Opinião Tricolor: #saopaulinasuniformizadas

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Salve nação tricolor!

Temporada 2017 chegando ao seu final, mas ainda há muito o que ser dito.

Os desmandos de planejamento, refletidos dentro do campo de jogo, vão muito além.

Atingem também a torcida do São Paulo, notadamente, as mulheres, que seguem ignoradas pelo marketing tricolor e fornecedores esportivos, quanto à linha de produtos oferecidos. O amadorismo não consegue enxergar uma demanda potencial de 7 milhões de torcedoras, que são obrigadas, ano a ano, a comprarem camisas oficiais infantis, agasalhos masculinos de tamanho pequeno etc

O Opinião ajudou na briga e trouxe as São Paulinas Uniformizadas, movimento criado para pedir igualdade. Parabéns Camila de Paiva, Giovanna Sanchs, Giovanna Serafim, Bruna Vasconcelos, Gabe Nogueira, Mayara Kutschen, Raiane Vieira, Beatriz Escobar, por representarem tão bem, milhões de são-paulinas, no mesmo anseio de serem reconhecidas.

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Use nas redes sociais #saopaulinasuniformizadas

No programa, além da campanha, a lembrança de 1 ano do acidente da Chape, Diego Lugano, a última rodada e um recado pra diretoria.

Confira!

Saudações Tricolores!

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Camisa: estrelas, faixas, patrocínios. Branding!

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Olá nação tricolor!

O blog abre espaço para uma propositura que poderia e deveria ser objeto de debate no Conselho do São Paulo FC, em cada ano, quando da renovação de modelos do uniforme.

A preservação de um dos maiores símbolos oficiais do clube.

A camisa do São Paulo, o manto sagrado.

Nos quesitos patrocínio, numeração e estrelas vermelhas e amarelas.

Patrocínios:

Vamos analisar primeiro os patrocínios, tão fundamentais ao futebol moderno, mas que descaracterizam a camisa 1, na sua concepção original, ou seja, faixas um pouco mais altas, próximas ao peito.

Nos anos 80 (entre 1982 a 1987), anunciantes ainda estavam abaixo das faixas da camisa do São Paulo. A partir da década de 90, a posição das marcas subiu, alterando a formatação do manto tricolor. Jamais voltaram para debaixo das faixas.

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*Alguns argumentarão que é pela visibilidade da TV, mas o Coritiba está aí para provar o contrário. Vide uniforme 1 do clube paranaense, que manteve o respeito à posição das suas faixas.

Recomendo a visita do blog do Thiago Pulzatto, que fez um belo trabalho de pesquisa das fases da camisa tricolor: https://omantotricolor.wordpress.com/camisa-um/

Recuperar as faixas mais perto do coração deveria ser condição mister para cada possibilidade de novo patrocínio.

Uma prova de respeito incondicional, um manual de marca.

Estrelas:

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Nos anos de 1952 (como atleta do São Paulo) e 1956 (representando o Vasco da Gama), o lendário Adhemar Ferreira da Silva, conquistou recordes olímpicos e mundiais, ao ser medalhista olímpico, na modalidade salto triplo, consecutivamente em duas Olimpíadas, Helsinque e Melbourne.

Tais façanhas eternas renderam estrelas amarelas na bandeira oficial do São Paulo FC, a partir de 1956 (não na camisa, que permaneceu intacta, com suas faixas, listras e escudo, por mais 40 anos).

saojose89  Final de 1989, bandeira oficial com estrelas amarelas

Décadas se passaram com a camisa sempre imaculada, até o ano de 1996, quando, na gestão de Fernando Casal De Rey, o São Paulo decidiu inserir as estrelas das glórias do atletismo, em sua camisa de futebol.

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Quatro anos mais tarde, em 2000, na presidência de Paulo Amaral, as estrelas vermelhas passaram a integrar a camisa do Tricolor, pelo bi-mundial 1992-1993.

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Enfim, após o Mundial 2005, no início da temporada 2006, a terceira estrela vermelha.

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Pois bem, as estrelas representam glórias tricolores, fato inconteste. Mas seriam mesmo necessárias? Ou seriam uma ostentação que restringe novas conquistas?

Já imaginaram no futuro? O São Paulo tetra, penta mundial? A estética, o design da camisa, estariam seriamente comprometidos, poluídos visualmente.

Conceitos mercadológicos, da força de uma marca, devem independer de uma “chancela” auto-intitulada.

Outro problema conceitual: o próprio Tricolor estipulou as estrelas vermelhas às conquistas mundiais. Não há uma formatação reconhecida pela Fifa ou qualquer outra entidade, que recomende estrelas vermelhas como sinônimos de conquista.

E quanto ao atletismo? Nobre modalidade, mas somos um clube que possui quase 20 milhões de torcedores movidos por futebol e por este esporte, é que a camisa deveria conter qualquer homenagem.

Devemos gratidão e reverência a todo aquele que representou o manto tricolor, em qualquer outro esporte, com maestria. Porém, se um outro atleta olímpico no futuro, patrocinado pelo São Paulo, for medalhista de ouro e recordista mundial novamente, teríamos também outra estrela amarela na camisa?

Somente nas Olimpíadas de 1952, Adhemar representou o São Paulo. Em 1956, já era atleta do Vasco da Gama, quando foi bicampeão. As estrelas são pelos recordes mundiais (e olímpicos) batidos em 1952 e 1955. Marcas belíssimas, mas seriam para justificar eternidade?

Temos um campeão mundial de boxe, Eder Jofre, no ano de 1960. Se as estrelas valem pra Adhemar, deveriam valer pro boxeador tricolor também. Fato que já lutava profissionalmente, mas até hoje o São Paulo ostenta sua façanha.http://www.saopaulofc.net/noticias/noticias/historia/2015/11/18/ha-55-anos,-eder-jofre-conquistou-o-mundo-pela-primeira-vez/

Maurren Maggi, campeã olímpica, quando passou a ser atleta do SPFC em 2010, sonhou em colocar a terceira estrela amarela, em caso de uma nova conquista. A pergunta é: onde seria? http://www.saopaulofc.net/noticias/noticias/futebol/2010/2/23/maurren-quero-colocar-uma-estrela-no-simbolo/

Se o clube, com suas marcas vencedoras em outras modalidades, quiser homenagear ídolos do passado ou outros que possam vir a representar o São Paulo no presente e futuro, existem diversas formas, objetos de autorizações estatutárias.

A camisa do São Paulo é do Futebol Clube, acima de tudo! Reconhecida como tricampeã do mundo em qualquer parte do planeta, sem que estrelas precisem contar isso.

Portanto, recuperar a tradição do escudo, sem a necessidade de auto-ostentar estrelas, seria um grande ato do São Paulo.

Além do mais, é um ato de justiça com o passado, pelos 66 anos que a camisa do São Paulo foi muito vencedora, sem estrelas, com ídolos para sempre.

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A primeira camisa, a partir de 1930, de Friedenreich e cia, não é “menor” que aquela com estrelas. Muito menos, a da era do Rolo Compressor de King, Leônidas da Silva, Sastre, Teixeirinha, a linha média de Bauer Ruy e Noronha e inesquecíveis craques do Tricolor na década de 40. O período de De Sordi e Zizinho, Gino, Maurinho, Canhoteiro, os títulos dos anos 50. Roberto Dias e os guerreiros que defenderam o São Paulo na construção do Morumbi, nos 60. O estádio pronto, a explosão de títulos a partir de Sérgio Valentim, Gerson, Fórlan Pedro Rocha, Toninho Guerreiro, Mirandinha, Chulapa, Chicão, Zé Sérgio, nos 70. A Máquina Tricolor e os Menudos do Morumbi nos 80, com Gilmar, Oscar e Dario Pereyra, Renato Pé Murcho, Silas e Muller, Careca, Pita e o Rei de Roma. Os mágicos anos 90 de Telê, Rei Raí, Cafu, Zetti. Muitos outros heróis completam a lista desses lendários tricolores.

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Seriam menos campeões por não terem estrelas amarelas ou vermelhas em suas épocas? Claro que não!

Números:

Ainda existe a abordagem dos números e suas tipografias, que fazem com que o São Paulo, em diversas temporadas, corte suas faixas e listras para inserí-los.

Novamente, volta à tona o argumento da visibilidade das transmissões de televisão. Ocorre que, durante décadas, inesgotáveis jogos foram transmitidos sem a necessidade de se “mutilar” a camisa tricolor. Basta uma fonte forte e grande, para o problema estar resolvido, ano a ano. Dois exemplos a seguir, dos anos 80 e da década passada, já no novo século (alguma dificuldade de leitura?):

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Em cada tempo, a relevância das conquistas foi se transformando. Vencer um campeonato estadual já foi tão valioso quanto a mais alta performance internacional, nos dias atuais.

O escudo tricolor, o coração de cinco pontas, o diamante belo do Tricolor Paulista, é magnífico, imponente e poderoso por si só!

Bem como sua camisa, preservada na altura e extensão de suas faixas e listras.

Pense nisso, São Paulo FC!

Saudações Tricolores!

Crédito-imagens: Site oficial do SPFC, Revista Placar, UOL Esporte, blog O Manto Tricolor, de Thiago Pulzatto.

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Port: a vida de um são-paulino, igual a você

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Salve nação tricolor.

Vivemos a era digital, compartilhada com nossos sentimentos, emoções e lembranças, da vida real na arquibancada.

A diferença é que no Morumbi ou em qualquer outro estádio, somos um entre milhares. Nas redes sociais, somos conhecidos entre milhões. Com um detalhe, a internet é fria e nunca mostra, quem realmente somos.

Segue aqui, o meu relato de quem ama o São Paulo, desde o escudo na porta da maternidade, junto de uma luvinha de boxe. Nascia um neto e filho de são-paulinos.

