A irresponsabilidade que gera violência. Ou vice-versa.

viole

Olá nação tricolor.

O assunto é antigo, recorrente, com períodos de paz e outros de guerra: a violência no futebol.

Nós, brasileiros, vivemos em um país devastado moralmente. Nos últimos anos, a deterioração da ordem e inversão de valores tomou conta de tudo.

Se na sociedade corrompida pela podridão populista é assim, no futebol não poderia deixar de ser diferente.

Infelizmente…

Mais uma vez, em categoria de juniores de jogo do SPFC, ocorreu confronto entre torcedores e policiais, sejam militares ou guardas civis.

1992 e 1995 foram traumáticos pra quem viveu aqueles tempos no estádio, como eu vivi e outros tantos milhares. Sou testemunha ocular e sei o quão difícil é, assistir a barbárie. Medidas severas foram tomadas pelas autoridades, mas nunca surtiram efeito real. Pois erraram o alvo da punição: proibiram a festa nos estádios, não proibiram os criminosos nos estádios.

Pra começo de conversa, toda generalização é burra. É um dito popular de ampla verdade.

Torcidas organizadas possuem pessoas de bem e outras, não. Se existem torcedores violentos, com problemas na justiça, existem mães, pais, avós, crianças, mulheres e fanáticos que vão aos jogos somente pelo clube que amam. Ocorre que todos são taxados de “imprestáveis”, por atos de alguns.

Mas as autoridades teimam em não individualizar, punir severamente e afastar do futebol, os infratores. Preferem a forma mais simples e menos trabalhosas. Atingir as torcidas organizadas como um todo. Grande erro.

TOs no Brasil, Barra Bravas na América do Sul, Ultras na Europa e Ásia, estamos falando de um fenômeno mundial. Não é exclusividade brasileira os torcedores organizados. Como as coisas funcionam na ordem no exterior? Através da ação eficaz e implacável da justiça, que identifica deliquentes torcedores e os pune de forma exemplar. Dez mil não precisam levar a culpa por dez.

Para tanto, organização é fundamental! Capacidade de estádios, segurança oferecida, preparo de contingente, lei que funcione. Fatores inexistentes no Brasil!

O que se assistiu em Mogi da Cruzes foi um roteiro pré-definido de risco. Um estádio acanhado, para um torcida que tinha média superior a 10.000 torcedores nos jogos da Copinha. Sem nenhuma razão ou considerações dos fatores perigosos. Conclusão: massa do lado de fora, sem poder entrar no campo, revolta, indignação. Terreno perfeito para aqueles que querem praticar atos violentos. Ainda mais quando a medida de dispersão policial também ocorre de forma agressiva.

Ação errada, reação errada.

Os jornais e periódicos irão cobrar providências sobre a torcida organizada.

Eu digo que deveria ser cobrada providência sobre Federação Paulista de Futebol, sobre as autoridades de colarinho branco que permitiram uma partida sem condições de comportar a terceira maior torcida do Brasil e claro, sobre os torcedores que foram violentos. Sem generalizações e sem exclusões.

Aí, justamente, que vai residir o maior problema: a “justiça”. Sem trocadilhos.

Porque todo ato de punição nesse país, vem acompanhado da impunidade legal. Polícia prende, justiça solta. Essa é a lei. Fora os peixes-grandes que nunca são pegos e só aumentam essa sensação de país anárquico.

Portanto, a maior mudança para a paz no futebol, está na cultura do Brasil. Ordem e Progresso só existe no lema da bandeira, cujo Hino sequer é respeitado nos campos da pátria.

Falta educação, bom relacionamento das forças policiais com torcedores, amparado por uma lei severa e rígida que funcione. Os de bem, que só querem festa organizados, farão sua festa. Os maus, terão razão pra se preocupar.

Será que chegaremos lá algum dia?

Com a palavra, os donos do futebol.

Saudações Tricolores.

Seja Sócio Torcedor! Campanha #100000STsNaRaça

cem mil sts

Olá nação tricolor!

2016 chegou com novos tempos no São Paulo.

Um time mais cascudo, não tão dependente de medalhões, mas que terá na raça a sua marca, conduzida pelo ídolo celeste que está de volta, Diego Lugano, o novo capitão.

