Opinião Tricolor: Júlio Casares

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Olá nação tricolor,

Confira a entrevista exclusiva do Opinião, com o conselheiro vitalício e candidato à presidente do São Paulo FC, Júlio Casares.

A trajetória do dirigente na instituição, desde um garoto torcedor até altos cargos na instituição.

Confira!

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Opinião Tricolor: Olten Ayres

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Opinião Tricolor entrevista o candidato à presidência do Conselho Deliberativo do São Paulo FC, Dr. Olten Ayres.

Entenda as reais atribuições e responsabilidades, na Diretoria e no Conselho, da instituição tricolor.

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Opinião Tricolor: Zé Sérgio

Olá nação tricolor!

O programa verdadeiramente independente, da torcida do São Paulo FC, teve a honra de receber para uma entrevista, o ídolo eterno Zé Sérgio.

Uma das maiores lendas do ataque são-paulino, em todos os tempos. Escalado em muitos times de todas as décadas.

Entre 1976 a 1983, talento, velocidade, glórias, sentimento e títulos.

Vai Zé!

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Opinião Tricolor: Ópice Blum

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Salve nação tricolor.

O programa mais contundente da torcida do SPFC, que revela os bastidores de forma única, recebeu a notoriedade do conselheiro vitalício, Dr. Ópice Blum.

Décadas de grandes préstimos ao São Paulo, atuando em diversas gestões tricolores.

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Opinião Tricolor: Kalef João Francisco

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Salve nação tricolor.

A mídia verdadeiramente independente do São Paulo, recebe mais uma vez em seu estúdio, um conselheiro de renome e tradição tricolor.

O bimundial Kalef, que respira o ambiente boleiro daquele plantel vitorioso, até os dias de hoje, pela experiência adquirida na diretoria que estava ao lado de Telê Santana.

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Opinião Tricolor: Homero Bellintani Filho

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Salve Nação Tricolor,

Em 2020, o nosso programa abrirá as portas para o Conselho do São Paulo FC, na figura daqueles que acreditamos, serem proeminentes e merecedores.

Começamos com uma família baluarte tricolor, geração de pai pra filho.

Vidas de amor ao SPFC.

Confiram Homero Bellintani Filho, no Opinião Tricolor.

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O sonho do Corinthians é ser o São Paulo

Pra começar…

Bicampeão do planeta bola, com apenas um título continental, é conta de quem não passou na escola.

Na marginal sem número, só conheciam torneio de verão. Chancela da Fifa? Piada. A própria entidade já reconheceu que errou naquele formato. Segue “oficial” por falta de vergonha na cara da entidade que tem vários de seus membros máximos, investigados por corrupção.

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Não sabiam, portanto, o que era campeonato mundial de verdade, até dezembro de 2012. Venceram enfim uma final correta e já se rotularam bicampeões, no maior estilo Sveitão, amparados pela versão experimental da Fifa, onde levaram um troféu mequetrefe sem derrotar um europeu, dentro do país e o pior, na condição de convidado sem passaporte.

Como trombadinhas pés de chinelo.

É preciso ser representante legítimo, conquistado por direito fundamental de ter vencido o continente primeiro, pra ser campeão mundial. Ponto final.

Atualmente, o SCCP tem Libertadores e o primeiro mundial. Entrou no clube de Flamengo mundialmente, Palmeiras e Vasco no continente. Sonha estar no clube de Cruzeiro e Inter, os bicampeões da América.

Mas segue anos-luz do clube de São Paulo, Grêmio e Santos, os únicos tricampeões continentais.

Toda essa ânsia insana em querer comparar as primeiras conquistas corintianas com os feitos são-paulinos reconhecidos pelo mundo, somente comprovam o sonho alvinegro, de ser tricolor.

2011. A sequência de 11 jogos de invencibilidade corintiana, foi derrubada implacavelmente, pelo centésimo gol de Rogério Ceni.

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Tinha que ser no clássico o gol histórico do Mito, para trazer à tona algumas verdades.

Por exemplo: o fim da série alvi-negra restabeleceu a ordem, quanto ao maior tabu da história, que pertence igualmente ao Tricolor diante do rival alvinegro: 14 partidas e 5 técnicos demitidos no parque São Jorge. 2003 a 2007, o maior tabu do Majestoso até hoje.

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Histórico, o tabu dos 14 jogos (contando o jogo anulado indevidamente) mereceu até choro do jogador que marcou o gol que findou a escrita, mas nem assim, evitou o rebaixamento naquele ano de 2007, do time da marginal s/n.

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Por falar em rebaixado, vale sempre lembrar que, em 2004, o SPFC salvou o Corinthians da segunda divisão paulista, derrotando o Juventus. Um ato de compaixão.

Contra o Tricolor, o Corinthians joga sempre como se disputasse o jogo da vida, mesmo, não reconhecendo isso. Tentam disfarçar e desfazer. Dizer que o rival é outro, o porco, aliás, mais unidos do que nunca, contra o SPFC.

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Romeu e Julieta encampam campanhas contra o Morumbi, destinavam no passado maiores cotas de ingressos uns aos outros nos clássicos, já fizeram até camisas juntos, com os nomes do rival estampados na manga. Quanto amor…

O Tricolor do Morumbi, por sua vez, não precisa de ninguém, não vende sua camisa.

É hexa conquistado no campo, na técnica e na raça.

Sem asteriscos, sem manchas.

Asteriscos como do campeonato brasileiro de 2005, do torneio de verão 2000.

A supremacia tricolor é comprovada sobre qualquer rival nacional, mais especificamente, em relação ao time que somente após 102 anos de vida, enfim teve um título internacional de credibilidade.

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12 títulos internacionais a 4, é o placar. Com boa vontade, dando um desconto para o Mundialito.

Em muitos momentos, o são-paulino até reconhece, despreza o time da marginal sem número, que ganhou estádio com o dinheiro do povo.

Realmente, o poder do time do governo não está de brincadeira.

Ajuda a combater a inveja.

Inveja que consome, quando se lembram do cinquentenário e pujante estádio são-paulino, um dos maiores particulares do mundo. Ah, se não fosse o Morumbi, o que seria de 1977…

Quando perdem, transformam cada derrota em desespero.

Portas fechadas, treinadores demitidos. Nenhum clássico brasileiro ou mundial representou tanta queda de técnicos quanto SPFC x Corinthians. 14 vezes na história.

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Um recorde absoluto de desespero em perder para o rival.

O sonho do Corinthians é ser o São Paulo.

É ter um estádio como o Morumbi sem depender da política rasa, é ser tri do mundo legítimo, ser tri da Libertadores, ser o maior campeão brasileiro sem canetada de unificação ou com asteriscos.

Não adianta disfarçar a inveja.

Por tudo isso, o retrospecto de jogos na história até se justifica. Levam vantagem nos Majestosos, mas não esquecem os títulos perdidos de 1957, 1991, 1998.

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Em 2015, comemoraram um 6 a 1 na arena do governo, como se fosse a primeira vez. Lamento, o São Paulo já havia vencido pelo mesmo placar, nos primeiros anos de sua fundação.

2016, goleada devolvida com massacre e olé. 4 a 0.

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Eles dizem: confronto direto favorável. Ainda mais, quando o juiz ajuda decisivamente. O famoso apito amigo. Assim foram em fases decisivas dos Paulistas de 1988 e 1993.

Por tudo isso, contra o São Paulo, o Corinthians realmente se supera. Porque nada como vencer, quem mais queriam ser.

Porém…

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Palmeiras, o maior freguês mata-mata do São Paulo

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Palmeiras.

O time da colônia italiana, povo tão importante na história do maior estado brasileiro.

Durante sete décadas, a segunda maior torcida de SP.

Porém, palmeirenses assistiram, desde a metade dos anos 80, a nação tricolor ultrapassar os verdes. Um verdadeiro atropelo. Segundo os principais institutos de pesquisa, nos dias de hoje, seria necessário praticamente somar a torcida verde à santista, para alcançar a nação tricolor.

Sem sua camisa leiloada, entregue, rifada, foram 17 anos de fila, 1976 a 1993, terminados na era da leiteria que se apossara do clube. Leiteria que pensava mais nela, do que no próprio time, fazendo um belo balcão de negócios.