Aproveito até pra comentar que a narrativa é cópia de uma resenha que tive com um desses torcedores, que gostam de me atacar na redes sociais. O conheço? Não. Fiz algo pra ele? Não. Mas o mundo virtual é assim, aí o real pode transformar isso em algo melhor. Ou não.
Comecei no estádio em 1979, levado pelo meu pai, que era viciado em Morumbi. 80 vi meu primeiro título da cativa, mas éramos aquela família que ia em todo jogo, fosse clássico ou São Paulo x Francana, sempre com os mesmos 2000 no estádio. Era o tempo da torcida de final, que a do São Paulo representava.
No Morumbi com meu velho, vibramos com a Máquina Tricolor do bi 80/81 e sofremos com Baltazar e com as sofridas perdas do tri em 1982, além de 1983. Veio a transição no time. Nasciam os Menudos do Morumbi, que assombrariam o futebol paulista e brasileiro. O orgulho da glória voltaria.
86 entrei na Dragões ainda adolescente, 89 fui pra Independente onde fiquei até aquele fatídico 95. O futebol ganhava contornos de violência lastimáveis. Não eram só as glórias de Telê e os jogos de mais de 100 mil no Morumba, que me acompanhavam. Estava no campinho do Nacional, em 1992, quando morreu o garoto da Gaviões, naquele incidente deplorável de surrealismo. Nas caravanas que fazia com a torcida, a vibe era misto de emoção e tensão. Com a proibição das torcidas, saí das TOs.
Depois comecei a assistir jogo na minha, perto do refletor, período que conheci um pessoal show de bola, no fim dos anos 90. Me chamavam de Carlos Miguel na época. Fui nessa pegada até 2011, qdo fiz parte da criação da rádio SPFC Digital e assisti 3 anos seguidos na inferior, nos estúdios em parcerias com o Santo Paulo, Nobel e Stadium. 2013 sai da rádio e meu pai tricolor contraiu câncer, tempo onde fiquei 1 ano com ele internado, na fé, interrompendo jogos no Morumbi mas sempre com o jornal do lado, acompanhando tudo. Ah sim, sendo massacrado pelo meu apoio ao Aidar, um puta presidente do passado que acabou traindo a confiança de todos nós.
Ali haters começaram a querer destruir minha imagem no Twitter, sem jamais conseguir. Deus é sempre mais. A Cruz Sagrada Seja Minha Luz. Meu velho teve alta, hoje quando colo no estádio, levo um senhor apaixonado pelo SPFC de 79 anos, ostomizado, de bengala, mas louco pelo Tricolor feito o filho.
Foi promessa que fiz pela alta dele, ele estar, sempre que possível, comigo nos jogos, quando pudermos ir. Quando não estava comigo nesses últimos anos, é porque eu estava cobrindo tudo do Tricolor, CT 2015 (apoio antes do Santos), CT 2016 (o protesto da dita invasão), CT 2017 (a bela escolta). Ou quando saio das gravações do Opinião Tricolor e vou direto pro Morumbi, que é ao lado da nossa produtora.
Hoje não quero saber de situação ou oposição, apesar do meu apoio ao multi-campeão Pimenta, derrotado pelo sempre perdedor Leco. O sofrimento como nunca antes sentido pela nação tricolor, tem nome e sobrenome: conselho do clube.
Os dois lados da política são-paulina tem podridão (sendo justo, há também as exceções dos brilhantes), seja como for, hoje só quero a profissionalização do clube, senão estamos fodidos. Somado a era de desmandos, um aparelhamento surreal de blindagem de fracassos. Os “super são-paulinos” que, sinceramente, não sei como dormem com a consciência em paz, diante de suas benesses.
Sim, esta coluna tem palavrão que é como se fosse o nosso papo reto de arquibancada. Não é linguagem rebuscada que posso fazer, como formado em Direito que sou.
SPFC, que perdeu 34 dos 35 últimos campeonatos, com os mesmos no poder. Meu bom combate é esse, somado aos cerca de 600 a 700 jogos que fui no Morumbi/Pacaembu na vida e outros cerca de 200 a 300 fora de SP, em 37 anos com o Tricolor. Alguns destes, sem perder um jogo sequer, época que o SPFC fazia mais de 80, 90 partidas, por ano, como em 1992 e 1993.
Hoje em dia, jogador reclama de cansaço, com 65 jogos na temporada. Saudades eternas do passado… viva Telê.
Acima de tudo, esta coluna é um MUITO OBRIGADO por você que acredita na minha luta, de um simples torcedor, apresentador e blogueiro, que conheceu o SPFC imbatível, temido e vencedor e o quer de volta, para as gerações de crianças e jovens, que só ouviram falar de quão grandes éramos…claro, para nós mesmos também, que hoje somos inconformados com a destruição que a perpetuação do poder fez ao Tricolor.
A você, meu inimigo ou hater, apenas a mensagem, busque valores elevados e saiba que o seu problema comigo é só seu, não meu.
No mais, saudações tricolores.
Salve o Tricolor Paulista!
Carlos Port
Opinião Tricolor

Opinião Tricolor: A pior crise de identidade da história do São Paulo FC

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Salve nação tricolor.

O São Paulo está salvo do rebaixamento, no Campeonato Brasileiro 2017.

Repetiu o “sucesso” da missão de salvamento, tal qual em 2013 e 2016.

Muitos batem no peito e dizem, com orgulho, “time grande não cai”.

Sim, é um orgulho.

Mas não pode ser mais, uma razão.

O Tricolor paulista vive a sua pior crise de identidade, em seus 87 anos de existência e glórias.

“As tuas glórias, vem do passado”.

Porém, o presente, principalmente, o futuro, são chagas no São Paulo.

A perpetuação do poder, com o mesmo grupo político comandando o clube, já supera 1 década e meia. 15 anos dos mesmos, ditando os caminhos são-paulinos. Sim, é necessário o reconhecimento da ascensão e ápice, que alguns desses personagens tiveram, ao longo de todo esse tempo. O retorno à Libertadores após 10 anos, a conquista do Tri da América e do Mundo, o Tri-Hexa nacional, fantásticos.

Porém, é fundamental ter a consciência do declínio e da tragédia que se tornou, a manutenção do “establishment”  tricolor. Desde 2009, 35 campeonatos disputados, 34 perdidos, sem sequer, disputar uma final. Apenas a Sulamericana 2012, intermediária taça do continente, quebrou esse círculo vicioso de fracassos, como nunca outrora vistos, no Morumbi.

Ao mesmo tempo, a pior sequência de resultados em clássicos, nos retrospectos. Jamais o aproveitamento diante dos 3 grandes do estado, foi tão ruim, como a partir do último Brasileirão, conquistado em 2008.

Mata-matas, então, trágicos. 7 eliminações em Libertadores, para rivais nacionais, na era do juvenalismo e dos seus herdeiros do trono, atuais. Desclassificações para times de séries B, C, até D, do país, em certames estaduais, Copas do Brasil e disputas sudacas. Até vergonha de perda de vaga, para time “obrero” (de bairro) argentino, ocorreu.

O ocaso de Juvenal Juvêncio, os últimos anos de poder, foram lastimáveis, péssimos; o retorno de Carlos Miguel Aidar foi traumático e escandaloso; até o sonho de Leco, ser presidente do São Paulo, ocorrer. O ponto “máximo” do fundo do poço.

Ou será que é possível afundar ainda mais?

Não se pode afastar essa possibilidade, visto que o São Paulo tem errado em tudo.

Parou no tempo, na questão vanguarda administrativa. Reformulou estatuto, mas segue com as mesmas práticas paternalistas e eleitoreiras. O cargo pelo voto. A notoriedade de conhecimento, exigida no papel, não existe em áreas vitais de receita para o clube, que é uma nação. Se fosse um país europeu, o São Paulo teria a décima primeira população. Gigante. Mas tratado feito clube social de bairro.

Um descalabro. Pequeno poder, benesses, favores, aparelhados de mídia, alinhamentos por blindagem. Um microcosmos do Brasil dos conchavos.

Como se Lula fosse JJ (aliás, era petista fervoroso), Aidar a Dilma que foi deposto(a) e Leco, seria o Temer que todos odeiam, a não ser os que dele tem algum acolhimento vantajoso politicamente. Já o Conselho do SPFC, deplorável, tal e qual o Congresso Nacional. Salvo brilhantes exceções.

A bancarrota de conquistas não foi por acaso. O São Paulo se permitiu diminuir.

O mais entristecedor, é que já existe uma geração inteira, de jovens, que dominam os estádios e as redes sociais, que não conheceram o São Paulo vencedor e pensam que o Tricolor é isso.

Não é, juventude! Não permita que o “sistema” te faça acreditar que só sobreviver em competições, que só chegar em semifinais, é o São Paulo. Nunca fomos só isso! Os incompetentes perpetuados que mandam no Tricolor, é que tornaram nosso time do coração, nisso. O time que não vence clássicos em arenas novas rivais, que se contenta em não cair, com o discurso eterno de “caminho certo” e “reconstrução”.

Ciranda sem fim de treinadores, elencos montados e desfeitos, a cada temporada.

Ídolos pisoteados por quem jamais teria esse direito.

Muricy e Rogério Ceni, exemplos de um deprimente tratamento, daquele que é o atual mandatário tricolor.

Mentem para você, iludem, transferem responsabilidades, desconstroem imagens de todos aqueles que enfrentam o status quo. O tempo todo, vendem um mundo de fantasia e enganação, nas redações, blogs, sites e populares de internet, absorvidos pela máquina.

O SPFC é o clube mais vencedor do Brasil! O que tem mais pontos na era dos pontos corridos do Brasileiro, o que venceu mais vezes sem asteriscos, o título de campeão nacional. O maior campeão do mundo, o mais vencedor da Libertadores, em terras brasileiras.

Mas está perdido, sem rumo, entregue, nos últimos anos. Uma deriva oceânica.

O mais doído, alguns compactuam com todo demérito, em troca de benefícios pessoais.

Salvo os resistentes, que permanecem no bom combate. Milhares/milhões, que bradam pela renúncia desse estado pútrido de coisas.

Ações propositivas, como o voto do Sócio Torcedor, a profissionalização, o fim do coronelismo, o choque de gestão, tudo por um São Paulo que recupere a própria estima e personalidade.

Um salve, para aqueles que sabem o tamanho da grandeza tricolor e não desistirão de lutar, contra o mal que fazem ao time que já foi o símbolo, do destemor paulista.

A Resistência Tricolor seguirá.

Venha conosco.

Saudações Tricolores!

 

Carlos Port

Opinião Tricolor

Opinião Tricolor: #EuNoOpiniaoTricolor I

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Salve nação tricolor!

O nosso programa abre as portas para os torcedores que nos acompanham nas redes sociais, para que sejam os protagonistas entrevistados nas edições #EuNoOpiniaoTricolor.

Use a hashtag no Twitter, Instagram e Facebook, para concorrer a ser selecionado e participar conosco, ao vivo.

Lembrando, o Opinião Tricolor vai ao ar toda quinta-feira, 20h, ao vivo, em http://www.facebook.com/allTVBrasil.

Confira!

Saudações Tricolores!

No Twitter:

Carlos Port https://twitter.com/CarlosPort

Paulinho Heavy  https://twitter.com/PaulinhoHeavy

Torcedor convidado: Rodrigo Livorsi @rodrigo_livorsi

 

Opinião Tricolor: Grégori Claro – Instagram São Paulo News

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Salve nação tricolor!

O Opinião Tricolor fez um breve pré-jogo, antes de mais uma rodada do Brasileirão, para depois entrevistar Gregori Claro, responsável pelo maior perfil são-paulino de comunicação do Instagram, o @spfc.

Análises, bastidores, debate com independência. No programa também a Isa, nossa musa eleita em 2017 e os contemplados do Twitter, na Arquibancada do Opinião.

Confira!

Saudações Tricolores!

No Twitter: @carlosport @paulinhoheavy

SPFC, o novo Independiente?

