Estamos chegando, programa Opinião Tricolor!

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Olá nação tricolor!

Com muito orgulho e satisfação pelos excepcionais tricolores ao meu lado, anuncio o lançamento do programa Opinião Tricolor em web TV, o formato mais interativo de se fazer televisão.

Em abril de 2015, eu, Arthur Hendler, Ana Paula Sauma e Daniel Castello Branco Augusto estaremos na allTV, a emissora pioneira em TV da internet!

Todas às quintas-feiras, das 19h30 às 21h, programas ao vivo e com a sua participação fundamental!

Sorteios, promoções, participações do torcedor conosco, acompanharão a linha editorial do Opinião Tricolor, com muita análise do nosso amado São Paulo, debates, entrevistados especiais, matérias exclusivas e bastidores do clube e da nação tricolor.

Venha conosco!

Tenha http://www.alltv.com.br entre os seus favoritos, siga @allTV no Twitter.

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Muito Obrigado, em nome de toda equipe Opinião Tricolor!

Carlos Port (siga-me no Twitter @carlosport)

Saudações Tricolores!

Equipe Opinião Tricolor (siga-nos @aninhasauma @arthurhendler @Guna004)

Grandes ídolos do São Paulo, por Carlos Port: Toninho Guerreiro

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Olá nação tricolor!

Antonio Ferreira, o Toninho Guerreiro, nasceu em 10 de agosto de 1942. Faleceu jovem, aos 47 anos, em 26 de janeiro de 1990.

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Toninho escreveu uma história vencedora nas camisas de Santos e São Paulo, em uma relação inversa ao que fez outro grande centroavante dos dois times, Serginho. Chulapa brilhou primeiro no SPFC, depois no SFC. Guerreiro, o contrário.

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Toninho chegou ao Tricolor ao final de 1969, para continuar sua carreira extremamente vitoriosa no time praiano. Jogando ao lado de Pelé, foi certamente um dos 3 maiores avantes da história santista, marcando 283 gols. Depois de vencer tudo que era possível no rival da praia, de estadual a mundial, os desafios se renovariam para ajudar um gigante que estava há 13 anos na fila de títulos, pela construção do seu monumental estádio.

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Assim, Toninho chegou ao São Paulo ciente da missão que seria honrar o manto sagrado tricolor. E o fez com maestria.

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Campeão em 1970, bicampeão em 71. Duas artilharias de Campeonato Paulista (70/72).  Ao todo, 7 títulos estaduais na carreira do saudoso matador, sendo o único jogador da história a vencer 5 vezes consecutivamente (1967 a 1971).

Na final de 1971, diante do Palmeiras, o gol da vitória foi de Toninho, logo aos 5 minutos do primeiro tempo, diante de 103.000 torcedores pagantes.

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Ao todo, 171 jogos e 86 gols. Verdadeiro goleador, que aliava técnica, categoria e faro artilheiro na área.

Saudações Tricolores!

Crédito-Imagens: Placar, blog Tardes de Pacaembu, site Terceiro Tempo.

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Os mais importantes: Aloísio Chulapa

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Olá nação tricolor!

Aloisio José da Silva, o Aloisio Chulapa, nasceu em 27 de janeiro de 1975.

A carreira de Aloisio já havia atravessado o mundo, antes de chegar ao São Paulo. Do CRB da adolescência, aos campos da França e Rússia.

Obstinado, muito forte fisicamente, poderia causar temor adversário. Mas Aloisio desmontava defesas somente com futebol, irreverência e humildade.

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Contratado pelo São Paulo depois de ser derrotado pelo Tricolor na final da Libertadores, em 2005, Aloisio chegou com a predestinação escrita em seu destino.

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Na final do Mundial de Clubes, seu passe preciso e espetacular encontrou Mineiro, que rompeu a defesa dos então imbatíveis zagueiros do Liverpool e marcou o gol da vitória do São Paulo. Gol de título mundial, com participação decisiva de Chulapa.

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Bicampeão brasileiro nas temporadas 2006 e 2007, não teve tempo de levantar a taça do Tri, pois em agosto de 2008 foi jogar no mundo árabe, mas ainda disputou partidas pelo Tricolor, no Brasileirão daquele ano.

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Já em 2009 voltou ao Brasil, sem o mesmo destaque, porém, sua história não seria esquecida pelos gols no Tricolor e pela enorme simpatia nordestina, cativante e importante nas campanhas vencedoras do Tri-Hexa.