Montaram esquadrões movidos a milhões de dólares, somente para vender seus atletas com maior lucro para o exterior. Pela avidez e ganância do lucro, foram barrados na ilusão de conquistarem o mundo. Ficaram no caminho do Manchester United, na maior falha do goleiro que diziam ser santo. Marcão, que tantos gols já sofreu de Ceni, é um cara gente boa, querido de todas as torcidas. Merecia melhor sorte na carreira.

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Os fabricantes de laticínios foram embora, o time voltou ao coma. Segunda divisão duas vezes, humilhação, vergonha. Conquistaram o estadual 2008, destaque-se, novamente sem as próprias pernas, em outra co-gestão, com direito a gás de pimenta e decisão de semifinal sendo disputada no antigo chiqueiro que chamavam de estádio, atentando contra a segurança da população paulistana. Ato insano e desesperado pelo fim da fila, que foi amparado, na época, pelos lamentáveis bastidores do futebol. Além do Paulistinha, também 1 Copa do Brasil, pra diminuir o sofrimento. Mas ainda no tempo em que os times que participavam da Libertadores (caso do SPFC entre 2004 a 2010), não entravam na menor competição nacional.

Nos tempos atuais, com a camisa vendida novamente, dessa vez, para um grupo que explora juros abusivos da população carente, conquistaram 3 taças nacionais.

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Uma empreiteira assumiu estádio, melhor dizendo, arena nova (estádio é outra coisa, é maior) e estão eufóricos. Mas, durante 30 anos, tem obrigações com eles. E antes que digam alguma coisa, Laudo Natel foi governador eleito depois do Morumbi pronto. É bom conhecer a história, antes de repetir mentiras contadas 1000 vezes, para se tornarem verdades.

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Agora, o Palmeiras agoniza mesmo, quando lembra da freguesia para o São Paulo. Libertadores, 1974, 1994, 2005 e 2006, eliminado todas as vezes pelo Tricolor. Jamais venceu um jogo sequer, fosse no Morumbi, ou no cercadinho do que chamavam de jardins suspensos. 6 vitórias tricolores e 2 empates na história do confronto continental.

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Em 15 confrontos de mata-mata na história, contando todos os campeonatos, foram 13 triunfos são-paulinos.

* Antigamente, não existia o formato mata-mata no futebol paulista. Em 1942, 1944, 1950 e 1972 o Palmeiras venceu o SPFC. Em 1943 e 1971, deu Tricolor.

E nos mata-matas:

Paulista 1978 - 17/06/1979 – Palmeiras 0×0 São Paulo [prorrogação 0x1, gol de Serginho Chulapa]

Paulista 1987 – Semifinal Palmeiras 0 x 0 São Paulo – 15/08 São Paulo 3 x 1 Palmeiras – 23/08

Paulista 1992 – Final Palmeiras 2 x 4 São Paulo – 05/12 São Paulo 2 x 1 Palmeiras – 20/12

Libertadores 1994 – Oitavas-de-final Palmeiras 0 x 0 São Paulo – 27/04 São Paulo 2 x 1 Palmeiras – 24/07

Rio-São Paulo 1998 – Semifinal Palmeiras 2 x 1 São Paulo – 17/02 São Paulo 1 x 0 Palmeiras – 25/02

Paulista 1998 – Semifinal São Paulo 2 x 1 Palmeiras – 19/04 Palmeiras 1 x 3 São Paulo – 26/04

Copa do Brasil 2000 – Quartas-de-final São Paulo 2 x 1 Palmeiras – 24/06 Palmeiras 2 x 3 São Paulo – 27/06

J. Havelange 2000 – Oitavas-de-final Palmeiras 1 x 1 São Paulo – 25/11 São Paulo 1 x 2 Palmeiras – 30/11

Rio-São Paulo 2002 – Semifinal Palmeiras 1 x 1 São Paulo – 21/04 São Paulo 2 x 2 Palmeiras – 27/04

Superpaulistão 2002 – Semifinal Palmeiras 0 x 2 São Paulo – 19/05 São Paulo 2 x 2 Palmeiras – 22/05

Libertadores 2005 – Oitavas-de-final Palmeiras 0 x 1 São Paulo – 18/05 São Paulo 2 x 0 Palmeiras – 25/05

Libertadores 2006 – Oitavas-de-final Palmeiras 1 x 1 São Paulo – 26/04 São Paulo 2 x 1 Palmeiras – 03/05

Paulista 2008 – Semifinal SPFC 2 X 1 Palmeiras – 13/04 Palmeiras 2 x 0 SPFC –20/04

Paulista 2019 – Semifinal São Paulo 0 x 0 Palmeiras, Palmeiras 0(4) x 0(5) São Paulo – 07/04

Um massacre impetuoso. Ah, sim, a CBF unificou os títulos brasileiros. Agora o Palmeiras é deca (risos). 10 na seguinte conta de quem não passou de ano: 4 (1972, 1973, 1993, 1994) + 2 (2016, 2018) = 10.

Hexa, legítimo, é o São Paulo Futebol Clube.

Palmeirenses mais antigos costumam dizer que “corintiano é rival, são-paulino é inimigo”. Pra quê isso, porcos? É apenas futebol.

Pra nós, vocês são apenas, fregueses.

Saudações Tricolores!

 

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Crédito/Imagem: jornal Lance

Opinião Tricolor: SPFC hereditário

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Olá nação tricolor!

Diante da estreia da Libertadores 2019, o Opinião Tricolor analisou o SPFC para o começo da mais importante competição continental. Para tanto, debatemos a estratégia de poupar o time na rodada que antecedeu o começo da trajetória, filtrando pontos positivos e negativos do elenco são-paulino.

Conosco, a incrível Bela Horgos, a Belinha, youtuber e influenciadora digital, do SPFC Hereditário. Paixão vem de infância.

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Opinião Tricolor: Victor Coelho Mionzinho

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Noite de contundência e defesa do São Paulo, em mais uma edição #OpiniaoTricolor. Com nosso brother tricolor de bom combate, Victor Coelho, o Mionzinho.

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Opinião Tricolor: Letícia Fabbri e Homero Bellintani Filho

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Salve nação,

O programa da nação tricolor, recebeu, com orgulho, carinho e solidariedade pulsante, Leticia Fabri, são-paulina de coração e alma, que vem encantando a todos nós, com a campanha Lacres do Abraço, para conseguir próteses dos pés, para andar novamente.

Com ela, o conselheiro vitalício Homero Bellintani Filho, que não vem medindo esforços para que a causa atinja cada vez mais torcedores e, acima de tudo, cidadãos solidários.

Saudações e agradecimentos especiais, ao presidente Leco e ao conselheiro Mario Ferrari, pelo bom combate, juntos.

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Opinião Tricolor: Kalef João Francisco

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O programa da nação tricolor, recebeu, mais uma vez, o conselheiro vitalício e estimadíssimo amigo de bom combate são-paulino e patriota, Kalef.

Uma história vencedora, um exemplo de devoção ao São Paulo FC.

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Opinião Tricolor: Pavão

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Salve, galera!

O programa da nação tricolor recebeu Marcelo Pavão, pequeno grande craque do futebol e da vida.

Pavão falou sobre tudo, sua ascensão e trajetória no São Paulo, a importância do mestre Telê Santana, os cuidados nos bastidores de negócios da bola, conselhos aos atletas mais jovens. Além disso, contou sobre o belíssimo projeto que mantém com o futebol de masters, levando os ídolos do passado pelo Brasil afora.

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Opinião Tricolor: Glauco Diógenes

Noite de gala no #OpiniaoTricolor.

O São Paulo tratado como conceito, marca de excelência, respaldo e respeito mundial, pelo mestre do design Glauco Diógenes.

Claro, falamos de Paulista, Copinha, os caminhos do Tricolor neste início de temporada 2018.

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Saudações Tricolores!

Liberdade é festa, violência é proibir! #AgainstModernFootball

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Olá nação tricolor!

Esta coluna é extensiva para as torcidas organizadas Independente e Dragões da Real.

Porque somente a união de forças, em esforços mútuos de conscientização, poderão beneficiar a todos os torcedores dos times paulistas, na questão tão sentida por nós que vivemos arquibancadas: as bandeiras de mastros, proibidas nos estádios!

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O futebol brasileiro se transformou ao longo das últimas décadas, perdeu identidade, “europeurizou”, criando um termo. Dentro do campo, com mais tática defensiva do que técnica pura. E fora também, com os novos modelos de arenas.