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O Independiente, de Avellaneda, é o grande campeão da Libertadores da América. 7 títulos e predomínio em décadas passadas, em nosso continente sul-americano.

Assim como Peñarol e Nacional assombraram gramados sudacas, pela fibra e raça de outrora.

Olimpia do Paraguai também é um bom exemplo, tri da América.

Qual a relevância no cenário sul-americano desses times, nos dias atuais? Quase nula. Possuem torcidas grandes, jogam por tradição, mas sem a imposição e o temor rival.

O São Paulo, há 9 anos, atravessa o mesmo processo. É o maior campeão das Américas no país, somando todos títulos da Conmebol e o único trimundial do Brasil.

Porém, sufoca, naufraga em sua própria perpetuação do poder, que arrasa o clube, ano a ano.

Eliminações, humilhações, freguesia em clássicos, temor perdido. Nenhum time tem medo do São Paulo mais. Ninguém mais admira e aplaude a diretoria do clube, como sempre ocorria, desde 1930, a partir do juvenalismo.

A explosão em tamanho da torcida, se consolidando como terceira maior do país, não conseguiu reverter a lástima administrativa e nos gramados.

O SPFC, de “dentre os grandes, és o primeiro”, está em um processo de degradação e diminuição de tamanho, causada por fogo amigo. O pior, sem poder de reação em suas células vitais.

Nada na sociedade deu certo com poder perpetuado. Governos, clubes, instituições. Desde 2002, o mesmo grupo político domina o Tricolor. Viveram ascensão, ápice, declínio e, nos últimos 3 anos, terra arrasada.

Tento lutar contra tudo isso, até o limite das minhas forças. Diariamente, amando, apoiando, torcendo.

Mas também cobrando, questionando, exigindo, criticando. Quem ama, cuida.

Enfrentando a tática nazista de Goebbels, a propaganda de dizer 1000 vezes 1 mentira, pra que se torne verdade. A moda da vez do aparelhamento é: “quem cobra, torce contra”.

Prática torpe, vil, deplorável, canalha.

Porém, podem falar, a nação tricolor sabe quem é quem. Seguirei exigindo aprimoramento de gestão no SPFC, modernização, choque de governança ou mudança diretiva. É uma luta inglória pois, pelo visto, os conselheiros de situação que poderiam bradar, estão satisfeitos com o drama desesperador tricolor. Já os oposicionistas, sempre em minoria, minguam no que podem fazer.

Sites, blogs, influenciadores de toda uma geração que não conheceu a grandeza do SPFC, fazem com que seja disseminada essa mentira e blindam o poder, com “maestria”.

As organizadas decidiram só cobrar após o SPFC escapar da segunda divisão. Cogita-se até não cobrarem nada dos que estão no poder.

Difícil…

Ocorre que cada família tricolor vale a batalha, os amigos, a honra.

O projeto de espanholização segue firme no Brasil e as dezenas (até centenas) de milhões de reais que o SPFC ganha a menos por ano, em relação aos seus maiores rivais, por absoluto amadorismo e incapacidade, está empurrando o Tricolor da condição de protagonista, para coadjuvante, cada vez mais.

Não somos mais o Real ou Barça, o Bayern, a Juventus, os 5 grandes ingleses. Somos aquele time intermediário (ainda um clube gigante) que um dia foi um grande campeão…

Assim como o Independiente, maior da Libertadores na Argentina.

Seguirei, como simples torcedor, amando o São Paulo e o defendendo.

Até onde mais consigam destroçá-lo, a resistência sempre existirá.

Saudações Tricolores.

 

Carlos Port

Opinião Tricolor

Opinião Tricolor: #saopaulinasuniformizadas

Salve nação tricolor!

O excelente blog Olhar Crônico Esportivo, do Emerson Gonçalves, divulgou nesta década (há alguns anos), uma tabela sobre o percentual de mulheres que torciam para os grandes clubes brasileiros. Eis:

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Os números mostram uma realidade evidente: a torcida do São Paulo está sacramentada em terceiro lugar no Brasil, tanto em homens, quanto em mulheres.

Porém, o que deveria ser excelente em termos de popularidade, no tocante à fonte de receita, marketing, exploração e propagação de potencial consumidor, aumento de torcida, segue tratado de forma amadora e lamentável, pelo São Paulo FC e seus parceiros, fornecedores de materiais esportivos.

O culpado maior é o clube, depois, a marca que estampa a camisa. Afinal, ao tratar de brand, um time trimundial precisa exigir que o fornecedor atenda todos os seus públicos, notadamente, quando envolve milhões de torcedores.

Leia-se milhões de homens, que preenchem uma oferta e demanda da linha de produtos oferecidos, muito superior aquela desenvolvida para o público feminino. Um disparate este descaso!

Estamos falando de 7 milhões de torcedoras, aproximadamente, reféns do amadorismo diretivo que persegue o São Paulo, nos últimos anos. Como desprezar um contingente tão expressivo, de um público tão importante?

As mulheres se estabeleceram, definitivamente, no futebol. Milhões praticam pelo planeta, torcem, vibram, formam opinião, sofrem, vivem e respiram futebol, tanto quanto os homens. Mas são desamparadas no momento de vestirem as cores do time de coração, no Tricolor do Morumbi. Triste a visão limitada de nossos dirigentes.

Dizem que a atual fornecedora pode sair do clube, em 2018. Outros bastidores afirmam que permanecerá.

O fato é: seja Under Armour, ou quem vier, passem a tratar as são-paulinas com altivez, respeito e relevância.

Mulheres não são crianças de 12 anos, não são obrigadas a aceitar roupas em tamanho masculino ou infantil, devido à carência de produtos femininos.

Um destrato injustificável, mais um tiro no pé, da perpetuação do poder.

Afinal, são-paulinas comandam!

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Saudações Tricolores!

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Carlos Port – Opinião Tricolor

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Opinião Tricolor: Renova Tricolor

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Salve nação!

O Opinião Tricolor recebeu o movimento “Renova Tricolor”, na figura de um dos seus idealizadores e protagonistas, Israel.

Em pauta, o abaixo-assinado “Fora Leco” e bastidores da política tricolor.

Confira!

Saudações Tricolores!

No Twitter: @carlosport @paulinhoheavy – Convidado: @ighend

Opinião Tricolor: Douglas Schwartzmann

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O programa da nação tricolor recebeu o conselheiro Douglas Schwartzmann, sócio do SPFC desde 1966, de família são-paulina com legado de avô e pai.

Participou de diversas administrações tricolores, nas eras de Marcelo Portugal Gouvêa, Juvenal Juvêncio e Carlos Miguel Aidar, notadamente, com cargos relevantes em comunicação e marketing, onde se tornou personagem polêmico e emblemático.

Imperdível e revelador.

Confira!

Saudações Tricolores!

 

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Opinião Tricolor: A propaganda corintiana

Em 2013, publiquei uma coluna de palavras fortes, justamente, pra causar impacto pela força de sua verdade. Segue a republicação em 2017, já que nada mudou, aliás, piorou.

Segue:

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2012.

Apenas 102 anos após sua fundação, o Sport Club Corinthians Paulista conhecia fronteiras de glórias internacionais.

Com as conquistas da Libertadores da América e do primeiro mundial reconhecidamente de direito.

Títulos fantásticos de todo reconhecimento e aplauso.

Como mereceram Internacional, Grêmio, Flamengo, Santos e São Paulo, em suas histórias.

Porém, para a imprensa brasileira, parecia que em 2012, ocorrera o primeiro título mundial do futebol, entre clubes.

Não apenas nos programas esportivos, mas em todas os programas de grande audiência da TV, extensivo para os respectivos portais de internet.

Revistas, periódicos, jornais, seguiram o mesmo caminho.

Programas dominicais, vespertinos semanais, noturnos de entretenimento, jornais, até aqueles sem vinculação ao futebol, a grade de programação inteira da TV, se tornara absolutamente corintiana.

Uma massificação exacerbada e sem limites, que saturou desde aqueles que não ligavam para futebol e chegou a cansar, até quem torcia para o então time ainda sem estádio, mas que a parceria com o governo petista, resolveu a questão.

A diferença de tratamento, dando a entender que somente existia a tal Fiel, somente aumentou o desprazer de 85% da população do Brasil que gosta de futebol, ou seja, os não-corintianos.

Qual o senso prático disso? Por quê vincular um clube mais do que os outros na TV?

Dirão: “ibope”.

Quando, a bem da verdade, é o anti-corintianismo que funciona mais.

É esta a estratégia!

Não é a torcida do Corinthians que gera os maiores públicos da TV. É quem torce contra, a massa cada vez mais enojada, com a forma que a propaganda alvi-negra toma conta das emissoras de TV, abertas e pagas.

O share em SP, por exemplo, tem transmissões que flutuam entre 24 a 22% de média*, entre os 4 grandes clubes do estado. Mas, estranhamente, a emissora detentora de direitos paga muito mais para o “clube da mídia”.

*Públicos aumentados, obviamente, em fases decisivas ou finais de campeonato.

2017.

Seguimos vivendo um tipo de lavagem cerebral no Brasil, proporcionada pela imprensa em nome do “time do povo”, que a bem da verdade, se tornou potência como “time do governo”, no período do PT no poder nacional.

O fanático Lula não poupou esforços, até disse à época que batalharia patrocinadores.

Depois, a estatal Caixa patrocinou. Que coincidência…

Administrações paulistanas seguiram o mesmo caminho, com Kassab e Haddad. 420 milhões em isenções fiscais, sem a sociedade poder reagir ou questionar.

Empréstimo de 400 milhões ao BNDES, via Caixa.

As emissoras de TV prosseguindo na desproporção de jogos e notícias.

Você acha que é só não assistir? Está enganado.

Seu time é prejudicado, mesmo que não assista.

Porque é atingido pelo desequilíbrio de exposição pelos patrocínios, vendas de jogadores, fornecedores esportivos, novos torcedores.

Tudo porque a mídia, só fala de um. Ou majoritariamente, de um.

Sim, falam de outros, quase que pra disfarçar.

Em espaços menores nas linhas editoriais.

Sobre o termo “propaganda”.

Falamos de história, de método.

No período mais terrível da humanidade, na segunda guerra mundial, a prática de contar uma mentira 1000 vezes, para se tornar verdade, foi a tática.

Atualmente, vivemos isso no contexto da bola.

Até em queda de segunda divisão, o que era pra ser vergonha, se tornou epopeia, nos roteiros televisivos alvi-negros.

Todas as torcidas vibram e sofrem, com vitórias consagradoras ou derrotas destruidoras, mas pra maioria da imprensa em suas redações, o tal “bando de loucos” sente mais, o que é a glória ou sofrimento.

A lenda urbana diz “tem que ter sofrimento pro Corinthians”. Como se todos nós, torcedores dos nossos times, não tivéssemos sofrimento.

Frisei “sofrimento” em 3 frases consecutivas, porque é assim que o fazem.

