Opinião Tricolor: debate da Reforma do Estatuto

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O Opinião Tricolor recebeu o vice-presidente de comunicações e Marketing. José Francisco Manssur e Newton Luiz Ferreira, último candidato da oposição à presidência do clube.

Em debate, a convocação da Assembléia Geral Extraordinária, que decidirá sobre Reforma do Estatuto Social e ratificação ou não, de atos estatutários sub-judice.

Uma grande noite de esclarecimentos, para o futuro do São Paulo FC.

Confira!

Saudações Tricolores!

Libertadores 2016 em 10 pontos: acertos e erros

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Salve nação tricolor.

O São Paulo não resistiu à arbitragem catastrófica e lastimável na Colômbia e foi eliminado da competição, que mais tem obsessão.

Porém, sabemos que o princípio de eliminação havia começado antes, na derrota do Morumbi, diante do melhor time desta edição da Libertadores (mas que vem sido favorecido pela arbitragem, sempre).

Chegar numa semifinal foi um bônus para o nosso Tricolor.

Camisa pesada, El Morumbi Te Mata, torcida, grupo, tudo isso ajudou muito. Mas a realidade era bem distinta, quanto ao planejamento traçado para tanto.

Diretoria, mais uma vez, errou. Levou o elenco aos trancos e barrancos, até onde foi possível.

Não é crítica política, alguns poderiam pensar com inocência. Outros, com maldade.

Estamos falando de fatos e vamos a eles, em 10 pontos:

1) São Paulo começou Libertadores com elenco disperso, rachado e com problemas graves com a gestão de Ataíde Gil Guerreiro e Gustavo Vieira de Oliveira. Evidenciados, melhor dizendo, escancarados, na greve de silêncio da estreia, na patética derrota para o The Strongest, em pleno Pacaembu.

2) Mudanças ocorreram, Ataíde “saiu” da Vice Presidência de futebol (cargo que já passou da hora de ser extinto), Gustavo “voltou” para a função apenas de contratações, vieram Luiz Cunha e Pintado. Um novo São Paulo se constituiu.

3) O crescimento de produção foi evidente com Cunha e Pintado, o ambiente se transformou. O último resultado da dupla Ataíde/Gustavo havia sido um empate com o medíocre Trujillanos, fora. O primeiro resultado da dupla Cunha/Pintado foi a vitória por 6 a 0, no Morumbi.

4) O time ganhou confiança e a classificação na fase de grupos ocorreu. Entre o final de abril e começo de maio, o Tricolor avançava também nas oitavas, goleada no Morumbi e derrota administrada no México, diante do Toluca (que mostraria Cueva ao SPFC).

5) Nas quartas de final, outro triunfo, diante do “favorito” rival nacional, Atlético Mineiro. O Horto não tinha mais lenda alguma.

6) Eis que as coisas começaram a mudar. Paralisação pela Copa América e mudança diretiva. Ao início de junho, Luiz Cunha deixava a diretoria de futebol. Suas idéias de otimização do São Paulo no campo gerencial bateram de frente com uma estrutura há muito instituída. Sem a devida hierarquia que deveriam ter com ele, com ingerência em sua filosofia de trabalho, pediu demissão.

7) O São Paulo voltou a oscilar nos gramados. No tempo de pausa da Libertadores, o Brasileiro seguia. O aproveitamento caiu de 55% com Cunha, para cerca de 33% sem ele. Cerca de uma semana após perder o diretor, o Tricolor reconstituiu o departamento de futebol com José Alexandre Medicis na vice-presidência e José Jacobson Neto para a vaga de Luiz Cunha. Ao que parece, ainda não tiveram tempo de mostrar resultados relâmpagos como Cunha conseguiu. Mas são bem referendados no clube, que tenham êxito no Brasileirão e Copa do Brasil.

8) Leco e Gustavo acertaram com contratações para a Libertadores (e temporada) também, é sempre digno e justo ressaltar tal fato. Lugano enfim retornou e provou mais uma vez sua liderança, Calleri com tempo certo de contrato, Mena com selo de seleção chilena, Kelvin que de última opção, se tornou importante. Principalmente, tiro certeiro com o copeiro Bauza. Mas falharam fatalmente na questão dos reforços, ainda mais, porque foram prometidos. O presidente afirmou que traria 3 nomes de peso no meio do ano. Ficou na promessa.

9) Maicon talvez seja o símbolo de uma diretoria que não acreditava em título continental e teve que correr atrás, conforme o SPFC avançou pela sua tradição. Veio com contrato anterior ao término da competição. Não aprenderam nada com o caso Ricardo Oliveira, em 2006. O zagueiro se valorizou muito e custou muito caro, para a posição que ocupa. De contrato renovado, errou na semi por descontrole emocional e acabou expulso. Reconheceu e não podemos condenar veementemente afinal, sem ele, talvez a semifinal nem ocorresse para o Tricolor.

10) Por fim, SPFC só focou em Maicon para a Libertadores e Gustavo cometeu um patético equívoco com Getterson, mais um atleta de série D. Enquanto isso, o rival Atlético Nacional se reforçava com a devida competência. Trouxe, por exemplo, o artilheiro do Clausura colombiano que, simplesmente, fez os 4 gols que eliminaram o São Paulo. Libertadores não se ganha somente com time, é preciso elenco. O Tricolor ficou refém de suas carências não supridas e de contusões de última hora (que não justificam). Time pra ser campeão tem que ter peça de reposição. Não tivemos.

Assim, a Libertadores foi embora. Ficou sim um sentimento de honra, pela luta e orgulho resgatado diante dos bastidores do apito. Mas o rival era melhor.

Enquanto o modelo de gestão não mudar e a perpetuação seguir, outros rivais melhores cruzarão nosso caminho.

PS: É a oitava eliminação de Gustavo no cargo que ocupa, quatro delas, contra times de divisões inferiores.

Parabéns por não fugir da briga, mas acorda São Paulo!

 

Carlos Port

Opinião Tricolor

Opinião Tricolor: Libertadores e diretoria

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No programa mais independente da nação tricolor, debatemos o SPFC na Libertadores.

Com foco na gestão, planejamento, histórico e ações da diretoria.

Também recebemos Sharlene Leite, musa plus size tricolor. Bela história de vida e atitude.

Abordamos também as questões de uniformes Under Armour, tratamento dos proprietários de cativas e violência no estádio.

Obrigado pela audiência!

Saudações Tricolores!