Nada contra a modernização do conceito dos estádios, mas tudo contra sufocar a tradição das torcidas paulistas, a forceps!

Torcedor brasileiro é singular, único. Não torce como europeu, ou sul-americano. Tem a ligação ímpar do samba da bateria e bandeiras na arquibancada. Prefere o cimentão (que hoje está com cadeiras) do que a numerada confortável. Não importa a classe social.

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No estado de São Paulo, existe a proibição legal das bandeiras com mastros nos estádios paulistas, desde os anos 90.

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Nos últimos anos, os belos sinalizadores (os inofensivos, não os navais que causaram tragédia na Bolívia) também foram proibidos.

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Episódios de violência cessaram pela proibição da festa das torcidas?! Todos são sabedores que não!!

É uma medida descabida, que mais visa punir o conceito de torcida organizada, do que coibir o torcedor violento.

Alguns afirmam que bandeiras se transformam em armas. Isso não existe no modelo atual dos estádios, com divisão de torcidas em 10 ou 5%, devidamente separados, itinerários com escolta e aguardo para dispersão.

A proibição está errada, premiando a incapacidade de punir o mau torcedor, sobrando para o espetáculo da arquibancada.

Os bons (maioria) não podem pagar pelos maus (minoria). Para os delinquentes infiltrados no futebol, sejam em organizadas ou em qualquer lugar do estádio, tem que existir a lei severa, aliás, deveria ser assim em todas as áreas da sociedade brasileira. A impunidade impera e somente medidas paliativas são tomadas.

Bandeiras nas arquibancadas, autoridades paulistas, fascinam crianças, mulheres, famílias. Encantam do pequeno ao idoso. E não representam perigo real. O Maracanã, maior estádio do Brasil, é a prova maior. Bandeiras dos times cariocas completam o espetáculo do futebol. Aqui, em São Paulo, só viajando ao RJ ou outros destinos estaduais, que contemplamos a festa que o futebol é capaz de proporcionar.

Portanto, se a reparação de justiça nesse caso envolve deputados, Ministério Público, Polícia Militar e o governador, que sejam acionados e acolhedores deste apelo popular, que somente será benéfico para todos.

Afinal, a festa no futebol preenche corações e mentes de torcedores. A proibição dela, ao contrário, abre espaço pra violência, pela cabeça vazia. Quanto mais o torcedor estiver ocupado em promover a festa mais bonita que a do time rival, maior a conscientização dos mesmos, em reprimir atos marginais, que tirariam novamente as bandeiras das arquibancadas.

Violência precisa ser punida sempre! Mas com medidas eficazes e certeiras, não com injustiça e autoritarismo.

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#AgainstModernFootball

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Bandeirões, luzes, bandeiras de mastro. A alma da arquibancada.

Digníssimas autoridades do Estado de SP,

O espetáculo magistral, único, inesquecível e eterno que foi a despedida de Rogério Ceni dos gramados, ao final de 2015, proporcionado pela torcida do São Paulo FC com as organizadas Torcida Tricolor Independente, Dragões da Real, Implacáveis e Falange, serviu também para demonstrar como é possível retomar a alma da arquibancada nos estádios paulistas.

No Brasileirão 2017, espetáculo repetido em treino aberto e nas concentrações épicas do portão 1 do Cícero Pompeu de Toledo.

Bandeirões, luzes, bandeiras de mastro. Violência é proibir!

Não troque, senhor governador, a democracia pelo autoritarismo.

Não troquem, senhores deputados, a liberdade pela ditadura.

Não troque, Ministério Público, a ação pela omissão.

Não troque, Polícia Militar, a segurança pela coerção.

É tão simples permitir as bandeiras de mastro de volta, junto de todo aparato que maravilha crianças, adultos e idosos, em jogos de futebol. As torcidas são devidamente credenciadas na Federação Paulista de Futebol, termos de responsabilidade por cada mastro na arquibancadas seriam facilmente administrados.

Basta querer!

A única violência que existe nos estádios, atualmente, é a ação pública matando a festa da arquibancada. 10 anos de proibição já passou do limite do tolerável. A ação que pune atos criminosos deve ser implacável sim, mas pra quem pratica o ato criminoso, não para as entidades como um todo.

Até quando?

Que as imagens falem por si só.

Saudações Tricolores!

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Foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press

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Carlos Port

Opinião Tricolor

Crédito-imagens: sites Globo Esporte, Esporte Uol, Lancenet, Facebook Arquibancada Tricolor, Superesporte, Arquivo Pessoal.

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Camisa: estrelas, faixas, patrocínios. Branding!

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Olá nação tricolor!

O blog abre espaço para uma propositura que poderia e deveria ser objeto de debate no Conselho do São Paulo FC, em cada ano, quando da renovação de modelos do uniforme.

A preservação de um dos maiores símbolos oficiais do clube.

A camisa do São Paulo, o manto sagrado.

Nos quesitos patrocínio, numeração e estrelas vermelhas e amarelas.

Patrocínios:

Vamos analisar primeiro os patrocínios, tão fundamentais ao futebol moderno, mas que descaracterizam a camisa 1, na sua concepção original, ou seja, faixas um pouco mais altas, próximas ao peito.

Nos anos 80 (entre 1982 a 1987), anunciantes ainda estavam abaixo das faixas da camisa do São Paulo. A partir da década de 90, a posição das marcas subiu, alterando a formatação do manto tricolor. Jamais voltaram para debaixo das faixas.

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*Alguns argumentarão que é pela visibilidade da TV, mas o Coritiba está aí para provar o contrário. Vide uniforme 1 do clube paranaense, que manteve o respeito à posição das suas faixas.

Recomendo a visita do blog do Thiago Pulzatto, que fez um belo trabalho de pesquisa das fases da camisa tricolor: https://omantotricolor.wordpress.com/camisa-um/

Recuperar as faixas mais perto do coração deveria ser condição mister para cada possibilidade de novo patrocínio.

Uma prova de respeito incondicional, um manual de marca.

Estrelas:

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Nos anos de 1952 (como atleta do São Paulo) e 1956 (representando o Vasco da Gama), o lendário Adhemar Ferreira da Silva, conquistou recordes olímpicos e mundiais, ao ser medalhista olímpico, na modalidade salto triplo, consecutivamente em duas Olimpíadas, Helsinque e Melbourne.

Tais façanhas eternas renderam estrelas amarelas na bandeira oficial do São Paulo FC, a partir de 1956 (não na camisa, que permaneceu intacta, com suas faixas, listras e escudo, por mais 40 anos).

saojose89  Final de 1989, bandeira oficial com estrelas amarelas

Décadas se passaram com a camisa sempre imaculada, até o ano de 1996, quando, na gestão de Fernando Casal De Rey, o São Paulo decidiu inserir as estrelas das glórias do atletismo, em sua camisa de futebol.

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Quatro anos mais tarde, em 2000, na presidência de Paulo Amaral, as estrelas vermelhas passaram a integrar a camisa do Tricolor, pelo bi-mundial 1992-1993.

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Enfim, após o Mundial 2005, no início da temporada 2006, a terceira estrela vermelha.

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Pois bem, as estrelas representam glórias tricolores, fato inconteste. Mas seriam mesmo necessárias? Ou seriam uma ostentação que restringe novas conquistas?

Já imaginaram no futuro? O São Paulo tetra, penta mundial? A estética, o design da camisa, estariam seriamente comprometidos, poluídos visualmente.

Conceitos mercadológicos, da força de uma marca, devem independer de uma “chancela” auto-intitulada.

Outro problema conceitual: o próprio Tricolor estipulou as estrelas vermelhas às conquistas mundiais. Não há uma formatação reconhecida pela Fifa ou qualquer outra entidade, que recomende estrelas vermelhas como sinônimos de conquista.

E quanto ao atletismo? Nobre modalidade, mas somos um clube que possui quase 20 milhões de torcedores movidos por futebol e por este esporte, é que a camisa deveria conter qualquer homenagem.

Devemos gratidão e reverência a todo aquele que representou o manto tricolor, em qualquer outro esporte, com maestria. Porém, se um outro atleta olímpico no futuro, patrocinado pelo São Paulo, for medalhista de ouro e recordista mundial novamente, teríamos também outra estrela amarela na camisa?