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O rei do Danone! (apelido dado a cerveja, por ele e Adriano Imperador).

Saudações Tricolores!

Crédito-imagens: Blog Daniel Perrone, Esporte UOL, Terra, Globo Esporte, Placar.

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Os mais importantes: Arlindo

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Olá nação tricolor!

Arlindo Galvão, o Arlindo, nasceu em 08 de maio de 1948. Seu primeiro time era, podemos dizer, quase o São Paulo, o São Paulinho do bairro de Santa Terezinha, na capital paulista (conheça http://saopaulinho.blogspot.com.br).

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Descoberto e trazido para o Tricolor em 1960, Arlindo teve toda infância e juventude dedicada ao SPFC.

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Em 1968, enfim, a promoção para os profissionais. Emprestado ao Náutico do Recife para ganhar experiência, voltou logo, devido ao sucesso da temporada vice-campeã pernambucana.

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A missão de Arlindo não era fácil no SPFC, que buscava o fim da fila de 13 anos, pela construção do Morumbi. Marcar Pelé, com Roberto Dias, estava entre uma das suas atribuições.

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Mas a personalidade do beque logo se destacou nos anos 70.

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O zagueiro se tornou tricampeão (1970-1971-1975), com sua marcação firme e liderança de grupo. Com Jurandir também formou grande zaga. Foi atleta referencial para os técnicos Zezé Moreira, Osvaldo Brandão e Poy. Na Libertadores onde o SPFC foi vice-campeão, em 1974, a fibra de Arlindo foi um dos fatores da excelente campanha são-paulina.

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Ao todo, 405 partidas pelo Tricolor, entre 1968 e 1977. Arlindo está entre os 20 (17º) jogadores que mais jogaram pelo SPFC. Saiu antes do primeiro título brasileiro conquistado pelo Mais Querido, o Brasileirão 77, que foi decidido somente em 1978.

Saudações Tricolores!

Crédito-Imagens: Memória Pública do Estado de SP, Jornal Última Hora, blog Tardes de Pacaembu, revista Placar, site Terceiro Tempo.

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Grandes ídolos do São Paulo, por Carlos Port: Maurinho

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Olá nação tricolor!

Mauro Raphael, o Maurinho, nasceu em 6 de junho de 1933 e faleceu em 28 de junho de 1995, aos 62 anos. Partiu cedo, mas a tempo de assistir o seu São Paulo ser bicampeão do mundo em 92/93.

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A “Flecha” jogou no SPFC durante 8 anos, conquistando o bicampeonato estadual de 1953 e 1957. Foram 347 jogos e 136 gols.

A partida decisiva do campeonato paulista de 1957 é lembrança eterna dos são-paulinos nostálgicos. A data de 29 de dezembro de 1957 ficou conhecida como a Tarde das Garrafadas.

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A “final” já havia começado em Majestoso anterior. Maurinho protagonizara uma bola dividida com Alfredo, na qual o ex-tricolor que passara a defender o Corinthians, levou a pior, fraturando a perna. Na visita ao hospital, no dia seguinte, Gino Orlando, centroavante tricolor, foi atingido por um tijolo na cabeça arremessado por Luisinho, jogador alvi-negro.

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Com esse clima o líder do campeonato Corinthians decidiu o título com o São Paulo. Quem vencesse, seria campeão. A partida foi alucinante. No primeiro tempo, 3 gols em apenas 6 minutos, dos 17 aos 23 minutos. Amauri e Canhoteiro para o SPFC, Rafael para o SCCP.

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No segundo tempo, pressão corintiana o tempo todo, até a estrela de Maurinho, aos 34 minutos.Triangulação Zizinho e Orlando, chegando no atacante. O mesmo arranca, se depara com o goleiro Gilmar dos Santos Neves, pára, escolhe o canto, pergunta onde quer que marque, chuta e aponta a bola no fundo do gol, com leve tapinha no rosto do goleiro, na comemoração.

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Gilmar, ensandecido, partiu pra cima de Maurinho. Como faltavam 10 minutos e a fatura já estava liquidada, o Pacaembu assistiu a imensa chuva de garrafas em direção ao campo, dos inconformados corintianos. Briga generalizada no campo e na arquibancada. Partida paralisada e reiniciada para o apito final. São Paulo campeão!

