Bastidores: quentinhas da política tricolor

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Salve nação.

O São Paulo atravessa a fase mais difícil dos seus 86 anos de história (sim, considero 1930 a data magna).

Nos gramados, luta contra ele mesmo, antes de pensar no adversário. Assim tem sido no elenco, fracionado, com divisões e limitações óbvias, na comissão técnica, incapaz de ter pulso para domar os problemas de vestiário (inclusive, covardia a contratação do estimado, porém, limitado, Ricardo Gomes para a missão) e, finalmente, na administração do clube.

Marco Aurélio Cunha, reconhecidamente boleiro, terá muito trabalho em tempo escasso, missão difícil, ao mesmo tempo, não tem muitas alternativas na manga pra ter êxito, salvo o seu grande conhecimento do clube e história vencedora. Pode tentar amenizar situações críticas de relacionamento, blindagem, motivação, mas o fato é que pegou em mãos um elenco ruim, desequilibrado e viciado, herança péssima do ex-executivo de futebol e dos seus aliados, que permanecem na direção.

Não dá pra entender, não é possível aceitar, conselheiro expulso ser mantido em cargo diretivo para representar a instituição São Paulo FC, como fez Leco ao manter Ataíde Gil Guerreiro.

O são-paulino, torcedor, associado, conselheiro, deve pensar, mas quais as alternativas para o futuro?

A única convicção: perpetuação do atual modelo amador, não podemos mais aceitar. A profissionalização urge!

Eis algumas peças do tabuleiro de xadrez, do atual jogo de poder são-paulino.

Surpreendentemente, Julio Casares (o conselheiro mais votado do clube na última eleição), se tornou coordenador do grupo Participação, ou seja, o grupo de Leco. Ocorre que, todos devem se lembrar, Casares e MAC protagonizaram uma guerra ao vivo na TV, durante o período eleitoral. Situação amenizada nas redes sociais por Julio, o que é muito bom, todos devem pensar no SPFC, neste momento. Além disso, o ex-mkt tricolor não era vinculado às ações da atual diretoria. A pergunta que fica é: essa nomeação de coordenação teria agradado ao presidente são-paulino? Creio, sinceramente, que não. O tempo dirá. Ou o próprio mandatário tricolor, aos seus apoiadores e opositores. Uma resposta seria bem-vinda.

Por outro lado, repercutiu muito, junto à torcida, a entrevista de Ópice Blum, presidente do conselho de ética são-paulino, ao R7. Confira ou relembre: http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/o-sao-paulo-fez-historia-no-futebol-ao-expulsar-aidar-e-ataide-presidente-e-vice-e-agira-severamente-com-quem-prejudicar-o-clube-doa-a-quem-doer-exclusiva-com-opice-blum-presidente-do-comite-d-22092016/

As indagações a serem feitas, diante da entrevista de Blum: Como a mesma atingiu a diretoria? O Conselho de Ética sofreria alguma pressão ou mesmo o Conselho Deliberativo, presidido por Marcelo Pupo? Afinal, Leco seria o próximo alvo, conforme revelou a entrevista bombástica acima postada. Novamente, espero que não ocorra cerceamento. O São Paulo não pode mais fechar os olhos diante de suas investigações internas.

Por fim, todos esperam que a reforma do estatuto (proposta na polêmica votação do sim, que ratificou alterações estatutárias feitas pela diretoria, que foram parar no Supremo Tribunal Federal com sucessiva derrotas do SPFC por, justamente, terem ocorrido sem anuência anterior dos sócios) tenha êxito.

Porém, este sucesso dependerá da vigilância e monitoramento de todos aqueles que, independentemente de situação ou oposição, amem o São Paulo.

Se alterações estatutárias ocorrerem, mas forem mantidos o poder da carteirada, do aparelhamento, para ditar rumos eleitorais, o nosso Tricolor continuará refém do círculo vicioso, da dança das cadeiras e da perpetuação do poder. Comissão que trata do assunto precisa ser SPFC, não partidária.

É o futuro do Tricolor em jogo, lembrando sempre, o presente é aterrador, com as piores marcas da história do futebol são-paulino…

Saudações Tricolores!

Carlos Port – Opinião Tricolor

Opinião Tricolor entrevista Alex Bourgeois

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O Opinião Tricolor entrevistou, com exclusividade, Alex Bourgeois, ex-CEO do São Paulo FC, para maior conhecimento da torcida e esclarecimentos de fatos relevantes da sua passagem pelo Tricolor, desde a chegada ao clube, até o atual processo movido pelas suas demissões. Bastidores, política, poder.

Confira!

1) Alex, você define a sua atividade profissional, nas redes sociais, com a seguinte descrição: “Executivo e Gestor de futebol. Defende a gestão profissional como único caminho para poder competir em igualdades de condições no futebol globalizado.”

O que te impediu de levar estes conceitos ao São Paulo?

Em primeiro lugar, a gestão do clube é amadora, antiga, ultrapassada. Quando eu chamo de amadora, quero dizer que os interesses das pessoas estão acima dos interesses da instituição. Esse perfil de presidente de clube personalista, autoritário, que contrata conselheiros amigos, remunera e chama isso de profissionalização, não tem mais lugar no mundo do futebol. Em segundo lugar, a questão política. O SPFC é hoje um clube muito dividido, se tornou uma agremiação política que também joga futebol.

2) Para a nação tricolor entender a sua trajetória no clube, conte como foi a sua chegada e saída do SPFC, por favor. Nas duas fases, com Aidar e Leco.

Após conversar com Abílio, o Aidar me convidou para implantar a gestão profissional no clube. Montei um plano de ação imediato e um planejamento para implantar essa gestão e modernizar conceitos. Mas tanto no futebol como na gestão administrativa a resistência foi imensa. O viés autoritário de um homem mandando sozinho, como se fazia no passado, e tomando todas as decisões foi um enorme obstáculo à minhas propostas de transparência, compartilhamento das decisões, integração das áreas e da tomada de decisão.

3) Abílio Diniz, talvez o empresário de maior porte são-paulino, é constantemente vinculado às suas passagens pelo Tricolor. Diniz é um dos notáveis do Conselho Consultivo. Recentemente, levou conceitos e sugestões de gestão, em sessão extraordinária, ao clube. No seu entender, qual a importância de se ouvir Abílio, que clama pela profissionalização no Tricolor?

Abílio é um empresário muito bem-sucedido. Tem uma experiência incrível e quer passar essa experiência em gestão, em como ter sucesso, em como transformar o SPFC no maior do mundo como ele fez com as empresas dele. Esse é o legado que ele gostaria de deixar para o clube. Acredito que qualquer clube do Brasil, e do mundo, gostaria de ter seus conselhos. Ele está oferecendo isso de graça ao SPFC. É um grande são-paulino, um apaixonado.

4) Na sua opinião, o quão Abílio Diniz foi importante na transição de poder do SPFC? Do processo que culminou na renúncia de Aidar à aceitação do cargo, pelo atual presidente, Leco?

Quando fui demitido por Aidar, inclusive no episódio mais lamentável da minha vida profissional com ameaça física e de baixíssimo nível, fui procurado pelo Leco e os que estão na gestão atual. Queriam minha ajuda para desenvolver a gestão profissional e me convenceram a voltar ao SPFC. Nesse período fiquei bastante próximo do Leco, inclusive escrevi o plano de gestão, que foi sua plataforma eleitoral, com todos os conceitos de profissionalização. O apoio do Abílio foi determinante nessa transição.

5) Complementando, à época, a diretoria atual teria mais dificuldades em assumir o SPFC, se não fosse o préstimo e peso de Abílio Diniz?

Na renúncia do Aidar, o Leco e vários membros da atual diretoria procuraram o apoio do Abílio para uma nova gestão com os conceitos de governança e profissionalização dele. Abílio foi muito leal e ajudou muito o Leco.

6) Enquanto esteve no São Paulo, na condição de CEO, você participou de decisões diretivas efetivamente ou foi boicotado em algum momento? Em caso de resposta afirmativa sobre boicote, poderia mencionar onde encontrou mais dificuldades de informações para se montar um plano otimizado de gestão? Ou teve acesso a tudo que precisou?

Acesso as decisões e aos dados financeiros eu tive. Não tive foi acesso aos meios e apoio para implantar a profissionalização no clube. A administração se sentia ameaçada, não queria conceitos modernos, não queriam compartilhar decisões, não queriam transparência. Cada um queria defender seu feudo e mandar sozinho fazendo o que bem entendesse.

7) O que, de fato, ocorreu para a sua segunda demissão do clube? Você acredita que tenha sido usado politicamente e depois descartado? Seus críticos falam em vazamento de informações, o que tem a dizer a respeito? Notícias seguem vazando do SPFC após a sua saída, onde será que o “encanamento” estaria furado?

Quero deixar claro que nunca vazei nenhuma informação e que os jornalistas que deram as duas noticias sabem que eu não fui a fonte. Acredito que o Leco me trouxe de volta para não atrapalhar sua eleição, assim que assumiu a presidência me demitiu. Gestão profissional e o Leco são coisas que não combinam. Esse é o modo antigo de administrar que está com os dias contados no Brasil assim como aconteceu na Europa. Com o novo estatuto, o próximo presidente terá que compartilhar decisões, aceitar auditoria externa, aceitar o acompanhamento da gestão pelos verdadeiros donos: os sócios e torcedores, ter uma gestão transparente, aceitar prestar contas, ser responsabilizado pelos seus atos e não poder mais tomar decisões em conchavo.

8) Por fim, veio a público a questão do processo movido contra o São Paulo. O que o levou a tomar essa decisão?

O Brasil tem leis. Contrato se cumpre. Gestão profissional é mandar embora e cumprir o contrato. Gestão amadora, autoritária, antiga e ultrapassada é demitir e mandar buscar seus direitos na justiça, que foi o que Leco me disse. E foi o que fiz.

9) Publicamente torcedor do Flamengo, você tem filhos são-paulinos. Acredita que o São Paulo voltará a ser o gigante do passado? O que é necessário acontecer para isso?

Meus filhos são são-paulinos porque eram pequenos na época do mundial e do tri brasileiro. Acho isso ótimo. Quem tem filho sabe que é muito mais difícil seus filhos sofrerem pelo mau momento do time do que você com seu próprio time. Tenho convicção que só uma gestão moderna e profissional com sistema de governança corporativa levará o SPFC a se tornar um gigante de novo. Mas essa mudança também fará o Tricolor liderar o processo de mudança necessária no futebol brasileiro e se tornará um dos maiores do mundo.

10) Deixe sua mensagem ao torcedor tricolor.

A reforma estatutária é o caminho para modernizar e profissionalizar o SPFC. Os torcedores e sócios devem se informar e trabalhar pela sua aprovação. Somente assim teremos chance de competir em igualdade de condições com o futebol rico e globalizado. Os tempos mudaram. O SPFC é um clube espetacular, o sócio e o torcedor precisam entender que eles são os donos, não é o presidente. Eles são os donos da mudança, o futuro do clube está em suas mãos, não ignorem isso, lutem por ele. O Clube não é de um grupo de pessoas que querem se perpetuar no poder por benefício próprio, por ego, por vaidade ou por sonho. O clube tem como principal função retribuir com profissionalismo, transparência, gestão eficiente e muitos títulos a paixão que os torcedores dedicam e investem a cada jogo. O futebol está globalizado, os times europeus têm 10x o nosso poder de compra. Se não modernizar, não profissionalizar com os melhores talentos do mercado, nosso futebol vai piorar ainda mais. Esse é o caminho da vitória.

 

Saudações Tricolores!

Opinião Tricolor

Futebol: a boa malandragem e o deplorável “migué”

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“Vamos jogar bola?”

Jogadores, quando lerem esta coluna, poderão dizer “esse aí nunca jogou bola pra saber”, sobre o ambiente boleiro.

É verdade. O máximo que fiz foi ser goleiro de futebol de salão, em alguns anos. Não tinha altura pro campo, nem apetite moderado pra linha. Sem contar a falta de talento com a redonda. Ser jogador de futebol, apesar de amar futebol, passou longe dos meus planos, durante a vida.

Mas conheço um pouco o futebol, em nome da paixão pelo meu time. Neste caso, o clube de coração não importa, estou falando de todas as equipes.

Esporte que me fez ser torcedor fanático por herança de sangue, organizado nos anos 80 e 90, blogueiro, criador de programa em web TV, colunista etc.

Minha atuação na defesa das cores e tradição do meu pavilhão, abriram algumas portas. Com conselheiros do clube que torço, diretores, ex-dirigentes campeões, profissionais da medicina esportiva, área física, jogadores e ex-atletas.

Tive muito aprendizado com estes personagens, que viveram o futebol dentro de campo, no vestiário, nas viagens, em decisões, no convívio diário com o time, na hora boa e na ruim. Sendo campeões ou derrotados.