Acordem times, reajam dirigentes!

Boicotem! Exijam igualdade!

Proíbam entrevistas, participações nos circos que promovem nos horários de almoço, nas mesas redondas.

Censura? Jamais!

Defesa! Os times estão sendo lesados. Todos, sendo prejudicados em favorecimento de um só.

Igualmente, aconteceu na era do rádio, quando o favorecido era o time da capital federal, ainda no estado da Guanabara. Os frutos são escolhidos até hoje, no N/NE do Brasil.

Ou mudamos esse estado de fatos, ou assistiremos eternamente a propaganda alvi-negra, sem a opção de equidade, entre os maiores clubes do país.

Esta nas mãos dos clubes e no poder do controle-remoto do povo.

Saudações.

 

Carlos Port

Opinião Tricolor

Opinião Tricolor: Fábio Matos

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O programa da nação tricolor recebeu o jornalista e escritor Fábio Matos, autor das obras “Roberto Dias, a vida do maior jogador do São Paulo nos anos 1960″ e “20 jogos eternos do São Paulo”.

A biografia de um dos maiores símbolos em campo da tradição são-paulina, somada às lembranças épicas do Tricolor Paulista.

Uma entrevista de orgulho pelo Clube da Fé.

O momento são-paulino em 2017, as perspectivas para o restante do Brasileirão, o apoio e a crítica construtiva, marcas registradas do Opinião Tricolor.

Confira!

Saudações Tricolores!

No Twitter: @carlosport @paulinhoheavy @fabiomatos_2

Opinião Tricolor: Nação no Opinião IV

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O programa da nação tricolor recebeu os torcedores da Resistência Tricolor, Wender Peixoto e Rafael Caprecci, para mais um debate são-paulino.

A semana no CT, as perspectivas do Brasileiro, a falta de planejamento de mais um ano dramático, a análise com isenção, o apoio com as cobranças fundamentais.

A mídia verdadeiramente independente do SPFC.

Confira!

 

Saudações Tricolores!

No Twitter: @carlosport @paulinhoheavy @PeixotoWender @Rafael_cury99

Opinião Tricolor: Pintado

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Salve nação tricolor!

Nosso programa recebeu Pintado, campeão do mundo, bicampeão da Libertadores, pra sempre ídolo de raça e devoção ao São Paulo FC.

Hoje técnico, fez parte da comissão tricolor nas últimas temporadas, até sair recentemente após Rogério Ceni.

Carreira, bastidores, emoção, depoimentos especiais.

São Paulo raiz. Confira!

Saudações Tricolores!

No Twitter: @carlosport @paulinhoheavy

Opinião Tricolor: Oscar e Dario Pereyra

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Salve nação tricolor!

O #OpiniaoTricolor recebeu em seu estúdio, mais uma vez e sempre com muita honra, a maior dupla de zaga da história do São Paulo FC: Oscar e Dario Pereyra.

Carreiras e cronologia de títulos, casos inusitados dos grandes atletas e de ídolos sagrados tricolores, em uma entrevista que também fez a análise do SPFC atual, com os devidos recados à diretoria da instituição que tanto amamos.

Confira!

Saudações Tricolores!

No twitter: @carlosport @paulinhoheavy

Opinião Tricolor: Torcida Independente

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O #OpiniaoTricolor recebeu as diretorias da Torcida e Escola de Samba, da Independente.

Futebol e samba, debatidos sem censura.

A maior torcida tricolor do Brasil, no programa mais independente do São Paulo FC!

Confira!

Saudações Tricolores!

No Twitter: @carlosport @paulinhoheavy @T_Independente

A terceirização da culpa: similaridade de Ceni e Dorival

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Salve nação tricolor.

Esta coluna tem um objetivo: te fazer pensar.

A diretoria do Leco, o dirigente que sempre fracassou no futebol do São Paulo (como diretor 2002-2003, como VP 2009-2011 e como presidente fim 2015-atual) se especializou em culpar os outros, salvo ela mesma, dos fracassos são-paulinos.

Culpa de Aidar (vale lembrar, Leco já está no cargo prestes a completar 2 anos), culpa da torcida, culpa de técnicos, culpa de jogadores que não corresponderam… em nenhum momento, assumiram culpa deles mesmos!

Rogério Ceni, o Pelé do gol são-paulino, monstro sagrado eterno, maior atleta a vestir um mesmo manto na história do futebol, foi exposto após sua demissão da experiência de treinador, com a afirmação surreal e hipócrita de que “todas as condições foram oferecidas”.

Uma ofensa de cinismo, para milhões de são-paulinos.

Chegou Dorival Junior, bom técnico, mas sem a identidade de Ceni, que não consegue fazer o São Paulo evoluir. Será que, mais uma vez, a diretoria se isentará destinando a culpa para a comissão técnica?

Sim, Ceni teve erros, Dorival já cometeu alguns também. Mas mostraremos a seguir como são os menos culpados, até na comparação dos seus equívocos, um tanto quanto similares, até aqui:

- Sidão: indicado por Ceni, iniciou o ano com a expectativa positiva dos pênaltis defendidos na Florida Cup. Mas ao longo do campeonato estadual, falhas recorrentes e até uma contusão, o tiraram do gol. A posição voltou pra Dênis, que teve atuações medíocres, até Renan Ribeiro entrar no circuito e se destacar em alguns jogos. Então, rifou o São Paulo no seu pedido de renovação, dificultando muito as coisas. Ocorre que fez isso já tomando gols de bolas defensáveis e não restou alternativa a não ser uma nova troca. Quem Dorival tinha em mãos? Pois bem, os dois contestados anteriormente.

* Sidão pode ter sido indicação de Rogério Ceni, mas fundamental destacar que a diretoria do São Paulo não ofereceu nomes de nível como opção para contratar. Assim, Ceni tinha apenas o poder do veto. Porém, diante da situação precária com Dênis, foi tentado.

** Enquanto isso, o promissor Lucas Perri, campeão pelo São Paulo de Copa do Brasil e Libertadores da categoria sub-20, sequer foi cogitado em planejamento diretivo de firmamento da base.

- Cícero: indicado por Ceni, se tornou um dos estorvos do São Paulo. Dorival Junior não quis saber do atleta, com razão. A camisa é muito grande para jogadores de pequena envergadura de comprometimento e respeito com o São Paulo FC.

- Marcinho: indicado por Ceni, insistido por Dorival Junior. Jogador de currículo e scout lastimáveis, 1 gol pelo profissional até chegar ao Morumbi. Rebaixado com o São Bernardo (antes estava no Pará) em pleno campeonato estadual, torneio há vários anos de nível sofrível.

Exemplos acima de indicações e insistências (salvo Cícero) que não condizem com o tamanho do Tricolor Paulista. Ou seja, seriam teoricamente erros do novato Ceni e do experiente Dorival.

Ocorre que aí vem a pergunta crucial: Quem os treinadores tinham como opções?

Cobraram Ceni e agora cobram Dorival, em um São Paulo que vendeu suas maiores pérolas da base em 2017 (Neres e Araújo), que perdeu Thiago Mendes, destaque do time em temporadas passadas, que para cada acerto de um Pratto, vinham erros em baciada, como Douglas, Thomaz, Marcinho, Denilson, Neilton, Edimar, Wellington Nem (trazido com salário de super atleta, sem o devido cuidado com seu histórico cirúrgico e clínico das últimas 3 temporadas, amadorismo inacreditável).

Além de Pratto, em meio a tantos erros, diretoria acertou também com Jucilei, mas como Ceni e, agora Dorival, montariam um time à altura das tradições do SPFC, com o péssimo Bruno, mantido e de contrato renovado. Com o esforçado mas limitadíssimo Buffarini. Com Junior Tavares e Cueva, desfocados da carreira?

Ou seja, para os poucos acertos de contratações de Leco/Pinotti, ocorreram muito mais erros e o pior, a ausência total de comando de vestiário da diretoria de futebol. Vinicius Pinotti não é do ramo, é engolido pelo elenco. Fraco, sem autoridade, desprezado até pelos gringos conceito UEFA, que Ceni trouxe e já deixaram o clube.

Um diretor de futebol sem voz e ascendência em uma equipe, é um peso. Sobrecarrega o treinador e permite falta de unidade e desleixos. Pinotti tem a virtude de ser são-paulino fanático. Mas nunca será o bastante. É preciso conhecimento da área e respaldo no ambiente boleiro. Se ama o São Paulo mesmo, deveria entregar o cargo.

Já o presidente, segue o exterminador de ídolos. Muricy, Pintado, Ceni, vastas glórias e identidade em suas trajetórias tricolores, caíram nas mãos de Leco. Lugano, renovou pra ser desprezado. O pior presidente da história, em capacidade administrativa e carisma. Indiscutivelmente.

Abaixo de ambos, um departamento de desempenho patético, que veio do rival SCCP, basta ver o plantel tricolor. Jogadores horrorosos, com histórico de lesões, sem projeção e envergadura de realidades ou promessas.

Uma junção de Ceni e Dorival seria interessante, à época. Se Rogério fosse coordenador e Jr técnico, poderiam ter aliado a identidade são-paulina à experiência e bom trato com jovens promessas, o jeito mais “arrogante” ao perfil agregador. Aliás, fica a mesma dica para uma tentativa de Muricy/Dorival, amigos que se respeitam e teriam muito a agregar juntos. Duro é saber que com Leco, isso fica difícil.

Portanto, os erros dos treinadores recaíram na mesma máxima: não se faz um omelete sem bons ovos.

A diretoria é a causa e maior culpada, os erros dos treinadores foram somente a consequência, da pior gestão de futebol que o São Paulo já teve.

Foco nos maiores responsáveis e cobranças certas, são-paulino!

#RenunciaLeco #ForaPinotti

Saudações Tricolores.

 

Carlos Port

Opinião Tricolor

Opinião Tricolor: Andreas Kisser

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Salve nação tricolor!

O #OpiniaoTricolor recebeu Andreas Kisser, cidadão são-paulino reconhecido no mundo, em mais uma noite do movimento Resistência Tricolor.

O São Paulo debatido na veia, o bom combate em nome do Clube da Fé.

Em nosso estúdio também, a grande vencedora do concurso #MusaOpiniaoTricolor ação parceira com a São Paulo Mania Tatuapé, a melhor loja do SPFC do Brasil.

Confira!

Saudações Tricolores!

No Twitter: @carlosport @paulinhoheavy @andreaskisser @_spfcR

Se eu fosse o presidente Leco

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Salve nação tricolor!

Esta coluna será papo reto, sem mais protestos indignados (já fizemos todos possíveis).

Apenas propondo ações, bora?

Se eu fosse presidente Leco, do São Paulo FC:

1) Demitiria Vinicius Pinotti. São-paulino fanático, sem dúvida alguma. Porém, isso todos nós somos. É preciso conhecimento, experiência e reconhecimento do mundo boleiro (não necessariamente sendo um) pra assumir uma diretoria de futebol de um clube tricampeão mundial.

