Opinião Tricolor: José Francisco Manssur

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Salve nação tricolor!

Um debate antagonista, construtivo, respeitoso, democracia plena, alto nível são-paulino, com José Francisco Manssur, no Opinião Tricolor.

Também a presença de Layla Reis, proprietária do spfc.net, o site mais visitado pela torcida do São Paulo FC, convocando o movimento #UnidosPeloSPFC.

Confira!

Saudações Tricolores!

No Twitter: @carlosport @paulinhoheavy

Concurso Musa Opinião Tricolor – Enquetes São-paulinas no Twitter

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Salve nação tricolor!

Somos milhões de torcedores no Brasil e no mundo, formando a terceira maior torcida do país.

Gerações de apaixonados tricolores, onde a presença das são-paulinas é fundamental e maravilhosa!

Seja nos estádios em todo território nacional, ou até nas competições internacionais, elas sempre se fazem presentes, apoiando o Tricolor e encantando com sua beleza, fanatismo e sensibilidade.

Como forma de retribuição, o Opinião Tricolor lança no Twitter o concurso “Musa Opinião Tricolor – Enquetes São-paulinas no Twitter”.

Para participar, é muito simples, acompanhem:

1) Envie e-mail para contato@opiniaotricolor.com.br com nome completo, idade, cidade e 1 ou mais fotos (preferencialmente 6 fotos), até 31/05/2017. Obrigatoriedade acima de 18 anos.

2) É necessário ter conta no Twitter, o concurso todo ocorrerá por esta rede social. Mande no e-mail sua @ de perfil. Poste no Twitter suas fotos, usando a hashtag #MusaOpiniaoTricolor.

3) A disputa será sempre feita em forma de enquetes no Twitter, entre duas participantes. A vencedora passa de fase e enfrenta uma outra vencedora, sempre definidas por sorteio. Cada enquete terá duração de 24 horas. Serão eliminatórias até a finalíssima, entre duas candidatas a Musa Opinião Tricolor.

4) A vencedora gravará um especial no programa Opinião Tricolor e receberá R$ 500,00 em vale-compras, na loja São Paulo Mania Tatuapé. No Twitter, participantes sigam a @spmaniatatuape.

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Desde já, boa sorte para todas as concorrentes!

Saudações Tricolores!

#MusaOpiniaoTricolor

Organizadores Opinião Tricolor, no Twitter: @carlosport @paulinhoheavy 

Opinião Tricolor: Nação no Opinião

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Olá amigos são-paulinos.

Mais uma edição “Nação no Opinião”, em 12/05/2017.

Ceni, Sulamericana, Brasileiro, debate do elenco, preparação física, identidade do SPFC.

Confira!

Saudações Tricolores!

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No Twitter: @carlosport @paulinhoheavy

Os novos caminhos para o SPFC, em 10 pontos

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Salve nação tricolor!

Terminada a pífia participação do nosso São Paulo no Paulistão e também na Copa do Brasil, os olhos se voltam para um clube que não convive mais com cenário eleitoral e possui nova (velha) diretoria eleita.

Toda sorte no mandato novo de Leco e seus mesmos aliados. Mas será necessário mais do que sorte, para que uma carreira de dirigente cercada de polêmicas e fracassos em cargos no futebol, se transforme em sucesso.

Ocorreu uma inter-temporada não programada e as competições estão aí.

Sucintamente, 10 pontos que poderão ajudar o SPFC no Brasileiro, Sulamericana e restante de 2017.

1) Implantação do novo estatuto com força total. Menos paternalismo e dança de cadeiras, mais profissionalismo.

2) Departamento de futebol sendo carro-chefe, com Vinícius Pinotti, o jovem dirigente que trilhou uma escalada no clube. Ajudou o SPFC financeiramente, transitou pelo marketing do clube e agora, tem a missão de planejar o time. Que áreas administrativas cresçam em capacidade de gestão e receita, deixando amadorismo para trás, para o sucesso de contratações.

3) Rogério Ceni: ídolos de milhões de são-paulinos, segue sua jornada de adquirir experiência e conhecimento na função de técnico. Sua comissão estrangeira agrega valores e certificações, o departamento de desempenho precisa melhorar e ter ferramentas e profissionais que tragam melhores resultados. Últimos 2 anos de péssimas contratações, comparadas aos acertos.

4) Goleiros: Renan Ribeiro segue liderando a preferência, mesmo Ceni tendo pedido Sidão. Dênis é caso pra novos ares. Perri ainda cedo.

5) Zaga: Rodrigo Caio em linha de dois, presa fácil de anos. Que seja líbero, na formação de 3-5-2, ou até volante, brigando com Thiago Mendes. Posição inflada com zagueiros que não apresentam o alto nível exigido em um clube feito o SPFC. Lugano deveria ser líder em comissão técnica. Douglas poderia ser dispensado. Lucão, talvez ainda mereça derradeiras chances. Maicon, supervalorizado, mas importante diante do plantel.

6) Volantes: Jucilei é absoluto e o maior acerto da diretoria, até aqui. A vaga ao seu lado segue em aberto. Schmidt não teve comprometimento com o manto que o projetou e já está de saída, Thiago Mendes oscilante demais. Cícero, o coringa pedido por Ceni, já irrita o torcedor. Araruna, que pode ser lateral também, segue promissor. Militão, tanto zagueiro quanto volante, é nome da base a se pensar.

7) Laterais: Junior Tavares foi boa surpresa e tem a titularidade. O contratado para a reserva, Edimar, já veterano, é incógnita. Do outro lado, Buffarini, Bruno, até o “versátil” Wesley e novamente, Araruna, disputam a posição.

8) Meias: Cueva tem Thomaz para ajudá-lo. Meia que começou jogando futebol no SPFC, rodou a carreira em times medíocres e retornou ao Morumbi. Mas não é bobo, sabe jogar. Porém, dupla que é pouco, para o tamanho do Brasileirão.

9) Atacantes: Realidade apenas em Pratto e Gilberto (que calou muitos). Nem, histórico grave de lesões, foi equívoco forte da diretoria, no quesito valores de salário. Morato lesionou feio. Luiz Araújo trocou empolgação por incerteza dos altos e baixos da base (Neres é melhor do que ele). Neilton, nem vale a pena comentar, outro erro diretivo. Chavez deve voltar pra Argentina. Departamento de desempenho deveria ter apresentado algo muito melhor no setor, como evidenciar qualidades, deficiências e contusões, antes de contratações. Vide 2016, com Kieza, Getterson, Robson, Jean Carlos…

10) Pacificação. Campanha de eleição foi guerra. É necessário agora, que oposição mantenha-se forte, fiscalizadora e participativa nos novos conselhos de administração e fiscal, mas pro-ativa pelo clube. O mesmo vale pra situação. Menos incapacidade, mais resultados. Para tanto, esforços unidos por um novo modelo de gestão.

Boa sorte, Tricolor!

 

Saudações Tricolores!

No Twitter: @carlosport

Opinião Tricolor: Erovan Tadeu

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Salve nação tricolor!

O Opinião Tricolor recebeu o conselheiro Erovan Tadeu, que trouxe toda são-paulinidade de décadas de bons préstimos ao São Paulo.

Em debate, os caminhos da profissionalização da diretoria do clube, os novos conselhos de administração e fiscal, as expectativas do futuro tricolor.

Confira!

Saudações Tricolores!

No Twitter: @carlosport @paulinhoheavy @erovan62

Opinião Tricolor: Homero Bellintani Filho e Felipe Morais

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Salve nação tricolor!

Noite de elegância em nosso programa.

Com muita honra, recebemos um personagem que podemos chamar de história viva do São Paulo, retratada na devoção do conselheiro Homero Bellintani Filho, com seus sensacionais relatos e arquivos, daqueles que construíram os primeiros alicerces do Mais Querido.

Enobrecendo também os entrevistados, Felipe Morais, autor do livro “Ao Mestre, com carinho”, emocionante narrativa dos caminhos de Telê Santana, eterno em nossos corações tricolores.

Confira!

Saudações Tricolores!

No Twitter: @carlosport @paulinhoheavy @usamaquinas @plannerfelipe

Opinião Tricolor: especial César Filho

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Olá nação tricolor!

Recebemos um dos maiores comunicadores do nosso país, César Filho, são-paulino de coração, alma e devoção.

Uma entrevista que muito honrou o nosso programa, por tamanha história de dedicação de sentimentos reais, ao Mais Querido.

Confira!

Saudações Tricolores!

No Twitter:

@carlosport

@paulinhoheavy

@cesarfilho

Editoral Opinião Tricolor: Leco eleito. Boa sorte, mas já dizia Magno Malta…

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Salve nação tricolor.

Em noite de pleito apertado (considerando votos válidos, 123 a 102 (54% a 46%), a situação se manteve no poder no São Paulo.

Leco está eleito e desejamos toda boa sorte em seu novo mandato. É dever de todo são-paulino que só pensa no bem do clube e do time.

O voto dos conselheiros (daqueles que pensaram somente no SPFC e não em suas benesses pessoais) é democrático no regimento tricolor e deve ser respeitado.

Quanto a Pimenta, saiu ovacionado da votação, aplausos maiores a ele do que ao próprio vencedor. Algo muito indicativo se viu ali. A oposição do SPFC, enfim, renasceu.

Mais do que isso, terá mais força com os Conselhos de Administração e Fiscal, órgãos internos que terão muito mais poder que antes. Com o Novo Estatuto, devidamente aplicado (é o que todo são-paulino deve cobrar). Auditoriais anuais independentes estão previstas, contratos passarão pelo crivo desses conselhos. O regime segue presidencialista, mas o paternalismo tem tudo pra diminuir.

No mais, o São Paulo reelegeu não só Leco, mas a perpetuação do poder que ele representa. São os mesmos que comandam o SPFC desde os mandatos de Juvenal Juvêncio (e até antes, com Marcelo Portugal Gouvêa). Estes dois últimos, tiveram ascensão, glórias e declínio. Saudosos, não estão mais entre nós. Mas deixaram seus discípulos, que comandam o Tricolor.

O aparelhamento e a máquina que possuem na mão foram determinantes. Não existe outra explicação. Afinal, é incoerente dar vitória àqueles que estiveram sempre presentes nas administrações a partir de 2009 (salvo raras caras novas), fase que começou o ocaso da era JJ. Já são 34 campeonatos desde então, com 33 eliminações antes da final e apenas 1 decisão. Foram perdidos 8 Brasileiros, 9 Paulistas, 5 Libertadores, 1 Recopa, 6 Copas do Brasil e 4 Sulamericanas. Um time do tamanho do São Paulo jamais poderia passar por isso. São marcas vexatórias demais. Sem contar o histórico de polêmicas do eleito, desde 2002…

Mas, são águas passadas e pro bem do São Paulo, deve-se virar a página.

Porém…

Quando Dilma venceu as últimas eleições, em parecidos 54 milhões de votos a 51, Aécio Neves foi recebido de volta ao Senado (não se trata de defender o tucano, muito menos a petista).

Na oportunidade, Magno Malta, senador brasileiro de discursos brilhantes, fez menção ao retorno do tucano derrotado, com uma oratória digna de aplaudir de pé.

Dizia Magno que a melhor coisa que poderia ter acontecido para ele, Aécio, seria não vencer. Que a derrota com grande votação (que demonstrara que o povo estava cansado e esgotado do PT) foi um “livramento”. Pois o PT destruíra o país e seria injusto Aécio pagar a conta (assim como Temer paga agora).

Fato dos fatos: o São Paulo, do ex-petista JJ que, assim como Lula no país, foi o pai deste governismo tricolor, é o microcosmos do Brasil.

Leco merece ter o seu mandato completo, portanto. Para não dizerem que foi apenas, presidente tampão, apesar de estar a quase 20 meses no poder.

Neste período, muita bravata e pouco resultado. Disseram que a dívida do São Paulo diminuiu quando, comprovadamente, aumentou (leitura obrigatória de blogs como do PVC, Olhar Crônico Esportivo e Época Esporte Clube). Os patrocínios, que forraram a camisa, minguaram em valores. O master saiu e deu lugar, de forma surreal, a marca que paga valor menor na manga. Outra marca que anunciava no calção, sequer pagou. Com isso, a camisa só perdeu valor no mercado. Fora que ficou horrível, esteticamente. O manto tricolor não pode ser vilipendiado.