Aprendi bastidores de uma equipe, pra ser vencedora ou estar fadada ao fracasso.

Procedimentos que tornam amontoado de jogadores, um elenco vencedor. Outras práticas, ações ou omissões, que condenam até craques, a não conquistarem nada, pela falta de habilidade, na montagem do chamado “grupo”.

Confesso, muita coisa que o ambiente me ensinou, nem gostaria de ter conhecido. Abala a vibe.

O brasileiro, in(felizmente), tem a malandragem no seu DNA. No futebol, não poderia ser diferente.

Ocorre que existe a boa e a má malandragem.

A boa reside no jogo de cintura, no astral positivo, no correr atrás, diante das dificuldades.

A má está na acomodação, no comodismo, em atingir um certo status e fingir que que se joga. O chamado “migué”.

Um dirigente campeão do mundo, certa vez, me disse: “Se você não almoçar o jogador nos treinamentos e jogos, ele te janta”.

Respeito e hierarquia, portanto, são condições fundamentais no futebol.

Mundo próprio de “poder” e status, muitas vezes, impor disciplina é complicado. Neste esporte sensacional de alto rendimento, sem disciplina e foco, sem sonho de sacrifício, não existe glória.

Jogador, se quiser, derruba de técnico a presidente. Já assistimos casos e casos.

Mas não dá pra enganar por muito tempo. Por mais que jogadores pensem que a torcida sabe muito pouco, o sentimento pelo time, o “viver” os jogos, faz o torcedor muito mais conhecedor, do que atletas imaginam.

O torcedor, do mais humilde ao mais abastado, do mais inculto ao mais letrado, homens ou mulheres, tem o mesmo “feeling”, que independe totalmente de toda e qualquer condição social.

Isso quer dizer que o torcedor sente, quando um jogador se dedica ou não. Por melhor ator que possa ser, quando não queira vencer.

No fim, é muito triste, pra não dizer revoltante, ver tantas fortunas girando no mundo boleiro, sem a dedicação de suar sangue, pelas camisas que defendem. Por orgulho, mimo, questão de (falta de) caráter, ascensão social sem estrutura emocional.

Mais vale o jogador medíocre, que se dedica integralmente pela vitória, do que o talentoso que joga pro gasto. Ou nem isso faz.

O perfil “migué” é deplorável no futebol. Indolência é algo indisfarçável, em qualquer atividade. Não adianta tentar.

Porque atinge aquele pai ou mãe que tem, no futebol, sua maior e talvez única, alegria social. Os mais pobres, sacrificam palpérrimas economias, pra ter uma camisa, ingressos, conduções. Os mais ricos sofrem também, claro. O sentimento não se mede pelo dinheiro. Ao menos, para o torcedor.

Porque chega na criança, que está começando a amar o esporte, mas não entende porque aquele atleta só toca de lado, não chuta no gol, de repente, sente uma dor e sai.

Porque aflige os mais velhos, que viveram a era romântica do futebol, onde jogadores e técnicos não ficavam milionários, mas jogavam pelo prato de comida e pra sustento da família, enquanto conseguissem jogar. Muitos, depois, terminaram na miséria. Com muito mais talento.

A lei Pelé tem seu lado vilão na história. Pra corrigir uma distorção, criou outra. Empresários e atletas, com suas vontades a bel prazer, mandam nos times que os pagam.

Nosso futebol brasileiro agoniza no cenário mundial. 7 a 1 foi o recado definitivo. O talento, ainda residente no “país do futebol”, não morreu, mas rareou.

Porém, enquanto existirem os perfis “migué” de jogar bola, que começam nos clubes e chegam até a seleção, as glórias demorarão a voltar.

Nós, torcedores, queremos sim a malandragem, mas a boa!

Aquela que impõe temor e respeito, pela vontade. Que faz atacante ter medo de zagueiro e vice-versa. Que faz o meio-campo girar na ginga. Laterais e goleiros, todos focados.

Vamos trocar uma resenha: “Tem jeito, parceiro?”

Ou, parafraseando Capitão Nascimento: “Pede pra sair!”

Saudações.

 

Carlos Port – Opinião Tricolor

 

Editorial Opinião Tricolor: Vença a tua dor

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Salve nação tricolor,

Eu sei que o teu sentimento tricolor está abalado, que tua fé mistura tristeza e revolta.

Sei que estás cansado, desiludido, abatido e abalado, com tantos anos de derrotas e decepções.

Sei que teu DNA tricolor pode ter vindo do teu pai, da tua mãe, do teu irmão ou, puramente, nasceu dentro de ti.

Sei que se tu já tens filho(s), é doído falar do São Paulo com eles. Tu só querias passar orgulho, vitórias, títulos, mas não está conseguindo, ano após ano. Apenas os filhos dos teus amigos rivais, comemoram glórias.

Sei que temos dirigentes que não condizem com a grandeza do São Paulo, salvo raras exceções.

Sei que a ciranda de técnicos, nacionais e gringos, não estancaram o sangue que escorre, do vermelho do nosso escudo.

Sei que tu sabes, que muitos jogadores que vestem o nosso manto sagrado tricolor, jamais deveriam tê-lo feito.

Mas, amigo são-paulino…

Sei que ainda reside em ti, o orgulho único de ser Trimundial, ter viajado todas as vezes pra conquistar o mundo, sem jamais ser derrotado.

Sei que as glórias de 3 Libertadores fazem da nossa torcida, ter a obsessão única e mais bonita, pela América. El Morumbi Te Mata.

6 Brasileirões te extasiaram, na técnica e na raça. Tri-consecutivo, eterno e inalcançável.

Jamais, com apito.

Sei que o antigo Morumbi, é de uma tradição imensa, o maior estádio, sem governo, sem empreiteira envolvida com escândalos nacionais. Também o teu segundo lar, de tantas alegrias.

Por tudo isso, vença a tua dor, são-paulino!

Por ti, pelos teus, pela história gigante que nenhuma crise ou nenhum incapaz que represente nosso São Paulo atualmente, será maior.

Vamos salvar, juntos, o Tricolor! A cobrança seguirá sim, no tempo certo. Os que afundaram o time nos últimos anos, seguirão sem descanso. Iremos acabar com a era perpétua.

Mas, neste momento, o SPFC precisa de nós!

Agora, é só futebol!

Todos ao Morumbi!

Carlos Port – Opinião Tricolor

Marco Aurélio Cunha: o retorno

Marco Aurélio Cunha

Olá nação tricolor!

O emblemático e carismático para a torcida, mas também polêmico e divisor de opiniões para o Conselho, Marco Aurélio Cunha, o MAC, está de volta como dirigente tricolor.

Retorna em um momento muito difícil, onde toda sua vivência boleira, agregadora nos gramados, mais vitoriosa do que perdedora, será por demais importante.

Independente de toda divisão política que possa ocorrer no São Paulo atual, é um momento de coalizão, nesses 3 meses fundamentais que restam na temporada, para manter a tradição daquele que nunca foi rebaixado no Brasileirão (e em qualquer competição). E ainda tentar respirar na Copa do Brasil.

Currículo para sair do crise, existe em Cunha. Marco Aurélio dedicou grande parte da sua vida ao São Paulo. De estagiário na área médica, a cartola de alto gabarito. Seu protagonismo começou a ficar marcante nos anos 80, como médico, justamente, com Carlos Miguel Aidar, na era dos Menudos do Morumbi. Prosseguiu em evidência crescente com Juvenal Juvêncio, sucessor de Aidar, no final daquela década.

Nos 90, passagens por clubes fortes do interior na época, Bragantino e Guarani. Depois, um ciclo no Japão. De volta ao Brasil, trabalhou no Coritiba, Santos, Figueira e Avaí.

Porém, a sua segunda casa verdadeira o chamou de volta, já no novo século, quando o saudoso Dr. Marcelo Portugal Gouvêa foi eleito presidente e JJ voltou também, como diretor de futebol.

Viveram, a partir daí, uma era de ápice e declínio, de glória e desgaste. O São Paulo voltou pra Libertadores após uma década fora, com MAC presente. No ano seguinte, campeão da América e do mundo.

No embalo forte do planeta conquistado, a sequência incrível de 3 Brasileirões consecutivos, 2006/07/08, marca jamais obtida por nenhum outro clube brasileiro, com Juvenal já sucedendo MPG. Vale lembrar, MAC é tetra nacional com o Tricolor, pois estava na gestão Aidar, no título de 1986.

MAC é o retrato do dirigente político. Não em tom pejorativo, que fique bem claro. A boa política, rara, é uma arte. Habilidoso, soube com maestria ser situação e oposição.

O desgaste com o também saudoso, mas centralizador, Juvenal Juvêncio, ficou mais forte com os novos rumos que a política tricolor tomara, após o Tri-Hexa. Até o desligamento da superintendência, em 2011.

8 anos e meio, assim definidos por ele mesmo, em sua despedida do cargo:

“Queria agradecer pelo período de oito anos e meio de convivência, acho que ninguém fica tanto tempo em um cargo desgastante, de percepção e envolvimento profundo, menos intensamente do que gostaria nos últimos dois anos. Tenho a sensação de não influenciar mais nas decisões como gostaria. Desde a saída do Muricy sentia dificuldades, não conseguia influenciar como gostaria pelo meu conteúdo de 31 anos de futebol“. (Globo Esporte, 20/01/2011)

Saturação movida por diferenças de conceitos e de resultados. O SPFC não repetiu as mesmas campanhas de sucesso. Desclassificações sucessivas de Libertadores, elencos piorados, onde MAC não atuava na montagem e pouco podia fazer, nos planejamentos equivocados de Leco, Jesus Lopes e Adalberto Baptista, que comandaram o futebol em seus últimos anos na cartolagem são-paulina.

Neste período, Marco Aurélio também se tornara vereador pela cidade de SP. Eleito em 2008, reeleito em 2012 (já fora do Tricolor).

Mas não por muito tempo. Surgiu como oposição ao período de ocaso de Juvenal, que havia alcançado o terceiro mandato, com anuência do Conselho em mudança estatutária, mas à revelia da torcida.

Não conseguiria ser candidato, Kalil Rocha Abdalla foi o escolhido. Perderam a eleição para o retorno de outro personagem, Carlos Miguel Aidar, que foi a “salvação” de JJ. Um nome “novo” (não fazia parte da diretoria) e vencedor do passado, foi a estratégia para a então desgastada situação, reverter o quadro eleitoral e seguir na presidência.

Quem diria que o enredo mudaria tanto. Aidar brigou com Juvenal, protagonizaram a maior crise política da história do São Paulo. Aidar renunciou após escândalos, Juvenal faleceu, assumiu Leco.

Leco, que apoiara Aidar na eleição contra Kalil e Marco. Ao lado da diretoria que montou. Eis que o mundo deu voltas. Aí que aparece a arte do bom político, citada alguns parágrafos acima.

MAC foi da chapa contrária à de Leco, Ataíde, Manssur, Gustavo, Natel e todos aqueles que formam hoje, quase que um quarto mandato de JJ. Mas se somará a eles, menos GVO, demitido.

Neste momento, a política é o que menos importa.

Sua presença se faz necessária, tem experiência e positividade, conta com a confiança da torcida, tão valiosa em fase tão crítica tricolor.

Pode ser importante para Ricardo Gomes, afinal, foi contrário à sua saída, no ano de 2010. Assim como tinha sido também, contra a dispensa de Muricy, em 2009.

Só podemos desejar todo sucesso ao MAC, acrônimo tão conhecido na vida dos são-paulinos. Que possa ser o elemento salvador de 2016, assim como Muricy foi em 2013.

História e glória pra isso, não faltam.

Polêmicas também, mas isso se debate, depois de 2016…

Saudações Tricolores!

Carlos Port – Opinião Tricolor

Crédito-imagem: Uol

O fim da era Gustavo Vieira de Oliveira

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Salve nação tricolor,

Diante de tanta turbulência na temporada 2016 do São Paulo, enfim, uma boa notícia: A demissão de Gustavo Vieira de Oliveira, o GVO.

Jamais subestimem o poder de mobilização da torcida do São Paulo.

Aqui, no Opinião Tricolor, já estávamos demonstrando faz tempo, como essa questão era importante para o time. Em análise e até em carta aberta, pedindo que entregasse o cargo.

Enfim, feito.

Não me alongarei muito, questionando vários jogadores trazidos ou dúvidas sobre os 3% existirem ou não, já fizemos isto.

O importante é sempre o passo à frente e, dessa vez, o São Paulo o fez.

Claro que não desejamos mal pra nenhum profissional, a questão nunca foi pessoal. Aliás, os atributos positivos de Gustavo, excelente formação, sangue de Raí na família, contratações que acertou, sempre foram apontados.