2) Demitiria departamento de desempenho. Veio de rival, indicou muito mais jogadores que não são à altura do São Paulo FC do que bons nomes, teve inobservância ou omissão com questão de lesionados e scouts deploráveis. Não é possível o número de medíocres que o SPFC contratou, desde que chegaram. Nos treinos, o time não evolui em fundamentos e individualmente são estagnados, atribuições que eles teriam que auferir também.

3) Demitiria diretores que não são de notório conhecimento de área, como rege o novo estatuto. O São Paulo continua com cargos vitais, que poderiam ser geradores de muita receita, ocupados politicamente e não por meritocracia reconhecida no mercado. Pior, deveria ser obrigação do presidente cumprir o que manda a nova carta magna tricolor.

4) Negociaria jogadores que não deveriam nem ter sido contratados, fazem a folha de pagamentos ser elevada, são dispersos, descomprometidos, incapazes, tecnicamente sofríveis, não conhecem a história do São Paulo Futebol Clube e só provam a incapacidade histórica do presidente em gerir o futebol da instituição.

5) Pediria desculpas públicas pelo estrago feita na imagem de Rogério Ceni, um dos maiores monstros sagrados da história do Tricolor Paulista. Contratado antes das eleições, foi plataforma e nas suas mãos, viu o São Paulo perder as joias da base, contratar jogadores meia-boca como reposição, ter diretor amador do lado, não poder prosseguir com sua comissão de curso UEFA, que se cansaram do amadorismo.

6) Faria ingressos populares em todos os jogos, até o final de 2017. Sim, já estão baratos para STs, mas a questão exige acesso a todos. Bilheterias de volta à arquibancada. O Morumbi é pago. Diferente das arenas rivais. Podemos colocar o valor que quisermos.

7) Não dá mais tempo de contratar ninguém de peso, infelizmente. Portanto, não é possível sugestionar. Mas que seja lição para as próximas temporadas. Grande jogador se paga, gera renda, ganho técnico, personalidade e mkt (quando tratado profissionalmente).

8) Faria uma coalização política de forças antagônicas dentro do clube, até em cargos importantes. Só soma de esforços salvará o SPFC da segunda divisão.

9) Pedirão perdão por ter sido o pior presidente da história do SPFC.

10) Por fim, renunciaria.

Saudações Tricolores.

Opinião Tricolor: Roberto Rojas

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O programa da nação tricolor recebeu o ícone Roberto Rojas, personagem emblemático na história do São Paulo e da seleção chilena.

Rojas foi goleiro, preparador de goleiros, auxiliar técnico e treinador que reconduziu o Tricolor para a Libertadores da América, após 10 anos de ausência.

Bastidores imperdíveis, de um vencedor da vida.

Confira!

Saudações Tricolores!

No Twitter: @carlosport @paulinhoheavy

Opinião Tricolor: SPFC Raiz

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O programa da nação tricolor recebeu Ricardo Flaitt e Roney Altieri, do SPFC Raiz, novo projeto são-paulino que vai ao ar todo sábado, das 14h às 15h30, na rádio Trianon, 740 AM.

Em pauta, os bastidores da maior crise do SPFC. A importância do torcedor e os caminhos para o Tricolor Paulista superar a perpetuação do poder, que afunda o time cada vez mais.

Confira!

 

Saudações Tricolores!

No Twitter: @carlosport @paulinhoheavy

Opinião Tricolor: Dragões da Real

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Dragões da Real no Opinião Tricolor!

O programa da nação tricolor recebeu André Azevedo, presidente da Dragões da Real.

Em pauta, Rogério Ceni, o SPFC atual e seus problemas político-administrativos.

Análise dos rumos são-paulinos, para a correção de anos de desmandos, desmanches, más contratações, ciranda de técnicos e “amadorismo soberano”.

Saudações Tricolores!

 

Carta aberta ao São Paulo FC: Renuncia Leco

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São Paulo, julho de 2017.

Diz a máxima: a vida é feita de escolhas.

Sem dúvida que sim.

Ao longo da minha, escolhi o São Paulo pra amar, desde o nascimento. Fato que já era amor de pai e avô, porém, lembro do encanto de criança, de ver as bandeiras tricolores tremularem no Morumbi, de contar os dias para chegar a quarta-feira à noite, ou o domingo a tarde, pra voltar pro estádio. Assim cresci.

Se o espetáculo da torcida era belo, os times também eram.

Os anos 70 haviam sido fantásticos, com o Morumbi concluído e o São Paulo campeão desde Laudo Natel presidente (1970-1971) e maravilhosos jogadores como Gerson, Pedro Rocha, Toninho Guerreiro, Forlan, Roberto Dias e outros tantos, Muito pequeno, não me lembro do São Paulo de Minelli, com Henri Aidar presidente, vencer o primeiro Brasileirão, ode 1977, calando um Mineirão lotado, com o monstro Chicão, Deus da raça e a catimba de Waldir Peres, comandando 11 guerreiros.

Já estava no Cícero Pompeu de Toledo quando a Máquina Tricolor dos treinadores Carlos Alberto Silva e Formiga, com Galvão presidente e os lendários Serginho Chulapa, Zé Sérgio, Renato, conquistaram o bicampeonato paulista e foram finalistas do campeonato nacional.

Já adolescente, tive o privilégio de ver os Menudos do Morumbi, Muller, Silas, Sidney, com a arte de Careca e Pita, Gilmar no gol, a zaga mantida dos imbatíveis Oscar e Dario, o refinamento de Falcão, o timaço de Cilinho, com Carlos Miguel Aidar presidente. O São Paulo encantou o Brasil, foi base de Copa de Mundo, ao vencer mais um Brasileiro e dois estaduais, derrotando o maior rival paulista, aquele que sonha ter um dia, tudo que já conquistamos.

Ao final dos anos 80, o Tricolor se consolidava como time da década, findando com mais um título estadual, no primeiro mandato de Juvenal Juvêncio.

Mas o melhor ainda viria. Anos 90. Telê Santana, contratado pelo presidente Pimenta, junto de uma comissão técnica que marcaria época e Raí e Zetti sendo eternizados, junto de outros craques. 23 títulos ao todo, computando os campeonatos e torneios, sendo 10 de magnífica relevância. 2 Paulistas, 1 Brasileiro, 2 Recopas, 1 Supercopa, 2 Libertadores, 2 Mundiais. Com Muricy assistente de Telê e De Rey presidente, vieram a Conmebol e depois o Paulista no retorno de Raí e Nelsinho Baptista técnico, na transição de mandato para Bastos Neto.

Eram tempos difíceis. O São Paulo concorria contra co-gestões milionárias e havia passado anos destinando recursos para a reforma do Morumbi. Ainda assim, mais duas taças com o presidente Paulo Amaral, o primeiro Paulista dos anos 2000 e o inédito Rio-SP, com Levir Culpi e Vadão técnicos, respectivamente. O mundo conheceria Kaka e um certo goleiro-artilheiro iria ainda mais longe.

Já eram 10 anos ausentes da Libertadores, mas o presidente saudoso Marcelo Portugal Gouvêa, chegara pra marcar época. Conduziu o Tricolor de volta a sua obsessão, para ser novamente campeão. Tricampeão. Em um processo que envolveu vários comandos técnicos, iniciando com Rojas e Milton Cruz, passando por Cuca, Leão e Paulo Autuori. Este último, viajou ao Japão, mas o verdadeiro comandante chamava-se Rogério Ceni. São Paulo tricampeão do mundo.

Reconduzido à presidência após ser diretor de MPG, Juvenal Juvêncio entraria de vez para a história do São Paulo, ao conquistar o inédito tricampeonato brasileiro consecutivo, façanha jamais atingida por qualquer grande time do país. Ao lado de Muricy Ramalho, “aqui é trabalho, meu filho”, técnico eterno nos corações tricolores. Não eram escretes fantásticos, porém, fizeram da competitividade a sua marca.

Porém, como disse no começo dessa viagem tricolor no tempo, a vida é feita de escolhas…

Falando em tempo, existe o momento do crescimento, ápice e declínio. O juvenalismo perpetuou e o São Paulo não se encontrou mais. Apenas um título continental mediano, em 2012. E nada mais. Pelo contrário, chegaram os tempos de humilhações, vexames, vergonha.

Neste cenário perdedor, entra o atual presidente do clube, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco. Dirigente que tem a palavra “derrota”, em sua trajetória no São Paulo FC.

Não se trata de questão pessoal, é história. Desejo tudo de bom para a saúde e vida pessoal do mandatário são-paulino, mas é mister que ele renuncie ao cargo de presidente, ao qual foi reconduzido por um Conselho que também é motivo de desilusão, para a nação tricolor.

Vejamos a caminhada de Leco, como dirigente do São Paulo:

Em 2002, assumiu a diretoria de futebol pela primeira vez. Perdeu dois campeonatos diferentes, para o mesmo rival alvi-negro, em 18 dias. Filme que se repetiu em 2003, diante do mesmo adversário. MPG, sabiamente, o substituiu por JJ. O resultado todos sabem.

Porém, no São Paulo, a meritocracia do futebol é menor diante da força entre conselheiros. É a área social do clube, absurdamente, que decide o destino do futebol profissional. Leco, afastado por MPG, voltaria então com JJ, para ser vice-presidente de futebol, em 2008.

Os problemas começariam outra vez. Os resultados negativos e deploráveis também.

Muricy Ramalho sabe bem disso e acabou sendo demitido, em 2009. Ronaldo Fenômeno, no mesmo ano, disparou em rede nacional usando o termo “babaca” para se referir ao VP tricolor, em mais uma perda de título tricolor, para o rival. Tabu de 11 jogos sem vencer e tempos de tomar 5 a 0 no Pacaembu, de ciranda de técnicos, de fila de títulos. Até que JJ se cansou e tirou Leco do cargo. Um ano depois, “coincidentemente”, o SPFC voltaria a ser campeão.

Eleições 2014. Leco apoiou Aidar e foi o indicado para a presidência do Conselho Deliberativo. Se é presidente hoje, foi por essa razão inicial. Pois, após o mandato trágico do retorno de Aidar, o ex-presidente campeão do passado mas que se perdeu totalmente, Leco foi levado a presidência interina por ser o cargo maior do CD. Se elegeu em seguida, diante de uma oposição inexistente. Se reelegeu diante de uma oposição fortalecida, mas que perdeu para ela própria, em erros de campanha.

O resultado da escolha do Conselho: novamente, desastres nos campos. Em 2016, o São Paulo conseguiu ser eliminado para times de séries C e D do futebol brasileiro e teve risco de cair no Brasileiro. 2017, o enredo da vergonha se repete em escala nunca antes vista. Eliminações no estadual, na Copa do Brasil, na Sulamericana (diante de um time de bairro argentino). O maior ídolo da história do clube, Rogério Ceni, convidado pra ser técnico antes das eleições, foi exposto, viu o time ser desmanchado e foi demitido após poucos meses. O Tricolor, novamente, está na zona de rebaixamento do Brasileiro, sem rumo, desesperado, apático, mal preparado fisicamente, o Reffis deixou de ser referência, as contratações péssimas superam em muito as boas.

