Opinião Tricolor: Musa do Brasileirão 2019

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Salve nação tricolor!

Quem acompanha o Opinião Tricolor sabe, o nosso programa sempre valoriza muito, a vez e a voz da mulher são-paulina, no futebol.

As edições São-paulinas comandam!

Dessa vez, com a belíssima Rafaela Dias Gomes, fanática tricolor, que é candidata a Musa do Brasileirão 2019.

Confira!

Saudações Tricolores!

 

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Opinião Tricolor: São Pra Elas

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O programa da nação tricolor segue o compromisso de oferecer vez e voz para as mulheres, nas edições São-paulinas comandam.

Desta vez, as belas e raiz do Movimento @SaoPraElas, presentes nos estádios e em todas as redes sociais, lutando por direitos femininos no universo tricolor.

Confira!

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O sonho do Corinthians é ser o São Paulo

Pra começar…

Bicampeão do planeta bola, com apenas um título continental, é conta de quem não passou na escola.

Na marginal sem número, só conheciam torneio de verão. Chancela da Fifa? Piada. A própria entidade já reconheceu que errou naquele formato. Segue “oficial” por falta de vergonha na cara da entidade que tem vários de seus membros máximos, investigados por corrupção.

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Não sabiam, portanto, o que era campeonato mundial de verdade, até dezembro de 2012. Venceram enfim uma final correta e já se rotularam bicampeões, no maior estilo Sveitão, amparados pela versão experimental da Fifa, onde levaram um troféu mequetrefe sem derrotar um europeu, dentro do país e o pior, na condição de convidado sem passaporte.

Como trombadinhas pés de chinelo.

É preciso ser representante legítimo, conquistado por direito fundamental de ter vencido o continente primeiro, pra ser campeão mundial. Ponto final.

Atualmente, o SCCP tem Libertadores e o primeiro mundial. Entrou no clube de Flamengo mundialmente, Palmeiras e Vasco no continente. Sonha estar no clube de Cruzeiro e Inter, os bicampeões da América.

Mas segue anos-luz do clube de São Paulo, Grêmio e Santos, os únicos tricampeões continentais.

Toda essa ânsia insana em querer comparar as primeiras conquistas corintianas com os feitos são-paulinos reconhecidos pelo mundo, somente comprovam o sonho alvinegro, de ser tricolor.

2011. A sequência de 11 jogos de invencibilidade corintiana, foi derrubada implacavelmente, pelo centésimo gol de Rogério Ceni.

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Tinha que ser no clássico o gol histórico do Mito, para trazer à tona algumas verdades.

Por exemplo: o fim da série alvi-negra restabeleceu a ordem, quanto ao maior tabu da história, que pertence igualmente ao Tricolor diante do rival alvinegro: 14 partidas e 5 técnicos demitidos no parque São Jorge. 2003 a 2007, o maior tabu do Majestoso até hoje.

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Histórico, o tabu dos 14 jogos (contando o jogo anulado indevidamente) mereceu até choro do jogador que marcou o gol que findou a escrita, mas nem assim, evitou o rebaixamento naquele ano de 2007, do time da marginal s/n.

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Por falar em rebaixado, vale sempre lembrar que, em 2004, o SPFC salvou o Corinthians da segunda divisão paulista, derrotando o Juventus. Um ato de compaixão.

Contra o Tricolor, o Corinthians joga sempre como se disputasse o jogo da vida, mesmo, não reconhecendo isso. Tentam disfarçar e desfazer. Dizer que o rival é outro, o porco, aliás, mais unidos do que nunca, contra o SPFC.

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Romeu e Julieta encampam campanhas contra o Morumbi, destinavam no passado maiores cotas de ingressos uns aos outros nos clássicos, já fizeram até camisas juntos, com os nomes do rival estampados na manga. Quanto amor…

O Tricolor do Morumbi, por sua vez, não precisa de ninguém, não vende sua camisa.

É hexa conquistado no campo, na técnica e na raça.

Sem asteriscos, sem manchas.

Asteriscos como do campeonato brasileiro de 2005, do torneio de verão 2000.

A supremacia tricolor é comprovada sobre qualquer rival nacional, mais especificamente, em relação ao time que somente após 102 anos de vida, enfim teve um título internacional de credibilidade.

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12 títulos internacionais a 4, é o placar. Com boa vontade, dando um desconto para o Mundialito.

Em muitos momentos, o são-paulino até reconhece, despreza o time da marginal sem número, que ganhou estádio com o dinheiro do povo.

Realmente, o poder do time do governo não está de brincadeira.

Ajuda a combater a inveja.

Inveja que consome, quando se lembram do cinquentenário e pujante estádio são-paulino, um dos maiores particulares do mundo. Ah, se não fosse o Morumbi, o que seria de 1977…

Quando perdem, transformam cada derrota em desespero.

Portas fechadas, treinadores demitidos. Nenhum clássico brasileiro ou mundial representou tanta queda de técnicos quanto SPFC x Corinthians. 14 vezes na história.

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Um recorde absoluto de desespero em perder para o rival.

O sonho do Corinthians é ser o São Paulo.

É ter um estádio como o Morumbi sem depender da política rasa, é ser tri do mundo legítimo, ser tri da Libertadores, ser o maior campeão brasileiro sem canetada de unificação ou com asteriscos.

Não adianta disfarçar a inveja.

Por tudo isso, o retrospecto de jogos na história até se justifica. Levam vantagem nos Majestosos, mas não esquecem os títulos perdidos de 1957, 1991, 1998.

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Em 2015, comemoraram um 6 a 1 na arena do governo, como se fosse a primeira vez. Lamento, o São Paulo já havia vencido pelo mesmo placar, nos primeiros anos de sua fundação.

2016, goleada devolvida com massacre e olé. 4 a 0.

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Eles dizem: confronto direto favorável. Ainda mais, quando o juiz ajuda decisivamente. O famoso apito amigo. Assim foram em fases decisivas dos Paulistas de 1988 e 1993.

Por tudo isso, contra o São Paulo, o Corinthians realmente se supera. Porque nada como vencer, quem mais queriam ser.

Porém…

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Palmeiras, o maior freguês mata-mata do São Paulo

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Palmeiras.

O time da colônia italiana, povo tão importante na história do maior estado brasileiro.

Durante sete décadas, a segunda maior torcida de SP.

Porém, palmeirenses assistiram, desde a metade dos anos 80, a nação tricolor ultrapassar os verdes. Um verdadeiro atropelo. Segundo os principais institutos de pesquisa, nos dias de hoje, seria necessário praticamente somar a torcida verde à santista, para alcançar a nação tricolor.

Sem sua camisa leiloada, entregue, rifada, foram 17 anos de fila, 1976 a 1993, terminados na era da leiteria que se apossara do clube. Leiteria que pensava mais nela, do que no próprio time, fazendo um belo balcão de negócios.

Montaram esquadrões movidos a milhões de dólares, somente para vender seus atletas com maior lucro para o exterior. Pela avidez e ganância do lucro, foram barrados na ilusão de conquistarem o mundo. Ficaram no caminho do Manchester United, na maior falha do goleiro que diziam ser santo. Marcão, que tantos gols já sofreu de Ceni, é um cara gente boa, querido de todas as torcidas. Merecia melhor sorte na carreira.