Porém, os erros superaram em muito, aos acertos. Desde o segundo semestre de 2013, quando assumiu o cargo remunerado de futebol, passando pelas gestões de JJ, Aidar (1 ano e 1 mês, do período de 1 ano e meio que CMA ficou na presidência) e Leco, muitos equívocos culminaram na formação de elencos desequilibrados, onde faltou de tudo: qualidade em todos setores do campo, lideranças positivas, ambição de títulos, bom ambiente e domínio de vestiário.

Só os canudos não foram suficientes, faltou ser respeitado pelo mundo boleiro.

Os resultados não deixam dúvidas: 14 campeonatos disputados, todos perdidos. Nenhuma final atingida. Eliminações humilhantes e vexatórias para times de divisões inferiores, ano a ano em que esteve no cargo.

Nos clássicos, outra vergonha de fracasso e incompetência: foram 30 com GVO, para apenas 8 vitórias. 15 derrotas e quase 50 gols tomados. Nunca o aproveitamento contra os rivais foi tão ruim.

Some-se tudo isso, ao continuísmo de uma gestão viciada, desde o terceiro mandato de Juvenal Juvêncio. Sociedades passadas com quem exerce poder no clube, parceria no futebol com dirigente que foi expulso do Conselho Deliberativo.

Simplesmente, um fiasco. Pra quem ganhava muito. Melhor dizendo, voltou ganhando muito mais do que recebia, sem razões justificáveis, como conquistas, por exemplo.

Não dava mais, as campanhas não deixam dúvidas. “Ah mas ele não jogava”. Mas planejava quem iria jogar e foi lamentável.

Seus poucos defensores ferrenhos, que se comportam mais como fã-clube do que como torcedores, assistirão o São Paulo não ter sucesso de títulos no curto prazo e dirão que a culpa não era dele. Claro que nunca foi só dele. Mas teve participação efetiva nas campanhas deploráveis e o futuro próximo, ainda terá sequelas de mais um ano do mau planejamento de GVO.

Sucesso e saúde ao Gustavo em seu caminho, mas tardou ao deixar o Tricolor do Morumbi.

Que venham novos tempos, com profissionais mais capazes. Ou de história comprovada no São Paulo. Bons nomes existem.

Saudações Tricolores!

Carlos Port – Opinião Tricolor

O porquê da mobilização: #EiGustavoPedePraSair

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O São Paulo luta, dentro de campo, para reencontrar definitivamente o sentido de sua grandeza.

Fora de campo, é fundamental que isso ocorra também.

Voltemos à 2011.

O terceiro mandato do saudoso Juvenal Juvêncio, dirigente eterno de relação de amor e ódio com o torcedor são-paulino, deixou marcas profundas no clube. Desde então, o modelo vanguardista de administração foi definitivamente atingido, passando de modelo a exemplo para não ser seguido.

Perpetuação do poder, criação de cargos diretivos, loteamento político de conselheiros, coincidiram com os maiores fracassos da história tricolor, dentro dos gramados.

O São Paulo viveu, do período pós tri-hexa (2006-2008) à conquista da Sulamericana (2012), o maior jejum de títulos desde a construção do Morumbi.

Se considerarmos até o presente 2016, vivemos a era que foi marcada também por tabus negativos em clássicos, humilhações em jogos para times de menor expressão e eliminações medíocres e sucessivas, que mancharam a tradição tricolor.

Porém, a camisa do São Paulo, como diz o jargão “entorta o varal” e o time escapou de situações como rebaixamento (2013) e conseguiu alguns feitos esporádicos de alento, mas muito pouco diante de todo histórico de conquistas do Tricolor.

Assim, já são 11 anos sem um título estadual, 8 sem um título nacional e outros 11, sem um título internacional de grande relevância. Releve-se a Sula, em 2012.

Neste cenário, a análise desta coluna aborda Gustavo Vieira de Oliveira.

São-paulino (a maioria diz e eu acredito), filho de uma lenda rival dos campos, mas sobrinho de outra lenda tricolor, Gustavo faz parte da diretoria do São Paulo, justamente a partir do período de maiores fracassos e escassez de glórias. Coincidência ou não, é fato pacífico.

Gustavo é executivo do futebol, de formação excelente. Advogado pela Faculdade de Direito do Largo São Francisco, especializado pela FGV em Gestão do Esporte.

Ocorre que o mundo boleiro não envolve somente diploma e os resultados dos últimos anos, comprovam tal fato.

O sobrinho de Raí começou a ser realmente notado no clube, a partir da contratação de Luis Fabiano, o “trunfo” de JJ antes da eleição 2011. Atuando na área jurídica ainda, esteve presente na concretização da vinda de Ganso ao Tricolor, no ano de 2012.

Nomes pesados que contribuíram, talvez, para sua efetivação ao cargo de dirigente do clube, em julho de 2013, após o traumático período de Adalberto Baptista, na função de diretor de futebol. A diferença, é que Gustavo chegava remunerado, ganhando salário.

2013 foi o ano da campanha dramática de salvação do São Paulo no Brasileirão. Gustavo teve atuação muito discreta, trazendo Antonio Carlos, Roger Carvalho do Tombense e Luis Ricardo, ao final do campeonato, da Portuguesa. Jogadores que não deram certo e alguns, ainda trouxeram imbróglios jurídicos ao clube, após saírem.

Em 2014, Juvenal fez o seu sucessor, Carlos Miguel Aidar. Gustavo permaneceu na diretoria, ainda de forma remunerada, que agora contava com Ataíde Gil Guerreiro, como homem-forte da pasta. Contratações como Michel Bastos, Thiago Mendes e Álvaro Pereira, melhoraram a performance do jovem dirigente à frente de suas responsabilidades. Pato, trocado por Jadson, parecia ter sido bom negócio nos campos também, ao lado de Kaka, que Aidar teve como prioridade trazer. O SPFC terminaria o ano como vice-campeão nacional.

Algumas negociações causaram estranheza técnica, pelo seu caráter relâmpago. Pabón (2014), Jonathan Cafu (2015) e Kieza (2016), estiveram nesse rol. Contratar jogadores que não permanecem mais do que um semestre certamente não é um acerto de planejamento.

Ocorre que, em 2015, explodiu a crise política do SPFC. Gustavo, que havia trazido também os reforços de Bruno e Carlinhos (Álvaro Pereira ficou insatisfeito e saiu do clube) tinha dificuldades em conduzir o seu papel e acabou sendo demitido.

Após o escândalo sem precedentes que culminou na renúncia de Carlos Miguel Aidar e permanência de Ataíde Gil Guerreiro (ambos expulsos posteriormente do Conselho Deliberativo do clube), Gustavo foi reconduzido ao cargo pelo novo presidente, Carlos Augusto Barros e Silva, o Leco.

Eis que, a partir de então, algumas questões foram levantadas e seguem diante do seu trabalho.

A mais questionável delas, a remuneração. Como já destacado, o período de Gustavo (e de todos dirigentes) à frente do SPFC, coincidiu com a era mais trágica de gestão do clube. Dívida monstruosa adquirida nas gestões de Juvenal e Aidar, resultados pífios nos campos. Protestos como nunca vistos por parte da torcida. Neste cenário, Gustavo voltou ganhando substancialmente mais do que recebia anteriormente, em progressão de salário. Leco explicou em dezembro de 2015 a forma de pagamentos ao dirigente, o que desagradou grande parte da coletividade são-paulina, porque incluía, além do salário, o bônus em venda de atletas (que Gustavo negara um mês antes http://globoesporte.globo.com/futebol/times/sao-paulo/noticia/2015/11/gustavo-nega-versao-de-leco-e-explica-comissao-por-resultados.html e acabou se confirmando depois). Confira a entrevista de Leco: http://spfc.terra.com.br/news.asp?nID=139911.

Nos corredores do Conselho, parece que afirmam que a tal comissão/bonificação não existe mais. Ocorre que, publicamente, prevalece o que disse o presidente. Que venha então a público, desmentir.

O Tricolor começou 2016 em profunda crise administrativa. Leco havia determinado que Ataíde começasse o ano cuidando do futebol com Gustavo. Fracassaram no vestiário. Kieza foi um escândalo. Até greve de silêncio ocorreu, pela má gestão. Os resultados não vinham, os protestos contundentes voltaram, pelas organizadas, sócios torcedores, redes sociais. Oposição querendo prestação de contas, caso Jorginho Paulista, balancetes jurídicos passados, são questões que Leco tem que esclarecer, junto dos seus diretores.

Raí, o tio, chegou a afirmar que faltava “alma” ao São Paulo. Com toda razão.

Então, as manifestações transformaram o São Paulo. Ataíde foi destituído da vice-presidência de futebol e Gustavo retroagiu à função de contratos. Vieram Luiz Cunha e Pintado, que fizeram o Tricolor reagir nos jogos e apaziguar os bastidores. Caso tais mudanças não tivessem ocorrido, certamente, o são-paulino não teria ficado esperançoso pelo tetra da Libertadores.

Ocorre que Luiz Cunha não teve boa permanência com Gustavo e saiu. O time, que havia reagido com Cunha, caiu drasticamente de produção, novamente, com GVO e nova diretoria de futebol que foi montada, envolvendo Medicis e Jacobson (quase a torcida não ouve falar das suas atuações). Cunha havia encaminhado o time para a semifinal, período de pausa que GVO não reforçou a equipe em peças-chave, como fez o Atlético Nacional. Erro crucial. Eliminação com sobras.

Nomes como Calleri e Maicon chegaram com prazos limitados, o segundo conseguiu extensão, mérito do dirigente mas com uma grande ressalva, o ágio pago por um empréstimo de prazo errôneo anterior. R$ 22 milhões em um zagueiro mais atletas promissores da base, ficou muito caro.

Mena, Kelvin, o retorno de Lugano e, principalmente, a contratação (e demissão) de Bauza, formam o ciclo de Gustavo em 2016. Fechado com o bom Cueva (que gerou conflito de hierarquia) e com outra derrapagem terrível do dirigente, Getterson. Chávez tenta suprir a saída de Calleri. Dois atletas lesionados chegaram na reta final do semestre, Douglas e Jean Carlos.

Ricardo Gomes é a última peça desse jogo de xadrez perdido, em 2016.

Muito ainda existe pra se questionar, na retomada dos trilhos do São Paulo. Gustavo (e todos) fazem parte de um modelo estatutário arcaico de administração, onde muitos dos dirigentes atuais, fizeram parte da fase mais deplorável do Tricolor, nos últimos anos. Um ganha, outro não ganha, cargos remunerados abaixo de diretorias não remuneradas.

Os números ao longo dos anos de Gustavo são péssimos (e contra eles não existem argumentos, espelham o SPFC nos gramados). Aqui, o retrospecto desde sua chegada em julho de 2013, considerando os 5 meses que ficou afastado, com Aidar, até o retorno com Leco:

JJ/Aidar/Leco, com Gustavo: 29 clássicos (descontando os poucos meses que esteve fora), 8 vitórias. 21 insucessos, sendo 14 derrotas, goleadas e eliminações. Em gols sofridos, a humilhação aumenta: tomamos 9 gols da SEP (fizemos 5), tomamos 16 do SFC (fizemos 7), tomamos 17 do SCCP (fizemos 9).

Fomos eliminados com Ponte Preta na Sulamericana, Penapolense no Paulista, Bragantino na Copa do Brasil, Nacional na Sulamericana, Cruzeiro na Libertadores, Santos na Copa do Brasil e no Paulista, Audax no Paulista, nenhuma final, caiu com times grandes, mas também com série B e D. Juventude, série C, outro grande risco.

Conclusão:

Um clube que representa uma nação de quase 20 milhões de torcedores, não pode abrir mais mão da profissionalização.

Todos torcemos pelo sucesso do time que, consequentemente, seria também do dirigente e de todos que formam a nova diretoria. Porém, GVO, representando as nossas cores, teve todas as chances nas decisões de planejamento passadas e presentes. Esperaremos as que virão pela frente? São anos de fracassos sucessivos. O time corre risco de rebaixamento novamente.

O tempo urge para o São Paulo acordar em sua gestão.

Um sinal desse despertar, será a demissão do dirigente, pelo presidente Leco.

Ou o próprio pedido de demissão, por parte de Gustavo.

Chega, não dá mais, o SPFC clama, a nação tricolor, em sua grande maioria, também (confira no Twitter, a força da hashtag):

#EiGustavoPedePraSair

 

Saudações Tricolores.

Carlos Port – Opinião Tricolor

 

Carta aberta: Gustavo Vieira de Oliveira

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São Paulo, agosto de 2016.

Olá Gustavo, permita-me chamá-lo de “você”. Somos quase contemporâneos.

Aliás, um dos seus bons atributos é a juventude, cabeça moderna, em um modelo arcaico de administração, como é o do São Paulo.