Garra, alma, ímpeto de vencer, é tudo que o são-paulino espera ver de volta no Tricolor. Para tanto, a ajuda da torcida é fundamental!

Seja Sócio Torcedor!

São várias opções de planos que geram benefícios, descontos em jogos, preferências, promoções e prêmios, atingindo todas faixas sociais. Do povão à elite. Sem distinção! Para torcedores de SP e de outros estados brasileiros. Aliás, do mundo todo.

Para um SPFC que recupere sua saúde financeira, que honre seus compromissos, que possa sonhar com contratações, com melhoras do nosso tradicional e gigante Morumbi, a parceria do Sócio Torcedor é imprescindível!

Somos a terceira maior torcida do Brasil, mas ainda a quinta força no ranking dos STs do país. Tá na hora de conduzir o tamanho da nossa coletividade ao seu devido lugar.

#100000STsNaRaça é a meta!

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* Use a hashtag nas redes sociais!

Vamos juntos, reencontrar o destino vencedor do Tricolor Paulista!

Seja protagonista, seja Sócio Torcedor do São Paulo FC!

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Acesse:

http://www.sociotorcedor.com.br

http://www.http://saopaulo.clubedevantagem.com

Saudações Tricolores!

 

No Twitter: @carlosport

 

Lugano: o retorno da alma celeste, sangue tricolor

lugano

Olá nação tricolor!

Lugano está de volta, el dios!

Um retorno que teve ensaios nas últimas temporadas, enfim, concretizado. Bom para todas as partes, time, jogador e torcida.

Bom para o São Paulo, que se ressente tanto de líderes em atitude, raça e bravura.

Bom para o Lugano, que volta enfim para um grande clube do cenário mundial.

Bom para a nação tricolor, que terá muito mais confiança na Libertadores da América.

Nas tentativas anteriores, ou sondagens, da volta do ídolo uruguaio, muitas vezes alertei e me posicionei com certa reserva. Lugano já viveu o ápice em sua carreira e nos últimos anos, o declínio técnico e físico foi evidente.

As performances não deixam mentir. Na Turquia foi monstro no Fenerbahçe, desde a saída do SPFC até no ano de 2011. Rumou então ao PSG, onde viveu alguns bons momentos, mas a maré começou a virar, quando Carlo Ancellotti, então técnico do time parisiense, resolveu não contar com Lugano na Champions League temporada 2012-2013. Desde então, clubes menores passaram a figurar na carreira do zagueiro e mesmo nesses, não conseguiu impor sua conhecida força. Circulou por Malaga na Espanha, West Bromwich (2013-2014) no futebol inglês, o pequeno BK Hacken (2015) sueco, até voltar ao continente sulamericano, pelo Cerro Porteño.

A prova maior da limitação física de Lugano ocorreu na Copa do Mundo, no Brasil. Nem seu amor visceral e dedicação de capitão pela Celeste, o permitiram jogar em todos os jogos do Uruguai.

Por todas essas razões, pela preservação do ídolo e conhecedor da exigente nação tricolor, temia pela cobrança acima do apoio.

Porém, 2015 foi um ano trágico em atitude do São Paulo dentro dos gramados e diante de tal realidade, a garra inesgotável de Lugano e sua personalidade brigadora, intensa, guerreira e implacável, fizeram o sentimento da volta prevalecer.

Na despedida do M1to, a certeza vinda da arquibancada, no eco gigantesco pelo nome do ídolo de alma celeste, sangue tricolor.

Lugano talvez não seja zagueiro de 90 minutos, mas fará pela sua presença, que todos corram até os acréscimos.

Lugano talvez não tenha mais o vigor de 2005, mas quem baterá de frente pra comprovar?

Lugano talvez não consiga jogar tudo aquilo que já jogou, mas não tenham dúvidas que dará tudo de si.

Certa vez, quando estava na Turquia, argumentei com Lugano sobre a tão mística alma celeste. Confira no vídeo:

A raça uruguaia, tão presente em momentos gloriosos do São Paulo, com Forlan, Pedro Rocha, Dario Pereyra, mais recente com Álvaro Pereira, tem um dos seus maiores expoentes novamente no Tricolor.

El Morumbi te mata, é a marca do São Paulo na Libertadores.

El dios te mata também!

Ficou mais difícil para todos os rivais, bem-vindo à sua casa, Diego Lugano!

 

Saudações Tricolores

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