Os resultados com Leco, pavorosos: assim que assumiu, ainda em 2015, levou 6 a 1 em Itaquera e foi eliminado (mais uma vez) pelo Santos, na Copa do Brasil, seguindo a triste trajetória deste grupo político dominante no SPFC. A situação ainda caiu com o time praiano no Brasileiro 2002 (quando Leco era o diretor de futebol), nos Paulistas de 2010 e 2011 (quando Leco foi o VP de futebol). Jogos terríveis na nova casa palmeirense, durante todo período de Aidar e Leco, na presidência. O pior: eliminações para times de divisões nacionais série D (Paulista 2016) e série C (Copa do Brasil 2016). Por fim, a campanha que assustou a nação tricolor, no Brasileirão passado, com muitas rodadas à beira do rebaixamento. Único período positivo: a Libertadores 2016, onde o SPFC chegou as semifinais (mesmo com 5 derrotas ao todo). Mas foi a fase que o time andou após Leco afastar Ataíde e Gustavo do futebol e trazer Luis Cunha. Este, não suportou o poder paralelo que se mantinha ao seu planejamento e não resistiu, de forma justa, pela quebra de hierarquia. O time voltou ao comando anterior, não se reforçou como deveria na parada da competição e a desclassificação ocorreu, diante do Atlético Nacional.

Em 2017, Ceni, Pratto e Jucilei, foram acertos diretivos, sem dúvida alguma. Mas falta muito para o São Paulo ser visto como time respeitado, novamente. Contratações ruins novamente superaram as boas, em quantidade. Na semana da eleição, o time sofre para reverter dois resultados deploráveis no Morumbi, diante de uma média de 45 mil são-paulinos, por partida, nos mata-matas de Copa do Brasil e Paulista.

Com tudo isso e mais um pouco, é Leco e seus felizes diretores e conselheiros, que precisam ter essa “reconstrução” que tanto dizem. Nenhum outro deveria ter essa responsabilidade.

Não existem mais as desculpas do passado, ao melhor estilo petista de dizer que a culpa era de FHC. Agora são anos de sua governança e a responsabilidade é integral desta diretoria.

A grande ironia: Leco só se tornou presidente interino, provisoriamente eleito e finalmente eleito para um mandato completo, porque a situação de JJ e Carlos Miguel Aidar, o indicaram no pleito 2014, para a presidência do Conselho Deliberativo. Com isso, adquiriu estatutariamente o direito de presidir o clube e convocar eleições, quando da renúncia do período trágico de Aidar.

Hora então, presidente Leco, de provar que era merecedor de tudo isso que está acontecendo em sua vida.

Com o apoio incondicional ao time nos 90 minutos de cada jogo e cobrança sobre tudo aquilo que o São Paulo FC precisa evoluir, sobretudo, com o novo estatuto.

O futuro breve dirá.

Saudações Tricolores!

 

Carlos Port

Opinião Tricolor

No Twitter: @carlosport

Editorial Opinião Tricolor: somos todos Pimenta

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Salve nação tricolor!

18/04/2017, o dia mais importante na história do São Paulo FC, para os próximos 3 anos e, talvez, para muito mais do que isso.

Vença quem vencer, o Opinião Tricolor seguirá com sua linha editorial independente: aplaudir e enaltecer o acerto, fiscalizar e cobrar o erro.

Mas definimos um candidato.

A instituição que tanto amamos tem a chance, a primeira oportunidade real e verdadeira, de quebrar a dinastia JJ da perpetuação do poder, que teve o seu início, meio e fim.

Vivemos este fim em cada dia no presente, com 33 campeonatos disputados desde o Tri-Hexa em 2008, para apenas, uma final, da Sulamericana 2012.

São-paulino, reflita: 33 competições para apenas 1 decisão. Isso não é reconstrução de nada, nunca foi e nunca será caminho certo. Em 2017, o encaminhamento de duas desclassificações em 4 dias, diante de 90 mil são-paulinos.

Nunca, em 87 anos de história, nem na construção do Morumbi, ocorreu uma escassez de decisões como essa.

Toda perpetuação é ruim, nociva. Em qualquer segmento da sociedade. Governos se tornam ditaduras, clubes de futebol também. O aparelhamento da opinião, o sufocamento dos contrários, independentemente, do sofrimento popular.

Não que foram apenas deméritos, destes que comandam o nosso amado Tricolor Paulista, os mesmos desde os últimos 15 anos.

Sim, porque salvo raras caras novas, desde o saudoso dr. Marcelo Portugal Gouvêa, é a mesma cúpula de poder. Personagens que tiveram a sua ascensão, ápice (Libertadores e Mundial 2005, Brasileiros 2006 a 2008) e declínio catastrófico.

Ocorre que Leco, o candidato do modelo vigente, sempre foi um perdedor, neste cenário. Não viveu o ápice no futebol, pelo contrário, precisou sair da diretoria de futebol, onde foi diretor nos dois primeiros anos de MPG, para o SPFC engrenar com Juvenal em seu lugar. No período que esteve à frente do futebol, já começou com polêmica. Nelsinho Baptista era o técnico que estava à frente da equipe, disputando mata-matas contra rival. Eis que o diretor disse que preferia outro, causando turbulência nas decisões. Foram tempos de humilhações em 2002 e 2003, com personagens perdedores como Oswaldinho de Oliveira no comando técnico, zagas medíocres, times desequilibrados que queimaram o nosso maior atleta formado no Tricolor, Kaka. Perdas do Rio-SP e Copa do Brasil 2002 e Paulista 2003, para o Corinthians. Chacota.

Demitido então por MPG, mas deixando o ônus do clube ter carregado a história da contratação de Jorginho Paulista, que rendeu prejuízo milionário que precisou ser pago só em 2015, após todas instâncias darem ganho de causa contra o SPFC, Leco retornaria ao cargo de Vice Presidente de Futebol, conduzido por JJ, em 2008. A partir de então, novos percalços no futebol tricolor. O tabu construído contra o rival SCCP (maior da história, 14 jogos) foi perdido e invertido, 11 jogos sem vencer. Entre 2009 até 2011 (quando da destituição do cargo), nenhuma decisão, a provocação sem sentido diante de Ronaldo Fenômeno em 2009, vexames e desclassificações.

No pleito 2014, Juvenal Juvêncio havia escolhido Carlos Miguel Aidar para candidato à presidência e a situação, então, indicou Leco para concorrer à presidência do Conselho Deliberativo. Ou seja, se Leco é presidente do São Paulo atualmente, foi devido à indicação de JJ/CMA. Após escândalo que culminou na renúncia de Aidar em 2015, Leco estatutariamente assumiu a presidência de forma provisória e depois eleito para um complemento de mandato, com oposição apenas simbólica.

Em 2016, os resultados de Leco: Uma semi de Libertadores como sua melhor marca, mas com a perda de Luiz Cunha antes do confrontos, o diretor que arrumara o vestiário. Eliminação no Campeonato Paulista para time da Série D nacional, desclassificação da Copa do Brasil diante de time da Série C do país e campanha do Brasileirão com rodadas e rodadas, beirando o rebaixamento. Bancou Ricardo Gomes, que não tinha condições de treinar o SPFC, dizendo “não sou de fazer o fácil”, com o time caindo pela tabela. Só após as demissões de dirigentes que a torcida não queria mais no comando, o time conseguiu alguma reação, com a força da torcida nas arquibancadas, repetindo 2013, para não cair. Terminou em um melancólico décimo lugar.

2017. Na semana da eleição, encaminhou o SPFC para duas desclassificações. Ainda podem ser revertidas pois é a camisa do Tricolor, mas o são-paulino sabe o quanto será missão quase impossível.

Do outro lado, está Pimenta.

Adversário histórico do grupo de Leco, desde 1988, quando foi da oposição contra Juvenal Juvêncio e perdeu. Em 1990, venceu eleição e o São Paulo passou a conviver com o período mais vencedor de sua história.

Pimenta herdou de JJ, o time em condições precárias. Na oportunidade, assumiu na 19ª rodada de 23, não havia mais o que poderia ser feito. O SPFC terminou em 15º lugar, em 24 clubes, aquele campeonato.

O primeiro ato de Pimenta. Contratar Telê Santana. Uma relação de confiança, sucesso e gratidão, de lado a lado. Mestre Telê, eterno nos corações tricolores, vinha da fama de pé-frio, pelas Copas de 1982 e 1986. A aposta foi no talento, na genialidade. Telê, no São Paulo, encontrou o caminho do topo do mundo, que não conseguira na Seleção Brasileira. Não foi fácil, ocorreram momentos de crise mas, nunca, Pimenta cogitou perdê-lo.

Após dois anos de vice-campeonatos brasileiros, enfim, o título brasileiro de 1991. Emblemático porque representou o reerguimento. Que não parou mais.

Títulos paulistas de 1991 e 1992, Libertadores 1992 e 1993, Mundiais 1992 e 1993, Recopas 1993 e 1994, Supercopa 1993. Grande torneios conquistados na Espanha, Tereza Herrera e Ramon de Carranza, goleando Barcelona e Real Madrid.

Um tempo épico.

Gerou muita inveja no poder tricolor, é fato. Foi acusado de pedir comissão indevida. Provou inocência em laudo técnico do maior institucional pericial do país, que mostrou gravação forjada. De expulso, a reconduzido ao Conselho.

Um currículo de 23 títulos, ao todo.

São estes os candidatos. Esses os históricos. É este o confronto. Acima deles, a perpetuação do poder diante da salutar e necessária alternância de poder.

Que os conselheiros são-paulinos, responsáveis pelo futuro tricolor, possam refletir e colocar a instituição, acima de qualquer interesse particular e de benesse pessoal.

Pelo bem do nosso grande amor, São Paulo FC.

Saudações Tricolores!

Opinião Tricolor: carta aberta aos chapas brancas

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Salve nação tricolor.

Eleição do São Paulo, vença quem vencer, já existe um perdedor: o torcedor são-paulino.

A dinastia JJ (saudoso na glória, mas de triste lembrança pela perpetuação do poder) ainda traz consequências sérias e lamentáveis, ao Tricolor do Morumbi.

O SPFC se tornou um microcosmos do Brasil, uma herança das eras PT e agora, PMDB. Funciona absolutamente igual, para aqueles que dizem que o São Paulo não precisa de patrão, mas também não precisa, de forma alguma, de donos do clube, como acontece há tempos. Distribuição de cargos, dança de cadeiras, sempre na rotatividade de um clã, há exatos 15 anos.

Por quê o são-paulino já perdeu nessas eleições? Porque a diretoria ao longo dos últimos 2 anos, fez com a que a torcida se dividisse, no retrato fiel do que foi o governo vermelho no Brasil verde-amarelo: nós contra eles.

Nas redes sociais, na grande mídia, nos blogs são-paulinos, uma disseminação vil e mentirosa, que ousava dizer que aqueles que fossem oposição aos desmandos de 9 anos de humilhações, não seriam são-paulinos.

O recado definitivo e com dedo na cara: todos somos são-paulinos! Nem mais, nem menos. O São Paulo não é daqueles que somente aplaudem erros, eliminações, humilhações, feito focas amestradas, ganhando peixe na boca por recompensa. Com bordões vazios e ilusórios, “caminho certo, reconstrução”.

“Reconstrução” que perde campeonatos eliminados para times de séries C e D? Desculpe, é óbvio que a casa vai cair outra vez. A obra nunca ficará pronta.

Fora o cinismo dos que foram SPFC Forte de forma ferrenha no último pleito e agora, mudaram de lado e acusam contrários, como se não tivessem feito nada para derrubar democraticamente, esse estado de coisas.

Carlos Miguel Aidar, o ponto central que utilizam para as eternas desculpas, foi trágico em seu retorno, frustrou milhões de são-paulinos que acreditaram na volta daquele dirigente campeão e visionário dos anos 80. O ex-presidente que trouxe Cilinho com seus Menudos do Morumbi, contratou Falcão e Raí, fundou Clube dos 13, foi campeão paulista e brasileiro, lançou projeto Tokyo. Mas se perdeu feio e caiu da forma mais lastimável possível.

Agora, o opositor histórico de Aidar, desde o final dos anos 80, não foi Leco. Mas, sim, Pimenta. Em eleições disputadas, 1988 e 1990, de um lado Pimenta, de outro Juvenal Juvêncio.

O que fez então, o aparelhamento de teleguiados chapas brancas em contas de Twitter (junto de incautos, usados, frustrados, haters, contas fake) Facebook, blogs? De forma suja, contaram e contam mentiras 1000 vezes, como se fossem verdade, método Goebbels na Segunda Guerra Mundial (péssima e baixa escolha), de que Aidar seria o espelho de Pimenta.