Em maio desta temporada, fiz aqui no Opinião Tricolor uma singela análise da atuação em seu cargo executivo no São Paulo, ao longo dos anos, não sei se já leu:http://opiniaotricolor.com.br/?p=2233~

Mas, como sei que as colunas do Opinião refletem no clube, entre conselheiros, diretores e torcedores, resolvi novamente escrever sobre você.

Desta vez, de forma franca, a mais transparente possível, através de uma carta aberta.

Para pedir que se demita.

Em tom de respeito.

Falo sempre aos meus seguidores nas redes sociais: critique com contundência, mas não ofenda, não acuse sem provas, não perca a razão.

Te critico, Gustavo. Bastante.

Porém, sempre respeitei seu currículo, sua boa formação, sua educação.

Cobro do presidente Leco, por exemplo, se os 3% existem ou não, pois em entrevista ao jornal Lance, datado de 29/12/2015, ele admitia, após você ter desmentido: http://www.lance.com.br/sao-paulo/leco-confirma-que-executivo-ganhara-bonus-vendas-atletas.html. Nesta temporada 2016, alguns setoristas do clube que sempre são flores para a diretoria, negam. Mas, perdão, falta o presidente ou você mesmo, declararem que a idéia da bonificação foi abolida definitivamente.

Mais razões, para pedir a sua saída, não faltam:

Em cargo remunerado no futebol, com poderes reconhecidos, você fracassou desde o segundo semestre de 2013, quando assumiu. Bem verdade, em ano de crise (o que não é novidade para você). O São Paulo recuperou-se no Brasileirão daquele ano, pela união torcida e Muricy. Time salvo no campeonato nacional, mas eliminado de forma patética na Sul-Americana, diante da Ponte Preta, que cairia naquele Brasileirão.

2014 foi ano de sucessão no São Paulo. Você seguiu no cargo, na troca de presidentes. Era da situação, que venceu. Mas todos sabemos que “a situação” piorou no relacionamento que tinha com o saudoso, carismático e contestado Juvenal Juvêncio, em relação a Carlos Miguel Aidar. Apesar de todo seu bom entrosamento com Ataíde Gil Guerreiro (que merecia uma carta aberta como essa). Do um ano e meio que Aidar permaneceu no cargo, até sua renúncia, em um ano e um mês vocês trilharam juntos. Desclassificações desastrosas para Penapolense (série D) e Bragantino (série B) foram anexadas em seu currículo como dirigente.

Em 2015, o Tricolor entrou na pior ebulição política deste século. Guerra política que culminou na sua demissão, como já citada acima. Por pouco tempo, é fato. Leco assumiu a presidência e reconduziu Ataíde com você, para a diretoria do clube. Decisões, finais? Nem pensar. Um final de ano amargando 6 a 1 para o rival que seu pai marcou história, após mais uma eliminação de Copa do Brasil, somada ao fracasso de Libertadores e Paulistão.

Vivemos 2016. Dizem que foi ano de reconstrução. Perdão, Gustavo. De obra nunca pronta. Diz a sua pequena minoria de apoiadores que o São Paulo foi semifinalista de Libertadores. Com 5 derrotas, nunca perdemos tanto numa edição. No momento crucial, a ausência de reforços. Antes disso, outra eliminação deplorável, diante do Audax (novamente, série D). O time fez greve de silêncio, segue perdendo clássicos, não tem mais chance no Brasileirão e corre riscos de rebaixamento. A Copa do Brasil, vista como tábua de salvação, já está na berlinda, após derrota para o Juventude (série C), em pleno Morumbi.

Não citarei seu rol de contratações, apenas ressalto que as ruins superaram as boas.

Três temporadas e meia, Gustavo, caminhando para a quarta. Sem um título, que justificasse seu excelente salário. Nenhuma final. Não acha que já foi o bastante?

Milhões de torcedores acham. Melhor, eles tem certeza.

Em tempo, profissional qualificado tem que ganhar bem mesmo, Gustavo, mas precisa mostrar resultados. No São Paulo, eles não vieram. Pelo contrário, o clube coleciona vexames que demorará pra esquecer. Você faz parte deles.

Por tudo isso, peça demissão do São Paulo, como são-paulino que é. Será ato de são-paulinidade.

Muitos afirmam que você torce para o Corinthians, por seu pai ser, talvez, o maior ídolo do clube. Eu não acredito. Creio na versão do encantamento que você teve com seu tio Raí, que conduzia como rei, aquele São Paulo extremamente vencedor.

Mas seu pai, Gustavo, era defensor nato da democracia. Até criou um movimento no rival da então marginal s/n, nos anos 80. Inclusive, nos venceu em finais, por dois anos consecutivos, naqueles tempos.

Só que na democracia tricolor, a grande maioria da torcida, quer você fora do São Paulo. Sendo justo, junto de outros tantos.

Não é pra menos. Com você, 14 campeonatos disputados e perdidos. Nenhuma final. 14 clássicos perdidos, tomando mais de 40 gols. Ao todo, 29, para apenas 8 vitórias com elencos que construiu.

Números de quem não merece estar no futebol de uma nação que tem mais de 18 milhões de torcedores, que se orgulham de 3 Mundiais, 3 Libertadores, 6 Brasileiros e de ser sempre, time de chegada. Tradição que seu trabalho vem jogando fora.

Assimile assim, os pilares democráticos que são seus ensinamentos de sangue. O são-paulino quer mudanças, dentre elas, a sua imediata saída.

Inclusive, em abaixo-assinado, que cresce a todo instante: https://secure.avaaz.org/po/petition/Presidencia_do_Sao_Paulo_Futebol_Clube_Demissao_imediata_de_Ataide_e_Gustavo_Viera_do_SPFC/?cOuuYkb~

A essa altura, não se trata nem mais de querer, é de precisar.

Pelo bem do Tricolor e de sua história.

Entregue seu cargo.

Será digno de sua parte.

Saudações Tricolores.

Carlos Port – Opinião Tricolor

O protesto: Constituição, excessos, cortina de fumaça

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Salve nação tricolor.

Diz a Constituição brasileira:

“Todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente”. (artigo 5º, inciso 16).

Assisti sábado pela manhã, no CT da Barra Funda, local de treinamentos do São Paulo, o cumprimento de diversas premissas do direito ao protesto. Não existiam armas, não era necessária a autorização, pois nada estava marcado para o mesmo local (avenida Marquês de São Vicente), o SPFC tinha conhecimento prévio, pela divulgação das organizadas. Nada foi feito às escondidas, personalidades, jornalistas, blogueiros, comunicaram presença nas redes sociais. O próprio São Paulo FC solicitou reforço de segurança, que estava presente sim, ao ato.

Sobre o famoso ator Henri Castelli, que o SPFC diz pretender processar, pelo fato de ter conclamado a torcida para participar do protesto, vale citar um editorial de junho de 2013, do periódico Cruzeiro:

“Não está entre as prerrogativas das autoridades usar a Polícia Militar ou a Guarda Civil para tentar silenciar as vozes discordantes… é imprescindível que o poder político reveja a orientação dada às forças de segurança, para que só sejam coibidos, de maneira profissional e focada – com a devida identificação e prisão dos autores -, os atos de depredação e vandalismo, jamais o direito constitucional de se reunir e se manifestar”.

Um pouco mais da nossa Carta Magna, referente não somente à Castelli, mas a todo são-paulino que expressa sua indignação, seja onde for:

“Art.5º: Todos são iguais perante a lei, sem distinção de nenhuma natureza, garantindo-se aos brasileiros e estrangeiros residentes no país a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e a propriedade, nos termos seguintes: …

IX – É livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença”.

Portanto, baseado na lei, amparado pela liberdade de expressão de um país que não é ditatorial (muito menos um clube de futebol), torcedores são-paulinos protestaram no Centro de Treinamento. De abastados a povão, de gente simples a letrados, diferentes entre si, mas com a mesma razão e sentimento: o São Paulo FC.

Segue o relato do que vi:
A ação ocorria na frente do CT são-paulino e somente do lado de fora, até que todas as torcidas organizadas e demais torcedores que lá estavam, se reuniram na frente do portão de acesso do clube.
Da avenida Marquês de São Vicente, na mesma faixa de via onde estava presente com centenas de torcedores, presenciei o portão do CT ser aberto.
Repito, de onde estavam centenas de torcedores, do lado de fora, não pareceu ser invasão forçada, com o portão tentando ser arrombado ou destruído (o clube relata que foi quebrado). Nenhum torcedor tentou pular muro ou o próprio portão. Atitudes como chutes, socos, pontapés, que seriam dignas de repressão policial, também não foram vistas da avenida.
De qualquer forma, é um relato de cerca de 20 metros do local, onde havia uma massa humana na frente. Por isso seria importante o São Paulo disponibilizar às autoridades, imagens filmadas da sua segurança, para comprovar tal impressão. Se, ao contrário do que pareceu, for mostrado que tentaram vandalizar o portão, que os responsáveis nas filmagens sejam identificados e punidos.
Importante ressaltar: após a abertura dos portões, existiam seguranças do clube e policiais militares no CT. Nenhuma retaliação ocorreu, ou tentativa de impedimento. Foi possível ver, da avenida, que torcedores entraram tranquilamente pela alameda que leva ao estacionamento do centro de treinamento, em bloco, poucos correndo, maioria caminhando, sem agressões ou confronto algum.
Então adentraram gramado, campo de treino. Esta situação, ao meu ver, não deveria ter ocorrido jamais. Ali o protesto perdeu limites, sim. Porém, algumas considerações merecem ser feitas, a partir deste instante:
1) foram relatadas e vistas (em vídeo de celular exposto nas redes sociais) algumas leves intimidações a alguns jogadores: o monitoramento existiu, portanto, a identificaçãoindividualização de cada um que praticou ato de violência, é fundamental e deve ser exigida em forma de sanção. Bem como, punição aos responsáveis pela subtração dos poucos objetos que o São Paulo FC afirma terem sido furtados.
2) policiais militares estavam presentes no gramado também, andando entre os manifestantes. Nenhum registro de confronto ocorreu.
3) a ação de saída do gramado parece ter sido claramente ordenada pelas lideranças das organizadas e transcorreu, novamente, pacificamente entre torcedores e policiais, que lá estavam com viaturas do Batalhão de Choque.
Qual o saldo disso tudo?
Primeiro, a consolidação do conceito de que o protesto era legítimo, conforme as leis brasileiras.
Segundo, atos que ultrapassaram a ação pacífica do ato, devem ser investigados e responsáveis processados, sem generalizar toda ação.
O torcedor são-paulino não suporta mais anos de humilhação, consequência de gestões desastrosas e incapacidade de quase todos, dirigentes, treinadores e atletas, de honrar a tradição do time mais vitorioso do Brasil. Sempre existirão, claro, as boas exceções que entendem a dimensão do que é o São Paulo FC.
Raí, ídolo eterno, afirmou neste ano de 2016 que “falta alma”.
Falta muito mais, Terror do Morumbi, falta capacidade! Profissionalização, respeito.
Vivemos uma era de anos de poder perpétuo, com apenas uma sórdida dança de cadeiras, daqueles que o detêm.
Conselheiro expulso pode ser diretor, executivo que nunca ganhou nada em 4 temporadas, pode continuar fracassando na montagem de elencos.
Querem que quase 20 milhões de torcedores, fiquem calados diante de tamanho ataque à honra são-paulina.
Esta sim, a maior atingida, ao longo dos últimos anos.
Por fim, o apelo:
Que a instituição São Paulo FC não transforme o protesto legítimo dos seus torcedores (onde excessos devem ser duramente punidos) em cortina de fumaça e transferência de responsabilidade. Ao mesmo tempo, que excessos sejam punidos na forma da lei.
Não foi e não será o desabafo de centenas, ecoado por milhares/milhões, o responsável pelo futebol deplorável do São Paulo.
O problema não é perder, isto é do futebol. É como se perde.
Eliminações vexatórias como nunca vistas na história do Tricolor, ano após ano, seguem ocorrendo. Sejam para times de divisões inferiores, sejam para rivais históricos. Ninguém mais respeita o São Paulo, nem em seus domínios, pela administração lastimável do futebol do clube.
Deploravelmente, do terceiro mandato de Juvenal Juvêncio adiante. Aidar também sucumbiu nos gramados e escândalos e com Leco, a vergonha continua quando o Tricolor entra em campo.
Detalhe: falamos de 3 presidentes, JJ, Aidar e Leco. Os cargos diretivos que contribuem para tal situação lastimável, são formados, em sua maioria, pelas mesmas pessoas. Sobretudo, pós 2013, no departamento de futebol. Ressalte-se um viva, às boas exceções que realizam um bom trabalho pelo clube. Nem todos tem se demonstrado incapazes.
O final de 2016 segue perigoso e tenebroso para o Tricolor que amamos, na questão do risco ao rebaixamento.
Por isso bradamos, por isso, seguiremos lutando pelo resgate do São Paulo aos seus verdadeiros donos, a torcida!
Saudações Tricolores.
Carlos Port – Opinião Tricolor

São Paulo FC: A perpetuação, disfarçada de reconstrução.