Somente nas Olimpíadas de 1952, Adhemar representou o São Paulo. Em 1956, já era atleta do Vasco da Gama, quando foi bicampeão. As estrelas são pelos recordes mundiais (e olímpicos) batidos em 1952 e 1955. Marcas belíssimas, mas seriam para justificar eternidade?

Temos um campeão mundial de boxe, Eder Jofre, no ano de 1960. Se as estrelas valem pra Adhemar, deveriam valer pro boxeador tricolor também. Fato que já lutava profissionalmente, mas até hoje o São Paulo ostenta sua façanha.http://www.saopaulofc.net/noticias/noticias/historia/2015/11/18/ha-55-anos,-eder-jofre-conquistou-o-mundo-pela-primeira-vez/

Maurren Maggi, campeã olímpica, quando passou a ser atleta do SPFC em 2010, sonhou em colocar a terceira estrela amarela, em caso de uma nova conquista. A pergunta é: onde seria? http://www.saopaulofc.net/noticias/noticias/futebol/2010/2/23/maurren-quero-colocar-uma-estrela-no-simbolo/

Se o clube, com suas marcas vencedoras em outras modalidades, quiser homenagear ídolos do passado ou outros que possam vir a representar o São Paulo no presente e futuro, existem diversas formas, objetos de autorizações estatutárias.

A camisa do São Paulo é do Futebol Clube, acima de tudo! Reconhecida como tricampeã do mundo em qualquer parte do planeta, sem que estrelas precisem contar isso.

Portanto, recuperar a tradição do escudo, sem a necessidade de auto-ostentar estrelas, seria um grande ato do São Paulo.

Além do mais, é um ato de justiça com o passado, pelos 66 anos que a camisa do São Paulo foi muito vencedora, sem estrelas, com ídolos para sempre.

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A primeira camisa, a partir de 1930, de Friedenreich e cia, não é “menor” que aquela com estrelas. Muito menos, a da era do Rolo Compressor de King, Leônidas da Silva, Sastre, Teixeirinha, a linha média de Bauer Ruy e Noronha e inesquecíveis craques do Tricolor na década de 40. O período de De Sordi e Zizinho, Gino, Maurinho, Canhoteiro, os títulos dos anos 50. Roberto Dias e os guerreiros que defenderam o São Paulo na construção do Morumbi, nos 60. O estádio pronto, a explosão de títulos a partir de Sérgio Valentim, Gerson, Fórlan Pedro Rocha, Toninho Guerreiro, Mirandinha, Chulapa, Chicão, Zé Sérgio, nos 70. A Máquina Tricolor e os Menudos do Morumbi nos 80, com Gilmar, Oscar e Dario Pereyra, Renato Pé Murcho, Silas e Muller, Careca, Pita e o Rei de Roma. Os mágicos anos 90 de Telê, Rei Raí, Cafu, Zetti. Muitos outros heróis completam a lista desses lendários tricolores.

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Seriam menos campeões por não terem estrelas amarelas ou vermelhas em suas épocas? Claro que não!

Números:

Ainda existe a abordagem dos números e suas tipografias, que fazem com que o São Paulo, em diversas temporadas, corte suas faixas e listras para inserí-los.

Novamente, volta à tona o argumento da visibilidade das transmissões de televisão. Ocorre que, durante décadas, inesgotáveis jogos foram transmitidos sem a necessidade de se “mutilar” a camisa tricolor. Basta uma fonte forte e grande, para o problema estar resolvido, ano a ano. Dois exemplos a seguir, dos anos 80 e da década passada, já no novo século (alguma dificuldade de leitura?):

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Em cada tempo, a relevância das conquistas foi se transformando. Vencer um campeonato estadual já foi tão valioso quanto a mais alta performance internacional, nos dias atuais.

O escudo tricolor, o coração de cinco pontas, o diamante belo do Tricolor Paulista, é magnífico, imponente e poderoso por si só!

Bem como sua camisa, preservada na altura e extensão de suas faixas e listras.

Pense nisso, São Paulo FC!

Saudações Tricolores!

Crédito-imagens: Site oficial do SPFC, Revista Placar, UOL Esporte, blog O Manto Tricolor, de Thiago Pulzatto.

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Opinião Tricolor: Douglas Schwartzmann

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O programa da nação tricolor recebeu o conselheiro Douglas Schwartzmann, sócio do SPFC desde 1966, de família são-paulina com legado de avô e pai.

Participou de diversas administrações tricolores, nas eras de Marcelo Portugal Gouvêa, Juvenal Juvêncio e Carlos Miguel Aidar, notadamente, com cargos relevantes em comunicação e marketing, onde se tornou personagem polêmico e emblemático.

Imperdível e revelador.

Confira!

Saudações Tricolores!

 

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Opinião Tricolor: Pintado

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Salve nação tricolor!

Nosso programa recebeu Pintado, campeão do mundo, bicampeão da Libertadores, pra sempre ídolo de raça e devoção ao São Paulo FC.

Hoje técnico, fez parte da comissão tricolor nas últimas temporadas, até sair recentemente após Rogério Ceni.

Carreira, bastidores, emoção, depoimentos especiais.

São Paulo raiz. Confira!

Saudações Tricolores!

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Opinião Tricolor: Oscar e Dario Pereyra

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Salve nação tricolor!

O #OpiniaoTricolor recebeu em seu estúdio, mais uma vez e sempre com muita honra, a maior dupla de zaga da história do São Paulo FC: Oscar e Dario Pereyra.

Carreiras e cronologia de títulos, casos inusitados dos grandes atletas e de ídolos sagrados tricolores, em uma entrevista que também fez a análise do SPFC atual, com os devidos recados à diretoria da instituição que tanto amamos.

Confira!

Saudações Tricolores!

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Opinião Tricolor: Torcida Independente

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O #OpiniaoTricolor recebeu as diretorias da Torcida e Escola de Samba, da Independente.

Futebol e samba, debatidos sem censura.

A maior torcida tricolor do Brasil, no programa mais independente do São Paulo FC!

Confira!

Saudações Tricolores!

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Opinião Tricolor: Andreas Kisser

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Salve nação tricolor!

O #OpiniaoTricolor recebeu Andreas Kisser, cidadão são-paulino reconhecido no mundo, em mais uma noite do movimento Resistência Tricolor.

O São Paulo debatido na veia, o bom combate em nome do Clube da Fé.

Em nosso estúdio também, a grande vencedora do concurso #MusaOpiniaoTricolor ação parceira com a São Paulo Mania Tatuapé, a melhor loja do SPFC do Brasil.

Confira!

Saudações Tricolores!

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Opinião Tricolor: Roberto Rojas

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O programa da nação tricolor recebeu o ícone Roberto Rojas, personagem emblemático na história do São Paulo e da seleção chilena.

Rojas foi goleiro, preparador de goleiros, auxiliar técnico e treinador que reconduziu o Tricolor para a Libertadores da América, após 10 anos de ausência.

Bastidores imperdíveis, de um vencedor da vida.

Confira!

Saudações Tricolores!

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Carta aberta ao São Paulo FC: Renuncia Leco

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São Paulo, julho de 2017.

Diz a máxima: a vida é feita de escolhas.

Sem dúvida que sim.

Ao longo da minha, escolhi o São Paulo pra amar, desde o nascimento. Fato que já era amor de pai e avô, porém, lembro do encanto de criança, de ver as bandeiras tricolores tremularem no Morumbi, de contar os dias para chegar a quarta-feira à noite, ou o domingo a tarde, pra voltar pro estádio. Assim cresci.

Se o espetáculo da torcida era belo, os times também eram.

Os anos 70 haviam sido fantásticos, com o Morumbi concluído e o São Paulo campeão desde Laudo Natel presidente (1970-1971) e maravilhosos jogadores como Gerson, Pedro Rocha, Toninho Guerreiro, Forlan, Roberto Dias e outros tantos, Muito pequeno, não me lembro do São Paulo de Minelli, com Henri Aidar presidente, vencer o primeiro Brasileirão, ode 1977, calando um Mineirão lotado, com o monstro Chicão, Deus da raça e a catimba de Waldir Peres, comandando 11 guerreiros.

Já estava no Cícero Pompeu de Toledo quando a Máquina Tricolor dos treinadores Carlos Alberto Silva e Formiga, com Galvão presidente e os lendários Serginho Chulapa, Zé Sérgio, Renato, conquistaram o bicampeonato paulista e foram finalistas do campeonato nacional.