Leco apoiou Aidar, na última eleição! Pimenta estava do outro lado, eis a única e irrestrita verdade! Onde está a memória? Sofreram amnésia coletiva?!

Onde está a transparência, que fala em diminuição de dívida, quando a mesma aumenta, comprovadamente?

Onde está a competência, em se formar um time de respeito e temor aos adversários?

Oposição faz bem para qualquer time! Ser opositor não torna o são-paulino menos torcedor, do que aqueles satisfeitos com apenas 1 decisão, nos últimos 31 campeonatos que o SPFC disputou. Justo o Tricolor, que tem 39 títulos e 41 vices em sua história.

Marcas emblematicamente pujantes, mas que a perpetuação do poder, fez desmoronar a tradição. Time de chegada 80 vezes, em 87 anos. Jogaram isso fora. Não conseguiram ser finalistas, ou campeões de pontos corridos em 30, das últimas 31 disputas. Isso nunca havia acontecido, nem nos tempos de sacrífico e fila, pela construção do Morumbi.

Uma vergonha! Que desprovidos de reserva moral ainda tem a canalhice de acusar de “não são-paulinos”, a todo aquele que se levanta pelo bom combate, contra esse descalabro.

Portanto, dia 18 tem eleição.

De um são-paulino contra outro são-paulino.

Com apoiadores são-paulinos, dos dois lados.

A única diferença não está nas 3 cores que ambos os lados defendem, mas sim, na real vontade de cessar a estagnação inacreditável que trouxeram ao maior clube brasileiro.

Se o São Paulo tem 3 Mundiais e 3 Libertadores, 4 desses 6 títulos, o clube e a torcida devem agradecimento e não, desconstrução de imagem, para José Eduardo Mesquita Pimenta. Assim como devem agradecimento aos que já partiram, Marcelo Portugal Gouvêa e Juvenal Juvêncio, pela conquista do Trimundial e do hexa nacional.

Méritos são méritos e não devem ser vilipendiados, jamais!

“Pessoas brilhantes falam sobre idéias, pessoas medíocres, falam sobre pessoas”.

Ditado secular que a diretoria e sua linha de frente comprova, dia após dia, em suas atitudes.

Devolvam o São Paulo, que é de todos os são-paulinos!

Saudações Tricolores.

 

 

 

Opinião Tricolor: Ópice Blum

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O Opinião Tricolor recebeu o conselheiro de seis décadas de amor ao SPFC, Dr. Ópice Blum.

De carreira jurídica brilhante, advogado, juiz, desembargador, causídico conhecedor da lei que preside o Comitê de Ética do São Paulo FC e é candidato à presidência do Conselho Deliberativo.

Um programa contundente, revelador, com esclarecimentos fundamentais de assuntos importantíssimos, dos bastidores do Mais Querido.

Imperdível, confira!

Saudações Tricolores!

No Twitter: @carlosport @paulinhoheavy

Redes sociais: porque Leco leva vantagem sobre Pimenta

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Salve nação tricolor!

De um lado, um presidente com 23 títulos, sendo 2 Mundiais, 2 Libertadores, 1 Supercopa, 2 Recopas, 1 Brasileiro e 2 Paulistas, sobre os maiores rivais do estado.

De outro, um presidente que nunca conquistou um título, mas tem 70%, em média, da preferência dos torcedores nas redes sociais Twitter e Facebook.

Como explicar tal fato?

Sim, existe uma prática de desconstrução de imagens oposicionistas na era digital, bem como, a força da máquina de poder. Seja no São Paulo FC ou em qualquer outro clube, entidade, governo.

Mas, sem dúvida, o maior fator é o desconhecimento do torcedor, em uma eleição que reúne um candidato representante do SPFC dos últimos 15 anos do poder (sempre os mesmos, alternados em dança de cadeiras), contra outro que teve suas glórias 25 anos atrás (um quarto de século).

Ponto principal: não é culpa do torcedor desconhecer, apenas, não viveu a intensidade dos momentos fantásticos e eternos do São Paulo entre 1991 a 1994. Conhecer por ouvir falar, por vídeos da internet, é muito, mas muito diferente de ter se emocionado na arquibancada e ter sabido o que era mandar no futebol paulista e brasileiro.

30%, em média, das redes sociais do futebol, são formadas por torcedores entre 18 a 24 anos. Outros 40%, ocupam a faixa etária dos 25 aos 34 anos.

Ou seja, 70% do público das redes sociais, via de regra, está compreendido entre 18 a 34 anos.

Traduzindo para a eleição do São Paulo FC: 30% dos são-paulinos não eram nascidos ou estavam nascendo quando Pimenta conquistou suas façanhas nas mãos do brilhante Telê Santana e seus craques, ao passo que 40% tinham, no máximo, 10 anos de idade e uma breve lembrança de infância.

Como contraponto, a grande maioria da torcida que utiliza rede social tem lembrança dos últimos 15 anos, lembranças vivas e fortes do SPFC campeão entre 2005 a 2008, onde Leco nunca foi protagonista, mas fez e faz parte política, do legado da era JJ. Leco foi diretor do saudoso Marcelo Portugal Gouvêa entre 2002 a 2003, muito mal, Juvenal Juvêncio o substituiu. Depois voltou ao futebol em 2008, como vice-presidente da pasta, até 2011. Outro período muito ruim. Até voltar a ser presidente no final de 2015, após o escândalo da era Aidar. 2016 pavoroso nos campos. Um 2017 mais esperançoso com contratações e Rogério Ceni técnico.

Enfim, Leco é aquele que o torcedor conhece.

Enquanto Pimenta, ouviram dizer…

Por isso, a eleição tem essa desproporcionalidade nas mídias sociais, independentemente, de apoios, denuncismos rasos ou comparações.

Simplesmente, só um existe na retina do torcedor.

Porém, vale a lembrança: quem elege é o Conselho Deliberativo, formado por faixa etária elevada e muito diferente do perfil dos torcedores de redes sociais. Esses, viveram as duas épocas em suas plenitudes e tem como comparar com discernimento, se não se deixarem levar pelas benesses do poder.

A eleição é em 18 de abril.

Veremos o que aguarda o destino do Tricolor Paulista.

Perpetuação ou alternância.

Saudações Tricolores.

Os problemas da administração do SPFC

A situação dá como certa a vitória do candidato e atual presidente Leco.

A oposição do candidato Pimenta, por sua vez, tenta apoio de mais conselheiros e demonstra uma lista de problemas da administração, que não pode ser esquecida. São fatos desde o começo da gestão de Leco, no final de 2015, até os dias atuais.

Conselheiros estão recebendo as críticas em formato de jornal e outras formatos de publicações.

O Opinião Tricolor teve acesso e publica esta listagem, notícias de conhecimento público e ampla divulgação na imprensa.

Igualmente, estamos abertos a respostas da diretoria, caso queiram utilizar o blog.

* Importante: são reproduções de matérias jornalísticas, o blog apenas as republica, sem qualquer crítica ou teor de acusação.

Em 18 de abril, data definida da eleição, a resposta se tais questões podem mudar o destino dos candidatos.

Saudações Tricolores!

Segue:

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http://www.lance.com.br/sao-paulo/leco-confirma-que-executivo-ganhara-bonus-vendas-atletas.html

Caso Jorginho Paulista

http://blogdoperrone.blogosfera.uol.com.br/2016/03/oposicao-do-spfc-pede-apuracao-sobre-prejuizo-de-r-46-mi-envolvendo-leco/

Expulsão de Ataíde x manutenção na diretoria

http://espn.uol.com.br/noticia/596629_em-expulsao-conselho-diz-que-ataide-combinou-comissao-com-cinira?utm_content=buffer43c63&utm_medium=social&utm_source=twitter.com&utm_c

http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli/o-presidente-do-sao-paulo-mantem-na-diretoria-ataide-apesar-de-expulso-do-conselho-deliberativo-leco-pensa-apenas-na-sua-reeleicao-e-na-suica-jamil-chade-se-recusa-a-carregar-a-tocha-olimpica-du-28042016/

Kieza

http://www1.folha.uol.com.br/esporte/2016/03/1750187-sao-paulo-quer-valor-total-gasto-com-kieza-e-mais-dois-jogadores-do-vitoria.shtml

Empresário Paulo Miranda

http://espn.uol.com.br/noticia/604969_sao-paulo-entra-em-acordo-e-vai-pagar-r-21-milhoes-a-agente-que-levou-neymar-ao-barca~

A crise no SPFC

http://www.tvgazeta.com.br/videos/a-crise-no-sao-paulo/#

Valor Maicon

http://www.maisfutebol.iol.pt/57fe25cb0cf25acb940e2f3e.html

Dívida Centurión

http://linkis.com/uol.com.br/Y3svi

Déficit

http://linkis.com/epoca.globo.com/espo/V81aM

Carlinhos

https://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2017/03/17/contrato-rescindido-sp-ainda-paga-metade-do-salario-de-carlinhos-no-inter.htm?cmpid=esp-rep-dm

Patrocínios teriam rendido menos

http://www1.folha.uol.com.br/esporte/2017/03/1864538-patrocinios-de-r-35-mi-exaltados-por-leco-renderam-na-verdade-r-22-mi.shtml

Saída antecipada do patrocinador master

http://istoe.com.br/prevent-senior-confirma-saida-e-sao-paulo-busca-novo-patrocinador-principal/

Patrocínio de valor menor no lugar do master, por período gratuito

http://globoesporte.globo.com/futebol/times/sao-paulo/noticia/2017/03/sao-paulo-e-patrocinador-chegam-acordo-e-ceni-seguira-com-traje-social.html?utm_source=Twitter&utm_medium=Social&utm_campaign=ge_saopaulo

Dívida do SPFC teria aumentado

http://epoca.globo.com/esporte/epoca-esporte-clube/noticia/2017/03/o-tira-teima-das-financas-o-endividamento-do-sao-paulo-aumentou-em-2016.html

http://globoesporte.globo.com/blogs/especial-blog/olhar-cronico-esportivo/post/divida-do-sao-paulo-aumentou-de-2015-para-2016.html

http://pvc.blogosfera.uol.com.br/2017/03/23/oposicao-do-sao-paulo-contesta-numeros-da-divida/

Eliminações vexatórias para clubes de divisões inferiores

http://espn.uol.com.br/noticia/592702_audax-joga-como-grande-massacra-e-elimina-sao-paulo-do-paulista

http://jovempan.uol.com.br/esportes/futebol/nacional/clubes/sao-paulo/juventude-segura-vantagem-e-elimina-sao-paulo-na-copa-do-brasil.html

Polêmicas antigas: Muricy, Ronaldo…

http://www.dgabc.com.br/Noticia/947502/muricy-alfineta-dirigentes-do-tricolor

http://esporte.ig.com.br/futebol/2009/04/19/ex+jogador+ronaldo+responde+a+leco+e+um+babaca+5632927.html

Opinião Tricolor: entrevista Pimenta

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O programa da nação tricolor recebeu o presidente bi-mundial e candidato na eleição 2017, José Eduardo Mesquita Pimenta.

Histórico de trajetória no Tricolor, projetos e pilares das propostas da governança, polêmicas esclarecidas.

Uma entrevista obrigatória para todo são-paulino, independentemente da posição política que prefiram.

Confira, na íntegra!

Saudações Tricolores!

Opinião Tricolor: Casal SPFC

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O Opinião Tricolor, ainda preparando o estúdio novo na allTV, fez o segundo programa da temporada 2017, recebendo os queridos Gustavo e Patrícia, o casal mais famoso do Instagram (@casalspfc), que também terão programa na nossa TV da Internet.

Muito debate e análise do nosso SPFC. Confira!

 

Saudações Tricolores!

No Twitter: @CarlosPort @PaulinhoHeavy @casalspfc

 

Primeiro Opinião Tricolor – edição-piloto 2017

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Olá nação tricolor!

Gravamos o primeiro programa da temporada, ainda experimental, no aguardo do acabamento do nosso novo estúdio.

Porém, tivemos uma hora e meia de muito debate são-paulino, análise do time, bastidores da política e eleições.

Com Carlos Port e Paulinho Heavy (Aninha Sauma retorna em breve).

Aguardem o circuito de grandes convidados.

Confira!

Saudações Tricolores!

Leco x Pimenta: quem são, afinal, os candidatos do SPFC

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Salve nação tricolor,

Desde o conhecimento da torcida, conselheiros e associados, que Leco seria candidato a reeleição (a última do clube, já que o novo estatuto abolirá tal possibilidade) e que Pimenta seria o seu adversário, um fervoroso debate político começou.