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Salve o Tricolor Paulista!

Depende muito de você, são-paulino!

O “amor que não admite traição”, reportagem da Revista Placar, em 1978, já relatava o comportamento complicado do torcedor do nosso SPFC, que se ausenta historicamente no momento mais difícil.

Não podemos ser assim, em momento crítico tão crucial ao clube e ao time!

A diretoria de Leco, Ataíde, Gustavo, Manssur, Natel e outros, é o quarto mandato de Juvenal Juvêncio. Salvo raras e boas exceções.

Existe um hiato neste caminho, que foi o tenebroso período de Aidar a partir de 2015, candidato que rompeu com JJ mas que foi apoiado, na eleição, por todos que seguem na diretoria. Sem essa de herança maldita, porque estavam na administração desde sempre.

Notadamente o executivo de futebol, que assumiu em julho de 2013 e já foi eliminado pra 4 times de divisões inferiores (Ponte que cairia em 2013 no Brasileirão, Penapolense série D em 2014 e Bragantino série B no mesmo ano, Audax série D 2016) e agora, o risco iminente de mais uma queda, pra divisão que falta, a C, com o Juventude.

O G4 já era, mas o Z4 está ali, apenas 4 pontos, faltando o segundo turno quase todo do Brasileirão.

Esse mesmo departamento de futebol tem as piores marcas na história dos clássicos, contra os rivais da capital e baixada. Tomaram mais de 40 gols, a partir da segunda metade de 2013, fizeram pouco mais de 20. Gustavo, descontados os poucos meses que ficou de fora entre Aidar e Leco, esteve como executivo em 29 clássicos. Apenas 8 vitórias, goleadas vexatórias.

A saber:

SEP: 4D 3V 1E

SFC: 5D 3V 3E

SCCP: 5D 2V 3E

13 é o número seguido de campeonatos perdidos (até aqui, sem contar a edição 2016 da Copa do Brasil, mas já considerando o Brasileirão sem chances) que o executivo Gustavo sequer disputou uma final ou lutou nos pontos corridos (4 Brasileiros, 3 Paulistas, 2 Copas do Brasil, 2 Libertadores, 2 Sul-americanas). Pra 120 mil/mês?! E os 3%, quando serão negados publicamente pelo presidente? Porque entrevista afirmando que sim, haveriam em negociações, foi dada ao jornal Lance em 29/12/2015.

O que dizer do conselheiro expulso que segue diretor, então? A torcida não suporta, mas Ataíde segue com poder. Enquanto VP de futebol, ao lado de Gustavo, após saída de Aidar, foi uma lástima. Até greve de silêncio o elenco fez. Foi remanejado pela força do torcedor, mas seu lugar é longe da diretoria. Ao menos, deveria ser. Como um conselheiro expulso pode representar a instituição?!

Luiz Cunha, que chegou assumir diretoria e viveu o único período de reação da equipe na temporada, foi engolido pelo sistema. Não resistiu, saiu.

Com o pretexto de reformularem o estatuto, varreram pra debaixo do tapete todos atos que a justiça vinha considerando ilegais, por mudanças sem crivo dos sócios. Uma votação casada e covarde.

Onde está você, Abílio Diniz, que contratou pesadas auditorias e consultorias do próprio bolso, mas os conselheiros do São Paulo não sabem dos resultados? Venha a público, convoque uma coletiva, demonstre sua indignação, lute pela profissionalização como talvez, o maior empresário deste país!

Já caíram com essa perpetuação de poder na diretoria, Muricy, Milton Cruz, Osorio, Bauza. Ricardo Gomes mal chegou e já está na berlinda, pois a diretoria não tem vestiário e parece que já engoliram o combalido treinador.

Está na cara que o problema é maior do que técnico!

Contratações-relâmpago que chegam e saem, sem meio ano de clube, se repetem a cada temporada, planejamento patético de vários jogadores medíocres contratados, nesta condição:

No ataque, Pabón, Jonathan Cafu, Wilder, Kieza! Este último, ainda teve comissão, segundo entrevista do presidente à Folha, em março desse ano. Agora chega um tal de Gilberto.

Na defesa, pior ainda. Anos sem algum planejamento de zaga. De Roger Carvalho (primeira contratação de GVO) vindo da Tombense a Luis Ricardo (ambos cobraram o SPFC na justiça), ao ágio pago por Maicon em 2016, por um empréstimo curto que valorizou o jogador. Pagar dezenas de milhões em zagueiro, mais a cessão de jovens da base, foi quase uma extorsão! Infelizmente, necessária, por um início mal conduzido. Zagueiros medíocres contratados e com extensão de contrato, que valeram processo também. Gols e gols tomados, desclassificações.

Jogadores hermanos como Clemente Rodriguez e Cañete ficaram anos no clube, inclusive com essa administração no depto. de futebol, sem soluções de negócios. O zagueiro “canhoto” sonho de Ataide (como se precisasse ser canhoto pra jogar do lado esquerdo da defesa) Luiz Eduardo, alguém sabe dele?

Para cada jogador considerado bom contratado, casos de Álvaro Pereira (que não ficou após chegada de Carlinhos), Michel Bastos, hoje muito mais problema do que solução, Thiago Mendes que esqueceu de jogar bola em 2016, Calleri que mal chegou e já saiu, Cueva, Chávez, tivemos vários jogadores ruins. Times desequilibrados. Isto é planejamento?

Má gestão na efetivação da base: lembro que Lucas, Casemiro, Boschilia, brilham nos campos europeus.

Ano de Eliminatórias, jogadores serão convocados, sem a menor reposição. Repito a pergunta, isto é planejamento?

Busca e apreensão dos balanços jurídicos, caso Jorginho Paulista, será mesmo o São Paulo da reconstrução? Claro que não!

Vivemos a perpetuação do poder no Morumbi!

Basta!

Todos os relatos acima, são de conhecimento público, através da imprensa esportiva. No Opinião Tricolor, toda vírgula do que é colocada, tem embasamento. Nunca criticamos ou acusamos sem ter o fato comprovado. Ofensas, jamais. O respeito prevalece.

Sobre as vergonhas citadas acima:

3%http://www.lance.com.br/sao-paulo/leco-confirma-que-executivo-ganhara-bonus-vendas-atletas.html

Caso Jorginho Paulista http://blogdoperrone.blogosfera.uol.com.br/2016/03/oposicao-do-spfc-pede-apuracao-sobre-prejuizo-de-r-46-mi-envolvendo-leco/

Cañete http://globoesporte.globo.com/futebol/times/sao-paulo/noticia/2015/04/apos-quatro-anos-e-23-jogos-canete-vai-rescindir-contrato-com-o-tricolor.html

Documentos do balanço jurídico http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2016/03/12/justica-autoriza-busca-da-policia-por-balanco-juridico-na-sede-do-sao-paulo.htm

Clemente http://espn.uol.com.br/noticia/483359_sem-jogar-atleta-levou-r-3-mi-do-sao-paulo-e-torrou-com-vinhos-caribe-e-jantares-gourmet

Roger Carvalho http://espn.uol.com.br/noticia/514944_sao-paulo-e-condenado-a-pagar-r-300-mil-a-zagueiro-que-atuou-em-apenas-dois-jogos

Luis Ricardo http://globoesporte.globo.com/futebol/noticia/2015/12/luis-ricardo-e-sao-paulo-nao-chegam-acordo-por-divida-e-atleta-deixa-bota.html

Paulo Miranda http://terceirotempo.bol.uol.com.br/noticias/justia-a-manda-sp-pagar-r-1-8-milha-o-por-zagueiro-que-deixou-clube-em-2015

Ataide/manuscrito http://espn.uol.com.br/noticia/596629_em-expulsao-conselho-diz-que-ataide-combinou-comissao-com-cinira?utm_content=buffer43c63&utm_medium=social&utm_source=twitter.com&utm_c

Kieza http://www1.folha.uol.com.br/esporte/2016/03/1750187-sao-paulo-quer-valor-total-gasto-com-kieza-e-mais-dois-jogadores-do-vitoria.shtml

Até quando, nação tricolor?

Carlos Port – Opinião Tricolor

Festa Independente 44 anos: reflexão para a sociedade

Salve nação tricolor!

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Gostaria de deixar público o meu agradecimento à diretoria da Torcida Independente, pelo convite de honra oferecido, em sua festa de 44 anos.

44 anos dos quais participei 7, na chamada velha guarda dos anos 80 e início dos 90.

Falando justamente dos mais antigos, até os mais jovens, faço aqui um resgate histórico.

1970c

A Independente foi fundada em 1972, período da ditadura militar. Época de disciplina na ordem pública. A coisa funcionava assim: bandido tinha medo de polícia, aluno tinha temor de professor, filho tinha respeito por pai e mãe. Hoje em dia…

Porém, o país clamava por democracia e, graças a Deus, alcançou com o povo nas ruas, pedindo Diretas Já e conquistando sua liberdade de escolha cidadã, na segunda metade dos anos 80.

Qual o sentido deste resgate?

1981

Na época em que o Brasil mais enfrentava rigidez nas instituições de segurança, a festa era permitida totalmente na arquibancada. Bandeiras, fumaça, fogos de artifício, bateria, chuva de papel. O futebol era maravilhoso.

Porém, com a democracia conquistada, tudo que o povo teve de vitória na liberdade de expressão, perdeu inexplicavelmente nos estádios, a partir de 1995. Uma contramão histórica.

Óbvio que a violência nos estádios, presente no mundo todo e em escalada histórica no país do futebol ao longo das décadas, precisava e ainda necessita, ser combatida implacavelmente.

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Mas não pela generalização e rótulos de entidades civilmente legais, taxadas como criminosas em sua totalidade.

O governo, seus entes públicos, como Secretaria de Segurança e Ministério Público, os congressistas brasileiros (muitos deles envolvidos em crimes também), precisam agir como representantes do povo, em todos os seus segmentos. Como fariam isso com as torcidas organizadas e seus milhões de adeptos (considerando todos os times)?

Através da criminalização devida do agente, individualizada, contundente, eficaz. Torcedor foi flagrado praticando qualquer tipo de conduta ilícita, é pra responder processo, pagar fiança. Se a ação for hedionda, é pra ser preso, cumprir pena em integralidade.

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Mas aqui é o Brasil da progressão de pena, do indulto pra quem mata pai e mãe. A inversão de valores impera.

Assim, querem punir as organizadas como um todo, sendo que a maioria de bem, paga pela minoria de maus elementos que existem.

Ocorre que maus elementos existem em todos segmentos sociais. Vamos fechar todas escolas de samba do Brasil porque ocorrem alguns bandidos dentro delas? Vamos fechar o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto, Assembleias Legislativas, Câmaras de Vereadores, Prefeituras, porque escândalos de corrupção assolam o país? O certo não seria punir individualmente cada criminoso e preservar as instituições e coletividades que estão inseridos?

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A má vontade impera, o desleixo, a arbitrariedade. Ações ditatoriais de autoridades, como se vivêssemos há 30 anos atrás. Ocorre que, como já lembrado no início desta coluna, até naquela época, a livre manifestação popular da festa das arquibancadas ocorria, sem repressão.

Não é fechando uma torcida organizada que o problema de violência estará resolvido. Muito pelo contrário, a clandestinidade fará perder todo instrumento de controle. Se existe monitoramento, cadastro, é só aplicar para identificar autores e o mais importante, a lei funcionar (e não ser de mentira, como quase tudo no Brasil) para manter afastado dos estádios, o mau torcedor.

Finalizo esta reflexão para a sociedade, parabenizando as pessoas que fazem a Independente seguir forte nos seus ideais de representar o São Paulo FC, onde ele estiver.

Pra você, sinceramente, o pedido: não julgue os homens, as mulheres, as crianças, pertencentes a uma organizada, como um todo. Na festa de 44 anos, estiveram ídolos tricolores, personalidades da música, cartolas são-paulinos, de situação e oposição. Sim, existem problemas, como qualquer outra coletividade. Mas jamais uma torcida tem que ser tratada, na sua integralidade, como fora da lei. Se for, podem vir me prender, pois fui e voltei a ser, associado com orgulho.

Apoiarei, como sempre fiz, a volta da festa nas arquibancadas e condenarei, com a mesma contundência, todo ato de violência, punido de forma errada pelo poder. Chega de impunidade!

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Violência é proibir!

Saudações Tricolores!