Já adolescente, tive o privilégio de ver os Menudos do Morumbi, Muller, Silas, Sidney, com a arte de Careca e Pita, Gilmar no gol, a zaga mantida dos imbatíveis Oscar e Dario, o refinamento de Falcão, o timaço de Cilinho, com Carlos Miguel Aidar presidente. O São Paulo encantou o Brasil, foi base de Copa de Mundo, ao vencer mais um Brasileiro e dois estaduais, derrotando o maior rival paulista, aquele que sonha ter um dia, tudo que já conquistamos.

Ao final dos anos 80, o Tricolor se consolidava como time da década, findando com mais um título estadual, no primeiro mandato de Juvenal Juvêncio.

Mas o melhor ainda viria. Anos 90. Telê Santana, contratado pelo presidente Pimenta, junto de uma comissão técnica que marcaria época e Raí e Zetti sendo eternizados, junto de outros craques. 23 títulos ao todo, computando os campeonatos e torneios, sendo 10 de magnífica relevância. 2 Paulistas, 1 Brasileiro, 2 Recopas, 1 Supercopa, 2 Libertadores, 2 Mundiais. Com Muricy assistente de Telê e De Rey presidente, vieram a Conmebol e depois o Paulista no retorno de Raí e Nelsinho Baptista técnico, na transição de mandato para Bastos Neto.

Eram tempos difíceis. O São Paulo concorria contra co-gestões milionárias e havia passado anos destinando recursos para a reforma do Morumbi. Ainda assim, mais duas taças com o presidente Paulo Amaral, o primeiro Paulista dos anos 2000 e o inédito Rio-SP, com Levir Culpi e Vadão técnicos, respectivamente. O mundo conheceria Kaka e um certo goleiro-artilheiro iria ainda mais longe.

Já eram 10 anos ausentes da Libertadores, mas o presidente saudoso Marcelo Portugal Gouvêa, chegara pra marcar época. Conduziu o Tricolor de volta a sua obsessão, para ser novamente campeão. Tricampeão. Em um processo que envolveu vários comandos técnicos, iniciando com Rojas e Milton Cruz, passando por Cuca, Leão e Paulo Autuori. Este último, viajou ao Japão, mas o verdadeiro comandante chamava-se Rogério Ceni. São Paulo tricampeão do mundo.

Reconduzido à presidência após ser diretor de MPG, Juvenal Juvêncio entraria de vez para a história do São Paulo, ao conquistar o inédito tricampeonato brasileiro consecutivo, façanha jamais atingida por qualquer grande time do país. Ao lado de Muricy Ramalho, “aqui é trabalho, meu filho”, técnico eterno nos corações tricolores. Não eram escretes fantásticos, porém, fizeram da competitividade a sua marca.

Porém, como disse no começo dessa viagem tricolor no tempo, a vida é feita de escolhas…

Falando em tempo, existe o momento do crescimento, ápice e declínio. O juvenalismo perpetuou e o São Paulo não se encontrou mais. Apenas um título continental mediano, em 2012. E nada mais. Pelo contrário, chegaram os tempos de humilhações, vexames, vergonha.

Neste cenário perdedor, entra o atual presidente do clube, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco. Dirigente que tem a palavra “derrota”, em sua trajetória no São Paulo FC.

Não se trata de questão pessoal, é história. Desejo tudo de bom para a saúde e vida pessoal do mandatário são-paulino, mas é mister que ele renuncie ao cargo de presidente, ao qual foi reconduzido por um Conselho que também é motivo de desilusão, para a nação tricolor.

Vejamos a caminhada de Leco, como dirigente do São Paulo:

Em 2002, assumiu a diretoria de futebol pela primeira vez. Perdeu dois campeonatos diferentes, para o mesmo rival alvi-negro, em 18 dias. Filme que se repetiu em 2003, diante do mesmo adversário. MPG, sabiamente, o substituiu por JJ. O resultado todos sabem.

Porém, no São Paulo, a meritocracia do futebol é menor diante da força entre conselheiros. É a área social do clube, absurdamente, que decide o destino do futebol profissional. Leco, afastado por MPG, voltaria então com JJ, para ser vice-presidente de futebol, em 2008.

Os problemas começariam outra vez. Os resultados negativos e deploráveis também.

Muricy Ramalho sabe bem disso e acabou sendo demitido, em 2009. Ronaldo Fenômeno, no mesmo ano, disparou em rede nacional usando o termo “babaca” para se referir ao VP tricolor, em mais uma perda de título tricolor, para o rival. Tabu de 11 jogos sem vencer e tempos de tomar 5 a 0 no Pacaembu, de ciranda de técnicos, de fila de títulos. Até que JJ se cansou e tirou Leco do cargo. Um ano depois, “coincidentemente”, o SPFC voltaria a ser campeão.

Eleições 2014. Leco apoiou Aidar e foi o indicado para a presidência do Conselho Deliberativo. Se é presidente hoje, foi por essa razão inicial. Pois, após o mandato trágico do retorno de Aidar, o ex-presidente campeão do passado mas que se perdeu totalmente, Leco foi levado a presidência interina por ser o cargo maior do CD. Se elegeu em seguida, diante de uma oposição inexistente. Se reelegeu diante de uma oposição fortalecida, mas que perdeu para ela própria, em erros de campanha.

O resultado da escolha do Conselho: novamente, desastres nos campos. Em 2016, o São Paulo conseguiu ser eliminado para times de séries C e D do futebol brasileiro e teve risco de cair no Brasileiro. 2017, o enredo da vergonha se repete em escala nunca antes vista. Eliminações no estadual, na Copa do Brasil, na Sulamericana (diante de um time de bairro argentino). O maior ídolo da história do clube, Rogério Ceni, convidado pra ser técnico antes das eleições, foi exposto, viu o time ser desmanchado e foi demitido após poucos meses. O Tricolor, novamente, está na zona de rebaixamento do Brasileiro, sem rumo, desesperado, apático, mal preparado fisicamente, o Reffis deixou de ser referência, as contratações péssimas superam em muito as boas.

Leco diminui o São Paulo. O histórico não deixa mentir.

Acredito que seja são-paulino de coração. Mas está comprovado e dizem, nos corredores do Morumbi, que Juvenal sempre afirmava “não pode ser presidente”.

Não pode mesmo, JJ, esteja onde estiver.

Renuncia Leco, pelo bem da instituição São Paulo FC!

É o apelo de um torcedor que nunca esteve tão triste com o time que ama e, certamente, de milhões de iguais.

Ass: Carlos Port

Opinião Tricolor

Obs: Link com as narrativas de polêmicas de Leco http://esporte.ig.com.br/futebol/com-historico-de-polemicas-leco-perde-espaco-no-sao-paulo/n1596966203635.html

Saudações Tricolores.

 

Opinião Tricolor: Altair Ramos

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Salve nação tricolor!

Nosso programa recebeu o preparador físico Altair Ramos, são-paulino de alma, profissional que bate no peito com orgulho pra dizer o time que ama, independentemente de toda sua excepcional competência, para trabalhar em qualquer grande clube do mundo.

Foram 14 anos de São Paulo FC, experiência no Japão, parceria com Moracy, convivência com Telê, Muricy e grandes ídolos tricolores.

Tempo que o SPFC “voava” fisicamente em campo.

Confira!

Saudações Tricolores!

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Opinião Tricolor: José Francisco Manssur

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Salve nação tricolor!

Um debate antagonista, construtivo, respeitoso, democracia plena, alto nível são-paulino, com José Francisco Manssur, no Opinião Tricolor.

Também a presença de Layla Reis, proprietária do spfc.net, o site mais visitado pela torcida do São Paulo FC, convocando o movimento #UnidosPeloSPFC.

Confira!

Saudações Tricolores!

 

Opinião Tricolor: Erovan Tadeu

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Salve nação tricolor!

O Opinião Tricolor recebeu o conselheiro Erovan Tadeu, que trouxe toda são-paulinidade de décadas de bons préstimos ao São Paulo.

Em debate, os caminhos da profissionalização da diretoria do clube, os novos conselhos de administração e fiscal, as expectativas do futuro tricolor.

Confira!

Saudações Tricolores!