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Ao rival, nem o vice. O Santos terminaria o segundo. Oswaldo Brandão seria demitido, na tradição que o Corinthians tem de demitir técnicos, após perder para o São Paulo.

Saudações Tricolores!

Crédito-Imagens: arquivo público do estado de SP, revista Manchete Esportiva, blog Tardes de Pacaembu, blog SPFCpedia, blog Istoespfc, site Museu da Pessoa, acervo Folha da Manhã.

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Alexandre, o goleiro que seria melhor do que o Mito (por suas próprias palavras)

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Olá nação tricolor!

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Em sua brilhante obra Maioridade Penal, o jornalista André Philal narra os passos de Rogério Ceni, o maior goleiro do mundo, em termos de recordes conquistados: maior número de gols marcados, maior número de jogos com a mesma camisa, capitão, campeão.

Eis o que disse o próprio Mito:

- Alexandre era muito melhor do que eu. Velocidade incrível de movimentos, excelente chute, bonito de ver jogar. Telê Santana adorava! (…) Minha carreira, com certeza, seria completamente diferente caso Alexandre não tivesse partido. Ele era apenas um ano mais velho do que eu. Ocuparia a sua posição por muito tempo. Quem sabe até hoje.

Paraná, ponta tricolor dos anos 60 e 70, foi quem descobriu Alexandre e corrobora.

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Rogério se referia a Alexandre Escobar Ferreira, DNA de goleiro, filho de goleiro, nascido em 02 de janeiro de 1972. Teve a vida perdida aos 20 anos, após tragédia automobilística. Faleceu com aliança de noivado no bolso.

Muito triste ver um jovem perder os sonhos, quando estão todos diante dele.

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Foram apenas 7 jogos como titular, mas a promessa era avassaladora. Nos treinamentos, Alexandre tinha enorme elasticidade e reflexos, mas também uma habilidade fantástica com os pés. Sim, tinha tudo para ser goleiro-artilheiro também.

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Alexandre chegou ao São Paulo em 1986. Se preparou por anos, a juventude toda dedicada ao Tricolor.

Na linha sucessória do gol do São Paulo, seria aquele que substituiria a era Zetti. Nas oportunidades que teve a chance, representou. Contra o tricampeão do mundo Nacional do Uruguai, substituiu Zetti expulso. No jogo de volta, titular no Morumbi.

Mas não teve tempo. O destino foi implacável e levou uma das maiores promessas são-paulinas. Sua mãe, dona Marlene Escobar, ficou com os pertences tricolores do filho, em tributo eterno.

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Deus é sabedor, sempre, não podemos questionar seus desígnios. Mas que pena…

Saudações Tricolores!

Crédito-imagens: Globo Esporte (Rafaela Gonçalves), Revista Placar (Nelson Coelho)

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Grandes ídolos do São Paulo, por Carlos Port: Terto

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Olá nação tricolor!

Tertuliano Severiano Santos, o Terto, nasceu em 29/12/1946.

O vermelho, o branco e preto sempre estiveram presentes na vida de Terto, antes e depois do São Paulo. Primeiro no Santa Cruz, depois no Botafogo de Ribeirão Preto e Ferroviário do Ceará. Destino?

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Fato é que Terto chegou no SPFC na fase final da construção do Morumbi, para ser campeão, como revelação do Nordeste. Primeiro na condição de meia-direita, até descobrir sua vocação como ponta.

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Primeiramente, ao lado de Toninho Guerreiro e Paraná, formou um poderoso ataque municiado por Gerson e Pedro Rocha. Depois, jogou com uma linha de meio-ataque que contava com Mirandinha (depois Chulapa) Serrão e Muricy.

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A técnica apurada não era o forte de Terto, mas sim, o espírito incansável de não desistir nunca de uma jogada. Veloz, brigador, perseverante, típico atacante “chato” para qualquer defesa.

Os títulos no São Paulo foram total merecimento. Campeão em 1970, no primeiro ano do Morumbi concluído. Com direito a jogo de faixas vencendo o Corinthians.

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Bicampeão 1971, na polêmica final diante do Palmeiras. Mas o alvi-verde pode chorar eternamente sobre o gol de Leivinha ter sido com a mão ou não. O empate era tricolor e o São Paulo vencia o jogo.