Em foco, por incrível que pareça, nem um, nem outro, mas as supostas ligações que ambos teriam com Carlos Miguel Aidar, o presidente que renunciou, pivô de escândalos no ano de 2015.

Situacionistas dizem que Pimenta, que sempre foi adversário histórico de Aidar, desde 1988 em lados contrários em eleições, promoveria o perdão do ex-presidente, após uma entrevista onde o candidato afirmara que nenhuma pena seria perpétua. O postulante a voltar a presidência emitiu então uma nota de esclarecimento, onde afirmou que se referia apenas ao sistema legal brasileiro e que, vencendo eleição, jamais Aidar seria reconduzido a cargo algum.http://www.lance.com.br/sao-paulo/pimenta-diz-que-espera-redencao-apos-aidar-perder.html

Oposicionistas dizem que Leco, por sua vez, é que tem fortes ligações históricas com Aidar. Pimenta nominou 18 nomes que ocuparam cargos nas gestões Aidar e estão com Leco. Por outro lado, são 3 os ex-dirigentes do período Aidar, que estão com Pimenta. http://blogdoohata.blogosfera.uol.com.br/2017/02/24/pimenta-aponta-heranca-de-aidar-na-gestao-leco-e-diz-que-nao-lhe-dara-cargo/

O Opinião Tricolor, que pretende nestas eleições mostrar o histórico dos candidatos, seus prós e contras, as virtudes e feitos positivos e negativos, levantou a trajetória de ambos e apresenta ao torcedor são-paulino.

Acreditamos assim, colaborar para a reflexão daquele que seria o melhor nome, para o futuro do clube que tanto amamos.

Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco

Leco tem 78 anos de idade. Se tornou sócio do SPFC, no período da complementação do estádio do Morumbi, em 1966.

Leco se tornou conselheiro do Tricolor na primeira gestão de Aidar, em 1986. Com Aidar também, ocupou o primeiro cargo de diretor adjunto de futebol, entre 1986 a 1988. Aidar elegeu Juvenal Juvêncio presidente a primeira vez em 1988 e então, Leco ocupou com o saudoso JJ, a pasta jurídica do clube, até o ano de 1990.

Voltou a cargo diretivo com Marcelo Portugal Gouvêa presidente, ocupando a diretoria de futebol, entre 2002 e 2003. Um período turbulento para o futebol do São Paulo, com derrotas em decisões consecutivas para o arquirrival Corinthians. Foi substituído, então, por Juvenal Juvêncio. Nos dias de hoje, a oposição são-paulina cobra de Leco a responsabilidade, na época, do caso Jorginho Paulista, que gerou prejuízo milionário aos cofres do clube. http://blogdoperrone.blogosfera.uol.com.br/2016/03/oposicao-do-spfc-pede-apuracao-sobre-prejuizo-de-r-46-mi-envolvendo-leco/.

Sempre um forte aliado de Juvenal Juvêncio, ocupou com o ex-mandatário a pasta de orçamento e controle, de 2006 a 2014. No período, foi Vice-Presidente de futebol entre 2008 a 2011 e Vice-Presidente geral, do polêmico terceiro mandato de JJ, entre 2011 a 2014. Como VP de futebol teve atritos com o ídolo Muricy Ramalho (que acabou deixando o clube e afirmando no rival Palmeiras que lá “eram parceiros”), polemizou também com Ronaldo Fenômeno, em nova derrota como dirigente, para o rival alvi-negro.

Por fim, novamente na gestão Aidar (2014-2015), Leco foi escolhido Presidente do Conselho Deliberativo do clube, até tornar-se Presidente do São Paulo, após renúncia de Carlos Miguel.

Não conquistou nenhum título no futebol profissional na condição de presidente. Tem como plataforma o argumento da recuperação das finanças do clube, a volta da credibilidade da marca SPFC, pela presença de patrocinadores.

Tenta, em 2017, caso seja reeleito, seu primeiro título e investiu em nomes fortes como Lucas Pratto e Jucilei, para tanto. Teve em Cueva sua melhor contratação, na temporada 2016.

José Eduardo Mesquita Pimenta, o Pimenta

Também com 78 anos de idade, Pimenta se tornou sócio do São Paulo em 1952, ano do lançamento da pedra fundamental do Morumbi.

Na década de 60, mais precisamente, 1966, foi eleito conselheiro. No Conselho Deliberativo, chegou a ocupar a vice-presidência. Chegou a ocupar a Secretaria Geral da Diretoria entre 1984 a 1988, período de Carlos Miguel Aidar presidente. Passou, então, a ser oposição sistemática do então mandatário tricolor. Foi o candidato da oposição contra Juvenal Juvêncio (que Aidar elegera em 1988), nas eleições de 1990. Venceu e iniciou a trajetória do presidente mais campeão da história do São Paulo FC.

Contratou Telê Santana e montou uma diretoria que conquistou Campeonatos Estaduais contra Corinthians (1991) e Palmeiras(1992), o tricampeonato Brasileiro em 1991 (após dois vice-consecutivos) e promoveu a arrancada para as maiores façanhas do Tricolor Paulista. A conquista da primeira Libertadores da América, em 1992, ano da maior invasão de campo da história do estádio do Morumbi, abriria o caminho para os 12 títulos internacionais de relevância do SPFC, além de torneios estrangeiros de relevância (como Teresa Herrera e Ramon de Carranza, onde o Tricolor goleou implacavelmente os gigantes Barcelona e Real Madrid).

A lista de conquistas é enorme: bicampeão da Libertadores e bicampeão mundial diante de Barcelona e Milan, em 1992 e 1993. Bicampeão da Recopa Sul-Americana em 1993 e 1994, campeão da Supercopa 1993.

No site oficial do São Paulo, é descrito em sua biografia como aquele que “teve sua gestão marcada por grandes investimentos na modernização administrativa, na informatização e reorganização geral do clube”.

Porém, foi alvo de um escândalo de suposta corrupção, onde Pimenta acabou comprovando integralmente a sua inocência, através de laudo pericial de renome nacional, pelo Laboratório de Fonética Forense da Unicamp (mais respeitado do país) que mostrou adulteração em uma fita gravada. Segue coluna de Matinas Suzuki Jr, á época, do Conselho Editorial da Folha de SP “Uma parte do jornalismo condenou José Eduardo Mesquita Pimenta antes da hora. Ao jornalismo, não cabe julgar. Cabe apresentar fatos.”http://www1.folha.uol.com.br/fsp/1997/2/25/esporte/12.html

 

Eis os perfis dos candidatos, suas biografias dentro do clube, tempo de vidas dedicadas ao São Paulo, trabalhos realizados, conquistas e também, decepções.

O torcedor são-paulino é apenas espectador das eleições (quem dera pudesse votar) mas merece conhecer a história e torcer para que o Conselho Deliberativo do clube, escolha o melhor candidato, para o futuro tricolor.

Condição mister: compromisso com o novo estatuto da instituição. O amadorismo tirou o São Paulo do protagonismo do futebol brasileiro.

É tempo da recondução ao verdadeiro lugar, de onde nunca deveria ter saído.

Saudações Tricolores!

 

Carlos Port

Opinião Tricolor

 

Nota de esclarecimento: Campanha São Paulo Unido e Vencedor

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A coordenação de campanha do candidato Pimenta procurou o Opinião Tricolor e outros veículos de mídia, para a veiculação de nota de esclarecimento.

Segue a íntegra:

Nota de esclarecimento da Campanha “São Paulo Unido e Vencedor”

A chapa São Paulo Unido e Vencedor, liderada pelo candidato José Eduardo Mesquita Pimenta, esclarece que em nenhum momento o candidato se manifestou no sentido de oferecer cargos ou participação em uma futura gestão ao ex-presidente Carlos Miguel Aidar.

Ao ser questionado sobre uma possível volta do ex-dirigente aos quadros do São Paulo, o candidato fez menção apenas a história de Aidar no clube e citou que a legislação brasileira não prevê crimes com punições acima de 30 anos de reclusão. 

“Fiz referência às leis brasileiras e ao modelo de sociedade na qual o São Paulo Futebol Clube se enquadra. Aidar teve grandes feitos no passado, mas se perdeu em seu retorno. Que um dia encontre a redenção dos seus atos. Mas comigo não trabalhará”, afirma Pimenta. 

O candidato ressalta também que há quase 30 anos ele e o ex-dirigente atuam em grupos políticos distintos. “Nós somos adversários políticos desde 1988. Enfatizo que qualquer outro uso da informação é mera especulação com fins eleitoreiros”, ressalta Pimenta.

A única convicção sobre o São Paulo FC

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Eu não sou mais são-paulino que ninguém.

Certeza convicta, na minha emoção e razão.

Apenas amo o São Paulo. O apóio, o critico, acima de tudo, o venero.

Não tenho um “guia” de como torcer, apenas convivo com a minha verdade.

Verdade que diz: Jogue junto nos 90 minutos!

O Tricolor em campo. Uma das coisas mais espetaculares que os meus olhos e o meu coração contemplam, por toda uma vida.

Amor seguido há anos, sentimento que jamais esmorece. Somente cresce.

Na vitória, traz o êxtase. Na derrota, só faz aumentar a devoção.

Por tanta gratidão e orgulho de tudo que o São Paulo traz em minha existência, o defendo como um guardião guerreiro.

Para atacá-lo, já bastam os rivais que não suportam a hegemonia tricolor e tentam sempre e tanto, derrubar a supremacia do Mais Querido.

Entendo que o futebol não é somente feito de vitórias, de títulos, ou glórias.

Sou consciente que existe a má-fase, que jogadores não são máquinas perfeitas, que técnicos não são gênios, que presidentes não podem tudo.

Apenas não perdôo a indolência, o descaso, a ingratidão, quando vista em campo. Esta é digna de ser escurraçada. Bem como a corrupção, ou a perpetuação de poder.

Não se afronta o manto tricolor.

Pode não ser a minha escalação predileta, mas jogarei junto com os que estiverem em campo.

Pode não ser o meu técnico preferido, mas torcerei pelas suas convicções e entrega ao time.

Pode não ser o presidente que eu goste, mas é ele que está lá, representando legalmente o pavilhão tricolor, sua tradição e história inabalável.

Quem sou eu, afinal, para saber mais do que eles? Do que acontece em cada treino, a condição física, psicológica, técnica e tática de cada um? Sei menos dos que estão lá, mas tenho o direito da crítica, fundamental. Desde que, embasada, construtiva, mesmo que na fúria.

Sim, eu entendo futebol, como cada igual, sou um pseudo-técnico.

Mas jamais acharei, que a minha OPINIÃO seja sinônimo da verdade.

Porque verdade, sempre existirão três: a minha, a sua e a verdade verdadeira.

E no futebol brasileiro, a única verdade que ninguém contesta, é aquela entoada no hino: “Dentre os grandes, és o primeiro”

Jogar junto com o SPFC, acreditar sempre na vitória, jamais ser derrotista antes de cada confronto, ser sabedor do que é torcer para o Clube da Fé!

Um legado de geração em geração, defender o São Paulo FC!

 

(Texto resgatado do meu antigo blog, em 2010, mas que reflete bem os dias de hoje)

Saudações Tricolores!

No Twitter: @carlosport

 

 

Momento Heavy: Pra ver, bastou crer

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Engraçado como de uma hora para outra, todo mundo que se diz mídia especializada, principalmente a tricolor, tão cheia de pudores e jogos de interesses outros  junto ao time que dizem torcer, já sabiam que o RC seria um sucesso como técnico

Que a molecada, mais do que pronta e campeã em tudo que é mais relevante,”não poderia ser queimada”.

O bom, prá eles, sempre foi completar o álbum com figurinhas carimbadas e repetidas.

“Volta LF,volta Cicinho,volta Ilsinho,volta este,volta aquele”…mesmo custando uma fortuna e nada rendendo dentro e fora de campo. Verdadeiros bondes cheios de nomes que encostaram no CCT, fruto de uma carência da torcida que necessita de craques para ostentarem seu orgulho frente aos rivais.

Estes caras, oportunistas de carteirinha, sempre jogaram para a torcida, pois vivem de clicks e page-views em suas tribunas. E aí de mim, que desde 2015, vivia batendo de frente com vários deles, dizendo prá quem estivesse ouvindo, que a atividade fins de qualquer jogador, é jogar futebol, oras bolas !!!