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Os fabricantes de laticínios foram embora, o time voltou ao coma. Segunda divisão duas vezes, humilhação, vergonha. Conquistaram o estadual 2008, destaque-se, novamente sem as próprias pernas, em outra co-gestão, com direito a gás de pimenta e decisão de semifinal sendo disputada no antigo chiqueiro que chamavam de estádio, atentando contra a segurança da população paulistana. Ato insano e desesperado pelo fim da fila, que foi amparado, na época, pelos lamentáveis bastidores do futebol. Além do Paulistinha, também 1 Copa do Brasil, pra diminuir o sofrimento. Mas ainda no tempo em que os times que participavam da Libertadores (caso do SPFC entre 2004 a 2010), não entravam na menor competição nacional.

Nos tempos atuais, com a camisa vendida novamente, dessa vez, para um grupo que explora juros abusivos da população carente, conquistaram 3 taças nacionais.

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Uma empreiteira assumiu estádio, melhor dizendo, arena nova (estádio é outra coisa, é maior) e estão eufóricos. Mas, durante 30 anos, tem obrigações com eles. E antes que digam alguma coisa, Laudo Natel foi governador eleito depois do Morumbi pronto. É bom conhecer a história, antes de repetir mentiras contadas 1000 vezes, para se tornarem verdades.

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Agora, o Palmeiras agoniza mesmo, quando lembra da freguesia para o São Paulo. Libertadores, 1974, 1994, 2005 e 2006, eliminado todas as vezes pelo Tricolor. Jamais venceu um jogo sequer, fosse no Morumbi, ou no cercadinho do que chamavam de jardins suspensos. 6 vitórias tricolores e 2 empates na história do confronto continental.

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Em 15 confrontos de mata-mata na história, contando todos os campeonatos, foram 13 triunfos são-paulinos.

* Antigamente, não existia o formato mata-mata no futebol paulista. Em 1942, 1944, 1950 e 1972 o Palmeiras venceu o SPFC. Em 1943 e 1971, deu Tricolor.

E nos mata-matas:

Paulista 1978 - 17/06/1979 – Palmeiras 0×0 São Paulo [prorrogação 0x1, gol de Serginho Chulapa]

Paulista 1987 – Semifinal Palmeiras 0 x 0 São Paulo – 15/08 São Paulo 3 x 1 Palmeiras – 23/08

Paulista 1992 – Final Palmeiras 2 x 4 São Paulo – 05/12 São Paulo 2 x 1 Palmeiras – 20/12

Libertadores 1994 – Oitavas-de-final Palmeiras 0 x 0 São Paulo – 27/04 São Paulo 2 x 1 Palmeiras – 24/07

Rio-São Paulo 1998 – Semifinal Palmeiras 2 x 1 São Paulo – 17/02 São Paulo 1 x 0 Palmeiras – 25/02

Paulista 1998 – Semifinal São Paulo 2 x 1 Palmeiras – 19/04 Palmeiras 1 x 3 São Paulo – 26/04

Copa do Brasil 2000 – Quartas-de-final São Paulo 2 x 1 Palmeiras – 24/06 Palmeiras 2 x 3 São Paulo – 27/06

J. Havelange 2000 – Oitavas-de-final Palmeiras 1 x 1 São Paulo – 25/11 São Paulo 1 x 2 Palmeiras – 30/11

Rio-São Paulo 2002 – Semifinal Palmeiras 1 x 1 São Paulo – 21/04 São Paulo 2 x 2 Palmeiras – 27/04

Superpaulistão 2002 – Semifinal Palmeiras 0 x 2 São Paulo – 19/05 São Paulo 2 x 2 Palmeiras – 22/05

Libertadores 2005 – Oitavas-de-final Palmeiras 0 x 1 São Paulo – 18/05 São Paulo 2 x 0 Palmeiras – 25/05

Libertadores 2006 – Oitavas-de-final Palmeiras 1 x 1 São Paulo – 26/04 São Paulo 2 x 1 Palmeiras – 03/05

Paulista 2008 – Semifinal SPFC 2 X 1 Palmeiras – 13/04 Palmeiras 2 x 0 SPFC –20/04

Paulista 2019 – Semifinal São Paulo 0 x 0 Palmeiras, Palmeiras 0(4) x 0(5) São Paulo – 07/04

Um massacre impetuoso. Ah, sim, a CBF unificou os títulos brasileiros. Agora o Palmeiras é deca (risos). 10 na seguinte conta de quem não passou de ano: 4 (1972, 1973, 1993, 1994) + 2 (2016, 2018) = 10.

Hexa, legítimo, é o São Paulo Futebol Clube.

Palmeirenses mais antigos costumam dizer que “corintiano é rival, são-paulino é inimigo”. Pra quê isso, porcos? É apenas futebol.

Pra nós, vocês são apenas, fregueses.

Saudações Tricolores!

 

Crédito-Imagens: Revista Placar, Gazeta Press, Esporte Ilustrado, Lance.

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Crédito/Imagem: jornal Lance

Opinião Tricolor: Ana Sauma

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O programa Opinião Tricolor teve a volta da belíssima apresentadora e torcedora raiz, Ana Sauma.

A Aninha comandará, com Carlos Port, as edições #saopaulinascomandam, a vez e a voz da mulher fanática pelo SPFC.

Como sempre, a contundência verdadeira de Paulinho Heavy, ao lado de Carlos Port.

Nós somos o #OpiniaoTricolor!

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Opinião Tricolor: time de amputados do São Paulo FC

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Olá nação tricolor!

Para o #OpiniaoTricolor, a causa PNE sempre será importante. Estamos ao lado do time de amputados do São Paulo FC, na busca de patrocínio.

Histórias de guerreiros, honrando o manto tricolor!

Atenção mkt tricolor, vamos ajudar tb!

Parabéns conselheiro Homero Bellintani Filho e Wanessa, espelhos do Tricolor que queremos pra todos nós.

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Opinião Tricolor: SPFC hereditário

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Olá nação tricolor!

Diante da estreia da Libertadores 2019, o Opinião Tricolor analisou o SPFC para o começo da mais importante competição continental. Para tanto, debatemos a estratégia de poupar o time na rodada que antecedeu o começo da trajetória, filtrando pontos positivos e negativos do elenco são-paulino.

Conosco, a incrível Bela Horgos, a Belinha, youtuber e influenciadora digital, do SPFC Hereditário. Paixão vem de infância.

Confira!

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Opinião Tricolor: Victor Coelho Mionzinho

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Noite de contundência e defesa do São Paulo, em mais uma edição #OpiniaoTricolor. Com nosso brother tricolor de bom combate, Victor Coelho, o Mionzinho.

Confira!

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Manifesto Opinião Tricolor: #ForaLeco

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Manifesto Opinião Tricolor #ForaLeco
A mídia verdadeiramente independente, do São Paulo FC ⚽

- Pior presidente em resultados, em 88 anos de história.

- Pior presidente, acumulador de tabus negativos e destruidor de tabus positivos.

- Pior presidente em aproveitamento de clássicos.

- Pior presidente em fila de títulos.

- Pior dirigente da história, se indispondo com ídolos eternos, como Muricy e Rogério Ceni.

- Pior presidente em sepultar ídolos, vai acabando com moral de Raí e Lugano.

- Pior presidente em campanhas, duas vezes fugiu do rebaixamento.

- Pior presidente em transparência, estatuto novo de fachada, conselheiros com salários.

- Pior presidente na venda de jóias da base.

- Pior presidente com pior Conselho já existente, que o elegeu.