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Terto foi jogador brigador e muito importante nas campanhas da Libertadores de 1972 e sobretudo, 1974, quando o São Paulo foi finalista diante do Independiente, da Argentina e Terto, um dos artilheiros da competição. Na decisão, 3 partidas duríssimas, com 1 vitória para cada lado e o jogo desempate sendo vencido pelos portenhos, em campo chileno.

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O terceiro título paulista de Terto veio em 1975, com o São Paulo tendo conquistado a taça dos invictos jogos antes, com 25 partidas invicto. Na final, uma Portuguesa briosa e de talento, que contava com Dicá, Enéas e Tatá. Vitórias para cada lado e consagração de Waldir Peres, no primeiro título pós era Sérgio Valentim.

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Em 1977, Terto deixou o São Paulo para o tricolor do Interior, o Botinha de Ribeirão. Time que, meses antes, havia conquistado sua maior façanha na história, ao vencer o Tricolor no Morumbi, pela Taça Cidade de São Paulo. Em 1979, ainda foi campeão pelo Ferrinho, no Ceará.

500 jogos exatos com a camisa do SPFC, oitavo jogador a mais vestir o manto tricolor, 85 gols. Um guerreiro tricampeão!

Saudações Tricolores!

Crédito-imagens: site oficial do SPFC, revista Placar, Terra, blog Tardes de Pacaembu.

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Os mais importantes: Bezerra

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Olá nação tricolor!

Juvenal de Souza, o Bezerra, nasceu em 5 de setembro de 1949.

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No São Paulo, construiu uma bela história, entre 1976 e 1980, ano de sua despedida não apenas do Tricolor, mas também da carreira, devido a um problema de saúde constatado em sua cabeça. Ainda jogaria profissionalmente 2 anos depois de deixar o SPFC, mas em times de menor expressão, pelo interior de SP e MG.

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Bezerra teve marcas pessoais simbólicas no Campeonato Brasileiro de 1977, que teve sua final decidida no Mineirão lotado, já no ano de 1978. Participou, ao lado de Chicão, de toda campanha do título e foi dele o gol decisivo nas cobranças de pênaltis, vencida pelo São Paulo por 3 a 2 (Peres e Antenor também converteram, enquanto Waldir Peres garantia a catimba e tensão nos atleticanos, que erraram 3 penalidades).

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Jogador de futebol simples e eficiente, marcação firme, saída de jogo de cabeça erguida, conquistou a torcida pela dedicação ao clube, em um Tricolor que ficou marcado como time de raça, durante a segunda metade dos anos 70.

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Mas a doença do zagueirão traria riscos, se continuasse jogando. Assim, o São Paulo amparou o atleta emocional e materialmente, com a diretoria tricolor garantindo tudo que fosse necessário, até que Bezerra tivesse a aposentadoria concedida.

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O jogo-despedida ocorreu no início de 1980, um amistoso contra o Flamengo no Morumbi, com direito a convidados especiais (Paulo Roberto Falcão pousou de helicóptero no gramado).

O time de Zico era a grande potência nacional da época (seria campeão do mundo em 1981), nada mais pomposo. Foi o jogo que marcou também a estreia de Ailton Lira no São Paulo, meia vindo do Santos com grande expectativa, mas que acabou jogando apenas uma temporada.

Bezerra foi homenageado e saudado pela torcida, em emocionante ato de gratidão. Afinal, foi um dos protagonistas do primeiro título que colocou o São Paulo no topo do futebol brasileiro.

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Se Hélio Silva, o folclórico diretor-presidente da extinta T.U.S.P. (Torcida Uniformizada do São Paulo) conduzia algum atleta pelo gramado, era porque o jogador tinha seu valor de idolatria com a nação tricolor. Assim foi também com Bezerra, em ato final de gratidão.

Saudações Tricolores!

Crédito-Imagens: Placar, Gazeta Press, blog Soberano Arruda.

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Falcão: O Rei de Roma no São Paulo

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Olá nação tricolor!

Paulo Roberto Falcão, o Falcão, nasceu em 16 de outubro de 1953.

A história do lendário jogador que nasceu nos campos colorados do Internacional (1973 a 1980) e conquistou a Roma (1980-1985) pela sua classe, teve uma passagem campeã pelo São Paulo, porém, não tão protagonista quanto se imaginava.