No Twitter: @carlosport @paulinhoheavy @erovan62

Opinião Tricolor: Homero Bellintani Filho e Felipe Morais

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Salve nação tricolor!

Noite de elegância em nosso programa.

Com muita honra, recebemos um personagem que podemos chamar de história viva do São Paulo, retratada na devoção do conselheiro Homero Bellintani Filho, com seus sensacionais relatos e arquivos, daqueles que construíram os primeiros alicerces do Mais Querido.

Enobrecendo também os entrevistados, Felipe Morais, autor do livro “Ao Mestre, com carinho”, emocionante narrativa dos caminhos de Telê Santana, eterno em nossos corações tricolores.

Confira!

Saudações Tricolores!

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Opinião Tricolor: Pimenta

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O programa da nação tricolor recebeu o presidente bi-mundial e candidato na eleição 2017, José Eduardo Mesquita Pimenta.

Histórico de trajetória no Tricolor, projetos e pilares das propostas da governança, polêmicas esclarecidas.

Uma entrevista obrigatória para todo são-paulino, independentemente da posição política que prefiram.

Confira, na íntegra!

Saudações Tricolores!

Opinião Tricolor: Luis Cunha

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Olá nação tricolor!

O programa Opinião Tricolor entrevistou o ex-diretor de futebol Luis Cunha, responsável direto pelo melhor período que o São Paulo atravessou, na temporada 2016.

No bate-papo, com muita contundência, declarações fortes e transparentes, contendo emoção de torcedor apaixonado pelo Tricolor, Cunha revelou as razões do seu sucesso e os motivos que o levaram a sair da direção do clube.

Casos Cueva, Maicon, a luta pessoal para manter Ganso, o relacionamento com a diretoria de Leco, Gustavo, Ataíde, Manssur, Pinotti, Medicis, Jacobson e outros.

O desejo de sucesso para Rogério Ceni e o anseio pela aprovação do projeto do novo estatuto.

Imperdível e obrigatório para todo são-paulino, disposto a saber a verdade dos fatos.

Confira!

Saudações Tricolores!

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Obrigado Capitão

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11/12/2015 foi um dia, melhor dizendo, uma noite lendária na história de todo são-paulino.

Encontro de gerações, pais e filhos, avós e netos, todos campeões, nas arquibancadas.

Reencontro de craques, bi e tri mundiais, todos campeões, nos gramados do mundo.

Todos por um homenageado, que homenageou.

Rogério Ceni fez do São Paulo Futebol Clube, uma instituição ainda maior. Com seus recordes mundiais, elevou o maior clube brasileiro em conquistas (não é discurso de arrogância, é a realidade do único trimundial) a um patamar ainda mais admirado em todo planeta bola.

A imprensa mundial se rende ao fato, já a mídia nacional faz do anti-são paulinismo, a sua bandeira (com brilhantes exceções). Não tem problema, nós sabemos.

Todos tem goleiros, só nós temos (tivemos) Rogério Ceni.

Cada lágrima, cada grito, cada êxtase, cada dor, sentidos no Morumbi em sua despedida, foi uma apoteótica síntese de 25 anos de glórias.

As bandeiras de mastro e luzes na arquibancada, nostalgia e presente.

Quem viveu, viveu.

Aos rivais, jamais entenderão.

Aos são-paulinos, parabéns pelo privilégio.

Um M1to deixou o futebol, mas jamais, a nação tricolor.

Saudações são-paulinas.

Carlos Port – Opinião Tricolor

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Descanse em paz Juvenal Juvêncio, o antagônico.

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Descanse em paz Juvenal Juvêncio, o antagônico.

O presidente que marcou época no Tricolor paulista, para o bem e para o mal. Carismático para muitos, soberbo para outros tantos, características notórias do cidadão mais ilustre da história de Santa Rosa do Viterbo.

Homem que migrou politicamente de Faria Lima, para os braços do PT. Democraticamente, de direito. Mas tal ideologia foi muito nociva ao São Paulo, principalmente, na era do fanático corintiano, Luís Inácio.

Porém, o assunto aqui é futebol.

E o momento é de pesar, pela morte de JJ.

Carlos Miguel Aidar. O homem que fez Juvenal Juvêncio ser diretor de futebol, em 1984. Grande diretor. Campeão paulista duas vezes (85-87) e brasileiro (86), com Carlos Miguel.

Após isso, foi eleito presidente do antagonismo vencedor e perdedor, no final da década de 80, ao vencer o campeonato paulista de 1989 e no ano seguinte, protagonizar a pior campanha do SPFC em um estadual. Seu sucessor, Pimenta, nada mais poderia fazer quando assumiu a equipe. O Tricolor só não caiu porque o regulamento não permitia.

A política tricolor mudou de ventos e mãos, foi bicampeã da América e do Mundo com outros personagens, até o começo do novo século.

Quando JJ promoveu uma escalada crescente e notória na política são-paulina, como ninguém foi capaz de superar, no século XXI.

O saudoso e também eterno Dr. Marcelo Portugal Gouvêa foi eleito presidente em abril de 2002 e convenceu Juvenal a voltar ao SPFC, para ser novamente diretor de futebol, cargo que ocupou entre 2003 a 2006.

Uma dupla que foi fantástica. Juntos, fizeram o SPFC voltar pra Libertadores após 10 anos. E a venceram.

Juntos, conquistaram o Tri-mundial!

Então, Juvenal Juvêncio gostou de ser Tri e partiu pra um novo mandato de presidente, conquistando o Tri-Hexa brasileiro. Campeonatos consecutivos que jamais outro clube brasileiro foi capaz de igualar.

Mas, a partir de então, os problemas começaram a se somar.

A postura tida como soberba, o tal “Soberano”, começou a “machucar” o SPFC, aos poucos.

Os números desfavoráveis mostram o tamanho do abismo provocado pela perpetuação do poder, “coroada” com um terrível terceiro mandato, às custas de uma mudança de estatuto, até hoje criticada.

Clássicos: 81 disputados entre abril de 2006 até abril de 2014. Apenas 27 vencidos, apesar da chave de ouro de vencer o último Majestoso em março 2014. Um terço de aproveitamento, isso nunca foi SPFC.

Campeonatos: 31 disputados, apenas 4 títulos. Como atenuante marcante, o histórico e único tri consecutivo da história do Brasileirão, já sublimado aqui. Mas foram muitas decepções e vexames históricos, como nunca na história do SPFC. Quando foi mata-mata, mais trágico ainda. 23 disputados, 22 perdidos.

O ocaso foi a campanha desesperadora do Brasileirão 2013.

Na era JJ pós 2006, foram cerca de 20 contratações que deram certo, para mais de 50 que deram errado. Quanto aos treinadores, foram 14 trocas, para 8 técnicos diferentes. Começou e terminou com Muricy Ramalho.

Ressalte-se a competência de JJ em vender bem, jogadores da base ou não, foram negociados com valores altíssimos para o SPFC, sobretudo, Lucas.

Mesmo com tantos desmandos entre 2009 a 2013, sua força política permaneceu gigante no conselho são-paulino. E os papéis se inverteram: Aidar havia feito JJ presidente em 1988. JJ fez Aidar presidente em 2014.

Para então, protagonizarem a maior briga de dirigentes já vista na história do Tricolor. Infelizmente, outra mancha histórica.

Dizem e concordo: JJ sempre funcionou melhor como diretor, do que como presidente. Os resultados falam por si só.

O legado de Juvenal foi a gestão patrimonial. Os avanços de Cotia, Barra Funda e Morumbi, justificaram, em parte, os últimos anos da presidência do polêmico JJ.

Juvenal Juvêncio fez parte da geração de dirigentes que mandaram nos seus clubes por grande período. Hoje, o futebol é outro. O caminho da profissionalização é mister. O São Paulo ainda não percebeu isso e se não acordar a tempo, seguirá refém do modelo que JJ deixou.

Amado, odiado, agora, perpétuo.

Deus o tenha.

 

Saudações Tricolores.

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O fim da era Aidar

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Olá nação tricolor,

A traumática e deplorável saída de Carlos Miguel Aidar da presidência do São Paulo se torna, ainda mais lamentável, diante do que a sua família representou para a instituição.

Uma situação vexatória de porta dos fundos, jamais condizente com os feitos de pai e filho, pelo Tricolor do Morumbi, nos anos 70 e 80.

Henri e Carlos Miguel, pai e filho, os primeiros campeões brasileiros presidindo o SPFC.