Fotos: Maguila Santos

Paulinho Heavy, novo integrante do Opinião Tricolor!

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Salve nação do Mais Querido!

O Opinião Tricolor completa 1 ano e meio de estrada e está reestruturando o programa para o seu retorno.

Desde abril de 2015, um compromisso com a independência com você, são-paulino, razão maior do Opinião existir!

Tivemos várias fases, grandes entrevistados, apresentadores que agregaram conceitos diferentes e importantes ao longo do tempo, consolidação de audiência junto a um torcedor exigente, isento e de alto nível de sentimento tricolor.

Em mais uma etapa, nossa bancada voltará fortalecida com veia metal. Um amigo, um irmão, exemplar em valores de são-paulinidade e, justamente por isso, exemplo.

O desbravador do heavy metal na arquibancada do Morumbi com a Metal Tricolor, o Chicão da Matrix, o são-paulino que tem história nos palcos, no cenário Rock’n Roll, na noite paulistana com o Black Jack, nos comentários já conhecidos em web rádio e web tv.

Paulinho Heavy, bem-vindo ao Opinião Tricolor!

Uma trajetória parceira de batalhas pelo São Paulo, desde o Orkut na década passada, será retomada. Com mais força do que nunca.

Tamo junto, guerreiro!

Saudações Tricolores!

 

Carlos Port – Opinião Tricolor

 

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@CarlosPort

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Favorite alltv.com.br, a TV da Internet.

Ricardo Gomes: o retorno do gentleman “francês”

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2009.

O São Paulo, mesmo sendo tri-hexa nacional, apresentava sinais de saturação, na relação Muricy e diretoria. Notadamente, Leco, o atual presidente tricolor. Bastidores da época evidenciavam esse desgaste, algumas notas na imprensa também.

Em abril daquele ano, o Tricolor caía no Campeonato Paulista, em mais um mata-mata diante de rival da capital, com seu capitão Ceni, contundido.

Dois meses depois, junho, mais uma eliminação nas oitavas da Libertadores, para outro time brasileiro (o Cruzeiro), de forma melancólica e apática.

Foi a gota d’água. Muricy demitido.

3 dias depois, outra derrota em clássico estadual.

O São Paulo havia começado o Brasileirão 2009 com 7 jogos e apenas 1 vitória. Chegou a estar na 16ª colocação.

Era o fim da segunda passagem de Muricy, após ter conquistado o inédito tri-campeonato consecutivo nacional. Marca até hoje inatingível.

Mas como o Tricolor superaria um técnico tão marcante e como a diretoria, muito criticada pela torcida na oportunidade (sobretudo, finado JJ e Leco), teriam uma saída?

A solução inesperada foi a contratação de Ricardo Gomes. Ex-jogador, campeão brasileiro, português e francês, depois técnico de carreira respeitada na França (campeão no PSG nos anos 90 e no Bordeaux em 2007), mas que estava totalmente fora do contexto dos favoritos ao cargo.

A chegada foi surpreendentemente positiva. A partir do quinto jogo comandando o Tricolor, iniciou uma reação arrebatadora no Brasileirão. 7 vitórias consecutivas, 8 jogos invicto.

Em 2008, o SPFC tirou 11 pontos do Grêmio para se tornar tricampeão. O ano do hexa. Milton Neves, mestre do rádio, começava a aludir a figura do Jason, o assassino que nunca morre, da série Sexta-Feira 13, ao Tricolor.

Em 2009, ocorreria novamente. Só que o Jason, dessa vez, viraria febre. Nascia um folclore. Foi quase oficialmente assumido pelo clube (não poderia por questões de direitos), a torcida ia com a máscara do vilão nos jogos, a fornecedora de material esportivo fez a camisa 13, com o nome Jason nas costas.

Porém, seria demais para os poderes instituídos do futebol, o São Paulo ser tetra consecutivo. Suspensões estranhas ocorreram, um dos rivais da capital entregou covardemente um jogo para o Flamengo, que disputava o título com a arrancada são-paulina, o Internacional e o declínio verde.

Aquele time, desacreditado, que tinha 11 pontos do líder, terminou apenas 2 atrás, na terceira colocação (empatado com o segundo no número de pontos).

Rogério Ceni, o capitão, em pelo menos duas oportunidades, credenciou a Ricardo Gomes a recuperação na temporada tricolor. Quando ainda estava machucado e queria ajudar e quando se recuperou.

A campanha de 2009 propiciou mais uma Libertadores. Só que o São Paulo, já “contaminado” com os conceitos arrogantes de “soberano”, ano a ano, não contratava à altura, após o hexa. Por exemplo, foram 4 Libertadores na sequência, sem o time ter um grande meia, ou aquele jogador de meio-ataque de impacto, que chamava a responsabilidade. Os rivais que eliminaram o São Paulo, sempre buscavam esse perfil de jogador. A arrogância trazia a conta. O Tricolor sempre ficava pelo caminho.

Em 2010, Ricardo Gomes ainda conseguiu ir longe demais. Semifinalista, caiu com vitória no último jogo. Eliminado pela questão do gol tomado fora. O pacote da diretoria para aquela temporada, apresentava nomes medíocres para o elenco tricolor. A política do bom e barato do tempo de Jesus Lopes e Leco. Exemplos: Leo Lima, Marcelinho Paraíba, Xandão, André Luís, Carlinhos Paraíba e Fernandinho. Como ser campeão da América assim?

Claro que nem tudo foram virtudes. Gomes tinha um perfil distante daquele que o são-paulino se acostumara com Muricy, usava pouco de variações táticas (ia no clássico 4-4-2 quase sempre), não oferecia poder de reação tática nas horas difíceis.

Ainda assim, a final quase veio. Mas o torcedor são-paulino estava impaciente demais, com a quinta eliminação consecutiva diante de rivais nacionais, na obsessão da Libertadores.

Foi demais para Ricardo Gomes, técnico que nunca teve um perfil muito vibrante ou carismático para a torcida. Mas era querido internamente, sabia trabalhar o psicológico, pela experiência vivida na Europa.

Nem Jason o salvou.

2016.

Novamente, de forma surpreendente, Ricardo Gomes volta, 6 anos após, ao São Paulo.

Podemos dizer que venceu muito mais que a Copa do Brasil, em 2011.

Venceu um AVC hemorrágico para voltar a profissão, feito notório e digno de aplauso. O amor ao futebol não o fez desistir. A maioria esmagadora, desistiria.

Ocorre que o futebol brasileira vive crise tática, técnica e de defasagem em seus treinadores. A pressão no Morumbi é imensa, Ricardo Gomes já teve um episódio grave.

Sinceramente, desejo boas-vindas, mas espero que a diretoria ofereça uma comissão técnica mista a ele. Não descarte Jardine, tão fundamental na transição base-profissional, pedido desde Luiz Cunha, diretor que não resistiu ao status quo da perpetuação do poder e da falta de hierarquia.

Ofereça também, acima de tudo, condições de trabalho que não mesclem tanto alguns bons jogadores, com medíocres de série B e divisões ainda menores, característica marcante dos anos de Gustavo Vieira de Oliveira, como executivo de futebol. Nem contratos relâmpago de curta duração, que não permitam planejamento.

Ofereça, acima de tudo, uma diretoria sem cargo que não deveria estar preenchido, com conselheiro expulso.

Ofereça, por fim, o caminho para a profissionalização.

No mais, boa sorte “francês”!

Vai precisar!

Saudações Tricolores!

 

Carlos Port

Opinião Tricolor

Aurélio Mendes, o Panzer Tricolor

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Olá amigos do Opinião!

Nos últimos meses, vocês que seguem nossos programas, tiveram a oportunidade de conhecer e/ou rever/conviver em nossas edições, com o Aurélio Mendes.

Batizado pelo Port, como o Panzer Tricolor, dada a sua abnegação nas causas do São Paulo FC.

Torcedor visceral, formador de conceitos, empreendedor que sempre visou integrar forças para o bem do nosso Tricolor paulista.

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Assim foi com o MUSP, movimento que pretendia aliar correntes são-paulinas para o bem comum da nossa torcida.

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Assim é com o Isto É SPFC, blog que conta com colunistas que são brilhantes e como nós, torcedores, acima de tudo.

Personalidade forte, líder que coleciona admiradores e seguidores dos seus ideais. Guerreiro, leal.

Foi um imenso prazer e uma idealização antiga atuar com o Amon, em um projeto de gana e dedicação como o Opinião.

Agradecemos, sobremaneira, Port e Ana, o quanto Aurélio nos enriqueceu com seus conhecimentos, em nossa bancada de vidas de amor ao SPFC.

Seguimos parceiros em nossas causas tricolores, hoje e sempre!

Valeu Panzer, sucesso!

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Equipe Opinião Tricolor

Comunicado importante: programas Opinião Tricolor

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Olá amigos do Opinião Tricolor!

Comunicamos que nossos programas terão uma pausa durante o período eleitoral, nossa produtora estará totalmente direcionada para campanha da eleição 2016.

Assim que programarmos o nosso retorno, avisaremos aqui no site e nas redes sociais, ok?

Continuem acompanhando o São Paulo conosco, seguindo no Twitter @carlosport e @aninhasauma.

Até breve, saudações tricolores!

Opinião Tricolor: debate da Reforma do Estatuto

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O Opinião Tricolor recebeu o vice-presidente de comunicações e Marketing. José Francisco Manssur e Newton Luiz Ferreira, último candidato da oposição à presidência do clube.

Em debate, a convocação da Assembléia Geral Extraordinária, que decidirá sobre Reforma do Estatuto Social e ratificação ou não, de atos estatutários sub-judice.

Uma grande noite de esclarecimentos, para o futuro do São Paulo FC.

Confira!

Saudações Tricolores!

Opinião Tricolor: Dorival Decoussau

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O Opinião Tricolor recebeu o conselheiro vitalício Dorival Decoussau, ex-diretor de marketing, comunicação e relações institucionais do São Paulo FC. Uma vida de 63 anos dentro do Tricolor paulista.

Uma grande aula de são-paulinidade.

Confira!

Saudações Tricolores!

Libertadores 2016 em 10 pontos: acertos e erros

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Salve nação tricolor.

O São Paulo não resistiu à arbitragem catastrófica e lastimável na Colômbia e foi eliminado da competição, que mais tem obsessão.

Porém, sabemos que o princípio de eliminação havia começado antes, na derrota do Morumbi, diante do melhor time desta edição da Libertadores (mas que vem sido favorecido pela arbitragem, sempre).

Chegar numa semifinal foi um bônus para o nosso Tricolor.

Camisa pesada, El Morumbi Te Mata, torcida, grupo, tudo isso ajudou muito. Mas a realidade era bem distinta, quanto ao planejamento traçado para tanto.

Diretoria, mais uma vez, errou. Levou o elenco aos trancos e barrancos, até onde foi possível.

Não é crítica política, alguns poderiam pensar com inocência. Outros, com maldade.

Estamos falando de fatos e vamos a eles, em 10 pontos:

1) São Paulo começou Libertadores com elenco disperso, rachado e com problemas graves com a gestão de Ataíde Gil Guerreiro e Gustavo Vieira de Oliveira. Evidenciados, melhor dizendo, escancarados, na greve de silêncio da estreia, na patética derrota para o The Strongest, em pleno Pacaembu.

2) Mudanças ocorreram, Ataíde “saiu” da Vice Presidência de futebol (cargo que já passou da hora de ser extinto), Gustavo “voltou” para a função apenas de contratações, vieram Luiz Cunha e Pintado. Um novo São Paulo se constituiu.

3) O crescimento de produção foi evidente com Cunha e Pintado, o ambiente se transformou. O último resultado da dupla Ataíde/Gustavo havia sido um empate com o medíocre Trujillanos, fora. O primeiro resultado da dupla Cunha/Pintado foi a vitória por 6 a 0, no Morumbi.

4) O time ganhou confiança e a classificação na fase de grupos ocorreu. Entre o final de abril e começo de maio, o Tricolor avançava também nas oitavas, goleada no Morumbi e derrota administrada no México, diante do Toluca (que mostraria Cueva ao SPFC).

5) Nas quartas de final, outro triunfo, diante do “favorito” rival nacional, Atlético Mineiro. O Horto não tinha mais lenda alguma.

6) Eis que as coisas começaram a mudar. Paralisação pela Copa América e mudança diretiva. Ao início de junho, Luiz Cunha deixava a diretoria de futebol. Suas idéias de otimização do São Paulo no campo gerencial bateram de frente com uma estrutura há muito instituída. Sem a devida hierarquia que deveriam ter com ele, com ingerência em sua filosofia de trabalho, pediu demissão.