- Pior presidente: SPFC acumula 38 campeonatos, desde o Tri-hexa, pra 37 vezes sem chegar sequer em final.

- Pior presidente: eterno paga lanche pra rival.

- Pior presidente: as dívidas seguem altas. O que dizem não é verdade. Época Esporte Clube provou ineficiência em números (maio 2018). https://epoca.globo.com/esporte/epoca-esporte-clube/noticia/2018/05/financas-do-sao-paulo-contradicoes-de-um-time-que-prima-pela-ineficiencia.html

- Pior presidente da história, com puxa-sacos que se dão bem com benesses no clube e blogueiros sem vergonha.
#OpiniaoTricolor #spfc

Opinião Tricolor: Letícia Fabbri e Homero Bellintani Filho

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Salve nação,

O programa da nação tricolor, recebeu, com orgulho, carinho e solidariedade pulsante, Leticia Fabri, são-paulina de coração e alma, que vem encantando a todos nós, com a campanha Lacres do Abraço, para conseguir próteses dos pés, para andar novamente.

Com ela, o conselheiro vitalício Homero Bellintani Filho, que não vem medindo esforços para que a causa atinja cada vez mais torcedores e, acima de tudo, cidadãos solidários.

Saudações e agradecimentos especiais, ao presidente Leco e ao conselheiro Mario Ferrari, pelo bom combate, juntos.

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Opinião Tricolor: Kalef João Francisco

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O programa da nação tricolor, recebeu, mais uma vez, o conselheiro vitalício e estimadíssimo amigo de bom combate são-paulino e patriota, Kalef.

Uma história vencedora, um exemplo de devoção ao São Paulo FC.

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Opinião Tricolor: Sadi

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Carlos Henrique Sadi, conselheiro vitalício, um dos currículos mais gabaritados que passaram pelas administrações tricolores nos últimos anos, conhecedor profundo dos bastidores intrínsecos do São Paulo FC, foi o convidado do Opinião Tricolor.

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Opinião Tricolor: SPFC Austrália

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Noite raiz, no programa da Nação Tricolor!

Recebemos, ao vivo e online, a rapaziada da SPFC Austrália, coletividade são-paulina de responsa, que manda muito bem no fantástico continente da Oceania, milhas e milhas distantes do Morumbi, mas com o Tricolor cravado nos corações e mentes.

Confira! Falamos de Brasileirão, elenco, Adidas e muito mais!

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Opinião Tricolor: Port & Heavy

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Salve nação!

Programa que tratou da montanha russa de emoções do são-paulino, campeão no sábado de manhã humilhando o sub-20 galinha, ao derrotado no Choque-Rei, pelo Brasileirão, à noite.

Elenco, Aguirre, DM, bastidores, confira!

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Opinião Tricolor: Pavão

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Salve, galera!

O programa da nação tricolor recebeu Marcelo Pavão, pequeno grande craque do futebol e da vida.

Pavão falou sobre tudo, sua ascensão e trajetória no São Paulo, a importância do mestre Telê Santana, os cuidados nos bastidores de negócios da bola, conselhos aos atletas mais jovens. Além disso, contou sobre o belíssimo projeto que mantém com o futebol de masters, levando os ídolos do passado pelo Brasil afora.

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Opinião Tricolor: Conselho no Opinião III

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Salve nação tricolor,

O nosso programa recebeu os conselheiros Olten Ayres de Abreu Jr, Dorival Decoussau e Douglas Schwartzmann, em mais uma edição “Conselho no Opinião”.

Em debate, um assunto de extrema importância na administração são-paulina, o conflito entre cargo de conselheiro e remuneração profissional, dentro do clube.

Pauta que será motivo, inclusive, de reunião extraordinária, no mês de maio próximo.

Confira.

https://www.facebook.com/allTVBrasil/videos/1935499013140546/?hc_ref=ARQADrq-biDWHW3BlmK6ZbAAi9uPhu6UdYtDKyHkK20Ll_sxtxD_gW98dsZ17-RYNdA

 

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Opinião Tricolor: Acervo Tricolor

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Salve nação tricolor!

O nosso programa recebeu o Nicholas, do Instagram Acervo Tricolor. A juventude dando exemplo da importância mister, da preservação da tradição são-paulina. Parabéns pelo belo trabalho!

Em pauta, o jogo de ida da Copa do Brasil, diante do CAP. Análises, debate, contundência marca registrada, sobre o que e pra quem deve ser falado. Diretoria de futebol, comissão técnica e elenco em discussão.

As perspectivas do jogo da volta, além do começo do Brasileirão. Faça promoção de ingressos casados, São Paulo!

Confira!

Saudações Tricolores!

 

Opinião Tricolor: Andressa Prata

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O programa da nação tricolor recebeu a musa Andressa Prata, que encantou a todos com sua exuberância, carisma e sentimento pelo Mais Querido.

Pautas: eleição da Comissão Disciplinar, trabalho de Raí, Dorival Jr e Jardine, vitória na Copa do Brasil, contratações vs base, bastidores políticos.

Confira o papo reto, da verdadeira mídia independente do São Paulo FC

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Opinião Tricolor: Resistência Tricolor

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Mais uma edição Resistência Tricolor, aqui no Opinião.

Dessa vez com Port, Heavy e André Mello.

Em debate, o destino de Dorival Jr, a pífia campanha do SPFC no Paulista, os reforços, Raí, Leco e muito mais.

Confira o papo reto, da verdadeira mídia independente do São Paulo FC!

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Opinião Tricolor: Glauco Diógenes

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Noite de gala no #OpiniaoTricolor.

O São Paulo tratado como conceito, marca de excelência, respaldo e respeito mundial, pelo mestre do design Glauco Diógenes.

Claro, falamos de Paulista, Copinha, os caminhos do Tricolor neste início de temporada 2018.

Confira!

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Saudações Tricolores!

Liberdade é festa, violência é proibir! #AgainstModernFootball

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Olá nação tricolor!

Esta coluna é extensiva para as torcidas organizadas Independente e Dragões da Real.

Porque somente a união de forças, em esforços mútuos de conscientização, poderão beneficiar a todos os torcedores dos times paulistas, na questão tão sentida por nós que vivemos arquibancadas: as bandeiras de mastros, proibidas nos estádios!

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O futebol brasileiro se transformou ao longo das últimas décadas, perdeu identidade, “europeurizou”, criando um termo. Dentro do campo, com mais tática defensiva do que técnica pura. E fora também, com os novos modelos de arenas.

Nada contra a modernização do conceito dos estádios, mas tudo contra sufocar a tradição das torcidas paulistas, a forceps!

Torcedor brasileiro é singular, único. Não torce como europeu, ou sul-americano. Tem a ligação ímpar do samba da bateria e bandeiras na arquibancada. Prefere o cimentão (que hoje está com cadeiras) do que a numerada confortável. Não importa a classe social.

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No estado de São Paulo, existe a proibição legal das bandeiras com mastros nos estádios paulistas, desde os anos 90.

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Nos últimos anos, os belos sinalizadores (os inofensivos, não os navais que causaram tragédia na Bolívia) também foram proibidos.

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Episódios de violência cessaram pela proibição da festa das torcidas?! Todos são sabedores que não!!

É uma medida descabida, que mais visa punir o conceito de torcida organizada, do que coibir o torcedor violento.

Alguns afirmam que bandeiras se transformam em armas. Isso não existe no modelo atual dos estádios, com divisão de torcidas em 10 ou 5%, devidamente separados, itinerários com escolta e aguardo para dispersão.