Da honra a desonra.

Uma tradição familiar perdida por atos egocêntricos, esnobes, transações questionáveis e suspeitas de ampla divulgação na mídia e agora objeto de auditoria interna e comissão de devassa, brigas com antigos “parceiros” políticos, maiores do que as travadas com a legítima oposição.

Um ocaso irreparável, para o ex-presidente que viu nascer os Menudos do Morumbi, ao contratar Cilinho; o ex-mandatário que contratou o Rei de Roma, Falcão; o ex-visionário fundador do Clube dos 13 que peitou a CBF; o ex-comandante que marcou época entre 1985 a 1987. Pita, Raí, gênios do meio-campo, aquisições de Carlos Miguel Aidar.

Tudo isso perdido, pela imoralidade que foi a administração são-paulina, nos anos de 2014 e 2015.

O choque de gestão previsto no sentido de profissionalização (até agora, bravata) acabou ocorrendo de outra forma, por escândalo de magnitude jamais vista.

O futuro do Tricolor é incerto.

A única coisa certa, é o São Paulo ter sido alvo de próprios são-paulinos.

Mas o manto enverga o varal, a camisa é gigante, as glórias mais ainda.

“Dentre os Grandes, És o Primeiro”.

Ele passará, o Tricolor permanecerá.

Adeus, Carlos Miguel Aidar. Que sua consciência lhe permita dias em paz. Ou não.

O mais importante: “Salve o Tricolor Paulista, amado clube brasileiro”, viva o Clube da Fé!

 

Saudações Tricolores

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Carta aberta ao São Paulo FC: Renuncie, Carlos Miguel Aidar

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São Paulo, 08 de outubro de 2015.

À Presidência do São Paulo Futebol Clube.

 

Senhor Presidente,

Esta carta será protocolada no São Paulo, mas também, será de conhecimento público.

Quem lhe remete foi um apoiador atuante nas eleições da sucessão são-paulina, que acreditava em seus princípios e possibilidades de fazer o Tricolor voltar a crescer.

Afinal, o senhor foi o presidente visionário dos anos 80, que reformulou o futebol do São Paulo e marcou época. O presidente que contratou Gilmar Rinaldi e Zé Teodoro para jogar com a zaga histórica remanescente de Oscar e Dario Pereyra, no meio, contratou o Rei de Roma Falcão e o craque Pita que, ao lado de Silas, fez um dos maiores setores de meio-campo da história do Morumbi. Os Menudos ainda tiveram Muller e Sidney, formados na sua gestão, com o genial Careca.

Os títulos inesquecíveis de 1985 e 1986.

Mais adiante, o senhor contratou Lê, Edvaldo e venceu a disputa pra trazer ninguém mais, ninguém menos, do que Raí.

São Paulo campeão 1987 e com sua base, campeão 1989 (mesmo já não sendo mais presidente).

Eu era oposição, presidente, em 2013. Fui um dos formadores do grupo chamado Consulado Tricolor e lutávamos pelo fim da era Juvenal Juvêncio, cujo terceiro mandato afundou o SPFC em vexames, humilhações e perda de força nos campos e bastidores.

O conceito arrogante da era JJ, o “Soberano”, fez muito mal ao Clube da Fé.

Mas sua chegada como candidato, já no “segundo tempo” da sucessão, me fez ter a esperança que teríamos um grande nome para suceder Juvenal, sem ser subserviente a Juvenal. Eu estava certo, só não esperava, que isso se consumasse por uma guerra sem fim, que hoje prejudica tanto o nosso time.

Esperava que esse “rompimento” fosse amistoso e que o senhor fizesse da sua personalidade, a sua marca, tal qual o período 1984 a 1988, repito, histórico na época do São Paulo.

Mas não foi o que assistimos.

Seu atual mandato se tornou trágico para o Tricolor. Reconheço que, após uma campanha para se salvar do rebaixamento em 2013, herdada do último ano de JJ, sua chegada ofereceu um curto crescimento, com o vice-campeonato brasileiro de 2014 causado, principalmente, pelo repatriamento de Kaka.

Mas ficou por aí, presidente.

2015, mais humilhações, agora somados a escândalos, de grande conhecimento pela mídia. Não é preciso fazer alguma acusação, todas estão noticiadas quase todos os meses, neste ano de 2015. Não entrarei no mérito de cada uma, se são factíveis ou não, mas o fato é que a soma de todas elas, tornaram inviável a sua permanência no cargo que ocupa.

O São Paulo Futebol Clube tem uma história ilibada, íntegra, tida sempre como exemplo aos rivais. Hoje somos a vergonha do futebol paulista, em termos administrativos.

Perdemos a vanguarda, perdemos respeito.

Perdemos também dinheiro, muito dinheiro, pelo amadorismo de áreas fundamentais ao clube, que o senhor não soube administrar.

Falando no financeiro, como explicar encontrar “terra arrasada” e manter o departamento com os mesmos na condução das receitas e despesas?

Um ano e meio sem patrocínio master na camisa, em um clube tricampeão mundial.

Marketing nulo com a lenda Rogério Ceni.

A mesma crítica contumaz aos demais grandes nomes, tido como ídolos.

O projeto do técnico estrangeiro, desperdiçado pela incapacidade diretiva. Em tempo, obrigado Juan Carlos Osorio, que sequer citou seu nome em sua despedida.

A não contratação de superintendente, promessa de campanha, expondo elenco e técnicos, aos problemas de sua gestão.

Contratações questionáveis tecnicamente e pior, até alvo de investigação da Confederação Brasileira de Futebol, no caso Iago Maidana.

O plano de profissionalização que seria apresentado pelo ex-CEO (que recebeu pra isso), sequer levado adiante.

Brigas e brigas nos corredores do Conselho, que vazavam na grande imprensa, nas discussões entre seus pares e desafetos políticos. Como gran finale, a dissolução da diretoria de futebol de forma aviltante à história do São Paulo.

Foi, sem dúvida, o pior ano da história do São Paulo, administrativamente falando. Sorte do senhor e da torcida, que a camisa do Tricolor “enverga o varal” e o time ainda briga nos gramados, por título e por vaga na Libertadores.

Mas não dá mais, mesmo o senhor tendo pedido que todos oferecessem seus cargos para uma nova reformulação. Os ex-presidentes não irão somar, muitos grupos políticos querem outra saída.

A sua saída!

Portanto, renuncie Carlos Miguel Aidar, pela preservação do que fez de bom pelo São Paulo e sei reconhecer. Os dois primeiros títulos brasileiros do Tricolor tiveram a família Aidar no comando, mas o presente é de desilusão total com tudo aquilo que acreditávamos.

Caso insista em permanecer no poder, até seu passado poderá sofrer as consequências.

Porque o São Paulo sangra atualmente!

Seja grande, reconheça que falhou, entregue o cargo, como gesto de são-paulinidade!

Será, acredite, ato de grandeza.

Obs: essa carta segue com manifestação de cerca de 1000 torcedores, que também pedem sua renúncia, nas redes sociais.

Pense no bem do São Paulo, renuncie, Carlos Miguel Aidar!

É o que a maioria da nação tricolor espera.

 

Atenciosamente,

Carlos Port

Rogério Ceni: começo, meio e fim

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Agora é pra valer.

2015 é o final de uma era.

Um quarto de século.

07 de setembro de 1990. Dezembro de 2015.

Não vou narrar mais uma biografia de Rogério. Está no brilhante livro Maioridade Penal, de André Plihal, está em tantos sites tricolores. Tem dados no Wikipedia, tem estatísticas, recordes e feitos em todos os lugares, onde o futebol é amado.

Vou narrar o São Paulo, antes, durante e depois de Ceni. Para que todos percebam, o quanto o goleiro incorpora o que representa o Tricolor paulista.

Século XX, década de 30. O Tricolor nasceu ambicioso, campeão. Em dificuldades, se reergueu ainda nos primeiros anos de vida. Surgia o Clube da Fé.

Ceni também tem fé.

A moeda caiu em pé. O Rolo Compressor dominou. Anos 40. Imposição sobre os rivais estaduais.

Ceni também arrebentou os rivais, em títulos, classificações, gols. Até o centésimo foi em clássico.

“Se é pra sonhar, que seja grande”. O advento do Morumbi. Títulos rarearam nos anos 50, sumiram nos 60. Mas o gigante era levantado, com suor e sangue tricolor.

