Carta Aberta ao Conselho do SPFC, a hora da virada!

escudo

São Paulo, maio de 2016.

Com sentimento retomado de respeito e orgulho ao manto sagrado tricolor, direciono esta Carta Aberta, aos nobres conselheiros do São Paulo FC.

Respeito perante a família tricolor que me ensinou e ensino a ser SPFC.

Orgulho pelo vermelho, branco e preto, voltar ao protagonismo de vitórias e esperança.

A nação tricolor, em seu universo gigantesco e sem fronteiras, de cerca de 20 milhões de torcedores espalhados pelo mundo, precisava voltar a vibrar. Assim tem feito, em apoio ao Clube da Fé.

Mas não foi fácil essa transformação que ocorreu, principalmente, pelo bradar de vozes das arquibancadas, redes sociais, torcedores organizados, sócios torcedores, torcedores comuns, todos com o mesmo valor, que não suportavam mais o estado de coisas que pairavam no Morumbi.

Círculo vicioso de poder, em detrimento da profissionalização, tão mister ao futuro do clube!

Profissionalização jamais será infantilidade por quem a defenda, isso precisa ficar muito claro ao presidente Leco e sua diretoria.

Brincamos de profissionalizar, perdemos dinheiro e podemos perder ainda mais, em esfera judicial, por desmandos diretivos.

Se os avanços dentro do campo ocorreram, não foi por uma limpeza total de condutas, pois elas ainda persistem, em algumas situações, fora do gramado.

Em primeiro lugar, os protestos surtiram efeito! Por eles, o time mudou.

A vice-presidência de futebol ficou vaga por força da torcida que exigia a saída de Ataíde Gil Guerreiro, dois dirigentes, um oriundo de base, Luiz Cunha outro símbolo boleiro, Pintado, chegaram e fizeram a diferença.

Vitórias começaram a ocorrer, confiança, efeito El Morumbi Te Mata na Libertadores, clássico vencido no Brasileiro.

Identidade.

Ocorre que para que esta evolução seja plenamente verdadeira, arestas precisam ser ainda aparadas, por parte do Conselho tricolor.

Pois este Conselho votou pela expulsão de Carlos Miguel Aidar e Ataíde Gil Guerreiro dos seus quadros. O que a diretoria fez? Reconduziu Ataíde ao cargo de diretor de relações institucionais, ironicamente, criado por Aidar. Como dirigente boleiro, fracassou no vestiário, ao lado de Gustavo, até a sua tardia destituição.

Como, em sã consciência, um conselheiro expulso pode representar uma instituição? Uma vergonha.

Doravante, temos um marketing que conseguiu avanços, como o tão pretendido patrocínio master. Ocorre que a diretoria de marketing segue longe de um modelo profissional, tão necessário ao clube. Não podemos ter um executivo recebendo apenas, abaixo de uma linha hierárquica de vice-presidente e diretor da pasta. Não é assim que se cria plano de ação eficiente, eficaz e do tamanho do São Paulo FC que não consegue, sequer, explorar seus ídolos economicamente, gerando receitas. Com todo respeito ao Manssur, Vinicius Pinotti e o remunerado Alan Cimerman, não é este o caminho. Profissionalização ou é integral, ou é remendo.

Por fim, o trabalho de Gustavo Vieira de Oliveira, que tem “seus” reforços de 2016 mostrando bons resultados. Mas a sua forma de remuneração segue não condizente com um clube que diz priorizar a recuperação econômica e recontrata um executivo ganhando muito mais do que quando foi demitido, sem nenhum plus na carreira no período que esteve fora para justificar tal incremento de salário e o pior, complementado com bônus em venda de atletas, segundo palavras do próprio presidente.

Não seria o tempo de virar a página nessas práticas no São Paulo?!

Justamente agora que o time reagiu, a camisa envergou o varal, a América teme novamente o Tricolor?!

Vamos dar realmente o exemplo completo?!

Em tempo, quando vamos blindar nosso SPFC da ação vil e torpe da mídia anti? Que segue sistematicamente atacando o clube, querendo colocar estigmas preconceituosos na torcida e ainda são recebidos de braços abertos, ou tem seus convites aceitos nos circos que promovem em seus programas de rádio e TV? Chegamos ao cúmulo de um rival assumido em nossa casa, toda segunda-feira, tripudiando o nosso amado estádio do Morumbi. Assessoria e comunicação, preservem o São Paulo!

Ou seguiremos contando com superações no campo, luta dos jogadores e devoção do torcedor, enquanto se perpetua a dança das cadeiras, na área diretiva?!

Com a palavra, os senhores conselheiros que realmente amam o São Paulo FC!

Cobrem a profissionalização! A entrega dos balancetes jurídicos, o caso Prazan, o fim das comissões e bonificações em transações de futebol.

Aí sim, acreditaremos em um São Paulo forte, dentro e fora de campo, como sempre foi!

Saudações Tricolores!

Carlos Port – Opinião Tricolor

Opinião Tricolor: Resenha Tricolor

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O Opinião Tricolor, com Carlos Port e Aurélio Mendes, recebeu Caio Dominguez e Rodrigo Junqueira, comunicadores tricolores do projeto Resenha Tricolor, sucesso nas redes sociais pela são-paulinidade e qualidade.

Confira!

Saudações Tricolores!

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Opinião Tricolor: Waldir Peres

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O Opinião Tricolor recebeu Waldir Peres, segundo atleta que mais vestiu a camisa do São Paulo na história, 617 vezes.

Foram 3 títulos paulistas e 1 título brasileiro no período, além de representar o Tricolor paulista na lendária seleção brasileira de 1982.

Confira!