A proibição está errada, premiando a incapacidade de punir o mau torcedor, sobrando para o espetáculo da arquibancada.

Os bons (maioria) não podem pagar pelos maus (minoria). Para os delinquentes infiltrados no futebol, sejam em organizadas ou em qualquer lugar do estádio, tem que existir a lei severa, aliás, deveria ser assim em todas as áreas da sociedade brasileira. A impunidade impera e somente medidas paliativas são tomadas.

Bandeiras nas arquibancadas, autoridades paulistas, fascinam crianças, mulheres, famílias. Encantam do pequeno ao idoso. E não representam perigo real. O Maracanã, maior estádio do Brasil, é a prova maior. Bandeiras dos times cariocas completam o espetáculo do futebol. Aqui, em São Paulo, só viajando ao RJ ou outros destinos estaduais, que contemplamos a festa que o futebol é capaz de proporcionar.

Portanto, se a reparação de justiça nesse caso envolve deputados, Ministério Público, Polícia Militar e o governador, que sejam acionados e acolhedores deste apelo popular, que somente será benéfico para todos.

Afinal, a festa no futebol preenche corações e mentes de torcedores. A proibição dela, ao contrário, abre espaço pra violência, pela cabeça vazia. Quanto mais o torcedor estiver ocupado em promover a festa mais bonita que a do time rival, maior a conscientização dos mesmos, em reprimir atos marginais, que tirariam novamente as bandeiras das arquibancadas.

Violência precisa ser punida sempre! Mas com medidas eficazes e certeiras, não com injustiça e autoritarismo.

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#AgainstModernFootball

Saudações Tricolores!

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Bandeirões, luzes, bandeiras de mastro. A alma da arquibancada.

Digníssimas autoridades do Estado de SP,

O espetáculo magistral, único, inesquecível e eterno que foi a despedida de Rogério Ceni dos gramados, ao final de 2015, proporcionado pela torcida do São Paulo FC com as organizadas Torcida Tricolor Independente, Dragões da Real, Implacáveis e Falange, serviu também para demonstrar como é possível retomar a alma da arquibancada nos estádios paulistas.

No Brasileirão 2017, espetáculo repetido em treino aberto e nas concentrações épicas do portão 1 do Cícero Pompeu de Toledo.

Bandeirões, luzes, bandeiras de mastro. Violência é proibir!

Não troque, senhor governador, a democracia pelo autoritarismo.

Não troquem, senhores deputados, a liberdade pela ditadura.

Não troque, Ministério Público, a ação pela omissão.

Não troque, Polícia Militar, a segurança pela coerção.

É tão simples permitir as bandeiras de mastro de volta, junto de todo aparato que maravilha crianças, adultos e idosos, em jogos de futebol. As torcidas são devidamente credenciadas na Federação Paulista de Futebol, termos de responsabilidade por cada mastro na arquibancadas seriam facilmente administrados.

Basta querer!

A única violência que existe nos estádios, atualmente, é a ação pública matando a festa da arquibancada. 10 anos de proibição já passou do limite do tolerável. A ação que pune atos criminosos deve ser implacável sim, mas pra quem pratica o ato criminoso, não para as entidades como um todo.

Até quando?

Que as imagens falem por si só.

Saudações Tricolores!

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Foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press

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Carlos Port

Opinião Tricolor

Crédito-imagens: sites Globo Esporte, Esporte Uol, Lancenet, Facebook Arquibancada Tricolor, Superesporte, Arquivo Pessoal.

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Opinião Tricolor: Conselho no Opinião II

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O programa da nação tricolor fez a segunda edição do “Conselho no Opinião”, com os conselheiros Olten Ayres de Abreu Jr, Douglas Schwartzmann e Ópice Blum.

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Programa obrigatório para quem quer conhecer a fundo, os bastidores administrativos do São Paulo FC.

Em pauta, o novo estatuto, o marketing, o sistema eleitoral e os votos de sócios e STS, a separação do social x futebol, o funcionamento dos conselhos do clube e muito mais.

Confira!

 

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Saudações Tricolores!

Conselho no Opinião: Conselho no Opinião I

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O programa da nação tricolor vai encerrando a temporada 2017, em altíssimo gabarito, com a primeira edição do “Conselho no Opinião”.

Conselheiros reunidos, independentemente da política, movidos pelo bem do Tricolor.

O futebol é o centro do debate, análises de acertos e erros, do profissional à base, com o leque aberto para os bastidores, novo estatuto, Sócio Torcedor, marketing, profissionalização, separação futebol e social.

O SPFC analisado com ética e transparência, muito além da propaganda eleitoral. Com verdade!

Nesta edição, os nobres Dorival Decoussau, Ópice Blum e Douglas Schwartzmann, foram os entrevistados.

Confira, saudações tricolores!

 

 

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Saudações Tricolores!

Opinião Tricolor: São-paulinas uniformizadas

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Salve nação tricolor!

Temporada 2017 chegando ao seu final, mas ainda há muito o que ser dito.

Os desmandos de planejamento, refletidos dentro do campo de jogo, vão muito além.

Atingem também a torcida do São Paulo, notadamente, as mulheres, que seguem ignoradas pelo marketing tricolor e fornecedores esportivos, quanto à linha de produtos oferecidos. O amadorismo não consegue enxergar uma demanda potencial de 7 milhões de torcedoras, que são obrigadas, ano a ano, a comprarem camisas oficiais infantis, agasalhos masculinos de tamanho pequeno etc

O Opinião ajudou na briga e trouxe as São Paulinas Uniformizadas, movimento criado para pedir igualdade. Parabéns Camila de Paiva, Giovanna Sanchs, Giovanna Serafim, Bruna Vasconcelos, Gabe Nogueira, Mayara Kutschen, Raiane Vieira, Beatriz Escobar, por representarem tão bem, milhões de são-paulinas, no mesmo anseio de serem reconhecidas.

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Use nas redes sociais #saopaulinasuniformizadas

No programa, além da campanha, a lembrança de 1 ano do acidente da Chape, Diego Lugano, a última rodada e um recado pra diretoria.

Confira!

Saudações Tricolores!

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Camisa: estrelas, faixas, patrocínios. Branding!

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Olá nação tricolor!

O blog abre espaço para uma propositura que poderia e deveria ser objeto de debate no Conselho do São Paulo FC, em cada ano, quando da renovação de modelos do uniforme.

A preservação de um dos maiores símbolos oficiais do clube.

A camisa do São Paulo, o manto sagrado.

Nos quesitos patrocínio, numeração e estrelas vermelhas e amarelas.

Patrocínios:

Vamos analisar primeiro os patrocínios, tão fundamentais ao futebol moderno, mas que descaracterizam a camisa 1, na sua concepção original, ou seja, faixas um pouco mais altas, próximas ao peito.

Nos anos 80 (entre 1982 a 1987), anunciantes ainda estavam abaixo das faixas da camisa do São Paulo. A partir da década de 90, a posição das marcas subiu, alterando a formatação do manto tricolor. Jamais voltaram para debaixo das faixas.

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*Alguns argumentarão que é pela visibilidade da TV, mas o Coritiba está aí para provar o contrário. Vide uniforme 1 do clube paranaense, que manteve o respeito à posição das suas faixas.