Ou joga ou não joga. Ou serve, ou não serve. Simples assim. Não é a toa que muitos deles quiseram abandonar o barco por perceberem que jamais teriam uma oportunidade com aquela política do “trás de fora prá justificar que estamos trabalhando” ou o famoso e manjado “estamos em reconstrução e vc tem que apoiar”. Haha…são os caras que sabem de tudo, que recebem informações confidenciais de fontes exclusivas, que não podem ser reveladas nunca (evocam a lei da imprensa muito bem),portando  são mais são paulinos que qualquer um e por isto, tem credibilidade.

A fonte mais cristalina do mundo, é a do tiozinho piscineiro do clube, pode acreditar.

Imaginaram quanto teríamos economizado em contratações, muitas delas super equivocadas, se tivessem dado o mesmo tempo que deram para os vários Centurions da vida em nosso elenco?

E dá-lhe greve do silencio por atraso nos pagamentos.E dá-lhe igrejinha dos ídolos de sal estilo Michel Bastos, Ganso e vários outros que fizeram parte daquela babaquice.

Imaginaram, quantos novos ídolos já estaríamos cultivando com material 100% Cotia?

David Neres fez apenas 8 partidas e já foi vendido por uma bala de grana prá cobrir o rombo, fruto de más administrações passadas. Imaginaram se ficasse uma temporada inteira?  Luis Araujo comendo a bola em dois jogos seguidos, pegou o gosto pela coisa, ganhou confiança que tanto faltou nas mãos de outros…hã…digamos,“técnicos”(sic,né Leco?).  Araruna e tantos outros, seguem o mesmo caminho.

Basta terem a oportunidade e nós, a mesma  paciência que tivemos com promessas compradas a peso de ouro que sangraram os cofres do clube, tomaram “naba” dos arqui rivais e em nada acrescentaram na sala de troféus do tricolor.

Aí, caí de paraquedas um cara que é predestinado ao sucesso. Um cara, que deu a cara a tapa e sem nenhum  medo em macular sua trajetória de ídolo no comando técnico da equipe. Um cara, que não é da situação, nem tão pouco da rachada e complicada oposição. Um cara, que como eu disse no Opinião Tricolor, dia de sua confirmação como novo técnico do SPFC, que eu não sabia se seria uma nova versão do mestre Telê Santana,mas que daria certo. Da mesma forma que todos riram e duvidavam de sua capacidade quando ele, há 20 anos, atravessou o campo e se posicionou para bater uma falta, frente ao São João de Araras.

Sou mãe Dinah, João de Deus? Lógico que não. Apenas me permiti não ser mais um engenheiro de obras prontas, que só emitem opinião em verdadeiros sermões da montanha, calculando riscos e preocupados em não se queimarem perante sua qualificada “audiência”.

Prá ver,bastou crer. E eu fiz isto. Só isto.

IN CENI WE TRUST

Long Live Rock’n Roll !!! É NOISE !!!

Saudações Tricolores & Grande abrax,

Paulinho Heavy

Siga no Twitter @PaulinhoHeavy

Paulinho Heavy é apresentador do Opinião Tricolor

(Iron Maiden + Som Pop + Inox + Black Jack Bar + Metal Tricolor + Rádio Web São Paulo Digital + Opinião Tricolor AllTv + Point Traditional Rock Bar = É NOISE!!!)

* O conteúdo expresso nessa coluna é de inteira responsabilidade do autor não representando, necessariamente, a opinião do blog.

M1to: sem governança, vai sofrer

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Salve nação tricolor,

No astral positivo oriundo da Florida Cup, o São Paulo volta e se prepara para a temporada.

Os pontos positivos do time, a partir do comando de Ceni e de sua comissão técnica estrangeira e mesclada com a raça e abnegação de Pintado, começam pela personalidade demonstrada por Sidão no começo do trabalho, pela técnica apurada e crescimento de liderança de Rodrigo Caio (sempre pretendido lá fora), por Maicon, Breno, Douglas, Lyanco e liderança externa de Lugano, finalmente, uma solidez maior de zaga; Buffarini e Bruno fazendo as laterais, Thiago Mendes a volância, Cueva a criação e Wellington Nem a referência de ataque. Neilton, Cícero, os jovens Neres, Araújo (pode ainda sair) Shaylon e Lucas Fernandes, bons complementos. Falta um volante de pegada e um centroavante.

Porém, o são-paulino precisa exigir a implantação de medidas do novo estatuto, bem como, o caminho para a governança.

Não é possível aceitar que um clube apresente um orçamento de temporada, estimado em $ 8 milhões negativos, que se transformariam em 68, caso o SPFC não venda 60 milhões em atletas.

A governança, que é a participação, direta e indireta, de todos setores do clube, sócios, conselheiros, STs e principalmente, conselhos de administração e fiscal, órgãos de fiscalização que tem por obrigação a independência, deve ser implementada de forma gradual, definitiva e contundente.

Menos política, mais gestão!

O modelo perpetuado do São Paulo, com a eterna dança das cadeiras entre os mesmos no poder, fez o clube despencar em crescimento nos últimos anos. Não falamos apenas dos escândalos da era Aidar, mas da extensão do terceiro mandato do finado JJ, até Leco. No começo da década, o Tricolor paulista era o clube que, somado patrimônio mais receita, era o que mais valia no país. Atualmente,  viu seus rivais da capital paulista, o rubro-negro carioca e até os clubes mineiros, ultrapassarem o crescimento tricolor.

Lamentável e inaceitável!

Redução e profissionalização de diretorias, fim das VPs, marketing sendo mais marketing e não apenas comercial, comunicação mais parceira da torcida e rentável em áreas de interação, valorização da marca, brand São Paulo, brand estádio do Morumbi, patrimônio além do clube, é da cidade e do país.

E o que estamos fazendo? Vislumbrando eleição em abril. Até lá, nenhuma dessas medidas será cobrada, muito menos, efetivada, até os votos computados nas urnas tricolores. Um terço do ano perdido. Mais uma temporada de correr atrás dos rivais, que implantaram diversas ferramentas de gestão, incluindo tecnologia, sistema, que o São Paulo ainda não possui.

Paramos no tempo!

Sem estes elementos em conjunto, nem todo fator diferenciado de Rogério Ceni poderá fazer a diferença. O Mito poderá sofrer e sabemos que não merece isso.

Um time competitivo começa com uma gestão competitiva.

Algo que o São Paulo, ainda está longe de ter…

Saudações Tricolores!

No Twitter: @carlosport

O São Paulo (e a nação tricolor) nos EUA

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Salve nação tricolor!

Todos apreensivos para o que a temporada 2017 reserva, nos corações e mentes dos são-paulinos.

O M1to Rogério Ceni e seus comandados estão nos Estados Unidos para a disputa da Florida Cup. Nas redes sociais, questionamos a princípio se já seria o momento do time se expor em um torneio com técnico novo, comissão inédita e elenco reformulado com os reforços pontuais e promessas da base.

Porém, as notícias que chegam é que a experiência tem valido a pena. Tanto pela parceria com a Under Armour nas instalações, quanto pelo ritmo forte dos treinamentos.

O mais importante, a visibilidade do Mais Querido, no período em que lá estiver. Seja em terras ianques, ou na transmissão dos jogos do Tricolor, aqui no Brasil. A torcida quer matar a saudade.

Falando em torcida, vale o destaque especial e a divulgação do 1º encontro de torcedores do São Paulo na Flórida, no próximo dia 20/01, 18h (horário local), ação coordenada pela são-paulina Natalie Romani (Twitter @nat_romani, Instagram @natalie.romani), residente nos EUA.

Uma bela oportunidade para são-paulinos estreitarem laços de amizade, mesmo longe do estádio do Morumbi e torcerem juntos pelo Tricolor.

O convite do evento:

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Seguimos na contagem regressiva, vem SPFC 2017!

 

Saudações Tricolores!

No Twitter: @carlosport

2017: Moedas na fonte

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Salve nação tricolor!

Antes de tudo, galera, Feliz Ano Novo a todo leitor desse espaço de amor ao São Paulo. Paz, sabedoria e força, neste 2017 que já se avizinha!
Para o São Paulo, o desejo é o anseio da realidade, para os pedidos atendidos, como se fossem moedas jogadas na fonte:
Rogério Ceni: que tenha êxito no seu gigante desafio. O maior jogador do São Paulo de todos os tempos, comandará não mais como capitão, mas como treinador, um elenco. Autoridade e moral pra isso já existem. Capacidade e experiência serão buscadas no dia-a-dia. A obstinação desse guerreiro é o maior predicado que pode possuir. Sua inteligência diferenciada idem. O principal, tem total apoio do torcedor.
Elenco: Manutenção dos melhores jogadores (que são raros na equipe), faxina no inchaço de jogadores que não tem capacidade de vestir o manto tricolor, aproveitamento e ousadia com a excelente safra da base no profissional e reforços pontuais. Tudo isso, sob muita disciplina tática e cooperação incondicional com o M1to.
Diretoria: situação e oposição, ano de eleição. Que o novo estatuto traga mudanças reais, encerrando o modelo de perpetuação de poder, vença quem vencer. Que seja um novo tempo de agregar correntes, diminuir diferenças, zerar todas situações de investigações internas, com devidas sanções ou absolvições (mas jamais impunidade).
A torcida do São Paulo é a terceira maior do Brasil, consolidada, mesmo com 9 anos de fila, adentrando 2017.
O respeito a esta nação é o principal desejo de todos!
Vencer ou perder é do jogo, mas planejar e ser íntegro, é obrigação.
Saudações Tricolores!
Feliz Ano Novo!
No Twitter: @carlosport

As saídas de MAC e Ataíde

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Salve nação tricolor!

Próximo de encerrar o ano, o são-paulino tem o sentimento de uma temporada tenebrosa, com desclassificações, derrotas vergonhosas e mais um ano sem título, na fila de grandes conquistas (8 anos) e maior período período sem taças desde o advento do Morumbi totalmente inaugurado (serão 5 temporadas, considerando a conquista da Sulamericana 2012, em 2017).

Isso significa que, antes de pensar em reforçar, é necessário reformular. Dispensas, empréstimos, vendas, o são-paulino que ver sangue novo, aliando a minoria dos bons valores do grupo, às promessas fortes da base e reforços pontuais, com perfis pra decidir.

Todos eles, sob o comando da esperança de sucesso de Rogério Ceni, o maior abnegado que já vestiu o manto tricolor, agora na empreitada de treinador.

Neste cenário, entra a política e o ano eleitoral.

O São Paulo se despede de 2016, anunciando que não terá Ataíde Gil Guerreiro e Marco Aurélio Cunha, nos quadros diretivos do ano que vem.

Dois personagens emblemáticos na história do clube, um de longa data, outro de um passado mais recente, no departamento de futebol.

Ataíde Gil Guerreiro foi o homem forte do futebol de Aidar em 2014/2015, até o episódio do rompimento traumático e escandaloso de ambos, que culminou com dupla expulsão do Conselho Deliberativo. Porém, o que os conselheiros decidiram não abalou Leco, que manteve Ataíde conduzindo o futebol no início de 2016. Os maus resultados prosseguiam e então, mediante intensa pressão de conselheiros e torcida, o atual presidente se viu obrigado a trocar Gil Guerreiro de função. Solução que não agradou ninguém, a não ser, a cúpula diretiva. O desgaste seguiu e o afastamento da posição de diretor institucional (ironicamente, cargo criado por Carlos Miguel Aidar) é o melhor caminho para o cenário de eleições do São Paulo, em abril (a última neste período do ano, sob o estatuto vigente).

Marco Aurélio Cunha, dirigente vencedor no passado tricolor, que viveu no cargo o ápice e declínio de Juvenal Juvêncio, até dissociar-se e enfrentá-lo nas eleições do pleito 2014, voltou pela experiência boleira para ajudar na situação de caos no futebol que o SPFC vivia. Veio para suceder o período de Gustavo Vieira de Oliveira como executivo de elencos que, de 2013 até a temporada atual, nunca trouxe um título para o Tricolor. Sequer, uma final. Ano após ano, fracassos. Ocorre que em 2016 a preocupação beirou o desespero, diante de tantos insucessos, fruto de planejamentos medíocres. A saída de Gustavo somada a chegada de MAC melhorou o ambiente, o vestiário e o Tricolor escapou do rebaixamento.

Porém, o fator determinante para o risco da queda ser afastado foi a torcida do SPFC, mais uma vez. A salvação não teve dono. A diretoria que terminou o ano chegou a perder do então lanterna do campeonato. A base que veio a campo ajudou também, não em situação planejada, mas por não ter pra onde recorrer.

Páginas viradas, o São Paulo precisa ter foco e determinação, para implantar a profissionalização e voltar a ser vanguarda. Folclore e romantismo, nem tão pouco, truculência, levarão o Tricolor de volta ao topo.