Leco diminui o São Paulo. O histórico não deixa mentir.

Acredito que seja são-paulino de coração. Mas está comprovado e dizem, nos corredores do Morumbi, que Juvenal sempre afirmava “não pode ser presidente”.

Não pode mesmo, JJ, esteja onde estiver.

Renuncia Leco, pelo bem da instituição São Paulo FC!

É o apelo de um torcedor que nunca esteve tão triste com o time que ama e, certamente, de milhões de iguais.

Ass: Carlos Port

Opinião Tricolor

Obs: Link com as narrativas de polêmicas de Leco http://esporte.ig.com.br/futebol/com-historico-de-polemicas-leco-perde-espaco-no-sao-paulo/n1596966203635.html

Saudações Tricolores.

 

Opinião Tricolor: Projeto Tóquio

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O programa da nação tricolor recebeu o publicitário Rodolfo Trevisan e o jornalista Giancarlo Lepiani, idealizadores do fantástico Projeto Tóquio, que revive as glórias dos campeonatos da Libertadores e Mundiais do São Paulo, em 1992 e 1993.

Confira!

 

Saudações Tricolores.

No Twitter: @carlosport @paulinhoheavy @projetotoquio92

 

Opinião Tricolor: Responsabilidades

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Salve nação tricolor!

Estamos na metade de 2017.

Temporada que teve um início de ano com muitas ações emblemáticas na instituição São Paulo Futebol Clube, notadamente, o início da jornada de Rogério Ceni como técnico de futebol e a eleição presidencial, que reconduziu Leco para mais 3 anos e 8 meses no poder, perfazendo 57 meses no total, até o final de 2020.

O saldo do ano, até aqui, foi lamentável: desclassificações em 3 competições, Campeonato Paulista, Copa do Brasil e Sulamericana (esta última, novamente, por time de menor expressão).

Administração Leco soma assim, em 21 meses, 6 eliminações em mata-mata (2 Paulistas, 3 Copas do Brasil e 1 Sulamericana), sendo 3 vexatórias (Audax série D nacional, Juventude então série C e Defensa y Justicia, time obreiro da Argentina). Nas campanhas de Brasileiro, um final melancólico de 2015 e um certo risco de rebaixamento, em 2016, período marcado pelo acerto em Cueva, mas também, pela teimosia em Ricardo Gomes e por contratações ruins após a janela do meio de ano, Jean Carlos, Robson, Neilton (todos já foram embora, surreal), Douglas e quase Getterson.

2017 começou com incrementos, um ídolo como treinador na figura de Ceni, contratações de Pratto e Jucilei. Outros nomes vieram, de menor relevância, casos de Thomaz, Morato, Marcinho, Edimar e Denilson. Wellington Nem, emprestado por altíssimo salário e histórico de lesões graves, chega no meio do seu contrato sem ter produzido nada.

Por fim, a perda da linha de frente da geração de base, que venceu títulos nacionais e Libertadores sub-20, causou revolta nos são-paulinos. David Neres e Luiz Araújo não tiveram sequer a chance de uma temporada inteira no profissional e já estão nos gramados europeus.

O tratamento dado a Diego Lugano também traz indignação, contra a diretoria.

O torcedor, que em sua maioria estava esperançoso pela chegada do M1to ao comando, um grande escudo eleitoral da administração, parece ter caído em si.

A amostragem de duas enquetes distintas, no Twitter, é um bom espelho disso. Uma delas aponta Leco como principal responsável pelo insucesso do São Paulo, com 75% de votos. Outra mostra o apoio do são-paulino, 78%, ao trabalho de Rogério Ceni.

Conclusão que a nação tricolor percebe: a perpetuação do poder é nociva, seja em clubes de futebol, governos, sociedade.

O Tricolor paulista está há 15 anos com o mesmo grupo político no poder, salvo rachaduras internas durante o percurso, Marcelo Portugal Gouvêa, Juvenal Juvêncio, Carlos Miguel Aidar e Leco, sempre se apoiaram mutuamente em eleições do clube, desde 2002. Leco, por exemplo, foi o indicado à presidência do Conselho Deliberativo, na candidatura Aidar. Se tornou presidente do SPFC por isso, após a renúncia do trágico mandato de Carlos Miguel.

O saldo, desde o Tri-Hexa 2006 a 2008, aponta para 34 campeonatos disputados e 33 perdidos, sem chegar sequer a uma final. Apenas a Sulamericana 2012, foi exceção.

Não resta dúvida que o modelo de gestão está errado no Tricolor, porém, um conselho também perpetuado optou pela continuidade. O novo estatuto é a esperança, até agora, muito mais politizado do que profissional.

Não há caminho certo, não há reconstrução.

A nação tricolor, em sua grande maioria, já percebeu isso.

“Até quando?” é a pergunta que não quer calar…

Saudações Tricolores!

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No Twitter: @carlosport

Opinião Tricolor: Resistência Tricolor

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O programa da nação tricolor fez debate sobre segurança no futebol, combate à impunidade e condições de responsabilidade para a volta da festa em SP.

E claro, muito bastidores do SPFC, análise, expectativas, apoio e crítica, com a presença dos delegados Drs. Ale Dias e César Saad, do DEIC.

Movimento #ResistênciaTricolor

Confira!

Saudações Tricolores!

No Twitter: @carlosport @paulinhoheavy

Opinião Tricolor: Dario Pereyra

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Salve nação tricolor!

Já integrante da família #OpiniaoTricolor, a lenda Dario Pereyra participou de mais uma edição especial.

Homenagem à mística celeste, a trajetória dos uruguaios tricolores, os técnicos na carreira do grande zagueiro e uma análise do SPFC atual.

Eterno, gigante, são-paulino.

Confira!

Saudações Tricolores!

No Twitter: @carlosport @paulinhoheavy

Opinião Tricolor: Altair Ramos

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Salve nação tricolor!

Nosso programa recebeu o preparador físico Altair Ramos, são-paulino de alma, profissional que bate no peito com orgulho pra dizer o time que ama, independentemente de toda sua excepcional competência, para trabalhar em qualquer grande clube do mundo.

Foram 14 anos de São Paulo FC, experiência no Japão, parceria com Moracy, convivência com Telê, Muricy e grandes ídolos tricolores.

Tempo que o SPFC “voava” fisicamente em campo.

Confira!

Saudações Tricolores!

No Twitter: @carlosport @paulinhoheavy

Opinião Tricolor: José Francisco Manssur

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Salve nação tricolor!

Um debate antagonista, construtivo, respeitoso, democracia plena, alto nível são-paulino, com José Francisco Manssur, no Opinião Tricolor.

Também a presença de Layla Reis, proprietária do spfc.net, o site mais visitado pela torcida do São Paulo FC, convocando o movimento #UnidosPeloSPFC.

Confira!

Saudações Tricolores!

No Twitter: @carlosport @paulinhoheavy

Opinião Tricolor: Nação no Opinião

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Olá amigos são-paulinos.

Mais uma edição “Nação no Opinião”, em 12/05/2017.

Ceni, Sulamericana, Brasileiro, debate do elenco, preparação física, identidade do SPFC.

Confira!

Saudações Tricolores!

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No Twitter: @carlosport @paulinhoheavy

Os novos caminhos para o SPFC, em 10 pontos

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Salve nação tricolor!

Terminada a pífia participação do nosso São Paulo no Paulistão e também na Copa do Brasil, os olhos se voltam para um clube que não convive mais com cenário eleitoral e possui nova (velha) diretoria eleita.

Toda sorte no mandato novo de Leco e seus mesmos aliados. Mas será necessário mais do que sorte, para que uma carreira de dirigente cercada de polêmicas e fracassos em cargos no futebol, se transforme em sucesso.

Ocorreu uma inter-temporada não programada e as competições estão aí.

Sucintamente, 10 pontos que poderão ajudar o SPFC no Brasileiro, Sulamericana e restante de 2017.

1) Implantação do novo estatuto com força total. Menos paternalismo e dança de cadeiras, mais profissionalismo.

2) Departamento de futebol sendo carro-chefe, com Vinícius Pinotti, o jovem dirigente que trilhou uma escalada no clube. Ajudou o SPFC financeiramente, transitou pelo marketing do clube e agora, tem a missão de planejar o time. Que áreas administrativas cresçam em capacidade de gestão e receita, deixando amadorismo para trás, para o sucesso de contratações.

3) Rogério Ceni: ídolos de milhões de são-paulinos, segue sua jornada de adquirir experiência e conhecimento na função de técnico. Sua comissão estrangeira agrega valores e certificações, o departamento de desempenho precisa melhorar e ter ferramentas e profissionais que tragam melhores resultados. Últimos 2 anos de péssimas contratações, comparadas aos acertos.

4) Goleiros: Renan Ribeiro segue liderando a preferência, mesmo Ceni tendo pedido Sidão. Dênis é caso pra novos ares. Perri ainda cedo.

5) Zaga: Rodrigo Caio em linha de dois, presa fácil de anos. Que seja líbero, na formação de 3-5-2, ou até volante, brigando com Thiago Mendes. Posição inflada com zagueiros que não apresentam o alto nível exigido em um clube feito o SPFC. Lugano deveria ser líder em comissão técnica. Douglas poderia ser dispensado. Lucão, talvez ainda mereça derradeiras chances. Maicon, supervalorizado, mas importante diante do plantel.

6) Volantes: Jucilei é absoluto e o maior acerto da diretoria, até aqui. A vaga ao seu lado segue em aberto. Schmidt não teve comprometimento com o manto que o projetou e já está de saída, Thiago Mendes oscilante demais. Cícero, o coringa pedido por Ceni, já irrita o torcedor. Araruna, que pode ser lateral também, segue promissor. Militão, tanto zagueiro quanto volante, é nome da base a se pensar.

7) Laterais: Junior Tavares foi boa surpresa e tem a titularidade. O contratado para a reserva, Edimar, já veterano, é incógnita. Do outro lado, Buffarini, Bruno, até o “versátil” Wesley e novamente, Araruna, disputam a posição.

8) Meias: Cueva tem Thomaz para ajudá-lo. Meia que começou jogando futebol no SPFC, rodou a carreira em times medíocres e retornou ao Morumbi. Mas não é bobo, sabe jogar. Porém, dupla que é pouco, para o tamanho do Brasileirão.

