempo épico.

Gerou muita inveja no poder tricolor, é fato. Foi acusado de pedir comissão indevida. Provou inocência em laudo técnico do maior institucional pericial do país, que mostrou gravação forjada. De expulso, a reconduzido ao Conselho.

Um currículo de 23 títulos, ao todo.

São estes os candidatos. Esses os históricos. É este o confronto. Acima deles, a perpetuação do poder diante da salutar e necessária alternância de poder.

Que os conselheiros são-paulinos, responsáveis pelo futuro tricolor, possam refletir e colocar a instituição, acima de qualquer interesse particular e de benesse pessoal.

Pelo bem do nosso grande amor, São Paulo FC.

Saudações Tricolores!

Opinião Tricolor: carta aberta aos chapas brancas

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Salve nação tricolor.

Eleição do São Paulo, vença quem vencer, já existe um perdedor: o torcedor são-paulino.

A dinastia JJ (saudoso na glória, mas de triste lembrança pela perpetuação do poder) ainda traz consequências sérias e lamentáveis, ao Tricolor do Morumbi.

O SPFC se tornou um microcosmos do Brasil, uma herança das eras PT e agora, PMDB. Funciona absolutamente igual, para aqueles que dizem que o São Paulo não precisa de patrão, mas também não precisa, de forma alguma, de donos do clube, como acontece há tempos. Distribuição de cargos, dança de cadeiras, sempre na rotatividade de um clã, há exatos 15 anos.

Por quê o são-paulino já perdeu nessas eleições? Porque a diretoria ao longo dos últimos 2 anos, fez com a que a torcida se dividisse, no retrato fiel do que foi o governo vermelho no Brasil verde-amarelo: nós contra eles.

Nas redes sociais, na grande mídia, nos blogs são-paulinos, uma disseminação vil e mentirosa, que ousava dizer que aqueles que fossem oposição aos desmandos de 9 anos de humilhações, não seriam são-paulinos.

O recado definitivo e com dedo na cara: todos somos são-paulinos! Nem mais, nem menos. O São Paulo não é daqueles que somente aplaudem erros, eliminações, humilhações, feito focas amestradas, ganhando peixe na boca por recompensa. Com bordões vazios e ilusórios, “caminho certo, reconstrução”.

“Reconstrução” que perde campeonatos eliminados para times de séries C e D? Desculpe, é óbvio que a casa vai cair outra vez. A obra nunca ficará pronta.

Fora o cinismo dos que foram SPFC Forte de forma ferrenha no último pleito e agora, mudaram de lado e acusam contrários, como se não tivessem feito nada para derrubar democraticamente, esse estado de coisas.

Carlos Miguel Aidar, o ponto central que utilizam para as eternas desculpas, foi trágico em seu retorno, frustrou milhões de são-paulinos que acreditaram na volta daquele dirigente campeão e visionário dos anos 80. O ex-presidente que trouxe Cilinho com seus Menudos do Morumbi, contratou Falcão e Raí, fundou Clube dos 13, foi campeão paulista e brasileiro, lançou projeto Tokyo. Mas se perdeu feio e caiu da forma mais lastimável possível.

Agora, o opositor histórico de Aidar, desde o final dos anos 80, não foi Leco. Mas, sim, Pimenta. Em eleições disputadas, 1988 e 1990, de um lado Pimenta, de outro Juvenal Juvêncio.

O que fez então, o aparelhamento de teleguiados chapas brancas em contas de Twitter (junto de incautos, usados, frustrados, haters, contas fake) Facebook, blogs? De forma suja, contaram e contam mentiras 1000 vezes, como se fossem verdade, método Goebbels na Segunda Guerra Mundial (péssima e baixa escolha), de que Aidar seria o espelho de Pimenta.

Leco apoiou Aidar, na última eleição! Pimenta estava do outro lado, eis a única e irrestrita verdade! Onde está a memória? Sofreram amnésia coletiva?!

Onde está a transparência, que fala em diminuição de dívida, quando a mesma aumenta, comprovadamente?

Onde está a competência, em se formar um time de respeito e temor aos adversários?

Oposição faz bem para qualquer time! Ser opositor não torna o são-paulino menos torcedor, do que aqueles satisfeitos com apenas 1 decisão, nos últimos 31 campeonatos que o SPFC disputou. Justo o Tricolor, que tem 39 títulos e 41 vices em sua história.

Marcas emblematicamente pujantes, mas que a perpetuação do poder, fez desmoronar a tradição. Time de chegada 80 vezes, em 87 anos. Jogaram isso fora. Não conseguiram ser finalistas, ou campeões de pontos corridos em 30, das últimas 31 disputas. Isso nunca havia acontecido, nem nos tempos de sacrífico e fila, pela construção do Morumbi.

Uma vergonha! Que desprovidos de reserva moral ainda tem a canalhice de acusar de “não são-paulinos”, a todo aquele que se levanta pelo bom combate, contra esse descalabro.

Portanto, dia 18 tem eleição.

De um são-paulino contra outro são-paulino.

Com apoiadores são-paulinos, dos dois lados.

A única diferença não está nas 3 cores que ambos os lados defendem, mas sim, na real vontade de cessar a estagnação inacreditável que trouxeram ao maior clube brasileiro.

Se o São Paulo tem 3 Mundiais e 3 Libertadores, 4 desses 6 títulos, o clube e a torcida devem agradecimento e não, desconstrução de imagem, para José Eduardo Mesquita Pimenta. Assim como devem agradecimento aos que já partiram, Marcelo Portugal Gouvêa e Juvenal Juvêncio, pela conquista do Trimundial e do hexa nacional.

Méritos são méritos e não devem ser vilipendiados, jamais!

“Pessoas brilhantes falam sobre idéias, pessoas medíocres, falam sobre pessoas”.

Ditado secular que a diretoria e sua linha de frente comprova, dia após dia, em suas atitudes.

Devolvam o São Paulo, que é de todos os são-paulinos!

Saudações Tricolores.

 

 

 

Opinião Tricolor: Ópice Blum

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O Opinião Tricolor recebeu o conselheiro de seis décadas de amor ao SPFC, Dr. Ópice Blum.

De carreira jurídica brilhante, advogado, juiz, desembargador, causídico conhecedor da lei que preside o Comitê de Ética do São Paulo FC e é candidato à presidência do Conselho Deliberativo.

Um programa contundente, revelador, com esclarecimentos fundamentais de assuntos importantíssimos, dos bastidores do Mais Querido.

Imperdível, confira!

Saudações Tricolores!

No Twitter: @carlosport @paulinhoheavy