A seguir, opiniões dos torcedores no Twitter, sobre a saída dos dirigentes (não representam obrigatoriamente a opinião do blog, pluralidade). A torcida é o pulso do Opinião Tricolor.

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Saudações Tricolores!

No Twitter: @carlosport

Tricolor em 10 pontos – Balanço 2016

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1) Diretoria de futebol: péssima com Ataide/Gustavo, ótima com Luis Cunha, voltou a péssima com Gustavo, regular com MAC. O ano teve um único salvador: a torcida!

2) Diretoria mkt: conseguiu patrocínios pra camisa, tirou imagem ruim da era Aidar. Mas precisa ser profissional totalmente, muita política.

3) Oposição: desunida e sem um nome forte ainda, pra enfrentar a perpetuação do poder dos herdeiros de JJ.

4) Comissão técnica e preparação física: sofrível o ano todo, salvo raras exceções. Reffis foi estaleiro, time cansado no segundo tempo.

5) Goleiros: Denis, o goleiro das defesas difíceis e das bolas fáceis no gol. Os demais, sem oportunidades. Teimosia que custou caro.

6) Zagueiros: melhor setor, desde que completo. Rodrigo Caio evoluiu muito, Maicon valioso (mas custou mais do que devia). Lugano, o cara.

7) Laterais: Gringos foram melhores que brazucas. Buffarini parece o melhor de todos. Mena médio. Carlinhos, o eterno lesionado. Bruno 8 ou 80.

8) Volantes: faltou quem mandasse. Thiago Mendes quase foi no embalo do Migué, Hudson limitado esforçado, Schmidt habilidoso, Wesley tchau.

9) Meias: primeiro semestre bonito de Ganso, que saiu sem brilho. Segundo semestre muito bom de Cueva. Ideal seria se ficassem juntos. Luis Cunha tentou o maestro, mas não teve tempo pra conseguir.

10) Atacantes: Calleri representou. Chavez se esforça. Neres e Araújo, promessas reais. Kelvin fraco, Centurión só lá. Gilberto, cedo.

Ponto extra da temporada: Primeiro a faxina no elenco, depois contratações pontuais. Observem que vários jogadores sequer foram citados, porque não jogaram ou não representaram o manto. É preciso limpar o péssimo legado da era GVO.

Quanto aos técnicos, Bauza não conseguiu impor conceito e padrão, Ricardo Gomes quase afundou o time, a teimosia da diretoria em mudar também.

Força Ceni!

Saudações Tricolores.

No Twitter: @carlosport

Bem-vindos à era Ceni

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Salve nação tricolor!

A expectativa pela apresentação do M1to Rogério, enfim, se concretizou.

Um novo tempo, certamente, virá no Morumbi.

Tempo de “busca por glória”, como Ceni intenta? Não dependerá só dele. O maior ídolo do São Paulo, o recordista das marcas inatingíveis, precisará contar com muito mais do que a sua maravilhosa história, para tornar-se novamente campeão.

Uma comissão técnica estrangeira, com conceitos de certificação UEFA, demonstra que o treinador são-paulino não veio pra brincar. Não tenham dúvidas, se tivesse tido o tempo necessário, seria Rogério a ter a exigência de graduação que o futebol dos grandes centros europeus determinam.

Ao ter o inglês Michal Beale ao lado, uma comissão mista está formada com conhecimentos nativos da cultura do futebol brasileiro, somada com novos métodos científicos, táticos e técnicos, que a modernidade implementou no mundo boleiro e que tanta falta ao nosso país. A barreira do idioma já está sendo combatida com horas diárias de lições de português. Para quem tem 9 livros publicados, ler e estudar deve ser um prazer.

Já o francês Charles Hembert será o interlocutor de Beale e tem à frente, um projeto de coordenador de futebol e do lado logístico da equipe. Hembert já tem experiência com a CBF, conhece um pouco dos meandros, encontros e desencontros da bola brazuca.

Quanto a Ceni, que pretende treinar equipe ofensivamente e com marcação pressão no campo adversário, a projeção é a melhor possível, no quesito determinação. Aí que entra a ajuda que ele precisará ter: sua implacável obstinação tem que receber reforços à altura do São Paulo. O tempo de contratações medíocres, sempre em maior quantidade do que as boas, que incharam o São Paulo nos tempos de JJ, Aidar e Leco, coincidentemente, sempre com GVO (que não mais está como executivo de futebol), precisa acabar.

Uma interface de base (geração muito vencedora nos últimos 2 anos) com atletas trazidos pontualmente e de nível, é fundamental. Bem como a “faxina” do elenco, daqueles que não honraram o SPFC, tanto em futebol, quanto em atitude.

Por fim, que o cenário eleitoral não faça nem situação, nem oposição, atrapalharem os caminhos do M1to.

Vale a pena relembrar tantas vezes quantas forem possíveis: Rogério Ceni é patrimônio do São Paulo e não ganho político de ninguém.

Boa sorte ao M1to!

São milhões, novamente, com ele.

Saudações Tricolores!

 

No Twitter: @carlosport

Novo técnico: o duvidar de Rogério Ceni

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11 meses e meio atrás, o Morumbi viveu um dos espetáculos mais imponentes da história do futebol brasileiro, a despedida do goleiro mítico, Rogério Ceni.

Um atleta capaz de reunir gerações diferentes de tricampeões mundiais, em torno de uma marca lendária de 25 anos de amor e entrega, ao mesmo clube.

Em 11/12/2015, Rogério conhecia cada um presente, pois desde 1990, estava no Morumbi.

Referências como o saudoso Mestre Telê, Muricy Ramalho, Zetti, Raí, Lugano, Ronaldão, Pintado, Muller, Mineiro e Josué, dentre tantos outros heróis são-paulinos, fizeram Ceni adquirir conhecimentos, muito além de guardar a meta.

Um time se comanda do banco mas, também, de dentro do campo. Assim, antes de completar um ano de aposentadoria e com o privilégio da posição onde se vê toda a dinâmica do gramado, Rogério, já diferenciado pela abnegação e busca incessante da glória, chegou a treinador, anunciado pelo São Paulo em 24/11/2016.

Claro que, obstinado pela perfeição, mesmo ciente de que é impossível ao ser humano atingí-la, porém, fundamental buscá-la, o M1to sabe que existe muito ainda a aprender. Ocorre que essa busca não será problema para um personagem que se tornou conhecido no mundo todo, como referência de marcas recordistas, que jamais serão alcançadas.

Talvez o mundo seja conquistado novamente, dessa vez, muito mais do que usando chuteiras. Talvez não.

A única coisa que não é prudente, é duvidar de Rogério Ceni.

Como todo aquele que duvidou que seria missão inglória, substituir um goleiro bimundial, quem duvidou da primeira cobrança de falta, ou duvidou do centésimo gol. Duvidaram que um mesmo atleta não bateria o recorde de Pelé, de vestir o mesmo manto, com mais de mil jogos.

Todos desafios derrubados pelo ímpeto inigualável, de um personagem do futebol que se tornou único, até na numeração que usava em campo.

O 10 ao contrário, 01, agora orientará um dos maiores times do mundo.

O fará com o coração.

É permitido todo direito de ter receio de não dar certo, afinal, existe a imagem de um ídolo em jogo.

Apenas, não duvide…

Saudações Tricolores!

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Opinião Tricolor: entrevista Luis Cunha

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Olá nação tricolor!

O programa Opinião Tricolor entrevistou o ex-diretor de futebol Luis Cunha, responsável direto pelo melhor período que o São Paulo atravessou, na temporada 2016.

No bate-papo, com muita contundência, declarações fortes e transparentes, contendo emoção de torcedor apaixonado pelo Tricolor, Cunha revelou as razões do seu sucesso e os motivos que o levaram a sair da direção do clube.

Casos Cueva, Maicon, a luta pessoal para manter Ganso, o relacionamento com a diretoria de Leco, Gustavo, Ataíde, Manssur, Pinotti, Medicis, Jacobson e outros.

O desejo de sucesso para Rogério Ceni e o anseio pela aprovação do projeto do novo estatuto.

Imperdível e obrigatório para todo são-paulino, disposto a saber a verdade dos fatos.

Confira!

Saudações Tricolores!

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Ricardo Gomes demitido: breve retorno e adeus

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Salve nação tricolor!

Mais uma vez, a força do são-paulino fez valer o destino do time. Dessa vez, em mais uma troca de comando técnico.

Ricardo Gomes demitido, pelo clamor popular da terceira maior torcida do Brasil, que pressionou a diretoria, fortemente, após mais uma temporada de sobrevivência e nada mais.

Talvez a torcida, quando ecoa sua voz, não perceba o poder que possui. Porque são ações de sentimentos, paixão. Nada programado, político, orquestrado.

Mas, espontaneamente, os gritos são somados. Viram coro de milhares, de milhões. Nos estádios, redes sociais, protestos legítimos.

Assim foram muitos momentos de 2016, basta recordar que a torcida insatisfeita fez a vice-presidência de futebol de Ataíde Gil Guerreiro ter o seu final (por mais que ainda apareça nos quadros da diretoria, lugar que não deveria estar). Michel Bastos fora do time titular, a queda de Gustavo Vieira de Oliveira, também fatos oriundos da insatisfação da massa tricolor. Do torcedor rico ao pobre, do letrado ao analfabeto, não importa, todos movidos pelo desejo de ver o SPFC com pessoas competentes e vencedoras, em seu comando.

A diretoria tentou bancar Ricardo Gomes, o presidente Leco assegurara a sua permanência uma semana antes da queda. Marco Aurélio Cunha também estava na linha de frente, na defesa do treinador.

Porém, não dava mais. Com o risco de rebaixamento fora da tradição do São Paulo, resolveram ouvir o correto anseio do torcedor. Ricardo Gomes nunca teve o pulso necessário para o conturbado time do São Paulo, nem tão pouco, ofereceu a evolução tática necessária. Sem confiança de um grupo já problemático, sem vestiário, sem condições.

Mais uma vez, novos tempos virão.

Tomara, enfim, com mais sucesso e resultados de orgulho.

Ao Ricardo Gomes, toda saúde. Vá com Deus.

Ao São Paulo, profissionalização e fim do círculo vicioso de poder.

Saudações Tricolores!

Crédito-imagem: Fernando Dantas/Gazeta Press

Carlos Port – Opinião Tricolor

Opinião Tricolor: entrevista Olten Ayres de Abreu Jr

Salve nação tricolor!

O programa Opinião Tricolor segue com seus preparativos (reforma para o novo estúdio) mas fizemos questão de realizar, ainda em 2016, 3 programas pelo debate fundamental do projeto do novo estatuto são-paulino.

Neste primeiro, recebemos Olten Ayres de Abreu Jr, sócio titular desde 1978, filho do lendário árbitro Olten, conselheiro atuante do SPFC, que já atuou em diversas áreas do clube, jurídico, mkt/com, diretoria internacional e hoje preside a comissão legislativa.

Em foco, as questões primordiais do estatuto que vai (se aprovado) revolucionar o São Paulo, na recondução do Tricolor ao patamar de vanguarda nacional.

Entenda como funcionariam os novos rumos diretivos do clube, como Conselho de Administração, o Conselho Fiscal, a profissionalização, a transparência. Os estudos visando maior participação dos sócios e até STs, nas futuras eleições. Entre outros assuntos de grande relevância.

O Opinião contou ainda com a estréia de Paulinho Heavy, veia metal no programa, muita vibe e conhecimento são-paulino de décadas de amor ao SPFC. Fundador da Metal Tricolor, o Chicão da Matrix (quem se lembra?) e Ana Sauma, a são-paulina que representa a personalidade da mulher são-paulina, em suas opiniões sempre cheias de charme e estilo.

Confira!

Obs: pedimos desculpas por uma pequena falha de velocidade do servidor no clipe de abertura do programa, que afetou alguns navegadores. Prometemos corrigir em nossas novas instalações.

Saudações Tricolores!

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A arte de golear um clássico

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Salve amigos são-paulinos!

O São Paulo goleou o Corinthians, ao final de 2016.

Resultado que se somou às 10 maiores goleadas do Tricolor frente ao alvi-negro, na história do Majestoso. Por 6 vezes foram placares com 4 gols do SPFC, por outras 3, com 5 gols e o 6 a 1, de 1933.

Um clássico é sempre um campeonato à parte, por mais que alguns possam negar.