9) Atacantes: Realidade apenas em Pratto e Gilberto (que calou muitos). Nem, histórico grave de lesões, foi equívoco forte da diretoria, no quesito valores de salário. Morato lesionou feio. Luiz Araújo trocou empolgação por incerteza dos altos e baixos da base (Neres é melhor do que ele). Neilton, nem vale a pena comentar, outro erro diretivo. Chavez deve voltar pra Argentina. Departamento de desempenho deveria ter apresentado algo muito melhor no setor, como evidenciar qualidades, deficiências e contusões, antes de contratações. Vide 2016, com Kieza, Getterson, Robson, Jean Carlos…

10) Pacificação. Campanha de eleição foi guerra. É necessário agora, que oposição mantenha-se forte, fiscalizadora e participativa nos novos conselhos de administração e fiscal, mas pro-ativa pelo clube. O mesmo vale pra situação. Menos incapacidade, mais resultados. Para tanto, esforços unidos por um novo modelo de gestão.

Boa sorte, Tricolor!

 

Saudações Tricolores!

No Twitter: @carlosport

Opinião Tricolor: Erovan Tadeu

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Salve nação tricolor!

O Opinião Tricolor recebeu o conselheiro Erovan Tadeu, que trouxe toda são-paulinidade de décadas de bons préstimos ao São Paulo.

Em debate, os caminhos da profissionalização da diretoria do clube, os novos conselhos de administração e fiscal, as expectativas do futuro tricolor.

Confira!

Saudações Tricolores!

No Twitter: @carlosport @paulinhoheavy @erovan62

Opinião Tricolor: Homero Bellintani Filho e Felipe Morais

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Salve nação tricolor!

Noite de elegância em nosso programa.

Com muita honra, recebemos um personagem que podemos chamar de história viva do São Paulo, retratada na devoção do conselheiro Homero Bellintani Filho, com seus sensacionais relatos e arquivos, daqueles que construíram os primeiros alicerces do Mais Querido.

Enobrecendo também os entrevistados, Felipe Morais, autor do livro “Ao Mestre, com carinho”, emocionante narrativa dos caminhos de Telê Santana, eterno em nossos corações tricolores.

Confira!

Saudações Tricolores!

No Twitter: @carlosport @paulinhoheavy @usamaquinas @plannerfelipe

Opinião Tricolor: especial César Filho

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Olá nação tricolor!

Recebemos um dos maiores comunicadores do nosso país, César Filho, são-paulino de coração, alma e devoção.

Uma entrevista que muito honrou o nosso programa, por tamanha história de dedicação de sentimentos reais, ao Mais Querido.

Confira!

Saudações Tricolores!

No Twitter:

@carlosport

@paulinhoheavy

@cesarfilho

Editoral Opinião Tricolor: Leco eleito. Boa sorte, mas já dizia Magno Malta…

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Salve nação tricolor.

Em noite de pleito apertado (considerando votos válidos, 123 a 102 (54% a 46%), a situação se manteve no poder no São Paulo.

Leco está eleito e desejamos toda boa sorte em seu novo mandato. É dever de todo são-paulino que só pensa no bem do clube e do time.

O voto dos conselheiros (daqueles que pensaram somente no SPFC e não em suas benesses pessoais) é democrático no regimento tricolor e deve ser respeitado.

Quanto a Pimenta, saiu ovacionado da votação, aplausos maiores a ele do que ao próprio vencedor. Algo muito indicativo se viu ali. A oposição do SPFC, enfim, renasceu.

Mais do que isso, terá mais força com os Conselhos de Administração e Fiscal, órgãos internos que terão muito mais poder que antes. Com o Novo Estatuto, devidamente aplicado (é o que todo são-paulino deve cobrar). Auditoriais anuais independentes estão previstas, contratos passarão pelo crivo desses conselhos. O regime segue presidencialista, mas o paternalismo tem tudo pra diminuir.

No mais, o São Paulo reelegeu não só Leco, mas a perpetuação do poder que ele representa. São os mesmos que comandam o SPFC desde os mandatos de Juvenal Juvêncio (e até antes, com Marcelo Portugal Gouvêa). Estes dois últimos, tiveram ascensão, glórias e declínio. Saudosos, não estão mais entre nós. Mas deixaram seus discípulos, que comandam o Tricolor.

O aparelhamento e a máquina que possuem na mão foram determinantes. Não existe outra explicação. Afinal, é incoerente dar vitória àqueles que estiveram sempre presentes nas administrações a partir de 2009 (salvo raras caras novas), fase que começou o ocaso da era JJ. Já são 34 campeonatos desde então, com 33 eliminações antes da final e apenas 1 decisão. Foram perdidos 8 Brasileiros, 9 Paulistas, 5 Libertadores, 1 Recopa, 6 Copas do Brasil e 4 Sulamericanas. Um time do tamanho do São Paulo jamais poderia passar por isso. São marcas vexatórias demais. Sem contar o histórico de polêmicas do eleito, desde 2002…

Mas, são águas passadas e pro bem do São Paulo, deve-se virar a página.

Porém…

Quando Dilma venceu as últimas eleições, em parecidos 54 milhões de votos a 51, Aécio Neves foi recebido de volta ao Senado (não se trata de defender o tucano, muito menos a petista).

Na oportunidade, Magno Malta, senador brasileiro de discursos brilhantes, fez menção ao retorno do tucano derrotado, com uma oratória digna de aplaudir de pé.

Dizia Magno que a melhor coisa que poderia ter acontecido para ele, Aécio, seria não vencer. Que a derrota com grande votação (que demonstrara que o povo estava cansado e esgotado do PT) foi um “livramento”. Pois o PT destruíra o país e seria injusto Aécio pagar a conta (assim como Temer paga agora).

Fato dos fatos: o São Paulo, do ex-petista JJ que, assim como Lula no país, foi o pai deste governismo tricolor, é o microcosmos do Brasil.

Leco merece ter o seu mandato completo, portanto. Para não dizerem que foi apenas, presidente tampão, apesar de estar a quase 20 meses no poder.

Neste período, muita bravata e pouco resultado. Disseram que a dívida do São Paulo diminuiu quando, comprovadamente, aumentou (leitura obrigatória de blogs como do PVC, Olhar Crônico Esportivo e Época Esporte Clube). Os patrocínios, que forraram a camisa, minguaram em valores. O master saiu e deu lugar, de forma surreal, a marca que paga valor menor na manga. Outra marca que anunciava no calção, sequer pagou. Com isso, a camisa só perdeu valor no mercado. Fora que ficou horrível, esteticamente. O manto tricolor não pode ser vilipendiado.

Os resultados com Leco, pavorosos: assim que assumiu, ainda em 2015, levou 6 a 1 em Itaquera e foi eliminado (mais uma vez) pelo Santos, na Copa do Brasil, seguindo a triste trajetória deste grupo político dominante no SPFC. A situação ainda caiu com o time praiano no Brasileiro 2002 (quando Leco era o diretor de futebol), nos Paulistas de 2010 e 2011 (quando Leco foi o VP de futebol). Jogos terríveis na nova casa palmeirense, durante todo período de Aidar e Leco, na presidência. O pior: eliminações para times de divisões nacionais série D (Paulista 2016) e série C (Copa do Brasil 2016). Por fim, a campanha que assustou a nação tricolor, no Brasileirão passado, com muitas rodadas à beira do rebaixamento. Único período positivo: a Libertadores 2016, onde o SPFC chegou as semifinais (mesmo com 5 derrotas ao todo). Mas foi a fase que o time andou após Leco afastar Ataíde e Gustavo do futebol e trazer Luis Cunha. Este, não suportou o poder paralelo que se mantinha ao seu planejamento e não resistiu, de forma justa, pela quebra de hierarquia. O time voltou ao comando anterior, não se reforçou como deveria na parada da competição e a desclassificação ocorreu, diante do Atlético Nacional.

Em 2017, Ceni, Pratto e Jucilei, foram acertos diretivos, sem dúvida alguma. Mas falta muito para o São Paulo ser visto como time respeitado, novamente. Contratações ruins novamente superaram as boas, em quantidade. Na semana da eleição, o time sofre para reverter dois resultados deploráveis no Morumbi, diante de uma média de 45 mil são-paulinos, por partida, nos mata-matas de Copa do Brasil e Paulista.

Com tudo isso e mais um pouco, é Leco e seus felizes diretores e conselheiros, que precisam ter essa “reconstrução” que tanto dizem. Nenhum outro deveria ter essa responsabilidade.

Não existem mais as desculpas do passado, ao melhor estilo petista de dizer que a culpa era de FHC. Agora são anos de sua governança e a responsabilidade é integral desta diretoria.

A grande ironia: Leco só se tornou presidente interino, provisoriamente eleito e finalmente eleito para um mandato completo, porque a situação de JJ e Carlos Miguel Aidar, o indicaram no pleito 2014, para a presidência do Conselho Deliberativo. Com isso, adquiriu estatutariamente o direito de presidir o clube e convocar eleições, quando da renúncia do período trágico de Aidar.

Hora então, presidente Leco, de provar que era merecedor de tudo isso que está acontecendo em sua vida.

Com o apoio incondicional ao time nos 90 minutos de cada jogo e cobrança sobre tudo aquilo que o São Paulo FC precisa evoluir, sobretudo, com o novo estatuto.

O futuro breve dirá.

Saudações Tricolores!

 

Carlos Port

Opinião Tricolor

No Twitter: @carlosport

Editorial Opinião Tricolor: somos todos Pimenta

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Salve nação tricolor!

18/04/2017, o dia mais importante na história do São Paulo FC, para os próximos 3 anos e, talvez, para muito mais do que isso.

Vença quem vencer, o Opinião Tricolor seguirá com sua linha editorial independente: aplaudir e enaltecer o acerto, fiscalizar e cobrar o erro.

Mas definimos um candidato.

A instituição que tanto amamos tem a chance, a primeira oportunidade real e verdadeira, de quebrar a dinastia JJ da perpetuação do poder, que teve o seu início, meio e fim.

Vivemos este fim em cada dia no presente, com 33 campeonatos disputados desde o Tri-Hexa em 2008, para apenas, uma final, da Sulamericana 2012.

São-paulino, reflita: 33 competições para apenas 1 decisão. Isso não é reconstrução de nada, nunca foi e nunca será caminho certo. Em 2017, o encaminhamento de duas desclassificações em 4 dias, diante de 90 mil são-paulinos.

Nunca, em 87 anos de história, nem na construção do Morumbi, ocorreu uma escassez de decisões como essa.

Toda perpetuação é ruim, nociva. Em qualquer segmento da sociedade. Governos se tornam ditaduras, clubes de futebol também. O aparelhamento da opinião, o sufocamento dos contrários, independentemente, do sofrimento popular.

Não que foram apenas deméritos, destes que comandam o nosso amado Tricolor Paulista, os mesmos desde os últimos 15 anos.

Sim, porque salvo raras caras novas, desde o saudoso dr. Marcelo Portugal Gouvêa, é a mesma cúpula de poder. Personagens que tiveram a sua ascensão, ápice (Libertadores e Mundial 2005, Brasileiros 2006 a 2008) e declínio catastrófico.