Recomendo a visita do blog do Thiago Pulzatto, que fez um belo trabalho de pesquisa das fases da camisa tricolor: https://omantotricolor.wordpress.com/camisa-um/

Recuperar as faixas mais perto do coração deveria ser condição mister para cada possibilidade de novo patrocínio.

Uma prova de respeito incondicional, um manual de marca.

Estrelas:

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Nos anos de 1952 (como atleta do São Paulo) e 1956 (representando o Vasco da Gama), o lendário Adhemar Ferreira da Silva, conquistou recordes olímpicos e mundiais, ao ser medalhista olímpico, na modalidade salto triplo, consecutivamente em duas Olimpíadas, Helsinque e Melbourne.

Tais façanhas eternas renderam estrelas amarelas na bandeira oficial do São Paulo FC, a partir de 1956 (não na camisa, que permaneceu intacta, com suas faixas, listras e escudo, por mais 40 anos).

saojose89  Final de 1989, bandeira oficial com estrelas amarelas

Décadas se passaram com a camisa sempre imaculada, até o ano de 1996, quando, na gestão de Fernando Casal De Rey, o São Paulo decidiu inserir as estrelas das glórias do atletismo, em sua camisa de futebol.

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Quatro anos mais tarde, em 2000, na presidência de Paulo Amaral, as estrelas vermelhas passaram a integrar a camisa do Tricolor, pelo bi-mundial 1992-1993.

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Enfim, após o Mundial 2005, no início da temporada 2006, a terceira estrela vermelha.

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Pois bem, as estrelas representam glórias tricolores, fato inconteste. Mas seriam mesmo necessárias? Ou seriam uma ostentação que restringe novas conquistas?

Já imaginaram no futuro? O São Paulo tetra, penta mundial? A estética, o design da camisa, estariam seriamente comprometidos, poluídos visualmente.

Conceitos mercadológicos, da força de uma marca, devem independer de uma “chancela” auto-intitulada.

Outro problema conceitual: o próprio Tricolor estipulou as estrelas vermelhas às conquistas mundiais. Não há uma formatação reconhecida pela Fifa ou qualquer outra entidade, que recomende estrelas vermelhas como sinônimos de conquista.

E quanto ao atletismo? Nobre modalidade, mas somos um clube que possui quase 20 milhões de torcedores movidos por futebol e por este esporte, é que a camisa deveria conter qualquer homenagem.

Devemos gratidão e reverência a todo aquele que representou o manto tricolor, em qualquer outro esporte, com maestria. Porém, se um outro atleta olímpico no futuro, patrocinado pelo São Paulo, for medalhista de ouro e recordista mundial novamente, teríamos também outra estrela amarela na camisa?

Somente nas Olimpíadas de 1952, Adhemar representou o São Paulo. Em 1956, já era atleta do Vasco da Gama, quando foi bicampeão. As estrelas são pelos recordes mundiais (e olímpicos) batidos em 1952 e 1955. Marcas belíssimas, mas seriam para justificar eternidade?

Temos um campeão mundial de boxe, Eder Jofre, no ano de 1960. Se as estrelas valem pra Adhemar, deveriam valer pro boxeador tricolor também. Fato que já lutava profissionalmente, mas até hoje o São Paulo ostenta sua façanha.http://www.saopaulofc.net/noticias/noticias/historia/2015/11/18/ha-55-anos,-eder-jofre-conquistou-o-mundo-pela-primeira-vez/

Maurren Maggi, campeã olímpica, quando passou a ser atleta do SPFC em 2010, sonhou em colocar a terceira estrela amarela, em caso de uma nova conquista. A pergunta é: onde seria? http://www.saopaulofc.net/noticias/noticias/futebol/2010/2/23/maurren-quero-colocar-uma-estrela-no-simbolo/

Se o clube, com suas marcas vencedoras em outras modalidades, quiser homenagear ídolos do passado ou outros que possam vir a representar o São Paulo no presente e futuro, existem diversas formas, objetos de autorizações estatutárias.

A camisa do São Paulo é do Futebol Clube, acima de tudo! Reconhecida como tricampeã do mundo em qualquer parte do planeta, sem que estrelas precisem contar isso.

Portanto, recuperar a tradição do escudo, sem a necessidade de auto-ostentar estrelas, seria um grande ato do São Paulo.

Além do mais, é um ato de justiça com o passado, pelos 66 anos que a camisa do São Paulo foi muito vencedora, sem estrelas, com ídolos para sempre.

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A primeira camisa, a partir de 1930, de Friedenreich e cia, não é “menor” que aquela com estrelas. Muito menos, a da era do Rolo Compressor de King, Leônidas da Silva, Sastre, Teixeirinha, a linha média de Bauer Ruy e Noronha e inesquecíveis craques do Tricolor na década de 40. O período de De Sordi e Zizinho, Gino, Maurinho, Canhoteiro, os títulos dos anos 50. Roberto Dias e os guerreiros que defenderam o São Paulo na construção do Morumbi, nos 60. O estádio pronto, a explosão de títulos a partir de Sérgio Valentim, Gerson, Fórlan Pedro Rocha, Toninho Guerreiro, Mirandinha, Chulapa, Chicão, Zé Sérgio, nos 70. A Máquina Tricolor e os Menudos do Morumbi nos 80, com Gilmar, Oscar e Dario Pereyra, Renato Pé Murcho, Silas e Muller, Careca, Pita e o Rei de Roma. Os mágicos anos 90 de Telê, Rei Raí, Cafu, Zetti. Muitos outros heróis completam a lista desses lendários tricolores.

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Seriam menos campeões por não terem estrelas amarelas ou vermelhas em suas épocas? Claro que não!

Números:

Ainda existe a abordagem dos números e suas tipografias, que fazem com que o São Paulo, em diversas temporadas, corte suas faixas e listras para inserí-los.

Novamente, volta à tona o argumento da visibilidade das transmissões de televisão. Ocorre que, durante décadas, inesgotáveis jogos foram transmitidos sem a necessidade de se “mutilar” a camisa tricolor. Basta uma fonte forte e grande, para o problema estar resolvido, ano a ano. Dois exemplos a seguir, dos anos 80 e da década passada, já no novo século (alguma dificuldade de leitura?):

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Em cada tempo, a relevância das conquistas foi se transformando. Vencer um campeonato estadual já foi tão valioso quanto a mais alta performance internacional, nos dias atuais.

O escudo tricolor, o coração de cinco pontas, o diamante belo do Tricolor Paulista, é magnífico, imponente e poderoso por si só!

Bem como sua camisa, preservada na altura e extensão de suas faixas e listras.

Pense nisso, São Paulo FC!

Saudações Tricolores!

Crédito-imagens: Site oficial do SPFC, Revista Placar, UOL Esporte, blog O Manto Tricolor, de Thiago Pulzatto.

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SPFC, o novo Independiente?

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O Independiente, de Avellaneda, é o grande campeão da Libertadores da América. 7 títulos e predomínio em décadas passadas, em nosso continente sul-americano.

Assim como Peñarol e Nacional assombraram gramados sudacas, pela fibra e raça de outrora.

Olimpia do Paraguai também é um bom exemplo, tri da América.

Qual a relevância no cenário sul-americano desses times, nos dias atuais? Quase nula. Possuem torcidas grandes, jogam por tradição, mas sem a imposição e o temor rival.

O São Paulo, há 9 anos, atravessa o mesmo processo. É o maior campeão das Américas no país, somando todos títulos da Conmebol e o único trimundial do Brasil.