Inúmeras goleadas também ocorreram do São Paulo, frente a Santos e Palmeiras, rivais que o Tricolor possui retrospecto histórico favorável, nos confrontos diretos.

Ah, vencer um rival, com requintes de humilhação, é um sentimento único.

Eterniza, vira conto de gerações futuras.

Lava a alma.

Prova a força da tradição da camisa imposta, mesmo diante de qualquer crise que o time atravesse.

O São Paulo vive tempos difíceis, perpetuação do poder, estagnação amadora, fila de grandes títulos, guerra política incessante, mas o seu manto, a sua glória, é profética, vem do hino os dizeres reais “dentre os grandes, és o primeiro”.

Assim, o maior campeão do futebol brasileiro se despede de mais um ano difícil, de cabeça erguida. Mas sabedor de tudo aquilo que precisa retomar em sua trajetória, para voltar a ser um goleador de títulos também.

Saudações Tricolores!

Carlos Port – Opinião Tricolor

No Twitter: @carlosport

 

Ricardo Gomes: o instrumento da desculpa

Salve nação tricolor!

Aqui no Opinião, já pedimos que Ricardo Gomes entregasse o cargo, para o bem de sua preservação pessoal e pelo momento difícil (mais um) do São Paulo. O treinador provou não ter o pulso necessário, nem a capacidade mágica de tirar o Tricolor, de outra temporada medíocre.

Porém, considerações vitais são importantes.

Fosse Ricardo Gomes um treinador top mundial, teria condições de fazer melhor?

Vamos aos fatos:

Gomes assumiu um São Paulo debilitado, após perder uma melhor qualidade técnica (que já não era exuberante), do primeiro semestre. A reposição do ex-executivo de futebol, Gustavo, vulgo GVO, antes de sua queda, foi medonha, medíocre e acintosa com a história do SPFC.

Além disso, encontrou jogadores dispostos a não se doarem pelo clube, a não honrarem a camisa, o salário, o caráter. Um elenco que havia feito greve de silêncio, que iludiu a muitos com uma campanha semifinalista de Libertadores (mas com recordistas 5 derrotas), um time que havia sido goleado e eliminado por um adversário de série D, no campeonato estadual. Mesmo com técnico que se tornou comandante da tradicional seleção argentina.

Um plantel desequilibrado, com goleiro de defesas difíceis e entregadas fáceis, volantes que não impõem respeito, atacantes de qualidade técnica questionável, laterais sofríveis tecnicamente, apenas um meia que é bom, mas mais carregador do que distribuidor de bolas, uma base promissora, porém, sem uma mescla experiente de qualidade. O reforço estrangeiro que veio pra ser líder do antigo treinador, quase sem chance. Ainda assim, faltando 5 jogos para o fim do Brasileirão 2016, o SPFC mantem a terceira melhor defesa, reflexo de uma zaga um pouco mais segura, do que o restante do time. Porém, o saldo de gols é zero, o que só comprova, a limitação técnica.

Acima de todos esses fatores, está a política, na presença da diretoria perpetuada no poder. O quarto mandato de JJ (Aidar e seus traumas havia sido uma ruptura), na figura de Leco, Natel, Manssur, entre outros, os mesmos de sempre. O retorno de Marco Aurélio Cunha pouco representou, diante da complexidade dos problemas e dos próprios atos. Não foi o que muitos esperavam.

Eleição 2017, com a inacreditável e deplorável manutenção dos mesmos, já é assunto.

Óbvio, o melancólico final de campeonato terá na linha de fogo, claro, Ricardo Gomes. Estourar no técnico é sempre mais fácil. Mas injusto e até covarde, é falar em Rogério Ceni com RG no cargo, especular Luxa em notícias e selfies, abusar das críticas em tom jocoso ao treinador que é sim, um vencedor em sua trajetória de vida.

A grande maioria teria desistido após um AVC hemorrágico, Ricardo Gomes não.

Não é pra ninguém ter pena ou dó, o salário é bom. A responsabilidade é exigida.

Porém, o respeito, como bem disse meu amigo Flaitt em seu blog no diário Lance, é mister.

Já dizia Renato Russo, “a humanidade é desumana”.

Saudações Tricolores.

Carlos Port – Opinião Tricolor

Ser SPFC

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Ser SPFC é tipo sanguíneo, é DNA, fator de identificação, vida.

É condição de orgulho, berço que, independentemente do laço paterno ou materno, sobrepuja. Sorte do pais, dos avós, se também forem são-paulinos. É um privilégio. Uma virtude. Ainda mais bela, se de geração em geração.

Ser SPFC é ter crescido com glórias, com histórias, com memórias. Feitos inesquecíveis, no estado, no país, no continente, no mundo.

É ser torcedor exigente, impaciente, indignado, revoltado, quando as coisas não vão bem. A tradição do Clube da Fé não pode ser vilipendiada, atacada, ferida.

Ser SPFC significa a comemoração do maior número de títulos, gols, vitórias, pontos, em campeonatos nacionais. Sem necessidade alguma, de canetada de unificação.

É a travessia do mundo para conquistá-lo, condição essencial para ser campeão do planeta bola.

Ser SPFC é ter vivido a maior invasão por uma conquista de Libertadores, já vista na América do Sul.

É ter feito a moeda cair em pé.

Ser SPFC é o vislumbrar do maior estádio particular do Brasil. Futebol é estádio, não arena. Um não ao futebol moderno.

É uma nação em 3 cores, de características únicas. Sim, costuma deixar o time quando não vai bem, pois é sabedora da sua excelência de grandeza. Porém, se necessário for, representará, lotará não só na boa, mas na ruim também. Dói no coração vermelho, branco e preto, o fracasso no campo. Pois o sucesso é o seu destino.

Ser SPFC é desconhecer divisão inferior. É lei do futebol, time grande não cai.

É eternizar grandes ídolos, como se fossem familiares, heróis, guerreiros.

Ser SPFC é nascer, viver e morrer na pátria chamada Tricolor Paulista.

É fazer valer a inspiração do hino “dentre os grandes, és o primeiro”.

Ser SPFC é benção de Deus, amor verdadeiro.

Saudações Tricolores!

Carlos Port – Opinião Tricolor

Opinião Tricolor: profissionalização já!

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Salve nação tricolor!

O Campeonato Brasileiro 2016 vai chegando em sua reta final e o São Paulo, ao que tudo indica, respira com mais fôlego, para manter-se na primeira divisão.

Tal qual 2013, sufoco e salvação.

Poderia estarmos falando de tais fatos com serenidade e alívio, mas é o São Paulo Futebol Clube. Fuga de rebaixamento nunca foi e nunca será, motivo de comemoração, para uma camisa de porte trimundial.

O time que mais venceu partidas na história do Campeonato Brasileiro, também o que mais fez gols. O maior campeão, não considerando asteriscos de temporadas suspeitas e unificações esdrúxulas, que fizeram rivais terem mais títulos.

Fronteiras conquistas além do país, tri da América também.

12 títulos internacionais ao todo.

Porém, já são 8 anos completados sem uma taça de grande relevância (a bem da verdade, 4). A Sulamericana 2012 interrompeu uma série de revezes, que já se constituíam no maior período sem títulos, desde o advento do Morumbi. Nunca o SPFC, desde o estádio Cícero Pompeu de Toledo concluído, ficara tanto tempo sem campeonatos conquistados.

1970, 1971, 1975, 1977, 1980, 1981, 1985, 1986, 1987, 1989, 1991, 1992, 1993, 1994, 1998, 2000, 2001, 2002, 2005, 2006, 2007, 2008 e 2012. A saga de títulos da era Morumbi.

Interrompida pela perpetuação do poder, pelo amadorismo de um passado recente, que não pegou o bonde da história, para o momento de avançar.

O São Paulo transformou glórias em arrogância, ganância, poder pelo poder. Se tornou um microcosmos do Brasil da era PT, pelo seu aficcionado ex-militante, Juvenal Juvêncio, que não está mais entre nós, mas deixou seu legado: um clube aparelhado em cargos, vices-presidências sem fim, diretorias em profusão, das essenciais às adjuntas. Carteiradas, benesses. JJ partiu, mas deixou seus “herdeiros”. Aficcionados e satélites do poder, que se mantêm a frente do clube e fazem do Tricolor, quase uma dinastia. De um reino que já foi poderoso, mas hoje vive enclausurado em seu castelo, sem ter forças para conquistar territórios. Ocorre que o governo que esvaía o Brasil em forças caiu, pela força do povo. No São Paulo, cairá também?

As consequências da estagnação administrativa tricolor foram dramáticas: fila de títulos, desmoralizações em clássicos, perda de torcida, receitas em baixa, time que poucos temem.

Mas, ao mesmo tempo, falamos de um gigante adormecido, dono de uma torcida que seria a décima primeira população da Europa, com quase 20 milhões de torcedores. Vozes que querem mais que apoiar. É o tempo de bradar, agir, fazer acordar o Tricolor paulista!

O caminho? A profissionalização!

Um plano diretor que tire o SPFC do passado e o reconduza ao presente, visando o futuro vencedor.

Diretorias enxutas e funcionais, com profissionais top de mercado, fim de favorecimentos políticos e clube de amigos (donos do clube). Um departamento de futebol independente da área social, para que os interesses sejam distintos e devidamente preservados. Uma eleição mais justa, com eleitorado mais amplo e rejuvenescido.

Primordial que todas denúncias e escândalos, públicos e noticiados na grande imprensa, ao longo dos últimos anos, criminosos ou anti-éticos, sejam solucionados com sanções internas e públicas, sem nada embaixo do tapete, que atrapalhe a transformação do clube.

Sim, pessoas perderão poder, que se arrastam há anos. Mas o São Paulo é maior, muito maior, que qualquer uma delas. Os verdadeiros donos do São Paulo FC são a sua gente, presente em todos os cantos do planeta.

Final de ano, a reforma estatutária será apresentada e votada, nas dependências sociais do Tricolor.

Esperamos que o cataclisma tenha passado, que o tempo seja de reconstrução. Somente a aprovação de um novo estatuto, dará a direção.

Associados, conselheiros, diretores, tenham consciência!

As glórias não podem mais, vir somente do passado. Profissionalização já!

Salve o Tricolor paulista!

 

Carlos Port – Opinião Tricolor

 

As perguntas que o são-paulino quer saber

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1) Por que o presidente Leco, logo após a sua posse, teve distanciamento de Abílio Diniz, que o apoiara na transição pós-renúncia, de Carlos Miguel Aidar? Se Diniz era o caminho da profissionalização, porque foi repelido?

2) Por que Roberto Natel se desligou da vice-presidência? Temos um racha, Leco e Natel disputarão quem será o candidato pela situação?

3) Por que Ataide Gil Guerreiro, expulso do Conselho Deliberativo pelos votos de 120 conselheiros, segue diretor representando a instituição?

4) Qual a verdadeira razão do pedido de desligamento de Luiz Cunha, único diretor a ter sucesso nos gramados, na temporada 2016? Em tempo, o que foi feito de Pintado, tem voz ativa na comissão técnica?

5) A comissão da reforma do estatuto está atendendo os anseios de profissionalização do clube ou está sendo feita politicamente? Quantos membros são ligados à diretoria atual, existe uma paridade entre situacionistas e oposicionistas?

6) O Conselho de Ética, presidido por Ópice Blum, tem autonomia para julgar casos presentes, ou somente de administrações passadas?

7) No São Paulo existe lei da mordaça contra conselheiros, associados e torcedores?

8) Quem manda no departamento de futebol do São Paulo, na prática? Por que o torcedor quase nunca presencia pronunciamentos do vice Medicis ou do diretor Jacobson, sobre o time?

9) Marco Aurélio Cunha veio somente para ajudar no final da temporada 2016, ou tem pretensões políticas em 2017? Se tornou aliado de Leco ou segue oposição?

10) Qual o tamanho do poder político de Manssur, VP de marketing e ex-sócio do executivo demitido Gustavo Vieira de Oliveira, dentro do São Paulo?

Observação: o site Opinião Tricolor está à plena disposição da diretoria, para as respostas.

Saudações Tricolores.

Carlos Port – Opinião Tricolor

Opinião Tricolor: entrevista Alex Bourgeois

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O Opinião Tricolor entrevistou, com exclusividade, Alex Bourgeois, ex-CEO do São Paulo FC, para maior conhecimento da torcida e esclarecimentos de fatos relevantes da sua passagem pelo Tricolor, desde a chegada ao clube, até o atual processo movido pelas suas demissões. Bastidores, política, poder.

Confira!