Ocorre que Leco, o candidato do modelo vigente, sempre foi um perdedor, neste cenário. Não viveu o ápice no futebol, pelo contrário, precisou sair da diretoria de futebol, onde foi diretor nos dois primeiros anos de MPG, para o SPFC engrenar com Juvenal em seu lugar. No período que esteve à frente do futebol, já começou com polêmica. Nelsinho Baptista era o técnico que estava à frente da equipe, disputando mata-matas contra rival. Eis que o diretor disse que preferia outro, causando turbulência nas decisões. Foram tempos de humilhações em 2002 e 2003, com personagens perdedores como Oswaldinho de Oliveira no comando técnico, zagas medíocres, times desequilibrados que queimaram o nosso maior atleta formado no Tricolor, Kaka. Perdas do Rio-SP e Copa do Brasil 2002 e Paulista 2003, para o Corinthians. Chacota.

Demitido então por MPG, mas deixando o ônus do clube ter carregado a história da contratação de Jorginho Paulista, que rendeu prejuízo milionário que precisou ser pago só em 2015, após todas instâncias darem ganho de causa contra o SPFC, Leco retornaria ao cargo de Vice Presidente de Futebol, conduzido por JJ, em 2008. A partir de então, novos percalços no futebol tricolor. O tabu construído contra o rival SCCP (maior da história, 14 jogos) foi perdido e invertido, 11 jogos sem vencer. Entre 2009 até 2011 (quando da destituição do cargo), nenhuma decisão, a provocação sem sentido diante de Ronaldo Fenômeno em 2009, vexames e desclassificações.

No pleito 2014, Juvenal Juvêncio havia escolhido Carlos Miguel Aidar para candidato à presidência e a situação, então, indicou Leco para concorrer à presidência do Conselho Deliberativo. Ou seja, se Leco é presidente do São Paulo atualmente, foi devido à indicação de JJ/CMA. Após escândalo que culminou na renúncia de Aidar em 2015, Leco estatutariamente assumiu a presidência de forma provisória e depois eleito para um complemento de mandato, com oposição apenas simbólica.

Em 2016, os resultados de Leco: Uma semi de Libertadores como sua melhor marca, mas com a perda de Luiz Cunha antes do confrontos, o diretor que arrumara o vestiário. Eliminação no Campeonato Paulista para time da Série D nacional, desclassificação da Copa do Brasil diante de time da Série C do país e campanha do Brasileirão com rodadas e rodadas, beirando o rebaixamento. Bancou Ricardo Gomes, que não tinha condições de treinar o SPFC, dizendo “não sou de fazer o fácil”, com o time caindo pela tabela. Só após as demissões de dirigentes que a torcida não queria mais no comando, o time conseguiu alguma reação, com a força da torcida nas arquibancadas, repetindo 2013, para não cair. Terminou em um melancólico décimo lugar.

2017. Na semana da eleição, encaminhou o SPFC para duas desclassificações. Ainda podem ser revertidas pois é a camisa do Tricolor, mas o são-paulino sabe o quanto será missão quase impossível.

Do outro lado, está Pimenta.

Adversário histórico do grupo de Leco, desde 1988, quando foi da oposição contra Juvenal Juvêncio e perdeu. Em 1990, venceu eleição e o São Paulo passou a conviver com o período mais vencedor de sua história.

Pimenta herdou de JJ, o time em condições precárias. Na oportunidade, assumiu na 19ª rodada de 23, não havia mais o que poderia ser feito. O SPFC terminou em 15º lugar, em 24 clubes, aquele campeonato.

O primeiro ato de Pimenta. Contratar Telê Santana. Uma relação de confiança, sucesso e gratidão, de lado a lado. Mestre Telê, eterno nos corações tricolores, vinha da fama de pé-frio, pelas Copas de 1982 e 1986. A aposta foi no talento, na genialidade. Telê, no São Paulo, encontrou o caminho do topo do mundo, que não conseguira na Seleção Brasileira. Não foi fácil, ocorreram momentos de crise mas, nunca, Pimenta cogitou perdê-lo.

Após dois anos de vice-campeonatos brasileiros, enfim, o título brasileiro de 1991. Emblemático porque representou o reerguimento. Que não parou mais.

Títulos paulistas de 1991 e 1992, Libertadores 1992 e 1993, Mundiais 1992 e 1993, Recopas 1993 e 1994, Supercopa 1993. Grande torneios conquistados na Espanha, Tereza Herrera e Ramon de Carranza, goleando Barcelona e Real Madrid.

Um tempo épico.

Gerou muita inveja no poder tricolor, é fato. Foi acusado de pedir comissão indevida. Provou inocência em laudo técnico do maior institucional pericial do país, que mostrou gravação forjada. De expulso, a reconduzido ao Conselho.

Um currículo de 23 títulos, ao todo.

São estes os candidatos. Esses os históricos. É este o confronto. Acima deles, a perpetuação do poder diante da salutar e necessária alternância de poder.

Que os conselheiros são-paulinos, responsáveis pelo futuro tricolor, possam refletir e colocar a instituição, acima de qualquer interesse particular e de benesse pessoal.

Pelo bem do nosso grande amor, São Paulo FC.

Saudações Tricolores!

Opinião Tricolor: carta aberta aos chapas brancas

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Salve nação tricolor.

Eleição do São Paulo, vença quem vencer, já existe um perdedor: o torcedor são-paulino.

A dinastia JJ (saudoso na glória, mas de triste lembrança pela perpetuação do poder) ainda traz consequências sérias e lamentáveis, ao Tricolor do Morumbi.

O SPFC se tornou um microcosmos do Brasil, uma herança das eras PT e agora, PMDB. Funciona absolutamente igual, para aqueles que dizem que o São Paulo não precisa de patrão, mas também não precisa, de forma alguma, de donos do clube, como acontece há tempos. Distribuição de cargos, dança de cadeiras, sempre na rotatividade de um clã, há exatos 15 anos.

Por quê o são-paulino já perdeu nessas eleições? Porque a diretoria ao longo dos últimos 2 anos, fez com a que a torcida se dividisse, no retrato fiel do que foi o governo vermelho no Brasil verde-amarelo: nós contra eles.

Nas redes sociais, na grande mídia, nos blogs são-paulinos, uma disseminação vil e mentirosa, que ousava dizer que aqueles que fossem oposição aos desmandos de 9 anos de humilhações, não seriam são-paulinos.

O recado definitivo e com dedo na cara: todos somos são-paulinos! Nem mais, nem menos. O São Paulo não é daqueles que somente aplaudem erros, eliminações, humilhações, feito focas amestradas, ganhando peixe na boca por recompensa. Com bordões vazios e ilusórios, “caminho certo, reconstrução”.

“Reconstrução” que perde campeonatos eliminados para times de séries C e D? Desculpe, é óbvio que a casa vai cair outra vez. A obra nunca ficará pronta.

Fora o cinismo dos que foram SPFC Forte de forma ferrenha no último pleito e agora, mudaram de lado e acusam contrários, como se não tivessem feito nada para derrubar democraticamente, esse estado de coisas.

Carlos Miguel Aidar, o ponto central que utilizam para as eternas desculpas, foi trágico em seu retorno, frustrou milhões de são-paulinos que acreditaram na volta daquele dirigente campeão e visionário dos anos 80. O ex-presidente que trouxe Cilinho com seus Menudos do Morumbi, contratou Falcão e Raí, fundou Clube dos 13, foi campeão paulista e brasileiro, lançou projeto Tokyo. Mas se perdeu feio e caiu da forma mais lastimável possível.

Agora, o opositor histórico de Aidar, desde o final dos anos 80, não foi Leco. Mas, sim, Pimenta. Em eleições disputadas, 1988 e 1990, de um lado Pimenta, de outro Juvenal Juvêncio.

O que fez então, o aparelhamento de teleguiados chapas brancas em contas de Twitter (junto de incautos, usados, frustrados, haters, contas fake) Facebook, blogs? De forma suja, contaram e contam mentiras 1000 vezes, como se fossem verdade, método Goebbels na Segunda Guerra Mundial (péssima e baixa escolha), de que Aidar seria o espelho de Pimenta.

Leco apoiou Aidar, na última eleição! Pimenta estava do outro lado, eis a única e irrestrita verdade! Onde está a memória? Sofreram amnésia coletiva?!

Onde está a transparência, que fala em diminuição de dívida, quando a mesma aumenta, comprovadamente?

Onde está a competência, em se formar um time de respeito e temor aos adversários?

Oposição faz bem para qualquer time! Ser opositor não torna o são-paulino menos torcedor, do que aqueles satisfeitos com apenas 1 decisão, nos últimos 31 campeonatos que o SPFC disputou. Justo o Tricolor, que tem 39 títulos e 41 vices em sua história.

Marcas emblematicamente pujantes, mas que a perpetuação do poder, fez desmoronar a tradição. Time de chegada 80 vezes, em 87 anos. Jogaram isso fora. Não conseguiram ser finalistas, ou campeões de pontos corridos em 30, das últimas 31 disputas. Isso nunca havia acontecido, nem nos tempos de sacrífico e fila, pela construção do Morumbi.

Uma vergonha! Que desprovidos de reserva moral ainda tem a canalhice de acusar de “não são-paulinos”, a todo aquele que se levanta pelo bom combate, contra esse descalabro.

Portanto, dia 18 tem eleição.

De um são-paulino contra outro são-paulino.

Com apoiadores são-paulinos, dos dois lados.

A única diferença não está nas 3 cores que ambos os lados defendem, mas sim, na real vontade de cessar a estagnação inacreditável que trouxeram ao maior clube brasileiro.

Se o São Paulo tem 3 Mundiais e 3 Libertadores, 4 desses 6 títulos, o clube e a torcida devem agradecimento e não, desconstrução de imagem, para José Eduardo Mesquita Pimenta. Assim como devem agradecimento aos que já partiram, Marcelo Portugal Gouvêa e Juvenal Juvêncio, pela conquista do Trimundial e do hexa nacional.

Méritos são méritos e não devem ser vilipendiados, jamais!

“Pessoas brilhantes falam sobre idéias, pessoas medíocres, falam sobre pessoas”.

Ditado secular que a diretoria e sua linha de frente comprova, dia após dia, em suas atitudes.

Devolvam o São Paulo, que é de todos os são-paulinos!

Saudações Tricolores.

 

 

 

Opinião Tricolor: Ópice Blum

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O Opinião Tricolor recebeu o conselheiro de seis décadas de amor ao SPFC, Dr. Ópice Blum.

De carreira jurídica brilhante, advogado, juiz, desembargador, causídico conhecedor da lei que preside o Comitê de Ética do São Paulo FC e é candidato à presidência do Conselho Deliberativo.

Um programa contundente, revelador, com esclarecimentos fundamentais de assuntos importantíssimos, dos bastidores do Mais Querido.

Imperdível, confira!

Saudações Tricolores!

No Twitter: @carlosport @paulinhoheavy