Porém, sufoca, naufraga em sua própria perpetuação do poder, que arrasa o clube, ano a ano.

Eliminações, humilhações, freguesia em clássicos, temor perdido. Nenhum time tem medo do São Paulo mais. Ninguém mais admira e aplaude a diretoria do clube, como sempre ocorria, desde 1930, a partir do juvenalismo.

A explosão em tamanho da torcida, se consolidando como terceira maior do país, não conseguiu reverter a lástima administrativa e nos gramados.

O SPFC, de “dentre os grandes, és o primeiro”, está em um processo de degradação e diminuição de tamanho, causada por fogo amigo. O pior, sem poder de reação em suas células vitais.

Nada na sociedade deu certo com poder perpetuado. Governos, clubes, instituições. Desde 2002, o mesmo grupo político domina o Tricolor. Viveram ascensão, ápice, declínio e, nos últimos 3 anos, terra arrasada.

Tento lutar contra tudo isso, até o limite das minhas forças. Diariamente, amando, apoiando, torcendo.

Mas também cobrando, questionando, exigindo, criticando. Quem ama, cuida.

Enfrentando a tática nazista de Goebbels, a propaganda de dizer 1000 vezes 1 mentira, pra que se torne verdade. A moda da vez do aparelhamento é: “quem cobra, torce contra”.

Prática torpe, vil, deplorável, canalha.

Porém, podem falar, a nação tricolor sabe quem é quem. Seguirei exigindo aprimoramento de gestão no SPFC, modernização, choque de governança ou mudança diretiva. É uma luta inglória pois, pelo visto, os conselheiros de situação que poderiam bradar, estão satisfeitos com o drama desesperador tricolor. Já os oposicionistas, sempre em minoria, minguam no que podem fazer.

Sites, blogs, influenciadores de toda uma geração que não conheceu a grandeza do SPFC, fazem com que seja disseminada essa mentira e blindam o poder, com “maestria”.

As organizadas decidiram só cobrar após o SPFC escapar da segunda divisão. Cogita-se até não cobrarem nada dos que estão no poder.

Difícil…

Ocorre que cada família tricolor vale a batalha, os amigos, a honra.

O projeto de espanholização segue firme no Brasil e as dezenas (até centenas) de milhões de reais que o SPFC ganha a menos por ano, em relação aos seus maiores rivais, por absoluto amadorismo e incapacidade, está empurrando o Tricolor da condição de protagonista, para coadjuvante, cada vez mais.

Não somos mais o Real ou Barça, o Bayern, a Juventus, os 5 grandes ingleses. Somos aquele time intermediário (ainda um clube gigante) que um dia foi um grande campeão…

Assim como o Independiente, maior da Libertadores na Argentina.

Seguirei, como simples torcedor, amando o São Paulo e o defendendo.

Até onde mais consigam destroçá-lo, a resistência sempre existirá.

Saudações Tricolores.

 

Carlos Port

Opinião Tricolor

Opinião Tricolor: #saopaulinasuniformizadas

Salve nação tricolor!

O excelente blog Olhar Crônico Esportivo, do Emerson Gonçalves, divulgou nesta década (há alguns anos), uma tabela sobre o percentual de mulheres que torciam para os grandes clubes brasileiros. Eis:

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Os números mostram uma realidade evidente: a torcida do São Paulo está sacramentada em terceiro lugar no Brasil, tanto em homens, quanto em mulheres.

Porém, o que deveria ser excelente em termos de popularidade, no tocante à fonte de receita, marketing, exploração e propagação de potencial consumidor, aumento de torcida, segue tratado de forma amadora e lamentável, pelo São Paulo FC e seus parceiros, fornecedores de materiais esportivos.

O culpado maior é o clube, depois, a marca que estampa a camisa. Afinal, ao tratar de brand, um time trimundial precisa exigir que o fornecedor atenda todos os seus públicos, notadamente, quando envolve milhões de torcedores.

Leia-se milhões de homens, que preenchem uma oferta e demanda da linha de produtos oferecidos, muito superior aquela desenvolvida para o público feminino. Um disparate este descaso!

Estamos falando de 7 milhões de torcedoras, aproximadamente, reféns do amadorismo diretivo que persegue o São Paulo, nos últimos anos. Como desprezar um contingente tão expressivo, de um público tão importante?

As mulheres se estabeleceram, definitivamente, no futebol. Milhões praticam pelo planeta, torcem, vibram, formam opinião, sofrem, vivem e respiram futebol, tanto quanto os homens. Mas são desamparadas no momento de vestirem as cores do time de coração, no Tricolor do Morumbi. Triste a visão limitada de nossos dirigentes.

Dizem que a atual fornecedora pode sair do clube, em 2018. Outros bastidores afirmam que permanecerá.

O fato é: seja Under Armour, ou quem vier, passem a tratar as são-paulinas com altivez, respeito e relevância.

Mulheres não são crianças de 12 anos, não são obrigadas a aceitar roupas em tamanho masculino ou infantil, devido à carência de produtos femininos.

Um destrato injustificável, mais um tiro no pé, da perpetuação do poder.

Afinal, são-paulinas comandam!

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Saudações Tricolores!

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Carlos Port – Opinião Tricolor

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Opinião Tricolor: Renova Tricolor

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Salve nação!

O Opinião Tricolor recebeu o movimento “Renova Tricolor”, na figura de um dos seus idealizadores e protagonistas, Israel.

Em pauta, o abaixo-assinado “Fora Leco” e bastidores da política tricolor.

Confira!

Saudações Tricolores!

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Opinião Tricolor: Douglas Schwartzmann

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O programa da nação tricolor recebeu o conselheiro Douglas Schwartzmann, sócio do SPFC desde 1966, de família são-paulina com legado de avô e pai.

Participou de diversas administrações tricolores, nas eras de Marcelo Portugal Gouvêa, Juvenal Juvêncio e Carlos Miguel Aidar, notadamente, com cargos relevantes em comunicação e marketing, onde se tornou personagem polêmico e emblemático.

Imperdível e revelador.

Confira!

Saudações Tricolores!

 

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Opinião Tricolor: A propaganda corintiana

Em 2013, publiquei uma coluna de palavras fortes, justamente, pra causar impacto pela força de sua verdade. Segue a republicação em 2017, já que nada mudou, aliás, piorou.

Segue:

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2012.

Apenas 102 anos após sua fundação, o Sport Club Corinthians Paulista conhecia fronteiras de glórias internacionais.

Com as conquistas da Libertadores da América e do primeiro mundial reconhecidamente de direito.

Títulos fantásticos de todo reconhecimento e aplauso.

Como mereceram Internacional, Grêmio, Flamengo, Santos e São Paulo, em suas histórias.

Porém, para a imprensa brasileira, parecia que em 2012, ocorrera o primeiro título mundial do futebol, entre clubes.

Não apenas nos programas esportivos, mas em todas os programas de grande audiência da TV, extensivo para os respectivos portais de internet.

Revistas, periódicos, jornais, seguiram o mesmo caminho.

Programas dominicais, vespertinos semanais, noturnos de entretenimento, jornais, até aqueles sem vinculação ao futebol, a grade de programação inteira da TV, se tornara absolutamente corintiana.

Uma massificação exacerbada e sem limites, que saturou desde aqueles que não ligavam para futebol e chegou a cansar, até quem torcia para o então time ainda sem estádio, mas que a parceria com o governo petista, resolveu a questão.