1) Alex, você define a sua atividade profissional, nas redes sociais, com a seguinte descrição: “Executivo e Gestor de futebol. Defende a gestão profissional como único caminho para poder competir em igualdades de condições no futebol globalizado.”

O que te impediu de levar estes conceitos ao São Paulo?

Em primeiro lugar, a gestão do clube é amadora, antiga, ultrapassada. Quando eu chamo de amadora, quero dizer que os interesses das pessoas estão acima dos interesses da instituição. Esse perfil de presidente de clube personalista, autoritário, que contrata conselheiros amigos, remunera e chama isso de profissionalização, não tem mais lugar no mundo do futebol. Em segundo lugar, a questão política. O SPFC é hoje um clube muito dividido, se tornou uma agremiação política que também joga futebol.

2) Para a nação tricolor entender a sua trajetória no clube, conte como foi a sua chegada e saída do SPFC, por favor. Nas duas fases, com Aidar e Leco.

Após conversar com Abílio, o Aidar me convidou para implantar a gestão profissional no clube. Montei um plano de ação imediato e um planejamento para implantar essa gestão e modernizar conceitos. Mas tanto no futebol como na gestão administrativa a resistência foi imensa. O viés autoritário de um homem mandando sozinho, como se fazia no passado, e tomando todas as decisões foi um enorme obstáculo à minhas propostas de transparência, compartilhamento das decisões, integração das áreas e da tomada de decisão.

3) Abílio Diniz, talvez o empresário de maior porte são-paulino, é constantemente vinculado às suas passagens pelo Tricolor. Diniz é um dos notáveis do Conselho Consultivo. Recentemente, levou conceitos e sugestões de gestão, em sessão extraordinária, ao clube. No seu entender, qual a importância de se ouvir Abílio, que clama pela profissionalização no Tricolor?

Abílio é um empresário muito bem-sucedido. Tem uma experiência incrível e quer passar essa experiência em gestão, em como ter sucesso, em como transformar o SPFC no maior do mundo como ele fez com as empresas dele. Esse é o legado que ele gostaria de deixar para o clube. Acredito que qualquer clube do Brasil, e do mundo, gostaria de ter seus conselhos. Ele está oferecendo isso de graça ao SPFC. É um grande são-paulino, um apaixonado.

4) Na sua opinião, o quão Abílio Diniz foi importante na transição de poder do SPFC? Do processo que culminou na renúncia de Aidar à aceitação do cargo, pelo atual presidente, Leco?

Quando fui demitido por Aidar, inclusive no episódio mais lamentável da minha vida profissional com ameaça física e de baixíssimo nível, fui procurado pelo Leco e os que estão na gestão atual. Queriam minha ajuda para desenvolver a gestão profissional e me convenceram a voltar ao SPFC. Nesse período fiquei bastante próximo do Leco, inclusive escrevi o plano de gestão, que foi sua plataforma eleitoral, com todos os conceitos de profissionalização. O apoio do Abílio foi determinante nessa transição.

5) Complementando, à época, a diretoria atual teria mais dificuldades em assumir o SPFC, se não fosse o préstimo e peso de Abílio Diniz?

Na renúncia do Aidar, o Leco e vários membros da atual diretoria procuraram o apoio do Abílio para uma nova gestão com os conceitos de governança e profissionalização dele. Abílio foi muito leal e ajudou muito o Leco.

6) Enquanto esteve no São Paulo, na condição de CEO, você participou de decisões diretivas efetivamente ou foi boicotado em algum momento? Em caso de resposta afirmativa sobre boicote, poderia mencionar onde encontrou mais dificuldades de informações para se montar um plano otimizado de gestão? Ou teve acesso a tudo que precisou?

Acesso as decisões e aos dados financeiros eu tive. Não tive foi acesso aos meios e apoio para implantar a profissionalização no clube. A administração se sentia ameaçada, não queria conceitos modernos, não queriam compartilhar decisões, não queriam transparência. Cada um queria defender seu feudo e mandar sozinho fazendo o que bem entendesse.

7) O que, de fato, ocorreu para a sua segunda demissão do clube? Você acredita que tenha sido usado politicamente e depois descartado? Seus críticos falam em vazamento de informações, o que tem a dizer a respeito? Notícias seguem vazando do SPFC após a sua saída, onde será que o “encanamento” estaria furado?

Quero deixar claro que nunca vazei nenhuma informação e que os jornalistas que deram as duas noticias sabem que eu não fui a fonte. Acredito que o Leco me trouxe de volta para não atrapalhar sua eleição, assim que assumiu a presidência me demitiu. Gestão profissional e o Leco são coisas que não combinam. Esse é o modo antigo de administrar que está com os dias contados no Brasil assim como aconteceu na Europa. Com o novo estatuto, o próximo presidente terá que compartilhar decisões, aceitar auditoria externa, aceitar o acompanhamento da gestão pelos verdadeiros donos: os sócios e torcedores, ter uma gestão transparente, aceitar prestar contas, ser responsabilizado pelos seus atos e não poder mais tomar decisões em conchavo.

8) Por fim, veio a público a questão do processo movido contra o São Paulo. O que o levou a tomar essa decisão?

O Brasil tem leis. Contrato se cumpre. Gestão profissional é mandar embora e cumprir o contrato. Gestão amadora, autoritária, antiga e ultrapassada é demitir e mandar buscar seus direitos na justiça, que foi o que Leco me disse. E foi o que fiz.

9) Publicamente torcedor do Flamengo, você tem filhos são-paulinos. Acredita que o São Paulo voltará a ser o gigante do passado? O que é necessário acontecer para isso?

Meus filhos são são-paulinos porque eram pequenos na época do mundial e do tri brasileiro. Acho isso ótimo. Quem tem filho sabe que é muito mais difícil seus filhos sofrerem pelo mau momento do time do que você com seu próprio time. Tenho convicção que só uma gestão moderna e profissional com sistema de governança corporativa levará o SPFC a se tornar um gigante de novo. Mas essa mudança também fará o Tricolor liderar o processo de mudança necessária no futebol brasileiro e se tornará um dos maiores do mundo.

10) Deixe sua mensagem ao torcedor tricolor.

A reforma estatutária é o caminho para modernizar e profissionalizar o SPFC. Os torcedores e sócios devem se informar e trabalhar pela sua aprovação. Somente assim teremos chance de competir em igualdade de condições com o futebol rico e globalizado. Os tempos mudaram. O SPFC é um clube espetacular, o sócio e o torcedor precisam entender que eles são os donos, não é o presidente. Eles são os donos da mudança, o futuro do clube está em suas mãos, não ignorem isso, lutem por ele. O Clube não é de um grupo de pessoas que querem se perpetuar no poder por benefício próprio, por ego, por vaidade ou por sonho. O clube tem como principal função retribuir com profissionalismo, transparência, gestão eficiente e muitos títulos a paixão que os torcedores dedicam e investem a cada jogo. O futebol está globalizado, os times europeus têm 10x o nosso poder de compra. Se não modernizar, não profissionalizar com os melhores talentos do mercado, nosso futebol vai piorar ainda mais. Esse é o caminho da vitória.

 

Saudações Tricolores!

Opinião Tricolor

Marco Aurélio Cunha: o retorno

Marco Aurélio Cunha

Olá nação tricolor!

O emblemático e carismático para a torcida, mas também polêmico e divisor de opiniões para o Conselho, Marco Aurélio Cunha, o MAC, está de volta como dirigente tricolor.

Retorna em um momento muito difícil, onde toda sua vivência boleira, agregadora nos gramados, mais vitoriosa do que perdedora, será por demais importante.

Independente de toda divisão política que possa ocorrer no São Paulo atual, é um momento de coalizão, nesses 3 meses fundamentais que restam na temporada, para manter a tradição daquele que nunca foi rebaixado no Brasileirão (e em qualquer competição). E ainda tentar respirar na Copa do Brasil.

Currículo para sair do crise, existe em Cunha. Marco Aurélio dedicou grande parte da sua vida ao São Paulo. De estagiário na área médica, a cartola de alto gabarito. Seu protagonismo começou a ficar marcante nos anos 80, como médico, justamente, com Carlos Miguel Aidar, na era dos Menudos do Morumbi. Prosseguiu em evidência crescente com Juvenal Juvêncio, sucessor de Aidar, no final daquela década.

Nos 90, passagens por clubes fortes do interior na época, Bragantino e Guarani. Depois, um ciclo no Japão. De volta ao Brasil, trabalhou no Coritiba, Santos, Figueira e Avaí.

Porém, a sua segunda casa verdadeira o chamou de volta, já no novo século, quando o saudoso Dr. Marcelo Portugal Gouvêa foi eleito presidente e JJ voltou também, como diretor de futebol.

Viveram, a partir daí, uma era de ápice e declínio, de glória e desgaste. O São Paulo voltou pra Libertadores após uma década fora, com MAC presente. No ano seguinte, campeão da América e do mundo.

No embalo forte do planeta conquistado, a sequência incrível de 3 Brasileirões consecutivos, 2006/07/08, marca jamais obtida por nenhum outro clube brasileiro, com Juvenal já sucedendo MPG. Vale lembrar, MAC é tetra nacional com o Tricolor, pois estava na gestão Aidar, no título de 1986.

MAC é o retrato do dirigente político. Não em tom pejorativo, que fique bem claro. A boa política, rara, é uma arte. Habilidoso, soube com maestria ser situação e oposição.

O desgaste com o também saudoso, mas centralizador, Juvenal Juvêncio, ficou mais forte com os novos rumos que a política tricolor tomara, após o Tri-Hexa. Até o desligamento da superintendência, em 2011.

8 anos e meio, assim definidos por ele mesmo, em sua despedida do cargo:

“Queria agradecer pelo período de oito anos e meio de convivência, acho que ninguém fica tanto tempo em um cargo desgastante, de percepção e envolvimento profundo, menos intensamente do que gostaria nos últimos dois anos. Tenho a sensação de não influenciar mais nas decisões como gostaria. Desde a saída do Muricy sentia dificuldades, não conseguia influenciar como gostaria pelo meu conteúdo de 31 anos de futebol“. (Globo Esporte, 20/01/2011)

Saturação movida por diferenças de conceitos e de resultados. O SPFC não repetiu as mesmas campanhas de sucesso. Desclassificações sucessivas de Libertadores, elencos piorados, onde MAC não atuava na montagem e pouco podia fazer, nos planejamentos equivocados de Leco, Jesus Lopes e Adalberto Baptista, que comandaram o futebol em seus últimos anos na cartolagem são-paulina.

Neste período, Marco Aurélio também se tornara vereador pela cidade de SP. Eleito em 2008, reeleito em 2012 (já fora do Tricolor).

Mas não por muito tempo. Surgiu como oposição ao período de ocaso de Juvenal, que havia alcançado o terceiro mandato, com anuência do Conselho em mudança estatutária, mas à revelia da torcida.

Não conseguiria ser candidato, Kalil Rocha Abdalla foi o escolhido. Perderam a eleição para o retorno de outro personagem, Carlos Miguel Aidar, que foi a “salvação” de JJ. Um nome “novo” (não fazia parte da diretoria) e vencedor do passado, foi a estratégia para a então desgastada situação, reverter o quadro eleitoral e seguir na presidência.

Quem diria que o enredo mudaria tanto. Aidar brigou com Juvenal, protagonizaram a maior crise política da história do São Paulo. Aidar renunciou após escândalos, Juvenal faleceu, assumiu Leco.

Leco, que apoiara Aidar na eleição contra Kalil e Marco. Ao lado da diretoria que montou. Eis que o mundo deu voltas. Aí que aparece a arte do bom político, citada alguns parágrafos acima.

MAC foi da chapa contrária à de Leco, Ataíde, Manssur, Gustavo, Natel e todos aqueles que formam hoje, quase que um quarto mandato de JJ. Mas se somará a eles, menos GVO, demitido.

Neste momento, a política é o que menos importa.

Sua presença se faz necessária, tem experiência e positividade, conta com a confiança da torcida, tão valiosa em fase tão crítica tricolor.

Pode ser importante para Ricardo Gomes, afinal, foi contrário à sua saída, no ano de 2010. Assim como tinha sido também, contra a dispensa de Muricy, em 2009.

Só podemos desejar todo sucesso ao MAC, acrônimo tão conhecido na vida dos são-paulinos. Que possa ser o elemento salvador de 2016, assim como Muricy foi em 2013.

História e glória pra isso, não faltam.

Polêmicas também, mas isso se debate, depois de 2016…

Saudações Tricolores!

Carlos Port – Opinião Tricolor

Crédito-imagem: Uol