7) O São Paulo voltou a oscilar nos gramados. No tempo de pausa da Libertadores, o Brasileiro seguia. O aproveitamento caiu de 55% com Cunha, para cerca de 33% sem ele. Cerca de uma semana após perder o diretor, o Tricolor reconstituiu o departamento de futebol com José Alexandre Medicis na vice-presidência e José Jacobson Neto para a vaga de Luiz Cunha. Ao que parece, ainda não tiveram tempo de mostrar resultados relâmpagos como Cunha conseguiu. Mas são bem referendados no clube, que tenham êxito no Brasileirão e Copa do Brasil.

8) Leco e Gustavo acertaram com contratações para a Libertadores (e temporada) também, é sempre digno e justo ressaltar tal fato. Lugano enfim retornou e provou mais uma vez sua liderança, Calleri com tempo certo de contrato, Mena com selo de seleção chilena, Kelvin que de última opção, se tornou importante. Principalmente, tiro certeiro com o copeiro Bauza. Mas falharam fatalmente na questão dos reforços, ainda mais, porque foram prometidos. O presidente afirmou que traria 3 nomes de peso no meio do ano. Ficou na promessa.

9) Maicon talvez seja o símbolo de uma diretoria que não acreditava em título continental e teve que correr atrás, conforme o SPFC avançou pela sua tradição. Veio com contrato anterior ao término da competição. Não aprenderam nada com o caso Ricardo Oliveira, em 2006. O zagueiro se valorizou muito e custou muito caro, para a posição que ocupa. De contrato renovado, errou na semi por descontrole emocional e acabou expulso. Reconheceu e não podemos condenar veementemente afinal, sem ele, talvez a semifinal nem ocorresse para o Tricolor.

10) Por fim, SPFC só focou em Maicon para a Libertadores e Gustavo cometeu um patético equívoco com Getterson, mais um atleta de série D. Enquanto isso, o rival Atlético Nacional se reforçava com a devida competência. Trouxe, por exemplo, o artilheiro do Clausura colombiano que, simplesmente, fez os 4 gols que eliminaram o São Paulo. Libertadores não se ganha somente com time, é preciso elenco. O Tricolor ficou refém de suas carências não supridas e de contusões de última hora (que não justificam). Time pra ser campeão tem que ter peça de reposição. Não tivemos.

Assim, a Libertadores foi embora. Ficou sim um sentimento de honra, pela luta e orgulho resgatado diante dos bastidores do apito. Mas o rival era melhor.

Enquanto o modelo de gestão não mudar e a perpetuação seguir, outros rivais melhores cruzarão nosso caminho.

PS: É a oitava eliminação de Gustavo no cargo que ocupa, quatro delas, contra times de divisões inferiores.

Parabéns por não fugir da briga, mas acorda São Paulo!

 

Carlos Port

Opinião Tricolor

Opinião Tricolor: Libertadores e diretoria

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No programa mais independente da nação tricolor, debatemos o SPFC na Libertadores.

Com foco na gestão, planejamento, histórico e ações da diretoria.

Também recebemos Sharlene Leite, musa plus size tricolor. Bela história de vida e atitude.

Abordamos também as questões de uniformes Under Armour, tratamento dos proprietários de cativas e violência no estádio.

Obrigado pela audiência!

Saudações Tricolores!

O fico de Maicon

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Salve nação tricolor!

A grandeza do São Paulo, tão suntuosa e ao mesmo tempo, tão vulnerável nos últimos anos, por fogo rival e amigo, teve um resgate pela permanência do ídolo-relâmpago de 2016, Maicon.

Uma negociação resolvida, duas vezes, nos minutos finais, por mais que ocorressem dias de conversações.

Primeiro, em fevereiro, em uma situação emergencial, após início equivocado e infeliz, de planejamento defensivo do então VP de futebol, Ataíde Gil Guerreiro (até quando no SPFC?) e Gustavo (que deu a volta por cima).

A defesa “pensada” do Tricolor contaria com Breno (sempre refém de lesão), Lugano (ainda uma incógnita técnica e física, na oportunidade), Rodrigo Caio (que se firma mais na volância da seleção de base do que na zaga do SPFC) e o jovem Lucão (fatalista em muitos momentos, mesmo com inexperiência ao lado). Outro garoto, Lyanco, completaria o rol de zagueiros.

A temporada começou com os erros de 2015 acontecendo, novamente, por má gestão de futebol. Até que nova trombada em Itaquera, levaram ao fechamento de um novo zagueiro, não falado por aqui, mas de nome em Portugal.

Por lá, Maicon vivera ápice e declínio, relação de amor e ódio com a torcida. Foi capitão, fez gol em Champions League, mas teve conflitos com os portistas. O estádio do Dragão perdera ambiente pro zagueiro.

O São Paulo, por sua vez, vivia o início de mais uma Libertadores, sua obsessão predileta. Sentimento que misturava a já famosa força da nação tricolor com o El Morumbi Te Mata, com a apreensão de um time até então, tido como azarão da competição. Mais do que isso, havia o temor de vexame.

São Paulo e Maicon, então, cruzaram destinos.

A primeira negociação foi feita de forma equivocada. Não há como negar. Casos Vagner 2000, Ricardo Oliveira 2006, próprio Doria 2015 (em menor escala), eram referência de como não fazer uma contratação, sem planejar calendário de competição. Dizem que o Porto baixou o tempo do empréstimo, no transcorrer do negócio. A cúpula são-paulina se submeteu. Certamente, naquele instante, nem a diretoria acreditava numa semifinal de Libertadores da América. Mas precisava acalmar a torcida.

Assim Maicon veio. Chegou, dominou, impressionou. Virou dono da zaga, foi o Lugano da vez em 2016, mesmo com o uruguaio ao seu lado.

Rodrigo Caio, tido por muitos como fraco para ser último homem de zaga, ganhou mais confiança.

Toda defesa ficou mais robusta e confiante. O Horto virou folclore.

Mas o tempo passou a urgir. Não era possível contar com o atleta até quartas-de-final da Libertadores e aí, deixar que a sorte ou o acaso, levasse o SPFC adiante.

Esta necessidade vital fez o Porto ter a faca e o queijo na mão. Colocaram o valor do atleta em nível estratosférico, rifaram o São Paulo, quase uma chantagem. Mas estavam na deles, quem aceitou a regra do jogo, lá atrás, foi o Tricolor.

Porém, a negociação que começou de forma amadora, terminou profissional. O site da Globo afirma que Maicon ficou por 6 milhões de euro, mais 50% de Lucão e a jovem promessa da ala esquerda, Inácio. Parabéns Gustavo Vieira de Oliveira, criticado quando merece, aplaudido idem.

Sempre o apoio e a crítica tem uma razão e fundamento, o bem do SPFC!

Considerando o potencial de uma torcida maior que população de Portugal, é um investimento que se bem tratado com marketing, até aqui, também amador e ausente para ídolos, pode gerar muita receita e retorno.

O São Paulo está de parabéns, a nação tricolor também.

Todos tem zagueiros, só nós temos Dios Celeste e God of Zaga.

Saudações Tricolores!

 

Carlos Port

Opinião Tricolor

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A mentira chamada “viúvas do Aidar”

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Salve nação tricolor.

Não sou conselheiro do São Paulo FC, nem tão pouco, sócio.

Muito menos esta coluna está representando qualquer corrente de situação ou oposição, dos corredores e alamedas do Morumbi.

Ocorre que conheço bastidores (às vezes, alguns, nem gostaria).

Mas o que é certo, é certo. Então, alguém tem que falar.

O São Paulo vive uma temporada 2016 de dicotomia.

Oscilante, mas vibrante nos gramados (sobretudo, na Libertadores); pacificado, mas nem tanto, na política.

A torcida é absolutamente de todos, pelo tetra da América. Sejam fechados com Leco ou contra a continuidade da era JJ, que representa o seu mandato. São todos são-paulinos!

Mas as diferenças internas existem, são fortes e necessárias. Oposição é salutar à saúde de todo time que se diz grande.

O São Paulo o é de fato e, portanto, precisa de oposição.

Para questionar o prosseguimento de Ataide Gil Guerreiro no cargo, por exemplo, expulso dos quadros do deliberativo, mas que segue representando a instituição SPFC. Uma verdadeira afronta ao bom senso e a ética. Detalhe, expulso por 120 conselheiros. Ou seja, situacionistas e oposicionistas removeram AGG da sua condição de conselheiro.

Para fiscalizar as finanças do Tricolor, os balancetes jurídicos, os contratos de compra e venda de jogadores dos últimos anos.

Para acompanhar situações complexas que saíram da esfera interna do clube e estão nas mãos do Ministério Público.

Acima de tudo, para zelar o amor pelo São Paulo.

O Tricolor não tem proprietários, por mais poder que possam parecer possuir. O São Paulo é da sua torcida, acima de qualquer um! Do mais humilde são-paulino, ao mais poderoso. Todos são os verdadeiros donos do clube.

Pois bem, vamos ao ponto:

Nos embates políticos atuais, infelizmente, existe uma parcela da imprensa escrita, blogueiros, colunistas, jornalistas que não estão somente nas mídias são-paulinas, usando o expediente da desconstrução, sobre todos aqueles que, por direito, fazem frente à administração atual.

Tem de gente grande de portais consagrados a formigas de Twitter, anônimos que se julgam famosos.

Uma tática lamentável e que remete ao Brasil do PT, quando petistas rotulam de todas as formas, quem quer um país passado a limpo.

Detalhe: quem quer uma nação realmente limpa, quer também que todo tucano, peemedebista ou qualquer outro partido, envolvido com roubalheira, sejam igualmente punidos.

Mas aqui o assunto é São Paulo Futebol Clube, foi apenas um espelho.

O termo da vez, criado pela brigada de apoio à diretoria, chama-se “viúvas do Aidar”.

Carlos Miguel Aidar foi presidente campeão brasileiro, contratou Raí, teve Cilinho e os Menudos do Morumbi, times que marcaram época eterna, entre 1984 a 1988. Em seu regresso no ano de 2014, logo no primeiro ano, repatriou Kaka, trouxe bons jogadores e o SPFC, que havia lutado no ano anterior para não cair, foi vice-campeão nacional.

Infelizmente, após isso, foi lastimável em uma ciranda de escândalos que culminaram na sua renúncia e posterior expulsão do Conselho Deliberativo.

Um livramento (que ainda tem ramificações deploráveis sim, que precisam ser igualmente julgadas pelo clube).

Assumiu Leco, então presidente do Conselho Deliberativo. Com ele, os retornos de Ataíde, Manssur, Gustavo, entre outros.

Qual o ponto dessa breve retrospectiva?

Todos os citados acima, além de tantos mais que estão na política tricolor, apoiaram Aidar presidente. Eram situação de Juvenal e remaram junto com Carlos Miguel. Foram eles também que elegeram Aidar. Alguns fizeram parte atuante e de espinha dorsal da administração CMA, durante bom período de tempo.

Portanto, o termo “viúvas de Aidar”, espalhado em redes sociais por oficiais e soldadinhos, não condiz com a verdade, quando o debate se torna político.

Se fosse assim, todos seriam viúvas do Aidar, do presidente atual ao VP e diretor de marketing, mesma coisa na área de comunicação e outras vitais ao clube.

No episódio mais recente, Luiz Cunha, que vem da base desde a era Juvenal Juvêncio, saiu do clube sob uma série de acusações e inverdades. Porém, quando foi colocado no posto e ajudou o SPFC a sair da imensa crise que a dupla Ataide/Gustavo enfrentava com o time, foi elogiado.

Discordou, não presta mais?

Não é criando rótulos baixos e mentirosos, que o SPFC será pacificado.

Nem tão poucos, factóides que blindam.

Precisamos de honestidade de princípios.

Muita coisa já melhorou, mas existe ainda muito a se fazer, para uma casa realmente limpa.

Sem hipocrisia, como se o SPFC tivesse começado ontem e personagens da atual administração, não tivessem feito parte da era mais tenebrosa do clube, que vem desde o terceiro mandato de JJ, até os dias atuais.

Só pelo construir, ao invés de desconstruir imagens e pessoas boas, chegaremos lá.

Saudações Tricolores!

 

Carlos Port

Opinião Tricolor

Siga-me no Twitter: @carlosport

 

Opinião Tricolor: especial Roberto Rojas

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Rojas.

Descobri que o futebol que corre na minha veia, ainda tem razão de ser.

Muitos dizem, “futebol moderno é um lixo, hoje é só dinheiro, competição de tatuagens, brincos de joias, chuteira colorida, cabelos estilosos, fortunas, violência de torcida mesmo com festa proibida” e outras coisas pejorativas a mais.

Mas não, senhores e senhoras, futebol ainda é sangue que bombeia o coração, jamais será só um esporte. É luta, devoção, causa, daqueles que jogam a pelada na rua que virou society, na quadra, no campinho que ainda resta. É torcer pro time que se ama. É explicar o inexplicável.