A diferença de tratamento, dando a entender que somente existia a tal Fiel, somente aumentou o desprazer de 85% da população do Brasil que gosta de futebol, ou seja, os não-corintianos.

Qual o senso prático disso? Por quê vincular um clube mais do que os outros na TV?

Dirão: “ibope”.

Quando, a bem da verdade, é o anti-corintianismo que funciona mais.

É esta a estratégia!

Não é a torcida do Corinthians que gera os maiores públicos da TV. É quem torce contra, a massa cada vez mais enojada, com a forma que a propaganda alvi-negra toma conta das emissoras de TV, abertas e pagas.

O share em SP, por exemplo, tem transmissões que flutuam entre 24 a 22% de média*, entre os 4 grandes clubes do estado. Mas, estranhamente, a emissora detentora de direitos paga muito mais para o “clube da mídia”.

*Públicos aumentados, obviamente, em fases decisivas ou finais de campeonato.

2017.

Seguimos vivendo um tipo de lavagem cerebral no Brasil, proporcionada pela imprensa em nome do “time do povo”, que a bem da verdade, se tornou potência como “time do governo”, no período do PT no poder nacional.

O fanático Lula não poupou esforços, até disse à época que batalharia patrocinadores.

Depois, a estatal Caixa patrocinou. Que coincidência…

Administrações paulistanas seguiram o mesmo caminho, com Kassab e Haddad. 420 milhões em isenções fiscais, sem a sociedade poder reagir ou questionar.

Empréstimo de 400 milhões ao BNDES, via Caixa.

As emissoras de TV prosseguindo na desproporção de jogos e notícias.

Você acha que é só não assistir? Está enganado.

Seu time é prejudicado, mesmo que não assista.

Porque é atingido pelo desequilíbrio de exposição pelos patrocínios, vendas de jogadores, fornecedores esportivos, novos torcedores.

Tudo porque a mídia, só fala de um. Ou majoritariamente, de um.

Sim, falam de outros, quase que pra disfarçar.

Em espaços menores nas linhas editoriais.

Sobre o termo “propaganda”.

Falamos de história, de método.

No período mais terrível da humanidade, na segunda guerra mundial, a prática de contar uma mentira 1000 vezes, para se tornar verdade, foi a tática.

Atualmente, vivemos isso no contexto da bola.

Até em queda de segunda divisão, o que era pra ser vergonha, se tornou epopeia, nos roteiros televisivos alvi-negros.

Todas as torcidas vibram e sofrem, com vitórias consagradoras ou derrotas destruidoras, mas pra maioria da imprensa em suas redações, o tal “bando de loucos” sente mais, o que é a glória ou sofrimento.

A lenda urbana diz “tem que ter sofrimento pro Corinthians”. Como se todos nós, torcedores dos nossos times, não tivéssemos sofrimento.

Frisei “sofrimento” em 3 frases consecutivas, porque é assim que o fazem.

Acordem times, reajam dirigentes!

Boicotem! Exijam igualdade!

Proíbam entrevistas, participações nos circos que promovem nos horários de almoço, nas mesas redondas.

Censura? Jamais!

Defesa! Os times estão sendo lesados. Todos, sendo prejudicados em favorecimento de um só.

Igualmente, aconteceu na era do rádio, quando o favorecido era o time da capital federal, ainda no estado da Guanabara. Os frutos são escolhidos até hoje, no N/NE do Brasil.

Ou mudamos esse estado de fatos, ou assistiremos eternamente a propaganda alvi-negra, sem a opção de equidade, entre os maiores clubes do país.

Esta nas mãos dos clubes e no poder do controle-remoto do povo.

Saudações.

 

Carlos Port

Opinião Tricolor

Opinião Tricolor: Pintado

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Salve nação tricolor!

Nosso programa recebeu Pintado, campeão do mundo, bicampeão da Libertadores, pra sempre ídolo de raça e devoção ao São Paulo FC.

Hoje técnico, fez parte da comissão tricolor nas últimas temporadas, até sair recentemente após Rogério Ceni.

Carreira, bastidores, emoção, depoimentos especiais.

São Paulo raiz. Confira!

Saudações Tricolores!

No Twitter: @carlosport @paulinhoheavy

Opinião Tricolor: Oscar e Dario Pereyra

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Salve nação tricolor!

O #OpiniaoTricolor recebeu em seu estúdio, mais uma vez e sempre com muita honra, a maior dupla de zaga da história do São Paulo FC: Oscar e Dario Pereyra.

Carreiras e cronologia de títulos, casos inusitados dos grandes atletas e de ídolos sagrados tricolores, em uma entrevista que também fez a análise do SPFC atual, com os devidos recados à diretoria da instituição que tanto amamos.

Confira!

Saudações Tricolores!

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Opinião Tricolor: Torcida Independente

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O #OpiniaoTricolor recebeu as diretorias da Torcida e Escola de Samba, da Independente.

Futebol e samba, debatidos sem censura.

A maior torcida tricolor do Brasil, no programa mais independente do São Paulo FC!

Confira!

Saudações Tricolores!

No Twitter: @carlosport @paulinhoheavy @T_Independente

Opinião Tricolor: Andreas Kisser

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Salve nação tricolor!

O #OpiniaoTricolor recebeu Andreas Kisser, cidadão são-paulino reconhecido no mundo, em mais uma noite do movimento Resistência Tricolor.

O São Paulo debatido na veia, o bom combate em nome do Clube da Fé.

Em nosso estúdio também, a grande vencedora do concurso #MusaOpiniaoTricolor ação parceira com a São Paulo Mania Tatuapé, a melhor loja do SPFC do Brasil.

Confira!

Saudações Tricolores!

No Twitter: @carlosport @paulinhoheavy @andreaskisser @_spfcR

Opinião Tricolor: Roberto Rojas

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O programa da nação tricolor recebeu o ícone Roberto Rojas, personagem emblemático na história do São Paulo e da seleção chilena.

Rojas foi goleiro, preparador de goleiros, auxiliar técnico e treinador que reconduziu o Tricolor para a Libertadores da América, após 10 anos de ausência.

Bastidores imperdíveis, de um vencedor da vida.

Confira!

Saudações Tricolores!

No Twitter: @carlosport @paulinhoheavy

Opinião Tricolor: Dragões da Real

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Dragões da Real no Opinião Tricolor!

O programa da nação tricolor recebeu André Azevedo, presidente da Dragões da Real.

Em pauta, Rogério Ceni, o SPFC atual e seus problemas político-administrativos.

Análise dos rumos são-paulinos, para a correção de anos de desmandos, desmanches, más contratações, ciranda de técnicos e “amadorismo soberano”.

Saudações Tricolores!

 

Carta aberta ao São Paulo FC: Renuncia Leco

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São Paulo, julho de 2017.

Diz a máxima: a vida é feita de escolhas.

Sem dúvida que sim.

Ao longo da minha, escolhi o São Paulo pra amar, desde o nascimento. Fato que já era amor de pai e avô, porém, lembro do encanto de criança, de ver as bandeiras tricolores tremularem no Morumbi, de contar os dias para chegar a quarta-feira à noite, ou o domingo a tarde, pra voltar pro estádio. Assim cresci.

Se o espetáculo da torcida era belo, os times também eram.