Ceni também conviveu com as vacas magras, na reforma do Cícero Pompeu de Toledo.

Pós 1970. O portentoso estádio, enfim, concluído. Começaria um novo domínio, que se constituiria predomínio.

Ceni também teve no Morumbi, a sua supremacia. Recordes imbatíveis, de jogos, tarjas de capitão, taças, glórias.

Máquina Tricolor nos anos 80. Geração Menudos do Morumbi.

Ceni também conviveu com craques consagrados e jovens ídolos.

Os 90. Era do Mestre, Telê Santana. Tempo do Rei Raí, o terror do Morumbi.

Ceni também trabalhou com Telê e teve em seu discípulo, Muricy, o maior parceiro de títulos. Viu Raí na sombra de Zetti, se tornou o 10 ao contrário. O 01.

Os Brasileiros, a Libertadores, o Mundial. Tudo no novo século, com um mito sendo a muralha que defende o território e destroi o gol adversário.

Ceni também teve sua marca, no 6-3-3 tricolor. Titular do gol, foi 3-1-1.

Quantos clubes em suas sagas, por mais campeões que já tenham sido, invejam a façanha de um mítico goleiro, por não conseguirem superá-lo.

Porém, foi no São Paulo, o maior clube brasileiro, que despontou o maior goleiro artilheiro.

Começo, meio e fim.

Tudo na vida tem ascensão, ápice e declínio.

No caso de Rogério Ceni, o declínio não faz mal, até porque, encerrará a carreira ainda em alto nível.

Milagres e falhas, todos os estupendos do gol tiveram em suas carreiras. O único que não erra, está acima de nós. Certamente, batendo palmas para um dos seus santos: Santo Paulo.

Portanto, quanto tudo terminar, restará nostalgia, saudade, vazio.

Porém, maior do que tudo isso, terá a eternidade, daquele que escreveu para sempre, seu nome na história.

Gravado na memória e no sangue vermelho, branco e preto, das veias de milhões de são-paulinos.

Perdoem, rivais, nenhum ídolo de você chegou perto disso. Jamais entenderão, do que estamos falando aqui.

Saudações tricolores e muito obrigado, Rogério Mücke Ceni.

De pais, filhos e netos, da nação tricolor.

 

Carlos Port

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SPFC prejudicado nos Majestosos: 1988, 1993, 2005, 2014 e 2015

Em 1988, São Paulo e Corinthians disputavam vaga pra final do Campeonato Paulista, em grupo que contava ainda com Palmeiras e Santos. Um gol impedido de Biro-Biro decidiu o finalista. Cilinho “assalto à mão armada”. No outro grupo, o Guarani foi o classificado.

 

1993. Novamente, fase final do Paulistão em 2 grupos com 4 times. Em um deles, SPFC, SCCP, SFC e Novorizontino. O Tricolor era o atual bicampeão, tinha tabu de 3 anos sem tomar gol do rival, mas teve um gol legítimo anulado de Palhinha e tomou gol impedido de Neto. Escândalo. O outro finalista foi a SEP.

2005. O maior tabu, de 14 jogos, que o São Paulo impôs ao Corinthians, estava em pleno andamento, mas o jogo do Campeonato Brasileiro que o São Paulo venceu foi anulado, em razão da máfia do apito. No jogo que foi remarcado, empate. Uma vergonha.

2014. O zagueiro Antonio Carlos não fez pênalti, no primeiro Majestoso em Itaquera. Só se amputasse a própria mão. A justificativa foi uma “recomendação” da Fifa, desmentida pela entidade.

2015. Brasileirão. Aos 48 minutos do segundo tempo, o jogador Uendel se atira na bola com as mãos, em uma verdadeira “manchete” de vôlei, pênalti escandaloso não marcado.

Depois reclamam da fama…

É inegável, é vergonhoso.

Grêmio Sampaulino, depois TUSP, a 1ª uniformizada do Brasil

Olá nação tricolor!

1939, o São Paulo vivia o final de sua primeira década.

Fundado em 1930, refundado em 1935, da Floresta ao Clube da Fé.

Persistente, na busca do gigantismo que se consolidaria.

Então, torcedores abnegados do Tricolor, o Mais Querido da cidade, criaram o Grêmio Sampaulino que se transformaria, no início dos anos 40, na TUSP.

Personagens históricos, como Manoel Raymundo Paes de Almeida, Frederico Menzen e anônimos, no folhetim Arakan, provam o pioneirismo da nação tricolor, em levar o vermelho, branco e preto, de forma organizada, aos estádios do Brasil.

Eternizados no tempo, pelo universo fanático em 3 cores:

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Saudações Tricolores!

Crédito-Imagens: Site oficial do SPFC, SPFCpedia (Michael Serra), Blog do Curioso (Marcelo Duarte).

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Uma declaração de amor fabulosa. Obrigado Luis Fabiano.

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Estive com Luis Fabiano. O conheço pessoalmente desde os tempos onde jogava na Espanha e arrebentou na Europa, ganhando muitos prêmios. Pra quem não sabe, LF foi campeão do mundo pelo Porto e ganhou premiações individuais no Sevilha, além de títulos importantes pela UEFA e federação espanhola. No SPFC, dizem que não foi campeão, o que também é uma inverdade: fez os gols da primeira final que abriram o caminho para o inédito Rio-SP, o campeonato que viu surgir Kaka.

As marcas individuais impressionam no Tricolor: maior artilheiro do clube em Campeonatos Brasileiros, maior marcador nos times top ten do Brasil, artilheiro da história do SPFC na Libertadores com Ceni e da edição 2004. Terceiro maior goleador da existência do São Paulo FC.

Meu propósito foi mostrar à nação tricolor o ídolo e exemplo de jogador que ama o clube que é. É explosivo, temperamental, está longe de ser um modelo de disciplina. Mas é isso que o faz matador. Sua gana de enfrentar a dor que poucos sabem que sofrem, pelas contusões graves na carreira, superadas somente pela luta.

Creio eu que a missão foi cumprida. Em 3 décadas acompanhando futebol, são raras as vezes que vi um jogador profissional falando de AMOR ao time que joga, já que muitas vezes, craques trocam de camisa como trocam de roupa. Pois bem, Luis Fabiano abriu o coração e falou 3 vezes sobre AMOR, em pouco mais de 3 minutos.

Ídolo.

Sem mais.

Para assistir: https://www.youtube.com/watch?v=hilZvErO_k8

Saudações Tricolores!

Carlos Port

Grandes ídolos do São Paulo, por Carlos Port: Toninho Guerreiro

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Olá nação tricolor!

Antonio Ferreira, o Toninho Guerreiro, nasceu em 10 de agosto de 1942. Faleceu jovem, aos 47 anos, em 26 de janeiro de 1990.

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Toninho escreveu uma história vencedora nas camisas de Santos e São Paulo, em uma relação inversa ao que fez outro grande centroavante dos dois times, Serginho. Chulapa brilhou primeiro no SPFC, depois no SFC. Guerreiro, o contrário.

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Toninho chegou ao Tricolor ao final de 1969, para continuar sua carreira extremamente vitoriosa no time praiano. Jogando ao lado de Pelé, foi certamente um dos 3 maiores avantes da história santista, marcando 283 gols. Depois de vencer tudo que era possível no rival da praia, de estadual a mundial, os desafios se renovariam para ajudar um gigante que estava há 13 anos na fila de títulos, pela construção do seu monumental estádio.

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Assim, Toninho chegou ao São Paulo ciente da missão que seria honrar o manto sagrado tricolor. E o fez com maestria.

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Campeão em 1970, bicampeão em 71. Duas artilharias de Campeonato Paulista (70/72).  Ao todo, 7 títulos estaduais na carreira do saudoso matador, sendo o único jogador da história a vencer 5 vezes consecutivamente (1967 a 1971).

Na final de 1971, diante do Palmeiras, o gol da vitória foi de Toninho, logo aos 5 minutos do primeiro tempo, diante de 103.000 torcedores pagantes.

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Ao todo, 171 jogos e 86 gols. Verdadeiro goleador, que aliava técnica, categoria e faro artilheiro na área.

Saudações Tricolores!

Crédito-Imagens: Placar, blog Tardes de Pacaembu, site Terceiro Tempo.

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