Cobro os mais novos no Opinião Tricolor. Graças a Deus, somos honrados com audiência de milhares todas as semanas, mas muitos dos mais jovens se afastam do interesse, quando é um jogador antigo. Quando é um programa de história, de homenagem.

A estes, revejam atitudes: “As tuas glórias, vem do passado”.

Passado de herois como Rojas, alma Colo Colo e coração também tricolor, “a segunda casa”, por ele mesmo.

Venceu no esporte, superou o erro, voltou no extra-campo, ajudou sobremaneira um gigante adormecido, acordar para a Libertadores novamente.

Roberto Rojas veio ao Opinião Tricolor e falou de ídolos consagrados ao roupeiro, com a mesma gratidão.

O respeito demonstrado pelo futebol e pelo São Paulo, denotam conhecimento de uma vida.

Fica a minha gratidão e o convite, assistam, quando o programa for ao Youtube.

Aos que já viram ao vivo, o meu muito obrigado e parabéns, por terem vivenciado o que Rojas nos proporcionou.

Obs: começo animal do programa, vida longa ao Rock’n'Roll, viva Paulinho Heavy!

Saudações Tricolores!

Carta Aberta ao Conselho do SPFC, a hora da virada!

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São Paulo, maio de 2016.

Com sentimento retomado de respeito e orgulho ao manto sagrado tricolor, direciono esta Carta Aberta, aos nobres conselheiros do São Paulo FC.

Respeito perante a família tricolor que me ensinou e ensino a ser SPFC.

Orgulho pelo vermelho, branco e preto, voltar ao protagonismo de vitórias e esperança.

A nação tricolor, em seu universo gigantesco e sem fronteiras, de cerca de 20 milhões de torcedores espalhados pelo mundo, precisava voltar a vibrar. Assim tem feito, em apoio ao Clube da Fé.

Mas não foi fácil essa transformação que ocorreu, principalmente, pelo bradar de vozes das arquibancadas, redes sociais, torcedores organizados, sócios torcedores, torcedores comuns, todos com o mesmo valor, que não suportavam mais o estado de coisas que pairavam no Morumbi.

Círculo vicioso de poder, em detrimento da profissionalização, tão mister ao futuro do clube!

Profissionalização jamais será infantilidade por quem a defenda, isso precisa ficar muito claro ao presidente Leco e sua diretoria.

Brincamos de profissionalizar, perdemos dinheiro e podemos perder ainda mais, em esfera judicial, por desmandos diretivos.

Se os avanços dentro do campo ocorreram, não foi por uma limpeza total de condutas, pois elas ainda persistem, em algumas situações, fora do gramado.

Em primeiro lugar, os protestos surtiram efeito! Por eles, o time mudou.

A vice-presidência de futebol ficou vaga por força da torcida que exigia a saída de Ataíde Gil Guerreiro, dois dirigentes, um oriundo de base, Luiz Cunha outro símbolo boleiro, Pintado, chegaram e fizeram a diferença.

Vitórias começaram a ocorrer, confiança, efeito El Morumbi Te Mata na Libertadores, clássico vencido no Brasileiro.

Identidade.

Ocorre que para que esta evolução seja plenamente verdadeira, arestas precisam ser ainda aparadas, por parte do Conselho tricolor.

Pois este Conselho votou pela expulsão de Carlos Miguel Aidar e Ataíde Gil Guerreiro dos seus quadros. O que a diretoria fez? Reconduziu Ataíde ao cargo de diretor de relações institucionais, ironicamente, criado por Aidar. Como dirigente boleiro, fracassou no vestiário, ao lado de Gustavo, até a sua tardia destituição.

Como, em sã consciência, um conselheiro expulso pode representar uma instituição? Uma vergonha.

Doravante, temos um marketing que conseguiu avanços, como o tão pretendido patrocínio master. Ocorre que a diretoria de marketing segue longe de um modelo profissional, tão necessário ao clube. Não podemos ter um executivo recebendo apenas, abaixo de uma linha hierárquica de vice-presidente e diretor da pasta. Não é assim que se cria plano de ação eficiente, eficaz e do tamanho do São Paulo FC que não consegue, sequer, explorar seus ídolos economicamente, gerando receitas. Com todo respeito ao Manssur, Vinicius Pinotti e o remunerado Alan Cimerman, não é este o caminho. Profissionalização ou é integral, ou é remendo.

Por fim, o trabalho de Gustavo Vieira de Oliveira, que tem “seus” reforços de 2016 mostrando bons resultados. Mas a sua forma de remuneração segue não condizente com um clube que diz priorizar a recuperação econômica e recontrata um executivo ganhando muito mais do que quando foi demitido, sem nenhum plus na carreira no período que esteve fora para justificar tal incremento de salário e o pior, complementado com bônus em venda de atletas, segundo palavras do próprio presidente.

Não seria o tempo de virar a página nessas práticas no São Paulo?!

Justamente agora que o time reagiu, a camisa envergou o varal, a América teme novamente o Tricolor?!

Vamos dar realmente o exemplo completo?!

Em tempo, quando vamos blindar nosso SPFC da ação vil e torpe da mídia anti? Que segue sistematicamente atacando o clube, querendo colocar estigmas preconceituosos na torcida e ainda são recebidos de braços abertos, ou tem seus convites aceitos nos circos que promovem em seus programas de rádio e TV? Chegamos ao cúmulo de um rival assumido em nossa casa, toda segunda-feira, tripudiando o nosso amado estádio do Morumbi. Assessoria e comunicação, preservem o São Paulo!

Ou seguiremos contando com superações no campo, luta dos jogadores e devoção do torcedor, enquanto se perpetua a dança das cadeiras, na área diretiva?!

Com a palavra, os senhores conselheiros que realmente amam o São Paulo FC!

Cobrem a profissionalização! A entrega dos balancetes jurídicos, o caso Prazan, o fim das comissões e bonificações em transações de futebol.

Aí sim, acreditaremos em um São Paulo forte, dentro e fora de campo, como sempre foi!

Saudações Tricolores!

Carlos Port – Opinião Tricolor

Opinião Tricolor: Resenha Tricolor

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O Opinião Tricolor, com Carlos Port e Aurélio Mendes, recebeu Caio Dominguez e Rodrigo Junqueira, comunicadores tricolores do projeto Resenha Tricolor, sucesso nas redes sociais pela são-paulinidade e qualidade.

Confira!

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Opinião Tricolor: Waldir Peres

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O Opinião Tricolor recebeu Waldir Peres, segundo atleta que mais vestiu a camisa do São Paulo na história, 617 vezes.

Foram 3 títulos paulistas e 1 título brasileiro no período, além de representar o Tricolor paulista na lendária seleção brasileira de 1982.

Confira!

Opinião Tricolor: esquenta da nação

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O programa mais independente e democrático do São Paulo abriu espaço para os torcedores fanáticos do Twitter, no quadro “Comentaristas por um dia”, para o esquenta do jogo da Libertadores.

Participaram Osvaldo Oliveira, Carlos Frederico, Leonardo Bonetto, Diego Xavier e Rodrigo Kamia.

Confira!

Saudações Tricolores!

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Relação Leco/Ataíde: Conselho e torcida, feitos de palhaços

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“Salve o Tricolor Paulista”.

O São Paulo sofria há anos com gestões desastrosas, desde o terceiro mandato de Juvenal Juvêncio.

Carlos Miguel Aidar foi um rompimento mas, após breve reerguimento, se mostrou igualmente catástrofe, até o seu ocaso. Com requintes de escândalo. Tudo muito lamentável para a história do Tricolor.

Poderia enumerar as inúmeras situações de constrangimento e vergonha que os “discípulos” atuais de JJ no poder, colecionam ao longo dos anos, dentro e fora dos gramados.

Porém, o objetivo é analisar a deplorável decisão do presidente Leco, em manter Ataíde Gil Guerreiro diretor de relações institucionais, após a sua expulsão do Conselho Deliberativo.

Focando:

Aidar é passado, para o bem do São Paulo FC. Jogou uma história, de títulos e times lendários, no lixo. Acusado de conduta improba em relatório embasado, foi submetido a voto e expulso. 142 votos a favor e 36 votos contra.

Ataíde também deveria ser passado, com 120 votos a favor da sua expulsão e 56 votos contra. Um pouco mais que o dobro dos conselheiros do SPFC votou pela exclusão do ex-VP de futebol do quadro deliberativo, que por insucessos e escândalos, debaixo do seu nariz, foi direcionado dias antes, para a diretoria de relações institucionais, após pressão imensa dos torcedores.

Eis o ponto:

O que faz uma diretoria de relações institucionais (ironicamente, criada por CMA)?

Representa a instituição São Paulo Futebol Clube, com demais instituições do mundo do futebol, corporativo, social etc.

Sendo assim, como pode, em sã consciência, em sanidade mental plena, um presidente reconduzir um conselheiro expulso, para ser o responsável da pasta?

Imagine a situação prática, torcedor: uma reunião envolvendo o SPFC e uma entidade qualquer:

- Olá, eu represento a instituição São Paulo.

- Muito prazer, aceite meu cartão, mas quem é você?

- Ataide, um conselheiro expulso.

A busca da credibilidade do São Paulo ainda apanha no futebol brasileiro. Evoluiu, mas não pode estagnar. O clube ainda sofre fogo amigo de decisões administrativas, para quem o quer na lona. A mídia anti comemora.

O Morumbi tem a sua Casa Civil…

Até quando?

 

Carlos Port

Opinião Tricolor

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Opinião Tricolor: Dragões da Real

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O programa da nação tricolor recebeu André Azevedo, presidente da Dragões da Real e da Associação Nacional das Torcidas Organizadas.

Aurélio Mendes, idealizador do projeto Isto É SPFC, fez sua estreia como integrante da bancada do programa.

Confira!

Saudações Tricolores!

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Aurélio Mendes, o Amon, no Opinião Tricolor

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Salve nação tricolor!

Com muita satisfação, o projeto Opinião Tricolor anuncia a chegada de um idealista são-paulino, para compor a bancada do programa.

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Aurélio Mendes, empreendedor nato na linha de frente de defesa do São Paulo FC, em projetos de formação de opinião para a nossa torcida.

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Amon é parceiro de longa data, desde a sua luta na criação do MUSP, movimento que pretendia reunir correntes tricolores para o comum objetivo de lutar pelo SPFC, em todas as instâncias de comunicação virtual e real. Objetivo nobre! Mas conhecemos as dificuldades.

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Seguiu caminho montando o projeto Isto É SPFC, que reúne alto nível de conteúdo, com torcedores como nós, que refletem o que vivem e sentem, nas colunas do blog. Sugiro demais conhecerem https://istoespfc.net

Independente, sem rabo preso, papo reto. Linha contundente e enfática de ações pelo nosso time do coração.

Bem-vindo Aurélio, conhece nossa luta aqui.

Venha pelejar junto!

Saudações Tricolores!

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Os mais importantes: Gilberto Sorriso

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Gilberto Ferreira da Silva, ou no mundo boleiro, Gilberto Sorriso. Jogador de futebol, educador físico e administrador esportivo.

Nascido em 18/09/1951, dos pais Sr. Guilherme e dona Pedra, teve uma vida dedicada ao São Paulo e também ao Santos.

No Tricolor, foi do infantil ao profissional, entre os anos de 1968 a 1977, em uma década de dedicação, bom futebol e títulos.

1970 1971

1975 turno

Viu a conclusão definitiva do Morumbi, defendendo as cores do São Paulo. Campeão paulista em 1970, repetiu o feito em 1971, na então nova e para sempre eterna, casa tricolor. Foi vice campeão brasileiro duas vezes (1971 e 1973) e da Libertadores (1974), até erguer nova taça estadual, no ano de 1975.

Quase pegou o primeiro título nacional do São Paulo, mas se transferiu antes ao Santos, em 1977, clube que defendeu também por mais de 10 anos, sendo campeão paulista em 1978 e 1984.

Neste último, um reencontro com duas outras pratas tricolores, Serginho e Zé Sérgio.

Foi o décimo terceiro jogador da história do São Paulo, com maior número de partidas, 434.

Deixou além do talento, a simpatia como marca, tanto que voltou ao clube após encerrar a carreira, para trabalhar nas categorias de base.

O importante na vida é sorrir.

Saudações Tricolores!

Crédito-imagens: Revista Placar, Tardes de Pacaembu

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Opinião Tricolor: Luiz Alberto Rosan

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Opinião Tricolor recebeu Luiz Alberto Rosan, grandioso profissional da fisioterapia, idealizador do Reffis do SPFC, onde viveu momentos de glória, ajudando o Tricolor a ser extremamente vencedor e referência mundial em tratamento de atletas.

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Saudações Tricolores!