Os anos 70 haviam sido fantásticos, com o Morumbi concluído e o São Paulo campeão desde Laudo Natel presidente (1970-1971) e maravilhosos jogadores como Gerson, Pedro Rocha, Toninho Guerreiro, Forlan, Roberto Dias e outros tantos, Muito pequeno, não me lembro do São Paulo de Minelli, com Henri Aidar presidente, vencer o primeiro Brasileirão, ode 1977, calando um Mineirão lotado, com o monstro Chicão, Deus da raça e a catimba de Waldir Peres, comandando 11 guerreiros.

Já estava no Cícero Pompeu de Toledo quando a Máquina Tricolor dos treinadores Carlos Alberto Silva e Formiga, com Galvão presidente e os lendários Serginho Chulapa, Zé Sérgio, Renato, conquistaram o bicampeonato paulista e foram finalistas do campeonato nacional.

Já adolescente, tive o privilégio de ver os Menudos do Morumbi, Muller, Silas, Sidney, com a arte de Careca e Pita, Gilmar no gol, a zaga mantida dos imbatíveis Oscar e Dario, o refinamento de Falcão, o timaço de Cilinho, com Carlos Miguel Aidar presidente. O São Paulo encantou o Brasil, foi base de Copa de Mundo, ao vencer mais um Brasileiro e dois estaduais, derrotando o maior rival paulista, aquele que sonha ter um dia, tudo que já conquistamos.

Ao final dos anos 80, o Tricolor se consolidava como time da década, findando com mais um título estadual, no primeiro mandato de Juvenal Juvêncio.

Mas o melhor ainda viria. Anos 90. Telê Santana, contratado pelo presidente Pimenta, junto de uma comissão técnica que marcaria época e Raí e Zetti sendo eternizados, junto de outros craques. 23 títulos ao todo, computando os campeonatos e torneios, sendo 10 de magnífica relevância. 2 Paulistas, 1 Brasileiro, 2 Recopas, 1 Supercopa, 2 Libertadores, 2 Mundiais. Com Muricy assistente de Telê e De Rey presidente, vieram a Conmebol e depois o Paulista no retorno de Raí e Nelsinho Baptista técnico, na transição de mandato para Bastos Neto.

Eram tempos difíceis. O São Paulo concorria contra co-gestões milionárias e havia passado anos destinando recursos para a reforma do Morumbi. Ainda assim, mais duas taças com o presidente Paulo Amaral, o primeiro Paulista dos anos 2000 e o inédito Rio-SP, com Levir Culpi e Vadão técnicos, respectivamente. O mundo conheceria Kaka e um certo goleiro-artilheiro iria ainda mais longe.

Já eram 10 anos ausentes da Libertadores, mas o presidente saudoso Marcelo Portugal Gouvêa, chegara pra marcar época. Conduziu o Tricolor de volta a sua obsessão, para ser novamente campeão. Tricampeão. Em um processo que envolveu vários comandos técnicos, iniciando com Rojas e Milton Cruz, passando por Cuca, Leão e Paulo Autuori. Este último, viajou ao Japão, mas o verdadeiro comandante chamava-se Rogério Ceni. São Paulo tricampeão do mundo.

Reconduzido à presidência após ser diretor de MPG, Juvenal Juvêncio entraria de vez para a história do São Paulo, ao conquistar o inédito tricampeonato brasileiro consecutivo, façanha jamais atingida por qualquer grande time do país. Ao lado de Muricy Ramalho, “aqui é trabalho, meu filho”, técnico eterno nos corações tricolores. Não eram escretes fantásticos, porém, fizeram da competitividade a sua marca.

Porém, como disse no começo dessa viagem tricolor no tempo, a vida é feita de escolhas…

Falando em tempo, existe o momento do crescimento, ápice e declínio. O juvenalismo perpetuou e o São Paulo não se encontrou mais. Apenas um título continental mediano, em 2012. E nada mais. Pelo contrário, chegaram os tempos de humilhações, vexames, vergonha.

Neste cenário perdedor, entra o atual presidente do clube, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco. Dirigente que tem a palavra “derrota”, em sua trajetória no São Paulo FC.

Não se trata de questão pessoal, é história. Desejo tudo de bom para a saúde e vida pessoal do mandatário são-paulino, mas é mister que ele renuncie ao cargo de presidente, ao qual foi reconduzido por um Conselho que também é motivo de desilusão, para a nação tricolor.

Vejamos a caminhada de Leco, como dirigente do São Paulo:

Em 2002, assumiu a diretoria de futebol pela primeira vez. Perdeu dois campeonatos diferentes, para o mesmo rival alvi-negro, em 18 dias. Filme que se repetiu em 2003, diante do mesmo adversário. MPG, sabiamente, o substituiu por JJ. O resultado todos sabem.

Porém, no São Paulo, a meritocracia do futebol é menor diante da força entre conselheiros. É a área social do clube, absurdamente, que decide o destino do futebol profissional. Leco, afastado por MPG, voltaria então com JJ, para ser vice-presidente de futebol, em 2008.

Os problemas começariam outra vez. Os resultados negativos e deploráveis também.

Muricy Ramalho sabe bem disso e acabou sendo demitido, em 2009. Ronaldo Fenômeno, no mesmo ano, disparou em rede nacional usando o termo “babaca” para se referir ao VP tricolor, em mais uma perda de título tricolor, para o rival. Tabu de 11 jogos sem vencer e tempos de tomar 5 a 0 no Pacaembu, de ciranda de técnicos, de fila de títulos. Até que JJ se cansou e tirou Leco do cargo. Um ano depois, “coincidentemente”, o SPFC voltaria a ser campeão.

Eleições 2014. Leco apoiou Aidar e foi o indicado para a presidência do Conselho Deliberativo. Se é presidente hoje, foi por essa razão inicial. Pois, após o mandato trágico do retorno de Aidar, o ex-presidente campeão do passado mas que se perdeu totalmente, Leco foi levado a presidência interina por ser o cargo maior do CD. Se elegeu em seguida, diante de uma oposição inexistente. Se reelegeu diante de uma oposição fortalecida, mas que perdeu para ela própria, em erros de campanha.

O resultado da escolha do Conselho: novamente, desastres nos campos. Em 2016, o São Paulo conseguiu ser eliminado para times de séries C e D do futebol brasileiro e teve risco de cair no Brasileiro. 2017, o enredo da vergonha se repete em escala nunca antes vista. Eliminações no estadual, na Copa do Brasil, na Sulamericana (diante de um time de bairro argentino). O maior ídolo da história do clube, Rogério Ceni, convidado pra ser técnico antes das eleições, foi exposto, viu o time ser desmanchado e foi demitido após poucos meses. O Tricolor, novamente, está na zona de rebaixamento do Brasileiro, sem rumo, desesperado, apático, mal preparado fisicamente, o Reffis deixou de ser referência, as contratações péssimas superam em muito as boas.

Leco diminui o São Paulo. O histórico não deixa mentir.

Acredito que seja são-paulino de coração. Mas está comprovado e dizem, nos corredores do Morumbi, que Juvenal sempre afirmava “não pode ser presidente”.

Não pode mesmo, JJ, esteja onde estiver.

Renuncia Leco, pelo bem da instituição São Paulo FC!

É o apelo de um torcedor que nunca esteve tão triste com o time que ama e, certamente, de milhões de iguais.

Ass: Carlos Port

Opinião Tricolor

Obs: Link com as narrativas de polêmicas de Leco http://esporte.ig.com.br/futebol/com-historico-de-polemicas-leco-perde-espaco-no-sao-paulo/n1596966203635.html

Saudações Tricolores.