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Falcão foi contratado com grande pompa pelo São Paulo, na primeira gestão de Carlos Miguel Aidar. Chegou no Morumbi com 27 anos e grande recepção em amistoso contra seu time de coração, com mais de 50 mil torcedores na partida que ficou marcada pela bola laranja e vitória tricolor por 1 a 0.

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Um ano antes, a Roma havia feito um amistoso no Morumbi, com Falcão e também Toninho Cerezo na sua esquadra. O jogo terminou 0 a 0. Teria sido o começo do sonho?

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Em 1985 o São Paulo ganhava contornos de esquadrão, mas ainda era um time inconstante, com os Menudos do Morumbi, Silas, Muller e Sidney, alternando boas e más jornadas e Careca começando a desequilibrar. O Paulistão era um campeonato extenso, de maio a dezembro. Falcão chegou e trouxe o status que faltava. Mas Cilinho, treinador com fama de avesso a estrelas, contava e não abria mão de Márcio Araújo, modesto volante, na cobertura da defesa.

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Falcão teve dificuldades físicas no começo e com isso, ficou ainda mais complicado com o treinador. Somente nas fases decisivas, conseguiu o seu lugar para a arrancada do título. O toque refinado na bola apareceu nas semifinais e finais.

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O Rei de Roma merecia mais um título no Brasil e o teve, sendo campeão paulista de 1985, antes de encerrar a carreira, após a Copa de 1986 no México, onde foi convocado ao lado de Oscar, Silas, Muller e Careca.

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Mesmo com poucos jogos (apenas 15), sua classe enobreceu o Tricolor.

Saudações Tricolores!

Crédito-Imagens: Placar, Terra, blog Soberano Arruda, Gazeta Press, blog Anotações Tricolores de Alexandre Giesbrecht, Acervo O Estado de São Paulo.

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Grandes ídolos do São Paulo, por Carlos Port: Miranda

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Olá nação tricolor!

João Miranda de Souza Filho, o Miranda, nasceu no dia da independência do Brasil, 07 de setembro. Em 1984.

Um breve resgate histórico: nos anos 50 e 60, o São Paulo trocou a classe de Mauro Ramos pela raça de Bellini. Entre 2005 e 2006, ocorreu o contrário. Saiu a raça de Lugano, chegou a classe de Miranda.

Zagueiro que marcou o período de glórias jamais alcançadas por nenhum outro grande clube do país. Miranda foi protagonista do inédito tricampeonato brasileiro, façanha que só o São Paulo conseguiu na história.

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Após a Libertadores 2006, Miranda chegava ao Tricolor ciente da responsabilidade de ser o novo líder da zaga. Assumiu com total personalidade a incumbência e ao final do ano, o São Paulo levantou a taça de campeão nacional, após 15 anos de espera.

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Dono absoluto da posição, atingiu o ápice em 2007, quando a defesa são-paulina tomou apenas a baixíssima e espetacular média de 0,47 por jogo. Companheiros de zaga como Breno, André Dias e Alex Silva, contribuíram e muito para tamanha robustez. Mas o craque era ele, Miranda. O segundo título brasileiro consecutivo foi a consequência.

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Sua participação internacional mais marcante foi diante do Boca Juniors. O SPFC foi o primeiro time brasileiro a eliminar os xeneizes na década de 2000, na Sulamericana também no ano de 2007.

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Na campanha do Tri, a grande arrancada. 11 pontos atrás do líder, em um segundo turno quase inteiro de invencibilidade, 18 partidas sem perder. Assim, o São Paulo desafiou os matemáticos e se tornou tri-hexa.

O São Paulo perdeu força nos anos seguintes, mas seria inimaginável exigir uma quarta conquista consecutiva. Todos queriam parar o Tricolor e se fortaleceram. Além disso, grandes renovações ocorreram nos quadros tricolores.

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Miranda permaneceu até o primeiro semestre de 2011, após a decepção de não ter sido convocado para a disputa da Copa do Mundo, em 2010. Ao todo, 260 jogos com a camisa tricolor.

No Atlético de Madrid, começaria um novo ciclo de conquistas, diante dos gigantes Real Madrid e Barcelona. 5 taças em diversas competições europeias, sendo 1 campeonato espanhol. Gigante.

Técnica pura na zaga, eis Miranda!

Saudações Tricolores!

Crédito-Imagens: Ultradownloads, Terra, UOL Esporte.

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